Versículo do Momento

LEIA A BÍBLIA

sexta-feira, dezembro 02, 2011

BISPO MACEDO! Pr.MALAFAIA! E JESUS CRISTO COMO FICA?

=EDIFICAÇÃO






======================Rede de Divulgação



O blog “Rei dos Reis”,
não tem neste momento crítico, “intenção” de fazer qualquer tipo de julgamento ou ser partidarista. Atacar ou defender qualquer seguimento religioso, não é nossa intenção, só lamentamos muito! Estamos vivendo momento delicado entre lideres religioso, isto é ruim! Não estamos aqui para dar razão a qualquer denominação que seja, eles esquecem que são Igreja! Se uma tem doutrina a seu gosto, respeitemos! Se outra tem diferenças doutrinárias respeitemos! Se existe qualquer outro problema, respeitemos!
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Ressaltamos com preocupação, que problemas não podem chegar aos membros desta forma, são seguidores do Senhor, repetimos são Igreja! Toda e qualquer divergência, deve ser resolvida a parte, caso contrário, afeta e enfraquece a Igreja.
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Os mesmos esquecem que são lideres e, não havendo a necessária coerência, tais motivos se tornam a chamada “INTOLERÂNCIA RELIGIOSA!”
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Assistimos muitos vídeos a imprensa se manifestando, tudo isto é ruim para o seio religioso destas Igrejas. A própria denominação é afetada por seus lideres, causam também o chamado “racha”, muitos se afastam! Família, membros sentem insegurança. Por outro lado o que ganham com tudo isto? Garantimos que de algum lugar, o nosso adversário maior, “satanás”, está dando grandes “Gargalhadas!” Sendo assim, perguntamos: Esqueceram de Deus? E Jesus Cristo, como fica?
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INTOLERÂNCIA RELIGIOSA
Lembramos a intolerância religiosa é um conjunto de ideologias e atitudes ofensivas a diferentes crenças e religiões. Em casos extremos esse tipo de intolerância torna-se uma perseguição. Sendo definida como um crime de ódio que fere a liberdade e a dignidade humana, a perseguição religiosa é de extrema gravidade e costuma ser caracterizada pela ofensa, discriminação e até mesmo atos que atentam à vida de um determinado grupo que tem em comum certas crenças.
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As liberdades de expressão e de culto são asseguradas pela Declaração Universal dos Direitos Humanos e pela Constituição Federal. A religião e a crença de um ser humano não devem constituir barreiras a fraternais e melhores relações humanas. Todos devem ser respeitados e tratados de maneira igual perante a lei, independente da orientação religiosa.
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O Brasil é um país de Estado Laico, isso significa que não há uma religião oficial brasileira e que o Estado se mantém neutro e imparcial às diferentes religiões. Desta forma, há uma separação entre Estado e Igreja; o que, teoricamente, assegura uma governabilidade imune à influência de dogmas religiosos. Além de separar governo de religião, a Constituição Federal também garante o tratamento igualitário a todos os seres humanos, quaisquer que sejam suas crenças. Dessa maneira, a liberdade religiosa está protegida e não deve, de forma alguma, ser desrespeitada.
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É importante salientar que a crítica religiosa não é igual à intolerância religiosa. Os direitos de criticar dogmas e encaminhamentos de uma religião são assegurados pelas liberdades de opinião e expressão. Todavia, isso deve ser feito de forma que não haja desrespeito e ódio ao grupo religioso a que é direcionada a crítica. Como há muita influência religiosa na vida político-social brasileira, as críticas às religiões são comuns. Essas críticas são essenciais ao exercício de debate democrático e devem ser respeitadas em seus devidos termos.
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A intolerância religiosa é um conjunto de ideologias e atitudes ofensivas a diferentes crenças e religiões. Em casos extremos esse tipo de intolerância torna-se uma perseguição. Sendo definida como um crime de ódio que fere a liberdade e a dignidade humana, a perseguição religiosa é de extrema gravidade e costuma ser caracterizada pela ofensa, discriminação e até mesmo atos que atentam à vida de um determinado grupo que tem em comum certas crenças.
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O Blog Rei dos Reis, roga ao Senhor da Glória que tudo se resolva na Paz do Mestre. Que o fim esteja perto o mais rápido possível, que este desentendimento se resolva em breve! Que a paz reine entre os Irmãos em questão. Amém.
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Diác. Rilvan Stutz – Guia de Direitos.org












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Diác. Rilvan Stutz "O Servo com Cristo"

terça-feira, novembro 29, 2011

LIBERDADE E SENTIDO

= EDUCAÇÃO





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Dois fatos parecem converter a busca pela liberdade numa tarefa vã. O primeiro é a morte. Por mais livre que um homem chegue a ser, por maior que seja o autodomínio alcançado pelo desenvolvimento das suas potencialidades, se a morte acaba com tudo, tudo estará perdido no momento da morte.
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Nesse aspecto, a honestidade intelectual me obriga a reconhecer que o existencialismo contribuiu para a superação do mundo da utilidade imediata, ainda que Sartre e Heidegger negassem a possibilidade da transcendência divina e de sentido da existência.
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O segundo fato é que a plena auto-realização pode apresentar-se como meta inacessível. Parece que o homem está destinado à frustração de não se realizar nem de chegar a satisfazer plenamente as suas necessidades. Destinado a nunca alcançar a liberdade absoluta, sobretudo se a liberdade é vista, equivocadamente, como sinônimo de “necessitar”, pois, por muito que possua, sempre necessitará de mais. Ora, um homem consciente de desejos não satisfeitos não se sente completamente livre.
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O desejo humano de prazer ou de bens materiais talvez possa ser saciado. Mas o próprio fato – incontroverso - de se poder chegar a sentir náusea do prazer ou tédio dos bens de consumo é sinal certo de que a auto-realização humana não se caminha nessa linha.

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Contudo, muito pelo contrário, a morte e a saciedade material são dados empíricos que fome
ntam a conquista da liberdade, desde que vistos sob a ótica do instinto de eternidade do homem. Sim, o homem tem uma outra dimensão: a verticalidade.
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As apatias e indolências das pessoas com que convivemos nos dizem isso todo dia: canse
i de namorar todo dia uma mulher diferente, cansei de beber até cair, cansei de viver no ócio, cansei de perder, agora vai ser diferente... No fundo, estão a exclamar: agora, quero ser eterno...
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Ausente este instinto da vida humana, não restaria muito para o homem. O nascimento consistiria em receber um assento no cartório de registro civil, com espaço p
ara a averbação da morte, dali a setenta ou oitenta anos. O número de anos não modificaria a índole fatal do ocaso. E, quando alguém nos perguntasse a respeito do sentido da vida, só haveria uma resposta certa: a morte.
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Os
pensadores existencialistas acima citados não só admitiram essa realidade, como a escancararam de uma forma trágica, precisamente porque não conseguiram alcançar seu sentido. No homem, existe um instinto de eternidade, que, no campo intelectual, não tem o status que merecia, ao contrário do instinto de conservação, incontroverso.
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O instinto de eternidade seria o reverso
da medalha do instinto de conservação e, na realidade, mais entranhado que este, porque o instinto de conservação visa a algo negativo e transitório – não morrer – enquanto o outro busca algo positivo e permanente – viver para sempre.
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Por isso, é preocupante o fato de a filosofia contemporânea gastar sua energia em somente equacionar problemas superficiais do homem, almejando uma vida mais pragmática,
amena, light, sem nunca abordar o dilema fundamental do homem: o sentido de sua existência, que lança suas águas, inevitavelmente, no instinto de eternidade.
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O silêncio a respeito do tema é propositado: a fuga do s
entido “trágico” da existência. Isso tornaria o dia-a-dia mais “fácil” para o homem. Evidente que a justificativa repousa numa visão pessimista da vida. Todavia, a inércia a respeito só adia o momento de resolução do dilema existencial que cada homem, mais cedo ou mais tarde, enfrentará.
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A cultura em que vivemos, forjada dos restos de um racionalismo superado que equipara religiosidade à superstição, age como uma barragem e represa as inquietações voltadas para o transcendente, recalca o instinto de eternidade e os anseios religiosos do homem.
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Não raro, provoca situações psicopatológicas, que vão desde depressão, passam pela dependência química e culminam na agressividade incontrolada. Em grau menor, a castração do instinto de eternidade provoca o apelo ao álcool, às desordens sexuais e ao consumismo desenfreado.
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Em tais casos, o homem, que sente falido tal instinto, procura um refúgio nesses momentos de euforia hormonal para consolar, com uma alegria fisiológica e passageira, a voz daquele instinto que grita dentro de nós em estado de angústia: “Cansei de ser moderno, agora quero ser eterno”, poetizava Carlos Drumonnd de Andrade. E acrescento: “E livre. Para sempre”.
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Exmo Sr. André Gonçalves Fernandes, nascido em 1974, é Juiz de Direito da 2ª Vara Cível e de Família da Comarca de Sumaré/SP. Graduado, no ensino fundamental e médio, pelo Colégio Visconde de Porto Seguro em 1991. Bacharel em Direito pela Faculdade de Direito do Largo de São Francisco em 1996. Atua como magistrado desde 1997. Articulista do Correio Popular de Campinas e da Escola Paulista da Magistratura desde 2002. É membro da Comissão de Bioética da Arquidiocese de Campinas/SP desde 2008 e professor do Instituto Internacional de Ciências Sociais (IICS) desde 2011. Fala inglês, francês, italiano e alemão. Casado e pai de 4 filhos.











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Exmo Sr. Juiz de Direito-Portal da Família

domingo, novembro 27, 2011

UM PRESENTE PARA DEUS

EDIFICAÇÃO






========================Rede de Divulgação


Tua é, ó Senhor, a grandeza, e o poder, e a glória, e a vitória, e a majestade, porque teu é tudo quanto há no céu e na terra; teu é, ó Senhor, o reino, e tu te exaltaste como chefe sobre todos. Tanto riquezas como honra vêm de ti, tu dominas sobre tudo, e na tua mão há força e poder; na tua mão está o engrandecer e o dar força a tudo. Agora, pois, ó nosso Deus, graças te damos, e louvamos o teu glorioso nome. Mas quem sou eu, e quem é o meu povo, para que pudéssemos fazer ofertas tão voluntariamente? Porque tudo vem de ti, e do que é teu to damos.” 1Cr 29:11-14
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Dar um presente a uma pessoa que aparentemente já tem tudo é um desafio. Imagine dar um presente a quem não só apa
renta ter tudo, mas que efetivamente é o Senhor de toda a criação.=

Os antigos acreditavam que o sacrifício de animais e o fruto da terra seriam presentes agradáveis ao Senhor. Desde os tempos de Caim e Abel esta prática é realizada e desde o início tal prática foi marcada pela morte. Nos dias de hoje a ênfase está nos dízimos e ofertas como caminho para agradar o Senhor. Mas a verdade é que as ofertas e sacrifícios, de uma maneira geral, são movidas pelo espírito de barganha e visam disfarçadamente comprar os favores de Deus. Agradaria isto ao Senhor?=
Aquele que é
dono da Terra e tudo o que ela contém, se satisfaria em receber aquilo que já é seu? Sem querer diminuir a nossa responsabilidade e o prazer de ser dizimista e ofertante, a verdade é que Ele é o dono da prata e do ouro.
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Podemos oferecer nossa vida, e isto é muito bom, mas mesmo a minha e a sua vida nunca nos pertenceu. Fomos eleitos antes da fundação do mundo, antes mesmo que o Sol, a Lua e as estrelas existissem, nós já pertencíamos a Ele. Aquilo que chamamos de “aceitar a Jesus” nada mais é do que a tomada de consciência da realidade de que já pertencíamos a Ele desde sempre. Seria como nos descobrirmos herdeiros de uma fortuna da qual nunca tivemos conhecimento. Ora, se a Ele pertence tudo, que presente nós poderíamos dar a Ele? Existe alguma coisa que possamos dar que Deus não possua? Existe algo que o homem tenha que Deus não tem para que possamos oferecer?
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Sim!
Existe algo que eu tenho e que Deus não tem e eu tenho certeza que quando oferecemos, alegramos sobremaneira o coração Dele.
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A coisa que temos e que Deus não tem chama-se pecado!
Exatamente.
Os nossos pecados, pequenos e grandes, de todos os tipos e formas, pecados por omissão ou comissão, pecados sociais ou ontológicos, todos os nossos pecados não pertencem a Deus. Ele não os possui, e são a única coisa que nós temos e Ele não tem.
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Talvez você esteja pensando: “Eu achava que pecado era algo do qual deveríamos nos en
vergonhar e lutar contra. Será que devo, então, pecar mais para poder dar mais presentes a Deus?”. O apóstolo Paulo também sofreu com questionamentos como estes quando ensinou sobre a doutrina da graça. No capítulo seis da carta aos Romanos o apóstolo rebate àqueles que o criticavam e insinuavam que ele pregava a libertinagem.=
Eles acusavam Paulo dizendo: “Que diremos, pois? Permaneceremos no pecado, para que seja a graça mais abundante?”. N
ão quero de forma alguma me comparar a Paulo ou me considerar pregador de nova doutrina, o que falo é totalmente bíblico e não tem nada de novo. Oferecer seu pecado a Deus não significa compartilhar seu pecado com Ele e fazê-lo pecador. Antes significa que eu e você devemos abrir mão do nosso pecado por amor a Ele.=
É ofer
tar não com espírito de jactância e alegria, mas com espírito de abandono e entrega. Este é o presente! Quando alguém oferta algo, aquilo que foi ofertado não lhe pertence mais. Fazendo uma analogia com as coisas terrenas: se você, por exemplo, presentear um amigo com uma camisa, a camisa já não é mais sua é dele para que ele faça o que julgar melhor com ela, você não detém mais esta camisa, você não pode tomar de volta e usá-la. Se eu oferto a Deus o meu pecado eu estou abrindo mão deste pecado, ele não pertence mais a mim e eu não devo mais cometê-lo.=
Quando oferto a Deus o meu pecado eu estou assumindo uma aliança com Ele de que não agirei mais como se este pecado fosse parte de mim, como se fosse justificável continuar pecando, poi
s eu o entreguei ao Senhor e não tenho mais o direito de usar justificativas para permanecer no erro. Eu abri mão deste pecado e de quaisquer direitos que porventura julgasse ter.
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Quando abro mão em favor de Deus, estou no caminho da cura, pois é Ele quem nos santifica. Quando entrego a Ele, abro mão do direito de pecar, não poderei mais dizer que continuo me irando porque fulano me provoca, ou que continuo no adultério porque minha esposa me apoquenta. Se entreguei perdi todo o direito de usá-lo.=
Quando
abro mão do que julgo ser meu direito abandono as justificativas, assumo minha verdadeira face, sem máscaras, e deixo que a Luz penetre onde antes habitavam sombras. Ofertar os meus pecados a Deus significa que Ele lançará meu pecado no mar do esquecimento e dele não lembrará mais. Se você deseja ofertar o seu pecado a Deus você pode usar esta oração como modelo. Ore com fé:

“Senhor,
Tu sabes da minha fraqueza ante este pecado. E sabes que minha luta em continuar honrando o seu nome apesar da minha pouca força. Mas neste momento, Senhor, não quero mais lutar sozinho, não quero confiar na força do meu braço para vencer. Entrego a Ti o meu pecado para que Tu que sabes todas as coisas, Tu que és mais poderoso e sábio do que eu me ensine e me capacite a vencer. Pois a vitória não será mais minha para jactar-me, ela é tua, pois só Tu és capaz. Lanço sobre Ti a minha ansiedade, pois sei que Tu cuidas de mim. Cumpra em mim a Tua palavra e lança este pecado no mar do esquecimento para que Tu não te lembres mais e eu não mais volte às práticas que não te agradam.

Senhor, só Tu podes me aceitar sem críticas ou acusações. Acolhe-me com o Teu amor e misericórdia.

Muito obrigado. Em nome de Jesus. Amém”
Ofereça o seu pecado a Ele. Abra mão. Entregue a Ele. E permita que Ele te cure. Este é o maior presente que você pode oferecer. Que o Espírito Santo testifique essas verdades em seu coração e lhe capacite a abrir mão de seus pecados por amor a Ele.









Igeja Presbiteriana do Brasil

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Diác. Rilvan Stutz - "O Servo com Cristo"

quinta-feira, novembro 24, 2011

TEMPO DE ESPERANÇA

=EDIFICAÇÃO







======================Rede de Divulgação


Doce é a luz, e agradável aos olhos ver o sol Eclesiastes. 11:7.

Sabemos bem que vivemos tempos difíceis, são dias revelados pelas Sagradas Escrituras. Não podemos de maneira alguma deixar de vivê-los. Atendo aos momentos em que estamos passando, ficamos em grande “expectativa”. “A fé e esperança” precisam estar sempre ao nosso lado, para que possamos suportar tanta tribulação. Temos consciência que olhando para o mundo, para a sociedade, visualizamos em maioria só problemas! Com tempos assim, a família, sofre terrivelmente as conseqüências, e problemas de todas as espécies.
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Dentro deste contexto “o sofrimento”, temos consciência somos alvos de muitos. Qual seriam alguns motivos que tem desarticulado a família a sociedade o Mundo. Olhando algumas causas, lembramos de algumas “trombadas”, mesmo que pequenas nos trazem o mal estar e bate as nossas portas. Traz assim a tristeza, a falta de comunhão com o Senhor nos enfraquecendo. O ser humano é a causa de todo este processo, porque não dizer “desastre”, as origens sabem muito bem, uma atitude errada do homem pode “estremecer nosso bem viver” em nossas casas.
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Olhar para a política do meu País e dizer “sofro por este motivo”, poderíamos dizer que toda a culpa é do meu “próximo”, Não! Acho seria uma atitude pesada demais. Paramos aqui! Não vamos descobrir culpados e sim procurar concertar, acertar para vivermos melhor, afinal quem nos oferece a vida é o nosso Senhor da Glória Eterna, Deus! Ele é o Dono das soluções! Ele muda Vidas! Ele nos faz ver o sol e a lua, nascer todos os dias, isto lindo! É Graça oferecida gratuitamente pelo Pai! “Sol e Lua” dois motivos de grandes alegrias!
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ALEGRIA NECESSÁRIA
Ah! Jó! O amigo fiel de Deus! Sofreu, suportou e “venceu!”. Hoje, não devemos reclamar olhando para o ontem ou pensar nos problemas que poderão vir no futuro? “Podemos dizer que a família é o nosso alvo, onde precisamos encontrar caminhos saudáveis?” O aconchego do lar, nada poderá haver de mais gostoso!
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O nosso cantinho, o lugar onde nos sentimos bem. Devemos procurar separar nosso lar, nossa família o mais rápido possível das trevas. Quando chamo tempo de “nova esperança” é nos movermos através de uma fé fortalecida, renovada, a comunhão com o Altíssimo. Propostas totalmente voltadas para o Senhor da Glória. Entreguemos nossos dias ao Deus da Vida. O Seu cuidado trará enfim a transformação de nossas vidas na direção do Senhor.
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Encontremos a Paz tão necessária. Assim possamos descansar no Senhor. Rogamos que “DEUS NOS CONCEDA UM TEMPO NOVO”. Um tempo de alegria e bênçãos. Nossa proposta de súplicas visa alcançar a verdadeira esperança, uma nova época com nosso Senhor Jesus Cristo. Só conseguiremos sendo seguidores do Mestre.
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Voltando a família, muitas vezes percebemos, somos egoístas, pedimos o que não precisamos, por quê? Podemos resolver com nossas próprias forças, chegaremos a solução.”Concertar e não esperar sempre cair do Céu”, é solução? Precisamos olhar para Cristo como nossa nova esperança, entregar totalmente nossas vidas ao Mestre Ele é o caminho! Podemos dizer com toda firmeza “O SENHOR SEMPRE ESTÁ AO MEU LADO”.
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Poeticamente poderíamos dizer: esta vida é linda! Que o nascer do sol é esplendoroso nos mostra a presença de Deus! O cuidado do Senhor é diário! Porque não olharmos o nascer da lua? Coisa mais linda! Haverá na natureza outra tão bela? O nascer da Lua “quase nos obriga a sorrir”, nos deixa extasiada. Eu diria que o sol mostra poder! A lua a alegria! Ali está Deus!
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Em Salmos cap.119,28 diz assim: Este é o dia que o Senhor fez. Precisamos urgentemente andar com sorrisos em nossos rostos, chega de tristeza, somos criaturas de Deus! Deus é Poder inabalável, impar, que nos faça sentir que estes “sorrisos” serão maiores que a Lua. Glória a Deus nas alturas! O todo Poderoso!
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Não podemos deixar de considerar que existem problemas considerados normais em nosso viver e, precisamos tratá-los com carinho sabedoria e paciência. Temos que lembrar sempre, o pecado existe, mas nunca poderá tirar nossas forças e nos destruir. Neste momento precisamos entregar ao Senhor nossos caminhos, viver com Ele temos o correto caminho da felicidade, estaremos restaurados, prontos para uma constante comunhão com O Senhor. Repetindo a “VERDADEIRA ALEGRIA E NOVA ESPERANÇA EM NOSSO VIVER ESTÁ NO SENHOR” Contemplar a alegria do Senhor da Glória, que só tem “maravilhas” para nos oferecer.
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Ele perdoa seja qual for o seu pecado confessado. Deus tem imenso prazer em ver o homem alegre e feliz, Ele o criou para isto! Deu conta com nossa alegria, conta com o anunciar a Salvação por nossa parte, alcançando os que estão cansados e oprimidos. Precisamos terminar mais uma vez com o belo “convite” de Cristo. “VINDE A MIM TODOS OS QUE ESTÁIS CANSADOS E OPRIMIDOS E EU OS ALIVIAREI”, (Parte a. Mt. 11). Que o Senhor da bondade do perdão ouça e receba nossas orações. “QUE O NOVO TEMPO DE ESPERANÇA”, chegue para os irmãos, como solução, incentivo para uma vida de “PAZ!”.

Diác. Rilvan Stutz










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