Versículo do Momento

LEIA A BÍBLIA

quinta-feira, setembro 11, 2008

UM VAZIO DIFÍCIL DE PREENCHER

EDIFICAÇÃO
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A palavra «religião» suscita hoje em muitas pessoas uma atitude defensiva. Em muitos ambientes, o simples facto de colocar a questão religiosa provoca mal-estar, silêncios evasivos, um desvio hábil da conversa. Entende-se a religião como um estádio infantil da humanidade que já está sendo superado. Algo que pôde ter sentido noutros tempos, mas que, numa sociedade adulta e emancipada, carece já de todo o interesse.
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Crer em Deus, orar, alimentar uma esperança final é, para muitos, um modo de comportar-se que pode ser tolerado, mas que é indigno de pessoas inteligentes e progressistas. Qualquer ocasião parece boa para trivializar ou ridicularizar o religioso, incluso, nos meios públicos de comunicação. Dir-se-ia que a religião é algo supérfluo e inútil. O que é realmente importante e decisivo pertence a outra esfera: a do desenvolvimento técnico e a produtividade económica. Ao longo destes últimos anos foi crescendo entre nós a opinião de que uma sociedade industrial moderna não necessita mais de religião, pois é capaz de resolver por si mesma os seus problemas de maneira racional e científica. Porém, este optimismo «a-religioso» carece de ser confirmado pelos factos. Os homens vivem quase exclusivamente para o trabalho e para o consumismo durante o seu tempo livre, mas «esse pão» não preenche satisfatoriamente a sua vida.
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O lugar que ocupava anteriormente a fé religiosa deixou em muitos homens e mulheres um vazio difícil de preencher e uma fome que debilita as próprias raízes da sua vida. F. Heer fala de «esse grande vazio interior em que os seres humanos não podem por muito tempo viver sem escolher novos deuses, chefes e líderes carismáticos artificiais». Talvez seja o momento de redescobrir que crer em Deus significa ser livre para amar a vida até ao fim. Ser capaz de procurar a salvação total sem ficar satisfeito com uma vida fragmentada. Manter a inquietação da verdade absoluta sem contentar-se com a aparência superficial das coisas. Buscar a nossa re-ligação com o Transcendente dando um sentido último ao nosso viver diário.
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Quando se vivem dias, semanas e anos inteiros, sem viver verdadeiramente, só com a preocupação de «continuar funcionando», não deveria passar inadvertido o convite interpelador de Jesus: «Eu sou o pão de vida».
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J.A. Pagola
Canal Shvoong
Editado Por Rilvan Stutz
Catedral Presbiteriana do Rio de Janeiro

terça-feira, setembro 09, 2008

A FÉ E O MEDO

EDIFICAÇÃO
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A fé e o medo correm lado a lado, mas em sentido contrário um do outro. A fé te impulsiona, te empurra para frente, aumenta teus objetivos, alarga teus horizontes, te alegra e te faz cada vez mais confiante. A fé aproxima o homem de Deus (Hebreus 11:17-40).
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Por outro lado, o medo faz exatamente o inverso. O medo derruba seus sonhos; faz com que você desista de cada um deles. Puxa você para baixo, te entristece, te deprime e te afasta de Deus (Gênesis 3:10). Talvez seja o medo a maior muralha mental humana a ser atravessada. Vencendo o medo, o homem atravessou oceanos, descobriu novas terras e chegou à lua. E você? Onde pretende chegar? Vencendo o medo, grandes homens lutaram e, fortalecidos pela fé, são exemplos para cada um de nós. Homens de carne e osso como Gideão, Josué e Davi. Bravas mulheres como Raabe e Ester.
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A fé fez a diferença na vida de cada uma dessas pessoas, e faz diferença na tua vida também. A tua fé pode te salvar (Mateus 9:22). A tua fé pode mover montanhas (Mateus 21:21). A tua fé pode mudar a vida da tua família (Mateus 15:28). Mas a fé é provada pelo fogo, assim como o ouro nas mãos do ourives (Malaquias 3:2). Por isso, diante de uma situação onde o medo tentar te afligir, ponha tua fé em ação: arme-se da espada que é a Palavra do Senhor e revista-se das armaduras de Deus (Efésios 6:10-17).
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Em Mateus 14:28-31, Pedro nos dá uma lição de fé e, logo em seguida, sua fé desaparece e dá lugar ao medo e à dúvida. Pedro, crendo que Jesus estava próximo e andando sobre as águas, quis experimentar tal façanha. A fé em Jesus colocou-o do lado de fora do barco e de pé sobre o mar. A fé levou Pedro a ir além. Pedro, numa atitude de fé, ultrapassou os limites humanos e experimentou o sobrenatural de Deus.
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Mas a Bíblia nos relata no versículo 24 que o vento era contrário e, como tudo que se opõe a nós, insurgiu-se contra Pedro, movimentando as ondas, e ele temeu. Mesmo estando com Jesus bem ali, pertinho dele, Pedro temeu o vento forte e começou a afundar. Isso também acontece conosco. Se tua fé esmorecer, o medo vai invadir teu coração e você estará preste a naufragar. Não deixe que isso aconteça! Não temas! Tende bom ânimo, pois Jesus é contigo. Erga-se, amado(a), porque o teu socorro vem do Senhor que fez o céu e a terra (Salmo 121).
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Luciene de Oliveira Maria
Primeira Igreja Batista em Moça Bonita
Editado Por Rilvan Stutz
Catedral Presbiteriana do Rio de Janeiro

segunda-feira, setembro 08, 2008

A GAIOLA VAZIA

EDIFICAÇÃO

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Naquele dia a Igreja estava lotada. O Pastor, muito eloqüente, preparou com esmero o sermão da noite mas, em todo o tempo, ele deixou uma gaiola vazia ao seu lado no chão do púlpito. Ninguém entendeu o motivo. No início, acharam que tal objeto seria parte de alguma ilustração, mas não foi.
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Terminado o culto, o Pastor pegou a gaiola e começou a descer as escadas quando uma pequena multidão aglomerou-se em torno dele, querendo saber o que significava aquela gaiola vazia:
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Esta gaiola? – disse ele – É que eu estava vindo para cá, quando me deparei com um menino que segurava esta gaiola. Dentro havia um pássaro, uma rolinha, até grande demais para ela. O menino sacudia a gaiola freneticamente e gritava, maltratando o animal. Vendo aquela cena, fui em direção ao menino e perguntei-lhe porque fazia aquilo.
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O que você tem com isso? – respondeu o menino malcriado – o pássaro é meu e a vida dele me pertence. Eu vou matá-lo. Não faça isso! Disse o Pastor – Veja, eu compro esse pássaro de você. Diga-me qual é o seu preço. Quanto quer por esse pássaro? Ah, você não vai poder pagar por ele. É muito caro! Quanto você quer? O menino sem pestanejar respondeu: - Quero todo dinheiro que está na sua carteira agora. E o Pastor disse: - Negócio fechado!
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O Pastor pagou ao menino, soltou o pássaro e foi apressadamente para a Igreja. Assim, explicou então o motivo daquela gaiola no púlpito. Por causa do tal incidente, chegou atrasado na Igreja e não teve tempo de dar um destino para a gaiola.
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Mais tarde, em sua casa, refletiu sobre o acontecimento e louvou ao Senhor por tudo, quando lágrimas desceram de seus olhos. Ficou imaginando a metáfora do mesmo diálogo entre Deus e Satanás, que poderia ter sido assim: Deus deparou-se com Satanás guardando uma prisão. Dentro havia um homem, que poderia ser eu ou você. Satanás atormentava o homem de várias maneiras. Vendo aquela cena, Deus perguntou-lhe porque fazia aquilo.
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Que tem com isso? – respondeu Satanás – O homem pecou e por isso é meu e eu vou matá-lo.
Não faça isso! – disse Deus – Veja, eu compro esse homem de você. Diga-me qual é o seu preço. Quanto quer por ele? Ah, não vai querer comprá-lo! É muito caro! Ele não vale a pena. Diga, quanto você quer? E Satanás sem pestanejar respondeu: - Eu quero o sangue de seu único filho.
E Deus disse: - Negócio fechado!
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“ Porque Deus amou ao mundo de tal maneira que deu o seu Filho unigênito, para que todo o que nele crê não pereça, mas tenha a vida eterna” João Cap. 3. 16.

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Autor desconhecido
Por Luciene de Oliveira Maria
Igreja Batista em Moça Bonita
Editado Por Rilvan Stutz
Catedral Presbiteriana do Rio de Janeiro

sábado, setembro 06, 2008

RELIGIÃO E A OBSERVÂNCIA AO DIREITO

EDIFICAÇÃO
OPINIÃO
“Não penseis que vim revogar a Lei ou os profetas” não vim revogar, vim para cumprir. (Mateus, v.17, 18).
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Encontramos nessa Lei o princípio dos deveres para com Deus e para com o próximo, que constitui a base da doutrina de Jesus Cristo. Os 10 mandamentos significam um resumo da moral divina, que Jesus Cristo Viveu e pregou, cumprindo assim a Lei dos profetas. Os ensinamentos religiosos buscam conduzir o ser humano através de uma conduta alicerçada em valores morais e éticos, sem deixar de pregar a fé a esperança, o perdão, a caridade e a fraternidade.
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O que aprendemos com o ensinamento religioso, não é imposto através de uma força coercitiva, usamos ou não, de acordo com o nosso livre arbítrio, e com o conhecimento de cada um sobre as “Leis Divinas que regem a evolução do ser humano na terra”. O Direito não é como a Religião, pois o Direito assegura, porém não ensina e não prega, e quando as pessoas não agem de acordo com suas normas e Leis, a punição é severa. A Lei escrita se faz necessária para manter a justiça, a ordem, o equilíbrio, assegurar a integridade do ser humano, bem como seus direitos e obrigações.
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A cada nova situação que possa surgir de acordo com a evolução do tempo e das pessoas, novas Leis também nascem, e com elas a necessidade do ser humano se aprimorar cada vez mais, buscando conhecimento e informação.
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O filme Rei Arthur nos mostra como antigamente algumas pessoas se denominavam porta vozes de Deus, e se apoiavam a essa prerrogativa para fazer com que as pessoas mais humildes fossem submissas e aceitassem todas as suas ordens, até a tortura e morte se assim julgassem necessário.
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Assim como na Religião, o Direito também deixa margens para que algumas pessoas façam uso indevido de suas atribuições, em benefício próprio ou de terceiros. A justiça é maravilhosa quando ela significa dar a cada um o que é seu, porém, é interpretada e aplicada por homens, que nem sempre são tão maravilhosos quanto ela.
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Jovacyr Bregonci
Canal Shvoong
Por Rilvan Stutz
Catedral Presbiteriana do Rio de Janeiro