Versículo do Momento

LEIA A BÍBLIA

segunda-feira, fevereiro 20, 2012

Música é Música!

MENSAGEM







==============================Rede de Divulgação


O que é a música em si mesma? Quais as razões pelas quais algo é considerado música e outro não? Por que o desempenho percussionista de meu filho de três anos não é considerado música, mas o desempenho percussionista de uma tribo inteira o é? Por que Mozart ou Chopin são reputados artistas da música, mas a turma que tenta a sorte nos “Ídolos” merece a sarjeta da indústria fonográfica?
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Quando um músico compõe ou canta, ele cria, imita, inventa ou copia, exprime-se a si mesmo, seus próprios sentimentos, suas paixões ou corporifica valores universais intuitivamente perceptíveis pelo homem? São interrogações que surgem quando apreciamos uma música e cujas respostas não são nada fáceis, mas que, necessariamente, passam pela noção de estéticas.
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Os gregos já refletiam sobre isso. Platão tratou de resolvê-lo no contexto de sua teoria das idéias, fazendo da estética uma espécie de contraprova desta teoria. A arte seria entendida como a imitação da natureza e esta, por sua vez, seria concebida como imitação das idéias. E o objeto da imitação seria a Beleza: em Filebo, Platão descreve a Beleza como um prelúdio sensível do Bem inacessível, o pórtico da casa do Bem. No Banquete, Platão ultrapassa a concepção mimética da arte e formula uma teoria da arte entendida como criação do âmago, um parto (tokos), trazendo à luz aquilo que há muito tempo estava prenhe no Belo.
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Aristóteles concordou com a concepção mimética da arte, mas com a ressalva de que não seria uma mera reprodução, mas uma emulação da natureza, tida como mestra. E ainda ditou os elementos para tornar algo artístico: ordem, simetria e determinação. Até o Renascimento, a visão da arte ainda era aristotélica, com o acréscimo do resplendor, a claridade pela qual a forma concreta participa da beleza transcendente existente na ordem da realidade.
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Vico virou a mesa do conceito: a arte deixa de ser mimética e passa a ser um modo fundamental e original de expressão humana. A trupe dos românticos e idealistas assumiu a fundo o conceito que, de certa forma, sobrevive até hoje. Afirma-se que arte possui uma função autônoma e uma finalidade própria: a arte é uma expressão sensível do belo, dentro daqueles padrões aristotélicos, e transmite a personificação do artista, a intenção particular concretizada na obra acabada.
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Apesar da multiplicidade de suas atividades, o homem é uma unidade essencial. A unidade somente é possível se as inúmeras atividades são ordenadas para um fim último. Mas, dado que o fim último do homem é a plena realização de si mesmo, aqui está seu bem supremo, sua felicidade. E, como compete à moral reconhecer tal fim e estudar os meios de atingi-lo, deriva-se certa subordinação da arte à moral, de natureza indireta. Logo, a arte deve contribuir à obtenção do fim último do homem, objeto primeiro da moral.
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Depois de tanta teoria sobre estética, prefiro a prática sobre a música. Reza a lenda que, em 1928, quando Alban Berg recebeu Gershwin em sua casa, o anfitrião o deleitou com uma de suas composições tocadas por um trio de cordas. Perplexo com o que havia ouvido, Gershwin se dirigiu ao piano, relutantemente, para tocar uma de suas músicas. Ao notar o espírito inseguro do convidado, Berg deu uma resposta, em minha opinião, extraordinária: “Mr. Gershwin, música é música!”.
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Penso que a música é uma das excelências do espírito criador humano. Shakespeare já observou (Muito barulho por nada, II/3) esse fato: umas tripas de carneiro estendidas sobre um pedaço de madeira podem extasiar o homem. É o violino. Com respeito à divergência, é o que penso.









Igreja Presbiteriana do Brasil
O Blog " A Serviço do Senhor "
Diác. Rilvan Stutz " O Servo com Cristo "
Exmo Sr. Juiz André Gonçalves Fernandes

domingo, fevereiro 19, 2012

A VERDADE!

= MENSAGEM






===========================Rede de Divulgação



A unidade da Igreja vem da própria essência da verdade. A verdade é essencialmente una. A sua realidade necessariamente impõe a adesão da nossa inteligência e do nosso coração. Os princípios ontológicos da nossa razão impõem a permanência da unidade da verdade, em qualquer terreno em que ela se situe. Por isso mesmo, a verdade foge ao relativismo e à dependência.
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É ela independente do tempo, do espaço e dos homens. Pois, na realidade, a que se reduziria, se ela devesse submeter-se ao capricho dos homens, às modificações dos momentos históricos ou dos lugares do espaço?
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É por isso que a verdade não é uma criação da inteligência do homem. Os olhos humanos podem divisar astros na amplidão dos espaços, por si sós ou com o auxílio poderoso dos telescópios; não podem, porém, criá-los nos espaços vazios. Também a mente humana traz, em si, a capacidade para apreender a verdade, mas não pode criar a verdade.
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Nem Deus cria a verdade, sendo Êle a verdade eterna, infinita, absoluta. A densidade metafísica do seu ser é a realidade absoluta e, por isso mesmo, a verdade absoluta. Deus manifesta a verdade. Foi por isso que Jesus Cristo não disse: eu sou o pregador da verdade, mas afirmou: "eu sou a verdade". A própria verdade científica que é aquisição humana (não criação do homem, porém mera descoberta do homem), exige essa unidade intangível, sem o que seria impossível a existência da ciência.
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A multiplicidade aparente da verdade científica existe enquanto os homens tateiam o terreno das hipóteses. Quando, porém, eles conseguem romper as camadas movediças das hipóteses e tocar a rocha eterna da verdade, a unidade se impõe com uma...











Igreja Presbiteriana do Brasil
O Blog " A Serviço do Senhor "
Diác. Rilvan Stutz " O Servo com Cristo "

sexta-feira, fevereiro 17, 2012

QUAIS SÃO AS SUAS PALAVRAS?

MENSAGEM







============================Rede de Divulgação



“Do fruto da boca o homem comerá o bem, mas o desejo dos pérfidos é a violência.”
Pv 13.2
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Nossas palavras nunca são neutras: são bênçãos ou maldição. Produzem frutos doces ou amargos. São canais de vida ou instrumento de morte. Balsamizam ou ferem. Curam ou matam.
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Aqueles que cultivam uma comunicação saudável dentro de casa semeiam amizade, fortalecem o companheirismo e colhem os abundantes frutos do amor.
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Porém, aqueles que semeiam contendam, desandam a boca para espalhar boatarias e se entregam à maledicência, cultivam espinheiros que vão lhe ferir os pés e lhes amargar a alma.
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As palavras boas têm lucro certo. Produzem dividendos benditos, promovem causas nobres, encorajam os fracos, levantam os abatidos e curam os enfermos. Mas, o apetite dos infiéis alimenta-se da violência. Os pérfidos cultivam o mal no coração e o destilam com a boca.
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O homem mal corre pelas ruas, percorre os campos e destrói vidas por onde passa.
No entanto, aqueles cujos corações foram transformados pela graça de Deus têm lábios que destilam mel que alimenta e deleita.
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Que tipo de fruto você tem colhido com a semeadura de suas palavras? Do fruto da sua boca você tem comido o bem
?










Igreja Presbiteriana do Brasil
Shvoong - Tel - Aviv - Jafra - Israel
O Blog " A Serviço do Senhor "
Diác. Rilvan Stutz " O Servo com Cristo "

sexta-feira, fevereiro 10, 2012

CONSELHO A UM JOVEM PR. SOBRE GRUPO DE LOUVOR

EDIFICAÇÃO






=====================Rede de Divulgação


Blog “Rei dos Reis”

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COMENTÁRIOS NO PORTAL IPB (TEXTO DO REV. NICODEMOS LOPES).
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Deixamos os comentários de lado e recomendo um texto de grande edificação sobre a ordem na Igreja de Cristo.
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ARTIGO: CONSELHO A UM JOVEM PR. SOBRE GRUPO DE LOUVOR
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O Rev. Nicodemos criou esta situação fictícia para mexer com o Povo Presbiteriano. Reparem: Erramos na "Estratégia", "Perdemos a Guerra" "Não tem volta. Desta forma se formou este volume enorme de comentários, mexeu com o pessoal. Por quê? Não há como “voltarmos” a antiga IPB.
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O Supremo sabe da desobediência a "Liturgia Real" Membros mal preparados Pr. Mal intencionados descendo o Púlpito para dançar. A questão se resolverá de "DENTRO PARA FORA", "O Zelo do Pr. na Liturgia". Quem vota no Supremo é os Presbíteros e Pr. A metade é neo e votam a favor do "Gospel malicioso", acabou ficou como estamos!" O Erro de estratégia citado pelo nosso Rev. Nicodemos existe, deixaram passar muito tempo, ficou difícil.
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Amados quando voltarmos os olhos com carinho para a nossa Constituição, Confissão de fé e Liturgia, os atuais prometeram no altar e não cumprem, até Pr. Quando acontecer uma conscientização do Povo mais novo da Igreja Presbiteriana, podem ter a certeza que melhora em muito o comportamento musical Jovem.
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Agora entendo o Rev. Nicodemos, mexeu de forma a encontrar resistência dentro da Igreja e não em votação. O que não conseguiremos mais! " Perdemos a guerra até aqui!" Temos um grande significado para meditarmos neste texto do Nicodemos, precisamos olhar para estudar com carinho por este outro ângulo que coloco, assim poderemos encontrar soluções. Amém.
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Diác. Rilvan Stutz
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MANIFESTO POR UMA BOA IGREJA! "IGREJA PRESBITERIANA DO BRASIL!"
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Há um problema sério quando uma igreja dita cristã se esquece dos seus valores mais profundos em prol da busca incessante de bens terrenos. Vemos mega-templos sendo erguidos, líderes enriquecendo, irmãos que pensam em riquezas como resultado direto de sua fidelidade, tudo isto em detrimento do que realmente vale à pena. A parábola do bom samaritano deveria ser a regra, não a exceção.
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Será que o Senhor não se alegraria muito mais se, ao invés de mega-templos, tivéssemos uma igreja mais acolhedora com os necessitados? Que os riquíssimos pastores fossem menos ricos e mais preocupados em ser voz profética para denunciar o apartheid social e racial que vivemos? O que agradaria mais a Deus? Estamos investindo nossos recursos no lugar errado, isto para mim é fato. Precisamos de uma igreja “boa samaritana”, não uma igreja “laodiceiana”.
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Incorporamos o culto à personalidade como uma de nossas práticas mais comuns. Cultua-se veladamente o missionário fulano, o bispo cicrano ou o apóstolo beltrano. Temos igrejas e denominações inteiras com “donos” aos quais se deve obediência cega como porta-vozes de Deus, enxergar-lhes os desmandos é o mesmo que se levantar contra o próprio Senhor. O versículo “não toqueis em meus ungidos” é repetido interminavelmente, como um escudo e uma ameaça, enquanto as orientações de Paulo quando diz que “É necessário, pois, que o bispo seja irrepreensível” e que “Também é necessário que tenha bom testemunho dos que estão de fora, para que não caia em opróbrio, e no laço do Diabo” são totalmente ignoradas.
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Continuamos mais conservadores que o restante da sociedade em relação aos usos e costumes, como se isto caracterizasse uma igreja cristã. Mas o que deveria caracterizar uma igreja cristã é o amor entre seus membros, sua capacidade de servir a todos e sua a voz profética para combater toda a injustiça. Não adianta defender a virgindade e fechar os olhos para os mendigos que muitas vezes estão às portas dos templos sendo gentilmente “convidados” pelos zelosos diáconos a manterem distância. Perdemos muito mais tempo debatendo se a masturbação é ou não pecado e dedicamos infinitamente menos esforço conclamando nossos irmãos a saírem da letargia e ajudar os necessitados. Temos muito mais crentes criticando o homossexualismo do que envolvidos em servir os que nada possuem. Isto é inversão de valores e é por isso que vemos outros grupos se apropriarem de maneira muito mais positiva dos ensinos de Jesus do que nós que nos dizemos seus seguidores e defensores do seu legado.
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Lembremo-nos que quando Jesus chamou os “benditos do Pai” no capítulo 25 de Mateus, ele não se referiu ao tamanho dos templos, ou à riqueza dos líderes, ou à prosperidade dos servos, nem aos milagres, nem às maravilhas, nem mesmo à santidade sexual, mas falou de coisas prosaicas como alimentar o faminto, vestir o nu, e abrigar os que não têm lugar.
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Não estou advogando a pornografia, nem a prostituição, nem nenhuma outra conduta. Apenas digo que estamos investindo esforços demais em certos aspectos e negligenciando o que realmente faz a diferença entre santo e profano.
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Sinceramente, a despeito de todo este crescimento que temos experimentado, eu temo pelo nosso futuro. Minha esperança está em poder motivar mais e mais pessoas a viver um cristianismo verdadeiro, um cristianismo sem pedras nas mãos, um cristianismo em que apenas o Espírito Santo trabalhe para convencer os homens e reconciliá-los com Deus. A nós crentes cabe apenas manter nosso testemunho, e o testemunho que Deus quer não são palavras vãs, nem versículos vomitados, nem mesmo prosperidade. O testemunho que podemos dar é tirar a trave dos nossos olhos e vermos o outro com misericórdia e amor.
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Estamos devendo tanto ao Senhor Jesus Cristo, que não temos como pagar a não ser "Obedecer,Ide,ser uma Igreja Real, Fiel aos seus princípios e não negar obediência a Doutrína. Discutir "Louvor hoje na Igreja é muito pequeno, embora não podemos e, não devemos ferir os nossos princípios constituidos. Vejam que campo enorme deixamos para trás. Pastores assumam a verdadeira Igreja de Cristo, cumpra o seu "JURAMENTO!" O PASSAR DISTO É "PECADO" É FALSO!" NÃO SEJA FALSO! COORDENE O "LOUVOR DE SUA IGREJA COM ORDEM E DECÊNCIA! SEJA PRESBITERIANO SIM!










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Pr.Denilso Torres.Fruto do Espírito