Versículo do Momento

LEIA A BÍBLIA

sábado, maio 05, 2012

SOZINHO

EDIFICAÇÃO







==============================Rede de Divulgação



“Ele, porém, se retirava para lugares desertos e orava” (Lucas 5:16)


A grande multidão... Quantas vezes estamos no meio dela!
Estamos vivendo em uma carreira desenfreada para “ganhar” a vida: estudos, tarefas domésticas, trabalho, lazer, igreja e uma série de outras coisas, como a televisão que nos leva uma boa parte do tempo, não é verdade? Quase não dá para fazer nada! Mas, temos que ter cuidado. A vida pode até ser longa, porém só temos essa para dedicar ao Senhor.

Você analisou bem este versículo que leu? Pegue sua Bíblia agora e leia os versículos 12 a 15, depois continue o texto.

Pronto? Então vamos continuar. Jesus tinha acabado de operar um milagre maravilhoso, não podemos imaginar a dimensão dessa doença em uma pessoa na época. A lepra hoje é conhecida com hanseníase e possui tratamento e cura. A doença destrói o sistema sensorial responsável pela dor; os danos físicos são então causados pela incapacidade de o paciente sentir dor. Muitos que possuem a doença ficam cegos, simplesmente porque a lepra calou os seus sentimentos nervosos, destinados a alertá-los de quando tinham de piscar os olhos, e aí, após muito tempo sem piscar, seus olhos se ressecam, vindo então a cegueira.

Jesus ordenou que aquele homem não contasse nada a ninguém, apenas mostrasse ao sacerdote, como determinou Moisés. Mas não adiantou, a sua fama cada vez crescia mais, e Jesus não podia andar com facilidade nos lugares. Existia muita gente querendo ver, tocar, ouvir e principalmente ser curada pelo Senhor Jesus; com certeza, multidões andavam ao redor do mestre em busca da solução para seus problemas. O povo queria um lenitivo para suas mazelas, fossem físicas ou psicológicas, a multidão apertava o mestre...

Quantas vezes nos sentimos sufocados, em simplesmente ir a um hospital, talvez para fazer um exame de rotina? Quando vemos pessoas sofrendo nos sentimos carregados e desconfortáveis com tanta dor e sofrimento. Às vezes, estamos em meio a uma grande multidão, mas, nos sentimos solitários, ainda que os nossos rostos não demonstrem isso.

É hora de parar e refletir. É notável como Jesus, sendo filho de Deus, não abriu mão de sua comunhão com o Pai. Ele evidenciou isso em um momento quando ele se sentiu sobrecarregado. Jesus percebeu a hora de parar, nos mostrando sua humanidade e dependência do Pai. Em alguns momentos estamos tão envolvidos com nossas atividades do dia a dia que, com o que temos de dar conta que falta-nos o principal: a comunhão com Deus.

Apesar da grande responsabilidade que Jesus tinha como Deus encarnado, ele nos mostra que a correria geralmente faz parte de um círculo vicioso e religioso que acompanham as nossas vidas. Deus quer ter intimidade com os seus filhos, Deus não nos quer ativistas religiosos, nem também relaxados com a sua obra. É importante saber a hora de parar, e buscar no “deserto”, longe da multidão, em oração, um estreitamento na intimidade com Deus.

Como está a sua vida íntima com Deus? Você tem reservado um período na sua agenda para Deus, ou está muito ocupado com outras coisas? O mundo tem sido muito convidativo para você? O que tem atrapalhado sua comunhão com Deus? Devemos nos lembrar desse grande exemplo que Jesus deu. Ele não abriu mão de se retira e orar.

Eu gostaria que você orasse a Deus neste lugar, onde você está nesse momento sozinho e agradecesse a Deus por tudo o que Ele é em sua vida. Só você e Deus nesse momento.
Lembre-se que Ele é seu melhor amigo.









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Diác. Rilvan Stutz " O Servo com Cristo "
Fruto do Espírito - Pr. Denilson Torres

sexta-feira, maio 04, 2012

A IMPORTÂNCIA DA MÃE NA EDUCAÇÃO DOS FILHOS

Tema Educação







=================================Rede de Divulgação


ENTREVISTA

Sybill Niemann é dona-de-casa e conta as alegrias e dificuldades que encontra no dia-a-dia para criar os seus filhos.
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O texto foi escrito pela mãe de família Sybill Niemann, que espera o quarto filho para setembro. Apresentamos um resumo.
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"O bebê estava muito grudado comigo hoje. Aos dezoito meses, Monica machucou dois dos três molares que estavam nascendo, o que a deixou bastante dolorida. Ela não quer ser deixada de lado e ficam abraçando as minhas pernas enquanto eu tento fazer sanduíches para a criança mais velha, descarregar a máquina de lavar louça e pôr a roupa para lavar. Toda vez que eu cuido dela, ela me olha bem nos olhos, me dando uma paz, tirando a minha atenção do resto do mundo e me fazendo dar a ela a única coisa no mundo que ninguém mais pode dar: minha total e amorosa atenção."
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O LADO DIFÍCIL DE SER MÃE
Niemann comenta a dificuldade de falar sobre como criar as crianças hoje em dia e por quem elas deveriam ser atendi das. Comentando o dilema entre trabalhar fora e ser dona-de-casa, afirma: "Como em assuntos corno política e religião, é difícil um debate real porque a questão nos afeta profundamente e nos torna defensivos e cuidadosos."
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Com sinceridade, Niemann comenta que nem todas as mulheres podem ter o salário que o marido dela ganha e que lhe permite ficar em casa. Porém, admite ter deixado de lado várias coisas de que gostaria: "Há muitas mulheres que querem ficar com as suas crianças em casa, mas podem não estar dispostas ao sacrifício necessário. Compreensivelmente, elas podem não estar dispostas a mudar para uma casa menor, em um local menos agradável, ou a não ter um segundo carro, ou a desistir das férias, de comer fora e ir ao cinema".
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Outro sacrifício necessário, diz, é que ficar em casa pode ser muito entediante. Como exemplo, ela cita o que acontece quando se tem uma criança de três anos. Niemann chama essa fase de "Narração". É a época em que a criança começa a contar histórias: "Jonah conta histórias sobre os vídeos a que assiste. (...) Anda pela casa narrando o que viu. Por um momento as histórias são uma doçura, repletas de palavras erradas engraçadas. Mas, após meses ouvindo, eu estou entediada. Um Puxa, querido', não é suficiente. Agora, aos quatro anos, quer que eu diga: "E o que o herói fez com ele?"
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O tédio, diz Niemann, é uma objeção comum das mulheres a ficar em casa. Como uma pessoa pode manter-se ativa socialmente sem contato outros adultos por oito horas, a não ser por meio das relações pessoais e da TV? A mãe argumenta que pode ser difícil não se entediar, principalmente hoje em dia, em que há muitos modos de nos entretermos. "Agradar a si mesmo, fazer a própria rotina, sempre procurando o que é atraente - não são coisas necessariamente erradas. Mas é difícil deixá-las de lado. Nós temos muito pouca experiência em sermos pacientes com o aborrecimento em favor do bem de outras pessoas."
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PAIS POR CAUSA DOS FILHOS
Sybill Niemann argumenta que não há uma solução mágica para as dificuldades que uma dona-de-casa encontra. "Penso que é desnecessário afirmar que, apesar de tudo, ficar em casa pode ser uma recompensa. Como convencer alguém de que a crescente satisfação com o meu trabalho vai além de uma traço da minha personalidade?
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Bem, acho que posso dizer isso. Como tantas outras mães em tempo integral, eu aprendi o óbvio. Mesmo o melhor professor, a mais cuidadosa das babás, não pode substituir a minha presença atenciosa. Não importa quanto uma pessoa possa concordar comigo e com meu marido, ela não pode educar e conduzir as crianças como nós podemos. É um presente de Deus para mim e para o John, somente para nós. “Medito muito como a criança é educada, quem as educa, sei que esse é o ponto por onde deveríamos começar."
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E conclui: "Ser pai e ser mãe é um trabalho difícil. E que nós sempre amaremos".










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Jornal Interprensa - Sybill Niemann

terça-feira, maio 01, 2012

RECONSTRUINDO O EQUILÍBRIO

=Edificação







=============================Rede de Divulgação


Por mais que as evidências e a situações criticas nos digam o contrário, não estamos sozinhos quando o nosso mundo parece desmoronar aos nossos pés, quando estamos em um beco sem saída, quando a vida se apresenta sem perspectivas e sem horizontes a vislumbrar.
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Nesses momentos, se soubermos olhar a nossa volta, perceberemos que existem meios e pessoas que podem sim, nos ajudar.
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Uma corrente, que unem a cada ser humano e que nos faz participantes diretos da vida uns dos outros.
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“Estar em queda”, talvez não signifique estar derrotado, mas sim, “queda” pode significar uma lição a ser aprendida e compreendida. Muitas vezes temos que chegar ao fundo do poço para compreendermos o quanto estávamos errados em nossa maneira de viver e agir, seja no pessoal, nos negócios que administramos, enfim, com as relações que estabelecemos no nosso cotidiano.
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Nesses momentos temos a chance de repensar, de nos reorganizar como pessoas, como profissionais e como seres humanos. É o momento propício de refazer o EQUILÍBRIO que falta para termos uma vida melhor. Isso se aplica não somente na vida particular de cada um, mas, como também, no nosso ambiente de trabalho, nos nossos negócios e em nossa vida emocional.
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Sabemos que, enfrentar essa missão sozinha é quase impossível e realmente poderá ser se não temos uma estrutura emocional, um apoio para nos firmar e nos fortalecer, um ombro amigo para chorarmos, um ouvido que nos ouça ou um exemplo de vida que nos mostre, que todo o problema, por mais difícil que seja, pode ser superado.
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Precisamos estar em Equilíbrio para colocarmos a nossa casa em ordem, precisamos de ordem para encontrar o ponto de partida. Para entrarmos por esse ponto de partida, precisamos de uma mão estendida para nos impulsionar, e assim, recomeçar um novo projeto de vida, mesmo que isso signifique começar tudo do zero, sendo assim entreguemos nossa vida a Jesus Cristo! Nosso Equilíbrio.

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Em busca do equilíbrio.
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Estejam, pois, atentos os teus ouvidos e os teus olhos abertos, para ouvires a oração do teu servo, que eu hoje faço perante ti, dia e noite, pelos filhos de Israel, teus servos; e faço confissão pelos pecados dos filhos de Israel, que temos cometido contra ti; também eu e a casa de meu pai temos pecado. Neemias 1:6.
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Eu rogo por eles; não rogo pelo mundo, mas por aqueles que me deste, porque são teus. João 17:9.








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Elos Para a Vida - Elos Para a Vida

sábado, abril 28, 2012

MINHA ÚNICA ESPERANÇA

=EDIFICAÇÃO






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Se tivéssemos plena consciência do nível de santidade que Jesus exige, veríamos que é impossível alguém se salvar através de obras de justiça. Se tivéssemos coragem de encarar os mandamentos de Jesus em suas consequências mais profundas, veríamos que não há outra saída a não ser nos refugiar debaixo da cruz. Se a salvação for conquistada apenas pela obediência aos mandamentos santos todos nós estamos irremediavelmente condenados.

Jesus ensina que devemos amar até mesmo nossos inimigos; que devemos dar a outra face quando somos esbofeteados; prega que devemos abrir mão de nossos confortos e levar uma vida modesta para que o que sobrar distribua com os pobres. Fala que o ódio é homicídio e um olhar mais insinuante já é adultério. Ele ensina que divórcio só tem um motivo, a dureza de nossos corações, o que nos leva a ver que para o crente perdão e reconciliação sempre será o único caminho que agrada a Deus, mesmo quando acontece a maior das ofensas. Se não perdoarmos aqueles que nos agridem, tampouco seremos dignos do perdão do Pai.

Para Jesus perdão não é este que cobra preço e que nos coloca sempre com um pé atrás em relação ao outro. Ele fala de perdão mesmo, perdão igual ao de Deus que se doa por inteiro, mesmo após todas as ofensas que diariamente fazemos contra Ele e contra Sua santidade.

Você conhece alguém que viva isso? Veja bem, não estou falando de quem tenta, estou falando de quem efetivamente vive estas verdades. E isto é apenas uma amostra! Pois mesmo que alguém cumpra qualquer mandamento, se o fizer por sentimento de obrigação, de constrangimento, de barganha, de autopromoção, de medo, ou qualquer outra motivação que não seja o amor, de nada vale, pois qualquer mandamento se não tiver amor nada serve.

Mas acontece que somos tendenciosos à justiça própria. Como não podemos alcançar este padrão de santidade determinado por Cristo, tentamos abrandar a dureza do seu discurso. Para satisfazer os nossos anseios de ser, de alguma forma, dignos da salvação ou da atenção especial de Deus, nós nos satisfazemos em caminhar na periferia dos mandamentos. Por isso consideramos que quem foi ofendido e não guarda ódio ou amargura no coração já pode dizer que perdoou; se ajudarmos algumas pessoas já podemos colocar na conta de nosso amor ao próximo; vamos à igreja aos domingos e chamamos isto de fidelidade; se somos dizimista podemos considerar como consagração... Andamos em conformidade com o que achamos possível ou desejoso para nós e chamamos isto de santificação e, à semelhança de Adão e Eva, tentamos esconder com as folhas de figueira da nossa santidade rasa a vergonha da nossa nudez ante o Senhor.

Assim vamos enganando a nós mesmos, crendo que nossa “santidade” acomodada e burguesa, fortemente calcada nas questões sexuais é o que nos recomenda perante o Deus Santo. Valorizamos como ápice de santidade o celibato para os solteiros, a fidelidade conjugal para os casados e a heterossexualidade para todos. Ao mesmo tempo em que somos lenientes com outros pecados tão ou mais graves. Mas Jesus não fala de “esforço bem intencionado”, como se bastasse tentarmos “fazer o nosso melhor” para com isto alcançarmos o favor de Deus. Em todas as passagens bíblicas em que se coloca como juiz Ele separa aqueles que cumprem daqueles não cumprem os mandamentos, simples assim.

Por viver este engano de que nossas obras valem alguma coisa além de serem trapos de imundícia é que vivemos esta santidade mentirosa baseada em não toque, não prove, não manipule que até possuem aparência de sabedoria, em devoção voluntária, humildade e disciplina do corpo, mas que não tem valor algum, a não ser para a satisfação da carne, como Paulo denuncia em sua epístola aos Colossenses 2:20-23.

É muito mais fácil determinarmos que roupa vestir, quais palavras são proibidas ou quais comportamentos sexuais são aceitos. É mais simples conhecer a hierarquia dos demônios, fazer cultos festivos e tomar posse das bênçãos. Por outro lado, é muito mais difícil e complicado amar ao próximo como a nós mesmos, perdoar setenta vezes sete, amar nossos inimigos, caminhar a segunda milha, dar a outra face, nos doar aos necessitados e encararmos a nós mesmos e nossas contradições, ambiguidade e hipocrisias sabendo que, mesmo se cumpríssemos tudo isto, ainda assim seríamos servos inúteis que não teriam feito nada além do que aquilo que lhes foi ordenado.

Analisando todas as implicações, com o coração aberto e sem máscaras, só podemos chegar a uma conclusão: é impossível cumprir todos os mandamentos de Jesus na plenitude que Ele exige. Precisamos nos ver como somos. E a verdade é que perante Deus todos nós somos miseráveis, pobres e nus. A diferença é que muitos além de miseráveis, pobres e nus, ainda por cima não se enxergam.

Só quando nos vemos com os olhos santos de Deus, sem justificativas, sem desculpas, sem vestes da mentira, é que percebemos que estamos irremediavelmente condenados, todos nós, seja pela lei de Moisés, seja pelos mandamentos de Jesus que são ainda mais profundos e exigentes que a própria lei.

Quando eu me enxerguei como sou, percebi que não há esperança que não seja a graça de Deus que se entregou na cruz em Cristo. Não há caminho que não seja me entregar, depor meu orgulho espiritual e entender que o único caminho é confiar, sem méritos, sem obras, apenas crendo em um Deus misericordioso que se fez homem apenas para que a minha injustiça fosse feita justiça perante Ele.









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