Versículo do Momento

LEIA A BÍBLIA

quinta-feira, dezembro 29, 2011

POSICIONAMENTO DOUTRINÁRIO DA IPB: ACERCA DO BATISMO COM O ESPÍRITO SANTO

=EDIFICAÇÃO







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Rede de Divulgação



O batismo com o Espírito Santo foi prometido por Deus por meio de Joel e de outros profetas no Antigo Testamento (Jl 2.28,29; ver Is 32.15; 59.21; Ez 36.26,27; 37.14), bem como por meio de João Batista e do Senhor Jesus Cristo no Novo Testamento (Jo 7.37-39; ver Mt 3.11;Lc 24.49; Jo 14.16,17,26; 16.7-16; At 1.4-8). Essa promessa cumpriu-se no dia de Pentecostes, quando o Espírito Santo, já presente e atuante na Igreja do Antigo Testamento, vieram operar na Igreja Cristã nascente com poder e glória superiores à sua operação sob o Antigo Pacto, para apacitá-la a testemunhar do Cristo exaltado (At 2.16-21). Desse batismo participam todos os crentes de todas as épocas ao ser incluído na Igreja, o Corpo de Cristo, quando da sua regeneração-conversão (Ef 1.13,14; 1 Co 12.13).
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O batismo com o Espírito Santo no dia de Pentecostes marcou o início da fase neotestamentária da Igreja de Deus, confirmou a exaltação de Cristo à direita de Deus Pai, e inaugurou "os últimos dias” (At 2.16,17; 2.32-36). O poder prometido pelo Senhor Jesus aos seus discípulos, e que viria a eles por ocasião do Pentecostes, está relacionado com a evangelização apostólica até os confins da terra, e consiste essencialmente na capacitação de cada crente para testemunhar de Cristo e para viver uma vida em que se veja o fruto do Espírito (At 1.8; Lc 24.49).
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A Escritura ensina que a experiência normal do batismo com o Espírito Santo coincide com a regeneração-conversão, e que são sela¬dos por este mesmo Espírito todos os que crêem genuinamente em Cristo Jesus (Tt 3.5; At 2.38; Rm 5.5; 8.9; 1 Co 12.13; ver At 11.17, e ainda Ef 1.13,14; 2 Co 1.22; Ef 4.30). Portanto, o batismo com o Espírito Santo, indispensável para a genuína regeneração-conversão, não se confunde com a cha-mada "segunda bênção", referente ao derramamento do Espírito no livro dos Atos dos Apóstolos. Antes, é a graça vitalizadora e capacitadora disponível a todos os crentes, e não apenas a alguns. Acresce que a indizível bênção da regeneração-conversão de modo algum é inferior à chamada "segunda bênção". Portanto, a recepção inicial de Cristo pela fé está associada ao batismo com o Espírito Santo (1 Co 12.3; Rm 8.9,10; 1 Jo 4.2).
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A Escritura também ensina que o batismo com o Espírito Santo, como narrado no livro de Atos, foi dado soberanamente por Deus em circunstâncias especiais, ocorrendo algumas vezes de forma súbita, como do Pentecoste. Quando o Espírito veio sobre os apóstolos e os demais reunidos no cenáculo, tomou-os de surpresa, vindo "de repente" (At 2.2a). Eles esperavam o cumprimento da promessa, mas não sabiam quando e nem como ela se daria. Em outras ocasiões, o batismo com o Espírito ocorreu de forma inesperada, como na casa de Cornélio (At 10.44-46), e ainda em outras mediante a imposição de mãos dos apóstolos (At 8.14-16; 19.6. Neste sentido, aquelas experiências foram únicas, já que não temos mais apóstolos como os Doze ou Paulo).
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A Escritura dirige-se a todos os que já são crentes como tendo já sido batizados com o Espírito. Em nenhum lugar ela encoraja os que já são crentes a buscar esse batismo, quer por preceito, quer por exemplo. Na expressão "batizar com o Espírito Santo", o verbo ocorre no tempo futuro ("batizará") apenas antes de Pentecostes, e aponta para aquele evento como o futuro cumprimento da promessa do Antigo Testamento (Mt 3.11; Mc 1.8; Lc 3.16, e At 11.16). Após o Pentecostes, nas cartas escritas pelos apóstolos às comunidades, os crentes são reconhecidos como já tendo sido batizados com o Espírito, ver 1 Coríntios 12.13, "em um só Espírito, todos nós fomos batizados em um corpo".
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A Igreja alegra-se com o desejo de muitos dos seus pastores e membros de ter uma vida espiritual mais profunda e plena, e encoraja-os a buscar continuamente o ser cheios do Espírito, como Paulo ensina.

Igreja Presbiteriana do Brasil
Comissão Permanente de Doutrina
São Paulo, Setembro de 1995











Igreja Presbiteriana do Brasil
O Blog " A Serviço do Senhor "
Diác. Rilvan Stutz " O Servo com Cristo "

Comissão Permanente de Doutrína da IPB

terça-feira, dezembro 27, 2011

OUTRO OLHAR SOBRE O MUNDO

TEMA-EDUCAÇÃO






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==Rede de Divulgação



A ação humana; a sua análise e compreensão do Agir. A especificidade Humana do Agir. Do biológico ao racional.

Em relação ao Homem podemos acrescentar que ascende da natureza à cultura. Age de forma natural e determina sobre o que faz e o que não deve fazer. Em relação ao Animal podemos dizer que age por mecanismos primários, (Natureza Instintiva). Isto acontece mesmo nas espécies capazes de aprendizagem e só o fazem por hábito ou reflexo condicionado.
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Conseguimos definir: Natureza: O que está Inato, isto é, o instinto manifesta-se da mesma maneira.

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Cultura: O que é Adquirido.
No Homem, o Natural é moldado, ou seja, o que o Homem trás à nascença é moldado ou ajustado pela parte cultural. Através do que aprende, durante o seu processo de crescimento que é influenciado pelo ambiente onde vive os valores que adquire, e o tipo de sociedade que convive, o Homem vai-se transformando e à medida da civilidade.


Atos voluntários e Involuntários.

Rede Conceptual da Ação Dentro da Ação Humana pode destacar quatro momentos.
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Deliberada, Consciente, Refletida e Voluntária.
O Homem não age por automatismos, mas por fins; é determinado a agir por motivos e pode escolher as suas ações. Atos do Homem: Podem ser involuntários (independentes da vontade) Mecânicos, isto é, reflexos instintivos, habituais. Encontramos também comportamentos reativos. Espontâneos e automatizados. Atos Humanos: São intencionais, pensados, conscientes e voluntários. Quando na Filosofia nos referimos à ação, referimo-nos aos atos humanos.
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As Condicionantes da Condição Humana:
O Determinismo. Momentos do Ato voluntário.
No ato voluntário distinguimos 4 momentos. A Concepção: Pensar no que se vai fazer. Deliberação: Analisam-se as hipóteses. Pesam-se os motivos. Pensa-se nas vantagens e nas conseqüências.
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Decisão: É o Momento da Opção.
Execução: Pôr em prática. A passagem da intenção ao ato.

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Rede Conceptual da Ação
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Em todas as ações autônomas descobrimos uma estrutura (ou componentes).
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O Agente.
Aquele que pratica a ação. O autor, ou seja, o que pratica a ação intencionalmente. Aquele que responde pela ação.
Uma Intenção – Aquilo que o agente quer fazer.
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O Motivo
O que leva a agir. Em toda a ação humana há sempre um motivo. As razões do agir.

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A Finalidade
O porquê da ação. O objetivo ou meta. (Dificuldade, por vezes em distinguir entre motivo e finalidade).

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Determinismo.

Determinismo: O Homem não é livre, quer no seu corpo, quer no seu espírito. O homem é regido pela lei geral que governa todos os fenômenos da natureza. Se pensa que tem algum poder sobre as ações, é porque ignora os condicionalismos que o levaram a praticar tais atos que considera livre.

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As escolhas que o Homem faz não passam de aparências.










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Dra. Maria Antónia Abrunhosa-Shvoong

segunda-feira, dezembro 26, 2011

LIBERDADE E SENTIDO

=TEMA-EDUCAÇÃO







===========================Rede de Divulgação


Dois fatos parecem converter a busca pela liberdade numa tarefa vã. O primeiro é a morte. Por mais livre que um homem chegue a ser, por maior que seja o autodomínio alcançado pelo desenvolvimento das suas potencialidades, se a morte acaba com tudo, tudo estará perdido no momento da morte.
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Nesse aspecto, a honestidade intelectual me obriga a reconhecer que o existencialismo contribuiu para a superação do mundo da utilidade imediata, ainda que Sartre e Heidegger negassem a possibilidade da transcendência divina e de sentido da existência.
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O segundo fato é que a plena auto-realização pode apresentar-se como meta inacessível. Parece que o homem está destinado à frustração de n
ão se realizar nem de chegar a satisfazer plenamente as suas necessidades. Destinado a nunca alcançar a liberdade absoluta, sobretudo se a liberdade é vista, equivocadamente, como sinônimo de “necessitar”, pois, por muito que possua, sempre necessitará de mais. Ora, um homem consciente de desejos não satisfeitos não se sente completamente livre.
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O desejo humano de praze
r ou de bens materiais talvez possa ser saciado. Mas o próprio fato – incontroverso - de se poder chegar a sentir náusea do prazer ou tédio dos bens de consumo é sinal certo de que a auto-realização humana não se caminha nessa linha.
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Contudo, muito pelo contrário, a morte e a saciedade material são dad
os empíricos que fomentam a conquista da liberdade, desde que vistos sob a ótica do instinto de eternidade do homem. Sim, o homem tem uma outra dimensão: a verticalidade.
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As apatias e indolências das pessoas com que convivemos nos dizem isso todo dia: cansei de namorar todo dia uma mulher diferente, cansei de beber até cair, cansei de viver no ócio, cansei de perder, agora vai ser diferente... No fundo, estão a exclamar: agora, quero ser eterno...

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Ausente este instinto da vida humana, não restaria muito para o homem. O nascimento consistiria em receber um assento no cartório de registro civil, com espaço para a averbação da morte, dali a setenta ou oitenta anos. O número de anos não modificaria a índole fatal do ocaso. E, quando alguém nos perguntasse a respeito do sentido da vida, só haveria uma resposta certa: a morte.
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Os pensadores existencialistas acima citados não só admitiram essa realidade, como a escancararam de uma forma trágica, precisamente porque não conseguiram alcançar seu sentido. No homem, existe um instinto de eternidade, que, no campo intelectual, não tem o status que merecia, ao contrário do instinto de conservação, incontroverso.

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O instinto de eternidade seria o reverso da medalha do instinto de conservação e, na realidade, mais entranhado que este, porque o instinto de conservação visa a algo negativo e transitório – não morrer – enquanto o outro busca algo positivo e permanente – viver para sempre.
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Por isso, é preocupante o fato de a filosofia contemporânea gastar sua energia em somente equacionar problemas superficiais do homem, almejando uma vida mais pragmática, amena, light, sem nunca abordar o dilema fundamental do homem: o sentido de sua existência, que lança suas águas, inevitavelmente, no instinto de eternidade.
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O silêncio a respeito do tema é propositado: a fuga do sentido “trágico” da existência. Isso tornaria o dia-a-dia mais “fácil” para o homem. Evidente que a justificativa repousa numa v
isão pessimista da vida. Todavia, a inércia a respeito só adia o momento de resolução do dilema existencial que cada homem, mais cedo ou mais tarde, enfrentará.
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A cultura em que vivemos, forjada dos restos de um racionalismo superado que equipara religiosidade à superstição, age como uma barragem e repre
sa as inquietações voltadas para o transcendente, recalca o instinto de eternidade e os anseios religiosos do homem.
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Não raro, provoca situações psicopatológicas, que vão desde depressão, passam pela dependência química e culminam na agressividade incontrolada. Em grau menor, a castração do instinto de eternidade provoca o apelo ao álcool, às desordens se
xuais e ao consumismo desenfreado.
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Em tais casos, o homem, que sente falido tal instinto, procura um refúgio nesses momentos de euforia hormonal para consolar, com uma alegria fisiológica e passageira, a voz daquele instinto que grita dentro de nós em estado de angústia: “Cansei de ser moderno, agora quero ser eterno”, poetizava Carlos Drumonnd de Andrade. E acrescento: “E livre. Para sempre”.
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André Gonçalves Fernandes, nascido em 1974, é Juiz de Direito da 2ª Vara Cível e de Família da Comarca de Sumaré/SP. Graduado, no ensino fundamental e médio, pelo Colégio Visconde de Porto Seguro em 1991. Bacharel em Direito pela Faculdade de Direito do Largo de São Francisco em 1996. Atua como magistrado desde 1997. Articulista do Correio Popular de Campinas e da Escola Paulista da Magistratura desde 2002. É membro da Comissão de Bioética da Arquidiocese de Campinas/SP desde 2008 e professor do Instituto Internacional de Ciências Sociais (IICS) desde 2011. Fala inglês, francês, italiano e alemão. Casado e pai de 4 filhos. É torcedor do São Paulo Futebol Clube.










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Juiz de Direito - André G. Fernandes


sábado, dezembro 24, 2011

DESENCONTRO DE OPINIÕES SOBRE O NATAL: ATÉ QUANDO?

EDIFICAÇÃO








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Rede de Divulgação



Amados Irmãos Evangélico. Fico profundamente triste quando é chegada está época chamada de "Natal", digamos: “A COMEMORAÇÃO DO NASCIMENTO DO SENHOR JESUS CRISTO”. Infelizmente nos deparamos com as mais diversas opiniões sobre o assunto. Lideres, pastores e autoridades escrevem sobre este dia.

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Não demora muito, chega uma avalanche de opiniões para rebater tudo que se diz a respeito do Natal. Um diz com autoridade comemoro, comemoro sim! Outro com a mesma autoridade diz: Não comemoro e nem em minha casa entra árvore de Natal! Mais adiante outro tenta mostrar na bíblia que é proibido! Chega mais uma autoridade Pastoral e diz que na casa dele se comemora sim! Tem árvore de Natal E sempre terá! Mais adiante, outro Pastor, vem cuidadosamente com certo texto bíblico e põe em duvida sobre os festejos, ou seja: podemos ou não enfeitar nossas casas com árvores e outros apetrechos.
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Amados amigos Evangélico, falo agora da nossa tão querida Igreja Presbiteriana do Brasil e pergunto: Temos por parte de alguma autoridade de nossa Denominação uma orientação segura? Aí alguns dizem: Antigamente... Colocam os Judeus o tempo antigo e outros, não queremos nos alongar, temos um ponto chave a chegar.
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Amado Presbiteriano, chegamos ao nosso tão querido Portal da IPB, já perceberam a variedade de opiniões que chegam a este Portal, tudo sobre o Natal. Amigo se você já leu todos os artigo, deu para entender? Já observaram a multidão de Irmãos que colocam em citação os artigo, com suas duvida? Pergunto aos Irmãos, somos críticos ou nunca aprendemos o certo em nossas Igrejas? Qual será o verdadeiro comportamento sobre o Natal?
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Amados pergunto mais uma vez: as autoridades de nossa tão amada Igreja não chegara a uma conclusão? Quando alguma autoridade constituída irá se pronunciar representado nossa Igreja, será que receberemos mais alguma orientação? Achamos ser necessário, pois a cada ano cresce em duvidas esta questão!
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Passamos por opiniões e que se diga: são muitas! Precisamos de estudo e esclarecimento saudável na Palavra, uma posição Bíblica. Estamos entrando cada vez mais em cruel debate de ano para ano! Será questão de Doutrina? Não! Em cada Igreja encontramos um posicionamento diferente, como pode? Quem estará certo? Digamos: uma orientação só, um pronunciamento mesmo que através de um simples texto, uma orientação segura e acabaremos com posicionamento diversificados e muitos errôneo.
Assim ao chegando o próximo ano estaremos mais instruídos e sabiamente esclarecidos.
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Eu como Diác. Presbiteriano, combato as festividades mais alarmantes! Ensino por onde passo que devemos cultuar ao Senhor Jesus Cristo “o pendulo da questão”, tudo sobre o Seu nascimento, coloco até a duvida o dia exato do nascimento, então como se posicionar na questão?
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Confesso que já estão me colocando em duvidas, digo, duvidas por tanto ouvir. Agora a minha opinião será a de sempre, desde menino! O dia do Senhor Jesus Cristo, não é preciso gastar um bom dinheiro para ornamentações e outros, cultue o seu nascimento Daquele que é o Único merecedor "JESUS CRISTO!"

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Alguns chegam a falar o quanto é bom a chegada do Natal, pois é a hora de ir ao Shopping passear, escutar tão belaS músicas natalina e fazer compras, como você está ensinando ao seu filho a se comportar no Natal.
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Amados lideres da Igreja Presbiteriana do Brasil! É uma boa hora de se rever a questão! Temos urgência em chegar a uma correta posição, esclarecer os amados Irmão. Achamos que já é chegada a hora de se terminar com esta insegurança.
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Precisamos nos orientar, unificar o que é correto para nossas Igreja. Um único posicionamento, ou continuaremos os debates, a cada texto uma citação da mais dolorosa, o trabalho nas respostas, o envolvimento de muitos e muitos a opinar! Até onde chegará nosso Portal com tantas opiniões, isto será saudável! O desencontro de opinião. O Portal, posta várias opiniões sobre o Natal, e pergunto: quem está com a razão! São muitos lideres a dar opiniões neste Portal, são lideres, pastor e outros.

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Conclamamos as autoridades Presbiterianas aproveitar este momento, opinar de forma clara para a nossa membresia, os acontecimentos atuais para um futuro adequado ao assunto, uma posição definitiva, sendo esclarecedora, segura, a luz da Bíblia, para todo o nosso Brasil.
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Ao findar esta “carta”, digo que só posso esclarecer o que aprendi em anos e, digo: comemore o nascimento de Cristo, com saudável clareza, não será a árvore, não serão os presentes, vá a Igreja, assista ao coral e cultue ao Senhor, não gaste rios de dinheiro, fique em oração, se alegre, pois você tem um Salvador que está sendo lembrado, mas nem a data do nascimento você sabe! Mas cumpra o calendário com descrição, Jesus Cristo não exige “Árvore de natal”, nem o presente? Não teria que ser para Jesus o presente? Sim, para Jesus! Porque para mim?
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Então ir a Igreja cumprir todos os festejos em culto especifico e fim de discussão! Amém.

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Por Diácono Rilvan Stutz









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