Versículo do Momento

LEIA A BÍBLIA

terça-feira, fevereiro 22, 2011

DROGAS: ARGUMENTO LÓGICO

NOTÍCIAS PELO MUNDO






A UNODC (Escritório das Nações Unidas sobre Drogas e Crime), ligada à ONU (Organização das Nações Unidas), defende em seu último relatório anual, que drogas devem continuar sendo ilegais, baseada em dados estatísticos e em análises de tendência sobre a situação do mercado das drogas ilegais em todo o mundo.

Ainda ressalta que restrição do aumento do uso de substâncias tóxicas que causam dependência está diretamente ligada à manutenção da ilegalidade desses produtos. Assim, não é necessário muito esforço intelectual para se deduzir que o álcool e o tabaco causam mais mortes justamente porque são legais.

A experiência tem demonstrado e habilita a concluir que uma eventual liberação, mesmo de drogas consideradas leves, como a maconha, estimularia o consumo, já que a legalidade facilita o acesso ao produto. E faria despencar o preço, dentro da lógica da lei de oferta e procura, sem prejuízo da massificação do consumo. A realidade do “crack” comprova a teoria: por ser barato, alastra-se entre os miseráveis, mesmo com alguma repressão policial.

Uma simples reflexão aponta que uma oferta sempre cresce para atender uma demanda e, quando a demanda é generalizada, a supressão é inútil. Com efeito, é razoável supor que o incremento do preço da droga proporcionaria um aumento do lucro dos intermediários, o que lhes daria um incentivo ainda maior para estimular uma demanda adicional.

Além disso, já que a sociedade permite, de maneira regulada, a utilização de algumas substâncias nocivas como o álcool e a nicotina, a proibição das outras drogas parece um tanto hipócrita e arbitrária. Tal dissonância ainda conduziria a uma diminuição do respeito pela lei como um todo. Mas as drogas proibidas, desde as mais “leves” até as mais “pesadas”, levam consigo um séquito de efeitos colaterais ainda mais danosos que as drogas “legais”, o que justifica a vedação legal.

É óbvio que todos estes problemas poderiam ser resolvidos de uma só vez, se todos fossem autorizados a fumar, engolir ou injetar qualquer coisa previamente escolhida. A corrupção policial, a perversão de menores para atividades ilegais, a realização de astronômicos lucros em dinheiro, as guerras territoriais que acontecem nos bairros mais pobres, de um modo extremamente violento e perigoso, poderiam cessar se o consumo de drogas fosse legalizado e regulamentado da mesma forma que o álcool.

Ledo engano. E, como a legalização seria submetida a controles sanitários e fiscais, não se eliminaria a produção ilícita por organizações criminosas, como se dá com o cigarro e o uísque de procedência paraguaia. Todavia, um grau de precaução em face de um futuro incognoscível é aconselhável. Não é à toa que a prudência é uma virtude prática: a teoria nem sempre acompanha a realidade posta.

Sem dúvida, que a ilegalidade das drogas é a causa da criminalidade que rodeia sua distribuição. Na mesma linha de raciocínio, é a ilegalidade de roubo de carros que cria ladrões de carro. E assim por diante. Ao fim, a causa final de todos os crimes é a lei. Ao que sei, ninguém jamais sugeriu que a lei, em razão disso, deva ser abandonada.

Ademais, a impossibilidade de se vencer a "guerra" contra o roubo, o furto ou a receptação nunca foi usada como argumento para a legalização destes tipos penais. Enquanto a demanda por bens materiais for superior à oferta, as pessoas vão ser tentadas a cometer atos criminosos contra os donos de qualquer bem móvel. Assim, há ponderadas razões para duvidar que a taxa de criminalidade venha a cair tão drasticamente como sugerem os defensores da legalização.

Será que a medicina está vencendo a guerra contra a morte? A resposta é, obviamente, não. A morte ainda é a regra fundamental da existência humana, apesar dos bilionários investimentos em pesquisa no mundo inteiro. Existe uma batalha mais prodigamente perdida? Então, seria melhor abolir as escolas médicas, hospitais e departamentos de saúde pública. A situação atual é ruim, mas poucas são as situações desfavoráveis em que uma decisão política equivocada pode produzir imensos estragos sociais.

A extrema elegância intelectual da proposta de legalização, apontada como a solução para tantos problemas de uma só vez deve nos conduzir para um saudável ceticismo. Os problemas sociais não são normalmente assim. Nesse debate, certamente, o ódio à lógica é uma droga pesada.

André Gonçalves Fernandes, nascido em 1974, é Juiz de Direito da 2ª Vara Cível e de Família da Comarca de Sumaré/SP e Diretor do Fórum. Graduado, no ensino fundamental e médio, pelo Colégio Visconde de Porto Seguro em 1991. Bacharel e Mestre em Direito pela Faculdade de Direito do Largo de São Francisco. Atua como magistrado desde 1997. Articulista do Correio Popular de Campinas, da Escola Paulista da Magistratura e do portal Vigilância Democrática.




www.reierei.blogspot.com














Igreja Presbiteriana do Brasil
Diác. Rilvan Stutz - Membro Catedral
Juiz de Direito - Portal da Família
Catedral Presbiteriana do Rio de Janeiro

domingo, fevereiro 20, 2011

A EDUCAÇÃO E A ATIVIDADE LÚDICA

TEMA - EDUCAÇÃO

O Ser Humano possui uma dimensão que transforma radicalmente a vida biológica em algo de qualitativamente diferente é a DIMENSÃO SIMBÓLICA. O homem age em função dos significados que imprime à realidade e age segundo a dignificação que a sua linguagem permite.
=
A linguagem é um fenômeno essencialmente social, produto das comunidades humanas. Somos educados através de um código lingüístico de acordo com o grupo cultural em que estamos inseridos.

Se a simbologia dos códigos lingüísticos pode pela formalização e racionalidade dificultar a comunicação, as linguagens expressivas através das quais se transmitem sensações, emoções e sentimentos, têm significado universal e ultrapassam as diferenças, ensinando o que há de comum e ajudando a compreender e respeitar o que é diferente.

A Arte o Jogo e a Cultura são manifestações naturais do homem, definem a sua essencialidade significante e pode exprimir as capacidades criadoras potencialmente existentes em cada indivíduo, em cada comunidade, em cada povo, qualquer que seja a fase ou o nível de desenvolvimento em que se encontra. Essas manifestações permitem uma visão global e integrada do indivíduo, dos grupos e das épocas, elas projetam o espírito de cada momento histórico vivido pelo indivíduo ou pela sociedade em que ele está inserido.

Vivemos numa época em que se concretizam e aperfeiçoam os sistemas de comunicação, se intensificam as especializações a linguagem cientifica e técnicas impenetráveis para a maioria dos homens. Em que o predomínio da racionalidade da tecnologia, o ritmo de desenvolvimento econômico e industrial, rasga cada vez mais o tecido social provocando maiores diferenças de código e daí mais dificuldades de comunicação.

Onde a escola se transformou num desses fatores de intervenção perigosa para grande parte da humanidade, pois determina a incapacidade, condiciona o risco e o fracasso e provoca a marginalização de muitos indivíduos. Ora, Educação visa á formação integral do Homem, na sua realidade biológica, psicológica e social e tem de estar atenta aos pressupostos e às características e necessidades culturais de cada grupo.

As linguagens expressivas, em que se incluem a atividade lúdica e a expressão artística, facilitam a comunicação, favorecem a aprendizagem (da vida) desenvolvem a criatividade e capacidade crítica, preparando adultos e crianças para uma melhor adaptação, pois à medida que exercem uma ação estruturante quanto ao conhecimento, vão libertando energias e permitindo formas dinâmicas de participação.








www.reierei.blogspot.com





Welcome. Tel - Aviv - Jafra - Israel
Diác. Rilvan Stutz - Membro Shvoong
Prof. Izabel Andréia - Membro Shvoong

sexta-feira, fevereiro 18, 2011

OBEDIÊNCIA

EDIFICAÇÃO





Irmãos, sede imitadores meus e observai os que andam segundo o modelo que tendes em nós. Filipenses. Cap. 3 17.
DIVISÃO
Não podemos deixar de comentar que o Apóstolo Paulo exorta sobre a divisão e contenda na Igreja. A Salvação é o resultado do trabalho, a obediência a saúde Espiritual da Igreja de Cristo. O espírito de harmonia é o resultado da Obra de Deus. Quando lemos o versículo 15, b, do mesmo texto. O Apóstolo fala: na qual resplandeceis como luzeiros do Mundo. Luzeiros, a figura parece ser de estrela brilhando no céu escuro (cf.Dn. 12:3 e Mt.5: 14-16). O contraste no comportamento dos cristãos em distinção do mundo é semelhante a Jesus Cristo, enquanto viveu na terra. Finalizando este primeiro parágrafo, diria que nossa responsabilidade com a Palavra da Vida é tremenda e intransferível, não devemos andar de um lado para outro tentando achar um jeitinho que me agrada e me satisfaz, quando na verdade deveríamos segundo as ordens do Espírito Santo de Deus, levar a Palavra da vida, que é o sinônimo para O Evangelho, devemos ser exemplo como aquele que leva uma “TOCHA DA VITÓRIA E DEVEMOS SEGURAR FIRMEMENTE!”.

EXEMPLA-SE.
A palavra divisão, desde o tempo de Cristo e seus Apóstolos, percebe-se, não é aconselhável de forma alguma no seio Evangélico no que diz respeito à Doutrina e ordem que deve haver na Igreja, acredito devemos ser obedientes onde estivermos. Toda divisão neste sentido, dentro da Igreja ela é maléfica! Também na Sociedade em que a vivemos pela quantidade de problemas, em muitas situações dentro do nosso espaço de vida. No que tange aos ensinamentos adequados para cada Igreja é sempre aconselhável prevalecer à ordem, obediência e fidelidade ao que você Crê. Sabemos cada denominação tem sua Doutrina e Constituição, por tal motivo à obediência deve estar acima de qualquer atitude que fira a obediência.

ORIENTAÇÃO.
Ainda no livro de Filipenses Cap. 4, versículo dois em diante, o Apóstolo Paulo vê um problema entre Evódia e Síntique, não podemos dizer o que acontecia entre elas “mas”, é certo algo não ia bem para a cooperação do Evangelho. Paulo exorta. No versículo 5 o Apostolo fala maravilhosamente assim: Seja a vossa moderação conhecida de todos os homens. Perto está o Senhor. Aprendemos desde pequeninos que devemos ser fiéis, um livro aberto, sem medo, ter nossa vida exemplar perante os Homens. Gostaríamos ainda de destacar o mesmo Apostolo Paulo aos Efésios, cap. 4, versículos 17,18. Que diz assim: Isto, portando, digo, no Senhor testifica que não mais andeis como também andam os gentios, na vaidade dos seus próprios pensamentos, obscurecidos de entendimento, alheios à vida de Deus por causa da ignorância em que vivem pela dureza dos corações.


O HOMEM AFASTADO DE DEUS
O Espírito Santo se afasta do coração que é primeiramente ignorante voluntariamente, depois é endurecido e finalmente se torna insensivel. O homem integrado na vida de Deus. Tem resultados importantes, que são: fortalece o Espírito, torna-se discípulo verdadeiro de Cristo, é instruído por Ele nos valores reais, reveste-se de Cristo na sua perfeição. O comportamento do Cristão dentro destes ensinamentos nos leva com certeza, ser fonte dos benefícios do Evangelho. Como diz o Apóstolo: Portanto, meus Irmãos, amados e mui saudosos, minha alegria e coroa sim, amado permaneceis deste modo, firmes no Senhor.

COMO ESTÁ O MEU VALOR
Obedecer à instrução sábia do Senhor, observar os ensinamentos do Apóstolo, são virtudes que devemos cultivar de forma diária em nossas vidas, a obediência e o temor do Senhor, já é um grande passo para melhoramos nossa comunhão, nossa vida Espiritual com Jesus Cristo. A cooperação, o amor ao próximo, o zelo em tudo que fizermos olhar a questão social tão necessária no momento, como é urgente tal situação (o social). Firmeza na Palavra verdadeira, ser a fiel testemunha do Senhor. Estes poucos quesitos, já poderão mostrar o meu valor! Em Eclesiastes, observamos tão lindo versículo, Salomão fala sobre a submissão ao Rei Eterno e destacamos a parte b, do cap. 8 v. primeiro: A SABEDORIA DO HOMEM FAZ RELIZIR O SEU ROSTO, E MUDA-SE A DUREZA DA SUA FACE.









www.reierei.blogspot.com






Igreja Presbiteriana do Brasil
Por Diác. Rilvan Stutz - Membro Catedral
Catedral Presbiteriana do Rio de Janeiro

quarta-feira, fevereiro 16, 2011

EXPRESSÃO DA CARNE

EDIFICAÇÃO




Rm 8: 5 – 7
A palavra expressão, no vernáculo, significa ato de exprimir-se; enunciação do pensamento por meio de gestos, ou palavras escritas ou faladas. Assim, os homens procuram a sua liberdade de expressão através das palavras, do semblante, dos gestos articulados para a comunicação. A coreografia da vida humana é constituída por modos como o gesto, a voz, ou a fisionomia que denotam a intensidade de um sentimento ou de um estado moral. Em suas representações e manifestações carnais, o mundo dança!


A palavra carne, na bíblia, nem sempre está ligada aos tecidos que formam nossa massa muscular, nosso corpo físico. Constantemente, está ligada à natureza carnal, isto é, ao sensualismo, à concupiscência, de modo geral à natureza pecaminosa do ser humano. Esta natureza, que constitui a roupagem do velho homem, que jaz arraigado nos seus velhos hábitos, o leva ás suas expressões de intensa carnalidade. Paulo assim nos exorta: Porque os que se inclinam para a carne cogitam das coisas da carne; ... Porque o pendor da carne dá para a morte, ...Por isso o pendor da carne é inimizade contra Deus, pois não está sujeito à lei de Deus, nem mesmo pode estar. Rm 8. 5– 7.

O carnaval é uma das ocasiões em que o descrente manifesta a sua completa oposição contra Deus. O sentido da palavra carnaval é festa da carne. E por incrível que nos pareça ele é de origem religiosa. No mundo cristão medieval se dava em um período de festas profanas que se iniciava, geralmente no dia de reis, que era uma epifania, isto é, aparição ou manifestação da divindade. Com as festividades religiosas celebravam essa suposta aparição. Os atos litúrgicos da epifania se estendiam até a quarta-feira de cinzas, dia em que começavam os jejuns quaresmais. A epifania consistia em festejos populares e em manifestações sincréticas, ou seja, forte tendência de unificação de idéias e doutrinas. Esse sincretismo ou tendência de misturas tinha as suas origens nos ritos e costumes pagãos.

As festas dionisíacas, atribuídas ao deus Dioniso, do panteão grego, deus dos ciclos vitais, da alegria e do vinho, chamado Baco entre os romanos, em cujas celebrações realizavam os bacanais. Eram festas pagãs de exagerada carnalidade, regradas ao vinho, realizadas nas grandes cidades tais como, Corinto, Éfeso, Pérgamo e outras. Em meio à indecência moral havia a presença de imperadores, nobres e cavalarianos romanos, ocasiões em que levaram alguns cristãos ao martírio. Dionisíaca é a natureza carnal semelhante à de Dioniso ou Baco, com a conotação de agitada, arrebatada, desinibida. É relativo ao entusiasmo, à inspiração criadora. É Instintiva, natural, espontânea; tumultuária, confusa e desordenada.

Também as epifanias da idade média celebravam as festividades saturnais e lupercais. As saturnais eram atribuídas a Cronos, na mitologia grega, o tempo, que era personificado pelo deus Saturno. As lupercais eram festas anuais celebradas, na Roma antiga, em 15 de fevereiro, em honra do deus Luperco ou Pã, para assegurar a fertilidade. Pâ era deus adorado pelos pastores pagãos que a ele atribuíam a fertilidade de seus rebanhos.

As festas dionisíacas, as saturnais e as lupercais se caracterizavam pela alegria desabrida, pela eliminação da repressão e da censura, pela liberdade de atitudes críticas e eróticas. Dessas tradições nasceu o carnaval brasileiro. A cultura afra, em seu paganismo, trouxe o seu próprio panteão, cujos deuses são relativos ao do panteão grego e os santos das tradições católico-romanas, sincretismo ou mistura surgida com a fusão do cristianismo e do paganismo a partir do ponto em que a igreja cristã tornou-se a religião oficial do estado romano.

Tais tradições caracterizam o carnaval, a mais famosa festa pagã brasileira. Intensa manifestação de carnalidade, onde o paganismo e a imoralidade são as grandes armas usadas pelo diabo para a decadência da nossa querida nação. São os três dias imediatamente anteriores à quarta-feira de cinzas, dedicados a diferentes sortes de diversões, folias e folguedos populares, com disfarces e máscaras; É tríduo porque é realizado em três dias e momesco, consagrado a ao Rei Momo, que personifica o carnaval. Momo significa pequena farsa popular e em termos teatrais, o ator que representava nessas farsas. Assim o Rei Momo, personagem popular e central do carnaval, a quem simbolicamente são entregues as chaves das cidades é um rei de mentira. A mentira usada pelo diabo para atrair multidões à folia, ao prazer da carne, ao pecado. I Pe 5. 8.

O carnaval é completa oposição a Deus. É o culto do homem ao próprio homem, é o despejar sobre a carne de todos os seus desejos. É a sintonia com a paixão e a lascívia. Lascívia porque está relacionado com a sensualidade e a luxúria; paixão porque ligado aos desejos desenfreados e descontrolados da carne. Paulo, referindo-se ao velho homem ou à natureza carnal admite: Porque eu sei que em mim, isto é, na minha carne, não habita bem nenhum,... Rm 7. 18. Isso, contudo não pode ser torcido para apoio ao entusiasmo do carnaval. A carnalidade é condenada pela Escritura, porque ... o pendor da carne é inimizade contra Deus, pois não está sujeito à lei de Deus, nem mesmo pode estar. Rm 8. 7. A palavra inimizade aqui usada por Paulo tem o sentido original de rebeldia completa contra Deus. Portanto os que estão na carne não podem agradar a Deus. Rm 8.8.

O estar na carne engloba, entre outros, todos os desejos ligados à luxúria, à libertinagem e impulsos sexuais descontrolados e praticados no carnaval. As conseqüências de todo o liberar da carne são drásticas. O aumento da população marginalizada e infelicidade de jovens e adolescentes que se tornam mães prematuramente, o contágio pelas doenças sexuais transmissíveis como a gonorréia, o cancro e a AIDS que tem levado muitos à morte. Tais conseqüências, ainda que drásticas, caracterizam o juízo de Deus sobre a natureza humana, a que se entrega ao carnaval. As cláusulas da execução do juízo de Deus sobre os ímpios são claras. Paulo nos assegura que Por estas coisas é que vem a ira de Deus [sobre os filhos da desobediência]. Cl 3. 6. Leiam todo o texto de Cl 3. 5 – 7. O carnaval engloba amplo contexto de depravação, estando, portanto, sujeitos ao enquadramento previsto pelo apóstolo Paulo em Rm 8.7, todo vil praticante, colaborador, admirador ou simpatizante,

Assim, aconselhamos, veementemente, a todos os crentes que fujam de todo o envolvimento com o carnaval. Fujam de toda espécie de aparência a ele ligada, para que não sejam confundidos com os filhos das trevas. Nós somos filhos da luz e como tal devemos produzir um comportamento digno ao status a que somos elevados. Somos filhos de Deus. Devemos amar ao nosso Pai Celestial, buscar a santidade que ele exige de nós, andar em novidade de vida, pregar a redenção em Jesus Cristo. Sejamos instrumentos nas mãos de Deus para libertação de vidas da infelicidade, do caos moral, da morte por doenças transmissíveis e da morte eterna.

Esta pastoral foi aplicada na Escola Dominical. Desejo que todos aprendam para o seu crescimento espiritual e que levem a luz do evangelho aos que carecem de uma palavra de consolação e de salvação.
Amém.
Aviva a tua obra, ó Senhor, Hc 3.2

https://sites.google.com/a/ipb.org.br/rev-cleusonogueira/
O Rev. Cleuso Nogueira, atualmente, é Pastor Efetivo da Igreja Presbiteriana de Central de Minas – MG e membro do Presbitério Rio Doce.
Central de Minas Gerais- MG.













Igreja Presbiteriana do Brasil
Diác. Rilvan Stutz - Membro Catedral
Rev. Cleuso Nogueira-IPB Central de MG.
Catedral Presbiteriana do Rio de Janeiro