Versículo do Momento

LEIA A BÍBLIA

segunda-feira, novembro 05, 2012

O QUE PODEMOS FALAR SOBRE A INVEJA



            MENSAGEM
 

 



Na margem de um riacho pastava um touro, tranquilo, sem se preocupar com o que acontecia à sua volta. 

Uma rãzinha muito feia, esverdeada, cheia de manchas, olhos muito grandes, cansada de ver sua imagem grotesca espelhada na água do riacho, ao ver o boi que ao seu lado bebia e pastava tranquilamente, pensou:

Por que sou tão pequena e feia e esse boi tão grande, forte e bonito? Por que tenho que ser diferente? Ah! - continuou divagando a invejosa rã - beberei água! É por isso que esse ruminante é tão grande e bonito! Ficarei grande e bonita igual a ele... Passarei a ser a rainha das rãs... Serei linda... Majestosa e poderosa!

E pôs-se a executar o plano. Enquanto bebia água perguntava a outra rãzinha ao seu lado:  Estou crescendo? Estou bonita?

A amiga tentando mostrar-lhe o equívoco respondeu:
Minha irmã, você mesma pode responder! Olhe-se no espelho d’água... Verá que continua do mesmo jeito! Conforme-se em ser apenas uma pequena rã... 

E a rã invejosa não deu ouvidos à companheira... Voltou a beber água. Bebeu... Bebeu... Bebeu tanto que depois de algum tempo, observando-se novamente, olhou para a o reflexo do riacho e viu que nada mudou, saiu aos pulos pela margem e sumiu.

Moral da história: 
A inveja é o reconhecimento ou a declaração aberta de inferioridade, o vazio que sentimos quando não somos aceitos pelos outros. A inveja causa a obstinação e o inconformismo das próprias condições.

O invejoso não suporta as qualidades superiores de quem quer que seja. O invejoso sempre acha que o responsável pelo seu estado de infortúnio é exatamente o sucesso do outro.

Por inveja o sujeito é capaz de destruir o outro, por ser inábil, incompetente, por se sentir inferior.
Esquecemo-nos muitas vezes que o manancial para suprir as nossas carências está em nós mesmos em nossa capacidade de superação. Toda criatura possui em si potencial bastante para se abastecer sem usurpar o objeto de cobiça ou prejudicar o outro. 

Tudo o que fazemos ou falamos é a representação do que realmente somos ou pensamos. Não podemos copiar do outro sua forma de viver porque cada um é incomparavelmente único na obra da criação de Deus!


 
 



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domingo, novembro 04, 2012

CÍRCULO VICIOSO EM NOSSAS ESCOLAS

            EDUCAÇÃO

           

 


Há nas nossas escolas um problema crônico: a falta de disciplina.

É frequente que os alunos não se sintam bem dentro das salas de aula. Que não tenham o comportamento adequado a esses locais. Que, inquietos ou turbulentos, não permitam o ambiente de sossego necessário à aprendizagem dos colegas.

Existe uma causa que pode justificar o mau ambiente dentro das salas de aula. É que elas não são, nem podem ser um oásis no meio do ambiente mais vasto que as rodeia: o pátio da escola, as famílias, a localidade, o país, o mundo. O mundo está cheio de guerras e crimes, as famílias estão desunidas ou quebradas, as televisões transmitem constantemente violência e pornografia.

Existe ainda outra causa essa mais natural e compreensível: os jovens não foram feitos para estarem sentados em sossego durante largos minutos, escutando discursos muitas vezes aborrecidos. Sentem-se melhor correndo, brincando, convivendo. E lá vão tentando que as aulas se transformem em lugar de convivência, de brincadeira ou... De corrida.

Um professor pouco pode fazer para modificar isto.
Mas deve lembrar-se de que se o ambiente exterior influencia o ambiente da aula, também é certo que o ambiente da aula pode influenciar - e de fato influencia - o ambiente exterior.

As aulas não correm bem porque as coisas no mundo correm mal, mas as coisas no mundo correm mal também porque as aulas não correm bem.

O professor tem nas mãos, de algum modo, as chaves que podem contribuir para quebrar este círculo vicioso. São os homens os agentes de quase tudo o que no mundo corre mal, mas a educação desses homens passa, em parte, pela escola. Reside nos professores uma das grandes esperanças da humanidade.
Pede-se ao professor que seja educador, que não se limite a transmitir - melhor ou pior - os conteúdos da sua disciplina. Que atue positivamente nos seus alunos, nas famílias, no mundo.

Pede-se ao professor que, primeiro, seja exigente consigo mesmo. Que se esforce por ser uma pessoa melhor, que dê melhor as suas aulas. São do Diário de Sebastião da Gama as palavras seguintes: "Lembro agora a primeira vez que, a meio do ano, me julguei forçado a pôr fora da aula um aluno: fiquei tão doente que parti o giz que tinha nas mãos e já não fui capaz de continuar a aula. Esse desgosto era sobre tudo um desgosto de coração. O de hoje é diferente: o Fosco saiu, porque fez barulho - e fez barulho, porque a aula lhe não interessou - e não lhe interessou "talvez", porque ela não tinha interesse nenhum - e quem devia ir para a rua era eu".

Desta exigência do professor consigo mesmo, da sua intenção educativa, do nível de seriedade profissional que dá às suas aulas nasce inevitavelmente qualquer coisa que é semelhante a... Um oásis. Um aqui, outro além... Até que inundem o mundo.




 




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sexta-feira, novembro 02, 2012

AVISO: BLOG "REI DOS REIS"







Amados Amigos e Irmãos em Cristo.
Informamos a todos os Irmãos que participam deste blog,  atrés do Google +1, que por motivo de força maior, decidimos cancelar todo o envolvimento com o Google +1.

Esta decisão foi tão somente por não podermos atender a todos os amigos e demais envolvidos diretamente ou em  cículos, pois não conseguimos conciliar tempo suficiente para desenvolver o trabalho de forma correta. 

Informamos também que o serviço do Google é ótimo, mas nos toma muito tempo no escrever, responder e por fim,  dar conta do serviço Google +1.

Solicitamos descupas a todos os envolvidos, acreditamos na compreenção todos os amigos e já agradecemos.
  
Solicitamos com grande alegria, que continuem nos apoiando através do blog: "Rei dos Reis", este, continua a serviço do Senhor! 
www.reierei.blogspot.com. 

Contamos com os amigos que caminham conosco por todo este tempo. Continuará ser uma grande alegria ter você conosco no dia a dia.
Grato pela compreenção.
Blog "Rei dos Reis".



domingo, outubro 28, 2012

DEFINIÇÃO DE MILAGRE

Artigo Científico - OPINIÃO
 


 


Um milagre é um evento atribuído à intervenção divina. Alternativamente, pode ser um evento atribuído a um operador de milagres, santo, ou líder religioso. Um milagre é às vezes tido como uma interrupção perceptível das leis da natureza. Os teólogos dizem que, com a providência divina, Deus trabalha regularmente através da natureza criado ainda é livre para trabalhar sem, acima ou contra ela também.

No uso casual, "milagre" é visto como qualquer evento que é estatisticamente improvável, mas benéfico, (como sobreviver a um desastre natural), ou simplesmente uma ocorrência "maravilhoso", independentemente da probabilidade, como um nascimento. Outros milagres podem ser: a sobrevivência de uma doença terminal, escapando de uma situação de ameaça à vida ou 'bater as probabilidades'. Algumas coincidências podem ser vistos como milagres. A rápida recuperação alemã após a Segunda Guerra Mundial foi chamado às vezes o milagre alemão.

A palavra é usada frequentemente para dar uma impressão de grande valor e incomum em um contexto trivial: Miracle Whip, um produto comercial de alimentos; Fort Myers Miracle, uma equipe esportiva.

Este artigo trata de milagres como sobrenatural, e não os outros usos descritos.

Um milagre é às vezes tida como uma interrupção perceptível das leis da natureza. Outros sugerem que Deus possa trabalhar com as leis da natureza para realizar o que as pessoas veem como milagres. Alguns teólogos dizem que, com a providência divina, Deus trabalha regularmente através da natureza criado ainda é livre para trabalhar sem, acima ou contra ela também.

Atos sobrenaturais
Um milagre é um fenômeno não totalmente explicada pelas leis conhecidas da natureza, ou um ato por alguma entidade sobrenatural ou força, desconhecida fora. Alguns cientistas-teólogos sugerem que os milagres não são violações das leis da natureza, mas "de exploração de um novo regime de experiência física". [Carece de fontes?]

Critérios para classificação de um evento como um milagre variar. Muitas vezes, um texto religioso, como a Bíblia ou o Alcorão, afirma que um milagre aconteceu, e os crentes aceitam isso como um fato. Muitos crentes religiosos conservadores sustentam que, na ausência de uma plausível, a teoria parcimoniosa científica, a melhor explicação para estes eventos é que eles foram realizados por um ser sobrenatural, e citam isso como evidência para a existência de um deus ou deuses. Alguns adeptos de religiões monoteístas afirmam que milagres, se comprovado, são evidências da existência de um Deus onipotente, onisciente, e Deus benevolente.

 
Eventos planejados por Deus
No judaísmo rabínico, muitos rabinos mencionados no Talmud considerou que as leis da natureza eram invioláveis. A idéia dos milagres que contrariava as leis da natureza era difícil de aceitar, no entanto, ao mesmo tempo, eles afirmaram a verdade das contas no Tanakh. Portanto, alguns explicaram que milagres eram na verdade eventos naturais que haviam sido criadas por Deus no início dos tempos.

Neste ponto de vista, quando as muralhas de Jericó caíram, não foi porque Deus diretamente os trouxe para baixo. Pelo contrário, Deus planejou que haveria um terremoto (ou algum outro desastre natural tal) em que lugar e tempo, de modo que a cidade cairia para os israelitas. Casos em escritos rabínicos dizem que Deus fez milagres uma parte da criação incluem Midrash Genesis Rabbah 5:45; Midrash Rabá Êxodo 21:6; Ética e dos Padres / Pirkei Avot 5:6.

Interpretações não literais de relatos bíblicos
Literalismo bíblico não é rigidamente considerado por todos os estudiosos: não-literais interpretações de alguns escritura são realizadas por ambos os pensadores clássicos e modernos. Isto pode incluir o uso de modo de falar, a exegese alegoria, e.

Em Números 22 é a história de Balaão e do burro falante. Espera que os milagres como este, devem-se ou afirmar a verdade literal da história bíblica, ou deve-se, em seguida, rejeitar a história como falsa a muitos. No entanto, alguns comentaristas judeus (por exemplo, Saadiah Gaon e Maimônides) sustentam que histórias como estas não foram feitos para ser tomado literalmente, em primeiro lugar. Em vez disso, essas histórias devem ser entendidas como contas de uma experiência profética, que são sonhos ou visões. (É claro, tais sonhos e visões poderia considerar-se um milagre.).


Joseph H. Hertz, um judeu do século 20 comentador bíblico, escreve que estes versos "descrevem a continuidade no plano subconsciente do conflito mental e moral na alma de Balaão, e da aparição de sonho e o burro falante, mas é um aviso ainda mais a Balaão contra sendo enganados por avareza violar a ordem de Deus. "





 





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