Versículo do Momento

LEIA A BÍBLIA

quinta-feira, agosto 12, 2010

LÁGRIMAS QUE RESOLVEM

EDIFICAÇÃO





"Os que com lágrimas semeiam, com júbilo ceifarão."
(Salmos, 126.5)

Para muitos, lágrimas são um sinal de fraqueza. Mas a lágrima, na verdade, é um dos bens mais preciosos. Chorar é um escape, uma forma de esvaziar as dores da alma. Lágrimas retidas certamente endurecem o coração, devido ao acúmulo de mágoas: "Confiai n'Ele, ó povo; em todo tempo derramai perante Ele o vosso coração: Deus é o nosso refúgio."(Salmos 62:8)

Ana, uma israelita que temia a Deus, recebeu sua bênção (a cura da esterilidade), quando derramou a sua armadura e ressentimento diante do Senhor. Estéril, era humilhada constantemente numa época em que não poderia haver maldição maior - para uma mulher - do que ter a madre fechada. Mesmo estando diante de uma situação irreversível aos olhos humanos, Ana assumiu sua situação e resolveu derramar diante do Senhor toda a sua dor, amargura e esperança...

Às vezes, choramos por auto-compaixão ou por desânimo, ao invés de chorarmos por desabafo, como quem tem intimidade com o Senhor. Ele jamais se sensibilizou diante das lágrimas da auto-compaixão, mas sempre veio ao encontro de corações sinceros, humildes e doloridos. Por isso, às vezes temos a impressão de que o Senhor não escuta nossas orações. Mas Ele escuta! Escuta, e cala-se diante do nosso tom de cobrança e revolta. Motivo porque há tantos cristãos amargos e descrentes do poder da oração! "Com amargura na alma, orou ao Senhor, e chorou abundantemente". Ana chorou muito! Lágrimas derramadas aos pés do Senhor são valiosas - cada uma delas é recolhida e levada diante de Deus.

As lágrimas da intercessão não devem significar desespero da situação, mas o desnudar-se sem reservas da alma necessitada de Deus. O choro rega as sementes das nossas palavras: "não bebi nem vinho nem bebida forte, porém venho derramando a minha alma perante o Senhor... porque pelo excesso da minha ansiedade e da minha aflição é que tenho falado até agora." (I Samuel, 1.15,16), disse Ana.

Lágrimas diante do Senhor fortalecem a alma. "O meu coração se regozija no Senhor, a minha força está exaltada no Senhor; a minha boca se ri dos meus inimigos porquanto me alegro na Tua salvação..." (I Samuel, 2.1).

Lágrimas diante do Senhor prenunciam o consolo para todo aquele que consegue vislumbrar, através da escuridão momentânea das nuvens, as chuvas de bênçãos que se seguem. Muitas vezes a escuridão em que nos encontramos simplesmente anuncia o iminente derramar de benção sobre nossas vidas.

Acreditemos nisso!











Igreja Presbiteriana do Brasil
Diác. Rilvan Stutz - Membro Catedral
Rev. Ricardo Cesar - M.Pão Quente Diário
Catedral Presbiteriana do Rio de Janeiro

quarta-feira, agosto 11, 2010

EUTANÁSIA E DIREITO

MENSAGEM

Por paradoxal que seja, poucas realidades, como a morte, obrigam-nos a meditar sobre o sentido de nossas vidas. Poucas realidades, como a morte, demandam de nós um juízo de valor, marcado pela entrada em jogo de uma concepção imanente ou transcendente da própria vida.

A autonomia pessoal, enraizada na dignidade humana, acompanha o exercício de nossas liberdades inseparavelmente. Quando falamos, por exemplo, da liberdade religiosa, não nos referimos só ao direito de professar esta ou aquela religião, mas ao direito de nos manter a margem de qualquer uma delas ou, ainda, de não ser ver obrigado a se pronunciar sobre este particular.

Não faltam,
não obstante, casos ou hipóteses nos quais o exercício de um direito parece converter-se em um dever para seu titular ou para as pessoas situadas em seu entorno. Assim se dá no direito à educação, durante o período etário para se receber o ensino fundamental, que se converte em dever dos pais.

A idéia de direito irrenunciável encontra seu exemplo marcante quando nos referimos ao exercício próprio da liberdade. Por hipótese, se alguém, livremente, resolvesse se vender como um serviçal para viver de uma famélica pensão, talvez alguém tão zeloso da liberdade como Stuart Mill, diria que “o fundamento de uma limitação de poder de voluntária disposição do indivíduo sobre si mesmo é evidente (...) o princípio da liberdade não pode exigir que uma pessoa seja livre de não ser livre.
Não é a liberdade o poder de renunciar à liberdade”. Caberia atribuir ao direito à vida similar condição?

Para muitos autores, a renúncia à própria vida é algo irracional. Se alguém deseja a morte, há eloquentes indícios de que sua autonomia está tão gravemente deficitária a ponto de estar invalidada para se justificar eticamente qualquer decisão nesse sentido. Na linha da presunção de consentimento deficitário, há irrelevância jurídica no caso de tentativa de suicídio na maioria das legislações penais, isto é, tal fato não é considerado crime e, quando o é, não é punível.

Talvez a questão decisiva consista em saber em dar ao direito o que é direito e a moral o que pertence à moral. Para tanto, é necessário elucidar quais exigências éticas que d
evem ser consideradas para uma legitima concepção de uma vida moral, daquelas que devam integrar o âmbito (jurídico) do publicamente vinculante e que cada cidadão tenha observar.

As soluções simples oferecem uma vantajosa facilidade, mas com o previsível custo de acabar resultando em respostas simplistas. Isso ocorreria se fosse estipulado solenemente que a moral deve reger a vida privada e o direito a vida pública. Semelhante obviedade implica em formular um juízo, por si só, de conotação estritamente moral, que, paradoxalmente, permite estabelecer a fronteira entre obrigações morais e jurídicas.

No momento de formular tal juízo acerca da vida, emerge o aludido debate sobre o caráter irrenunciável do direito à vida. É fácil imaginar a resposta moral se a vida é considerada como algo sagrado, a que estaríamos destinados a apenas administrar, mas que não poderíamos dela livremente dispor.

Não parece tão fácil que os incrédulos encontrem argumentos, desde uma perspectiva estritamente moral, que justifiquem a impossibilidade de dispor da própria vida. Todavia, muito diferente será minha atitude se a questão se coloca em um contexto propriamente jurídico.

Se se admite que a autonomia pessoal decorrente da dignidade humana inclui a chance de dispor da própria vida, qualquer intento de evitá-la pela via jurídica surgiria, à primeira vista, como fruto de um paternalismo legal e inútil. Se a lei chancelasse o direito à morte, o Código Penal não poderia incriminar a instigação ao suicídio e os médicos que conseguissem salvar a vida daqueles que tentassem o suicídio deveriam ser perseguidos por atentar contra a liberdade pessoal. Não se condena o ato que, em essência, não é criminoso. A justiça está neste equilíbrio: dizer onde está o essencial e compreender o ato circunstancial.











Igreja Presbiteriana do Brasil
Diác. Rilvan Stutz - Membro Shvoong
Dr.André G. Fernandes - P. da Família
Catedral Presbiteriana do Rio de Janeiro

segunda-feira, agosto 09, 2010

AS ESTAÇÕES DA ALMA

EDIFICAÇÃO



Porque nem sempre é primavera em nossas vidas.

Assim como os anos têm diferentes estações e o fim de uma estação não representa o final do ano e, muito menos, da vida; assim como os animais têm suas próprias “estações” (o tempo de acasalar, o tempo de gestar seus filhotes, o tempo de tê-los, o tempo de alimentá-los e o tempo de parar de alimentá-los para que eles procurem por si mesmos as fontes de sobrevivência) e o fim destes ciclos não significa nada mais que o fato de que um período acabou; assim também o ser humano tem “estações” em sua vida.
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Muitas pessoas sofrem porque não são capazes de compreender (e aceitar) o caráter cíclico da existência. Ficam desesperadas porque olham pela janela e na vêem flores multicoloridas, borboletas bailando no ar e um dia claro sobre si. O que enxergam são nuvens pesadas de chuvas ou árvores nuas e sem graça. A vida não acabou, foi só a primavera que passou, mas outras primaveras virão. E, enquanto este tempo não chega, há muita coisa pra fazer. A vida não pára porque não é primavera, e nós também não podemos nos deixar paralisar. A arte de saber viver está diretamente ligada à força interior que nos habilita a um poderoso processo de adaptação ao meio e às circunstâncias impostas por este.
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Uma outra extraordinária lição que podemos aprender com as estações do ano é que quando é verão no hemisfério Sul é inverno no Norte, ou seja, as estações não são as mesmas para todas as pessoas, cada pessoa tem que enfrentar, à seu tempo, a sua própria estação. Além disso, as estações não duram o mesmo tempo em cada parte do globo. Há localidades, como o Recife, que quase não conhecem o outono, mas nem por isso as árvores deixam de renovar as suas folhagem todos os anos. Elas aprenderam (e nós estamos começando a aprender) que renovação é vida, que a mudança é parte essencial do esforço de continuar existindo, que não precisam chorar porque seus frutos e folhas caíram no chão. Há muitas espécies de seres que sobrevivem justamente porque tais quedas aconteceram e ela mesma, a árvore, precisa destas aparentes perdas para continuar sua jornada. O mesmo ocorre com muitos animais que mudam a sua pelagem ou plumagem, tais fenômenos não indicam a morte, falam apenas de mudanças e esta não é nem boa nem ruim, é somente parte da vida.
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Eu sei o que você está pensando. É ... mas este meu outono está durando tempo demais! Não é fácil mesmo. Eu gostaria de te abraçar neste momento, mas a única coisa que posso fazer é orar para que as palavras que eu escreverei em seguida sejam úteis para lhe trazer algum conforto e lhe inspirar paciência. Eu creio que Deus vê as nossas vidas com muito cuidado e bem de perto. Ele não “deu corda” em nossas existências e foi cuidar de outros assuntos mais importantes. Como para um pai o assunto mais importante da Terra é o seu filho que sofre, para Deus a questão mais relevante do momento é você.
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Com carinho,













Postado por Pb. Gerson Grip
Igreja Presbiteriana do Brasil
Diac. Rilvan Stutz - Membro Catedral
M.Pão Quente Diário - Rev. Martoreli Dantas
Catedral Presbiteriana do Rio de Janeiro

sexta-feira, julho 30, 2010

COMO DEVEMOS PROCEDER CONTRIBUINDO PARA NOSSA BOA SAÚDE

CUIDANDO DA SAÚDE




Pode prevenir doenças através de medidas preventivas adequadas.

Através de medidas preventivas adequadas, referidas na gíria da especialidade como "prevenção", podemos proteger a nossa saúde. Tal significa, em primeiro lugar, observar-se bem a si e ao seu corpo. Se as doenças forem detectadas a tempo, há maiores hipóteses de as curar. Um exemplo de medidas preventivas de saúde para a mulher são os controles ginecológicos regulares. Tomar medidas preventivas de saúde significa que nos preocupamos com a nossa saúde e nos informamos sobre o que não é saudável. É importante, por exemplo, comer muita fruta e legumes, movimentar-se bastante e realizar trabalhos pesados na posição correta, não fumar e beber pouco álcool.

Alimentar-se de forma saudável e movimentar-se de forma regular são passos importantes para a sua saúde. Isto inclui beber muito (cerca de 1–2 litros de água por dia), comer cinco vezes por dia legumes e frutas e, a cada refeição principal, ingerir alimentos que contenham cereais.

Deve comer, se possível, alimentos integrais e, por dia, uma porção alternadamente de carne, peixe, ovos, queijo ou outras fontes de proteínas, bem como leite e lacticínios. Deve utilizar pouco óleo e gordura ao cozinhar e consumir com moderação doces, salgados e bebidas energéticas (bebidas doces e alcoólicas).

Movimente-se de forma ativa (por exemplo, andar de forma rápida, andar de bicicleta, fazer jardinagem ou fazer as tarefas domésticas) no mínimo meia hora por dia. A falta de movimento pode provocar dores de costas, peso excessivo, problemas de metabolismo, e circulatórios e cardíacos.

As drogas são substâncias com efeitos psicoativos, que alteram a disposição, os sentimentos, a percepção e a consciência. Alguns exemplos de drogas são: o tabaco, o álcool, medicamentos analgésicos, calmantes e soporíferos, e drogas ilegais, tais como maconha, cocaína, heroína, etc. O consumo de drogas pode levar a problemas físicos, psíquicos e sociais.

A passagem do consumo por prazer ao hábito e à dependência faz-se com muita facilidade e é um processo complexo. Vários fatores influenciam o comportamento de dependência, por exemplo, a personalidade, o ambiente social, as condições sociais bem como o potencial de dependência de uma droga.

O que pode fazer no caso de problemas de toxicodependência na família? Um problema de toxicodependência que afete uma pessoa próxima é vivido com muito sofrimento. Não é só a pessoa afetada que sofre com a situação, mas sim também as pessoas que o circundam. Não hesite em procurar apoio no exterior. Os especialistas dos centros de aconselhamento e apoio a toxicodependentes na sua região podem dar-lhe um apoio e acompanhamento valioso. O aconselhamento é gratuito e os especialistas são obrigados a guardar segredo profissional.
Pode encontrar moradas dos centros de aconselhamento e apoio a toxicodependentes na lista telefônica ou dirigir-se ao seu médico de família.

TABACO
O tabaco é prejudicial para todo o corpo, e pode ter como efeito cancro, enfarte cardíaco, doenças pulmonares ou entupimento dos vasos sanguíneos. Um terço das mortes ocorridas atualmente deve-se ao tabaco. O ar contaminado pela fumaça do tabaco é também prejudicial para os não fumadores, em especial para as crianças. As crianças afetadas têm uma probabilidade duas vezes maior de ficarem doentes que as outras crianças – devido a otites médias, bronquite, pneumonia ou asma. A quantia de tabaco fumada não é indiferente! Se conseguir fumar um cigarro a menos por dia, estará já a contribuir para a sua saúde. É também benéfico para si e para as pessoas que o rodeiam se não fumar em espaços fechados.

Se quiser deixar de fumar, fale com o seu médico de família. Deixar de fumar tem grandes vantagens para a saúde: após um dia, o sangue já terá recuperado, ao fim de três meses os pulmões, após um ano os vasos sanguíneos e após cinco anos sem fumar o perigo de cancro terá diminuído e o corpo terá recuperado por completo.

ÁLCOOL
O álcool pode ter vários efeitos negativos. Há perigos imediatos e outros em caso de consumo acentuado e regular. Basta uma pequena quantidade de álcool para reduzir a concentração, a capacidade de reação e de julgamento, o que aumenta a propensão para o risco e, por conseguinte, o perigo de acidentes. Um consumo de álcool acentuado e exagerado é prejudicial para quase todos os órgãos humanos e provoca problemas sociais e psíquicos. A violência dentro e fora da família está também muitas vezes associada a problemas de álcool.
Se quiser consumir álcool sem riscos, deve cumprir as seguintes regras gerais: para adultos saudáveis não mais de dois copos normais por dia. Um copo normal corresponde à quantidade de álcool que geralmente é servida nos restaurantes. As mulheres reagem com mais sensibilidade ao álcool e não devem beber mais que um copo normal por dia. Não deve consumir álcool se conduzir um veículo, durante o trabalho, se tomar medicamentos, sofrer de uma doença e durante a gravidez e aleitamento. Se tiver problemas de álcool, não hesite em dirigir-se a um centro de aconselhamento e apoio a alcoólatras na sua região.

O aconselhamento é gratuito e os especialistas são obrigados a guardar segredo profissional. Pode consultar morada de centros de aconselhamento e apoio a alcoólatras na lista telefônica ou falar com o seu médico de família.

A melhor forma de se proteger contra o VIH/Sida e outras doenças de transmissão sexual (como clamídia, gonorréia e hepatite) é usar preservativos. Estes podem ser comprados em qualquer supermercado, nas farmácias e drogarias. Caso tenha questões, dirija-se ao centro de apoio contra a Sida cantonal ou fale com o seu médico. Caso suspeite estar infectado com o vírus VIH, consulte o seu médico ou um centro de apoio contra a Sida (Aids-Hilfe). Estes centros vão apoiá-lo na sua decisão de efetuar ou não um teste. Pode também obter aconselhamento e fazer um teste, de forma anônima, num centro de testes.

Das medidas preventivas de saúde fazem também parte as vacinas. Com as vacinas podem evitar-se várias doenças infecciosas. O Departamento Federal da Saúde recomenda as vacinas contra a difteria, tétano, tosse convulsa, poliomielite, meningite e laringite (através de Haemophilus influenzae), sarampo, papeira, rubéola e hepatite B. Podem ser necessárias outras vacinas, por exemplo, no caso de viagens para o estrangeiro. Pode, em qualquer altura, recuperar as vacinas em falta. Na Suíça, as vacinas são geralmente dadas pelos/as pediatras e médicos/as de família. Se tiver outras questões sobre vacinas, dirija-se ao seu médico.

SAÚDE PSÍQUICA
A alegria de viver e boa disposição são partes essenciais de uma boa saúde psíquica. As boas relações na família, trabalho, tempos livres e escola podem reforçar o seu bem-estar. A Organização Mundial de Saúde (OMS) define saúde como um "estado de completo bem-estar físico, psíquico e social, e não apenas a inexistência de doenças e enfermidades". Para além dos aspectos físicos, são também importantes para o homem os aspectos sociais e psíquicos da saúde.

As doenças psíquicas são as doenças mais freqüentes. Uma em cada três pessoas sofre, pelo menos uma vez na vida, de doenças psíquicas. Muitas pessoas conseguem superar sozinhas essa crise. Uma em cada dez pessoas tem, no entanto, de ser tratada numa clínica psiquiátrica. Na Suíça há um sistema de cuidados alargado para o tratamento de problemas psíquicos. Se necessitar de ajuda, fale com o seu médico de família. Este pode arranjar-lhe um tratamento adequado ou, se necessário, receitar-lhe medicamentos.

DIREITOS E DEVERES DO PACIENTE
Se estiver doente, tem direito a dar a sua opinião quanto ao tratamento médico. O médico tem de informá-lo na consulta sobre o diagnóstico, o tratamento planeado, outras possibilidades de tratamento e os riscos inerentes ao tratamento da sua doença. Só desta forma pode dar a sua opinião. É importante que coloque questões para perceber tudo muito bem. É também importante que o médico entenda bem aquilo que o paciente diz e pergunta.
Os médicos estão sujeitos a guardar sigilo profissional. Todas as informações que lhes são fornecidas têm de ser tratadas com confidencialidade e só podem ser transmitidas a terceiros com o consentimento dos pacientes.

Se estiver doente e necessitar de cuidados médicos, é do seu interesse colaborar com os médicos. Só é possível tratar convenientemente uma doença se entender e for entendido pelos médicos, pessoal de enfermagem, assistentes sociais ou outro pessoal médico. Os equívocos ou barreiras lingüísticas dificultam muitas vezes o entendimento no consultório médico, no hospital, no serviço social ou noutro local.

Podem evitar-se equívocos recorrendo-se a uma mediação intercultural (tradutores). O tradutor deve ter uma formação adequada e não deve fazer parte da família do paciente.

Os familiares ou amigos não são as pessoas indicadas para servir de tradutores, pois agirão de uma forma emotiva, que pode resultar em traduções erradas. Apenas em casos excepcionais – em caso de urgência, as crianças, familiares ou o pessoal do hospital podem servir de tradutores.








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