Versículo do Momento

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quarta-feira, janeiro 29, 2014

ALERTA SOBRE FLÚOR NA ÁGUA











Tópicos para reflexão e mobilização: 

- A maioria dos países com menor taxa de cáries são africanos, onde a maioria da população possui dieta pautada em alimentação natural, pouco processada e o consumo de açúcar é extremamente baixo. 

- Pesquisa realizada pela Organização Mundial de Saúde revela que em países onde não há a fluoretação das águas de abastecimento o declínio de dentes careados na população é igual ou maior que nos países que inserem flúor em seus reservatórios. 

- Empresas de alumínio, para não arcar com as despesas de resíduos industriais contendo fluoreto, vendem o produto. - Os fluorssilicicos são resíduos de indústrias de fertilizantes e também contém contaminantes como o Arsênico, Mercúrio, Chumbo e outros. 

Para onde vão estes resíduos? 

- Segundo a Associação Canadense de Médicos para o Meio Ambiente, a incidência de efeitos tóxicos da fluoretação foi subestimada. 

Estudos mostram que o fluoreto é uma potencial imunotoxina, neurotoxina, embriotoxina e prejudicial para tecidos ósseos, incluindo os dentes. 

O excesso de flúor causa uma doença dental chamada fluorose. 

- Dentes desmineralizados podem ser adequadamente tratados com aplicação tópica de flúor por um dentista. 

- 3.673 profissionais já assinaram um documento para o fim da fluoretação da água. 

Dentre os signatários encontra-se: Arvid Carlsson, Nobel de Medicina (2000), que declarou: "Nações que ainda praticam fluoretação de água deveriam envergonhar-se de si mesmas." 

- A Organização Mundial de Saúde alerta que casos iniciais de Fluorose osteoarticular podem ser diagnosticados como reumatóides ou osteoartrite. 

- Sendo cumulativo, somente 50% do Flúor ingerido diariamente é excretado pelos rins, o restante fica acumulado nos ossos, glândula pineal (levando à calcificação da mesma) e outros tecidos. 

- O Flúor altera enzimas onde o magnésio é um importante co-fator e carreia Alumínio para o cérebro, agravando o Alzheimer. 

- O Flúor induz dano na região do hipocampo cerebral, área ligada à hiperatividade e déficits cognitivos. 

- O Flúor acumula em ossos, tornando-os quebradiços e aumenta a taxa de fraturas de bacias em idosos. 

Dezenas de estudos de laboratórios têm demonstrado que o Flúor é mutagênico e que é uma substancia carcinogênica. 

- Acumulando-se na glândula pineal, o Flúor reduz a produção de melantonina, hormônio importante na indução do sono e cuja redução pode levar ao inicio precoce da puberdade. 

- “Anteriormente, no século XX, o Flúor era prescrito por um certo numero de médicos europeus para reduzir a atividade da glândula tireóide, para aqueles que sofriam de hipertireoidismo” (Merck Index, 1960, pg. 952, Waldbott e colaboradores, 1978, pg 163). 

- O Flúor é, portanto, um depressivo tireoidiano, podendo levar a hipotireoidismo e consequentemente a distúrbios relacionados a ele, como depressões, fadiga, aumento de peso, dores musculares, aumento de colesterol e doenças cardíacas. 

- Alguns países onde não há fluoretação das águas: 

Alemanh, Hungria, Bélgica, Japão, Holanda, Áustria, Noruega, China, Dinamarca, Finlândia, Suécia. Fonte: http://venenofluor.blogspot.com 

Colaboração: Dra. TATIANA REGINA SANDY REIS Cirurgiã-Dentista / Clínica Geral, Terapia Neural e Odontologia Neurofocal Hipnologia Condicionativa / Recondicionamento mental Especialista em Agricultura Orgânica / Biodinâmica Fundadora e Coordenadora da Associação Ipê (entidade de saúde integral, sócio-ambiental e cultural).

                             
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terça-feira, janeiro 28, 2014

MUSICOTERAPIA AJUDA JOVENS COM CÂNCER A LIDAR COM TRATAMENTO






Adolescentes dizem sentir-se mais aptos a tolerar efeitos de tratamento após participarem de projeto para fazer videoclipes. 

Jovens que fizeram musicoterapia enquanto recebiam tratamento para câncer mostraram-se mais aptos a tolerar os rigores do tratamento, de acordo com um estudo publicado na revista científica Cancer. 

Pesquisadores da Indiana University School of Nursing, em Indianapolis, nos Estados Unidos, acompanharam um grupo de pacientes com idades entre 11 e 24 anos enquanto participavam de um projeto que envolvia escrever letras, gravar música e selecionar imagens para fazer um videoclipe. 

A equipe concluiu que os pacientes tornaram-se mais resilientes e melhoraram seus relacionamentos com a família e amigos. 

O termo resiliência, nesse contexto, se refere à capacidade dos participantes de se ajustarem positivamente aos estresses e efeitos adversos do tratamento que estavam recebendo. 

Segundo o site da American Music Therapy Association, musicoterapia é uma prática terapêutica em que profissionais qualificados usam música para auxiliar indivíduos a lidar com questões físicas, emocionais, cognitivas e sociais. 

Efeito Positivo;

Os participantes foram orientados por musicoterapeutas profissionais. 

O projeto, que durou três semanas, culminou na produção de videoclipes que, quando prontos, foram compartilhados com amigos e familiares. 

Os pesquisadores concluíram que o grupo que participou do projeto de musicoterapia demonstrou mais resiliência e capacidade de suportar o tratamento do que um outro grupo que não recebeu musicoterapia. 

Cem dias após o tratamento, o mesmo grupo relatou que a comunicação na família e os relacionamentos com amigos tinham melhorado. 

"Esses 'fatores protetores' influenciam a forma como adolescentes e jovens adultos lidam (com o câncer e o rigoroso tratamento), ganham esperança e encontram sentido (para suas vidas) durante a jornada do câncer", disse a líder do estudo, Joan Haase. 

"Adolescentes e jovens que são resilientes têm a capacidade de superar sua doença, sentem-se em controle e autoconfiantes pela forma como lidaram com o câncer e mostram um desejo de ajudar o outro". 

Entrevistas com os pais dos pacientes revelaram aos pesquisadores que os videoclipes tinham produzido um benefício adicional, oferecendo aos pais uma melhor compreensão sobre como é a experiência de crianças que sofrem de câncer. 

Estresse e Ansiedade;

Uma das musicoterapeutas envolvidas no estudo, Sheri Robb, explicou por que música pode ter um efeito tão positivo sobre jovens lutando contra o câncer: 

"Quando tudo parece incerto, canções que ele conhecem e com as quais se identificam fazem com que se sintam conectados". Segundo a ONG britânica Cancer Research UK, musicoterapia pode diminuir a ansiedade e melhorar a qualidade de vida de pessoas que sofrem de câncer. 

A terapia também pode ajudar a aliviar alguns sintomas do câncer e efeitos colaterais do tratamento - mas não pode curar, tratar ou evitar doenças, inclusive o câncer. 

Estudos anteriores que investigaram os efeitos da musicoterapia sobre crianças com câncer concluíram que a atividade pode ajudar a diminuir o medo e a angústia, além de melhorar os relacionamentos da criança com a família. 

A porta voz de uma entidade que oferece apoio a adolescentes com câncer e suas famílias - o Teenage Cancer Trust - disse que é muito importante incentivar crianças com câncer a se comunicar e cooperar umas com as outras. 

"Sabemos que ser tratado ao lado de outros (pacientes) da mesma idade faz uma diferença imensa, especialmente em um ambiente que permita que jovens com câncer ofereçam apoio uns aos outros".
fonte; http://saude.ig.com.br 
   
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sábado, janeiro 25, 2014

IMPOSSÍVEL É A SEMENTE DO MEU MILAGRE




Quem não ajuda você a orar, ajudara você a parar de orar. 
(Mt 14:25-33)

Neste texto bastante conhecido por todos nós, vemos o apóstolo Pedro sendo desafiado por Jesus a andar sobre as águas, ou seja, estava diante de Pedro uma oportunidade para vivenciar o sobrenatural, o impossível na vida de um homem comum.

Olhe para seu irmão e diga para ele: você também está na lista dos homens que viverão o sobrenatural.

Mas precisamos entender e aprender que para se viver o impossível, para se desfrutar do sobrenatural precisamos respeitar algumas regras espirituais que dependerão de uma atitude natural.

Nós temos grandes desafios e sonhos de Deus que procedem Dele, porém existem regras para alcançá-los. 

E eu quero compartilhar com você nessa texto, três regras para alcançarmos o impossível.

1- Não siga o conselho daqueles que ficam no barco: 

Certamente os outros discípulos tentaram frear Pedro, pois vozes contrárias surgiram naquele momento. 

Existem pessoas que tentam frear nossa ousadia por vários motivos: porque não terão a fé que temos, por causa da inveja, falta de ousadia, coragem, preocupação, falta de confiança em Deus, etc.

Procure sempre olhar para aqueles que andaram nas águas. 

Os relacionamentos nunca são neutros em sua vida. 

Quem não ajuda você a orar, ajudara você a parar de orar. 

Escolha pessoas que irão acrescentar e contribuir em sua vida. 

Quem é o tipo de gente que anda ao seu redor? 

Aquilo que você alcançará em Deus, tem haver com quem você anda.

2- Não tente o impossível na sua própria força: 

Uma vez que só o Senhor é Deus, não tente realizar a obra na força do seu braço, reconheça seus limites. 

Você só pode desfrutar do "tudo posso", quando antes descobrir o "nada posso". 

Só podemos dizer tudo posso naquele que me fortalece quando reconhecemos que não podemos nada sozinhos. 

Antes de Pedro sair do barco, ele ouviu de Jesus a palavra "Vem!".

No versículo 29, Ele diz vem! 

Se você não ouvir essa palavra do Senhor, por favor, não saia do barco. 

Se Deus não liberar essa palavra em sua vida, não ande, pois é essa palavra que nos sustenta. 

Muitas pessoas hoje não sabem o que é viver e andar no sobrenatural porque insistem em tentar dar o seu jeitinho. 

Pare hoje mesmo de tentar descobrir as pedras no fundo das águas e ande de verdade por sobre as águas debaixo de uma palavra do Senhor.

3- Não fique no barco: 

Obviamente esse é o momento de maior crise: sair do barco. Agora é hora de colocar em prática, de andar nas águas. 

Se nós não sairmos do barco nada vai acontecer. Pedro desceu do barco. Se ele não saísse, jamais experimentaria o sobrenatural de Deus. 

Uma vez que o Senhor chamou, saia do barco! 

Uma vez que você obedeceu ao sobrenatural acontece.
Anote isso que vou lhe dizer: Se não sairmos do barco que é seguro, ele acaba se tornando concorrente de Deus e acaba se tornando um obstáculo para o mover do Senhor.

Quando não obedecemos, o barco se torna inimigo para o agir de Deus.

É isso que muitas pessoas às vezes não entendem e começam a repreender o diabo não entendendo que o barco, que pode ser qualquer coisa, está se tornando concorrente de Deus. 

O barco só é nossa segurança se o Senhor estiver nele, do contrário, o barco pode se tornar a maior resistência do agir de Deus em nossas vidas. 

E como eu disse anteriormente, o barco pode ser um namorado ou namorada, um emprego, um salário, uma posição, entre tantas outras coisas que estão te prendendo e te impedindo de obedecer o "Vem!" que o Senhor já liberou sobre tua vida.

A comodidade pode nos fazer ficar no barco. 

Os acomodados não experimentam, não desfrutam do sobrenatural de Deus. 

Sair do barco é vencer a tradição, pois o normal é andar nas águas de barco. 

A incredulidade também pode nos prender a recusar de sair do barco.

Agora, sair do barco fixando seus olhos nas circunstâncias pode ser um perigo! 

Por isso, ao descer do barco não olhe para as circunstâncias, pois quando Pedro as viu se desesperou e assim pode acontecer conosco. 

Não desvie o foco, olhe para o lugar certo para não perder sua atenção, pois ele vai determinar a sua atitude. Tire seus olhos das coisas naturais.

Eu quero terminar essa palavra te dizendo algo muito importante: todos os milagres que Jesus fez tinham um motivo para acontecer.

A minha próxima pergunta para você é: qual é sua motivação em viver, em desfrutar do impossível?
Motivações erradas podem impedir a manifestação dos milagres de Deus em nossas vidas.
 Fonte; Preletor: Márcio Rocha
      
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sexta-feira, janeiro 24, 2014

BUSCANDO O EQUILÍBRIO EMOCIONAL


 

  Responder com amor nas situações mais adversas 

Talvez um dos maiores desafios do mundo moderno esteja em adquirirmos o equilíbrio das emoções. 

Absorvemos muitas informações, o tempo todo nos deparamos com desafios cada vez maiores e a exigência por resultados é sempre mais intensa. 

Tudo isso exige do corpo e da mente respostas rápidas. 

Mas como fica o terreno das nossas emoções? 

Basta nos observarmos no trânsito, à espera do elevador – quando apertamos o botão de chamada várias vezes, como se isso fosse apressá-lo – ou em casa, quando temos algo mais sério a resolver, para avaliarmos como estamos nessa área da nossa vida. 

Muitos não conseguem se controlar emocionalmente. 

Não nos bastará ser inteligentes, eficientes e práticos se não empregarmos bem todas essas qualidades. 

E todos esses dons passam pela prova dos sentimentos. 

Muitas vezes, a pessoa é ótima na área profissional, mas não consegue interagir com os (as) colegas de trabalho, com seu cônjuge, ou não sabe equilibrar seus gastos, tem alto grau de irritabilidade, pânico diante de situações simples ou sofre de euforia por uma perspectiva de algo bom. 

Faz de sua vida um horror, mesmo sendo competente profissionalmente. 

Jesus detinha o domínio de Sua sensibilidade, pois, conviveu com o traidor d’Ele, dizia verdades aos fariseus, convivia com os pecadores e pessoas consideradas indignas pela sociedade, e até passou no meio de uma multidão que estava revoltada com Ele: “Levantaram-se e lançaram-no fora da cidade; e conduziram-no até o alto do monte sobre o qual estava construída a sua cidade, e queriam precipitá-lo dali abaixo. 

Ele, porém, passou por entre eles e retirou-se” (Lc 4, 29-30). 

Mas o Senhor também se preocupava em ensinar os Seus. 

Um dia, num barco em meio à tempestade, Jesus foi acordado por Seus apóstolos, com a seguinte frase: “Senhor, salva-nos, nós perecemos!”. 

E Jesus perguntou: “Por que este medo, gente de pouca fé?” (Lc 8, 25-26). 

Controlou o vento e a tempestade, e mostrou que a fé é mais importante. 

Deus nos dá a graça, mas adquirir o equilíbrio das emoções é algo gradual, vai acontecendo na dinâmica do dia a dia, conforme isso nos vai sendo exigido nos eventos, e conta com a nossa decisão. 

Antes de Jesus desempenhar Seu ministério público, houve situações em que nem Ele, nem o exemplo de Seus pais, demonstraram desacertos na sensibilidade. 

Quando menino “Jesus crescia em estatura, em sabedoria e graça, diante de Deus e dos homens” (Lc 2, 52). 

Isso já aponta coerência, obediência e acerto no emocional e no todo de uma criança. 

Também quando, aos doze anos, Ele se perdeu no Templo: as reações explicitadas no encontro denotam uma incrível lucidez da Sagrada Família, não exigindo resposta além do normal, nem pesadas consequências. 

José e Maria não entenderam o dizer de seu Filho, mas enxergaram que era algo maior do que poderiam adentrar. 

José nem se pronunciou, ainda que, como chefe da família, e pela tradição judaica, ele deveria intervir, ainda mais no Templo diante dos magistrados. 

Não o fez, pois sabia que Maria participava mais profundamente daquele mistério. 

A resposta dada aos pais mostra um Jesus que não se apavorou nem o fez de propósito, pois, após a explicação d’Ele, o evangelista anota que: “lhes era submisso” (cf. Lc 2, 51). 

Então, como pode alguém que é obediente, sabendo que Seus pais partiriam, ter ficado em Jerusalém por algum capricho? 

Da mesma forma, Sua Mãe, Maria, agia conforme a necessidade da situação ou era prontamente solícita, mostrando uma grande capacidade emocional: “foi às pressas” (cf. Lc 1, 39), ou contemplava o mistério, ainda que não o entendesse: “guardava todas estas coisas no seu coração” (cf. Lc 2, 19. 51). 

Para agirmos como pede a Palavra de Deus nas situações frustrantes: “Mesmo em cólera, não pequeis. 

Não se ponha o sol sobre o vosso ressentimento” (cf. Ef 4, 26), nos é necessário esse equilíbrio interior, que começa na decisão de querer responder com coerência e, acima de tudo, com amor nas situações mais adversas. 

É um processo, mas este se inicia quando encontramos dentro de nós não a força ainda, mas sim a vontade de buscar uma "zona de conforto", mesmo em meio ao caos. 

Quantas vezes nos arrependemos de ter feito algo na hora da raiva e depois verificamos que a gravidade do fato nem era tão grandiosa. 

Como é fácil perder a visão total dos acontecimentos quando agimos pelo impulso e isolamos o fator razão na nossa tomada de decisão! 

Pense nisso! Conte "até três", pare, olhe, esteja atento, e isso mesmo para algo bom. 

Em cada fato pode estar algo além do que nossa limitada imaginação esteja mostrando. 

Deus o abençoe!
Fonte; cancaonova.com  
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