Versículo do Momento

LEIA A BÍBLIA

domingo, novembro 13, 2011

FOME OCULTA

=CUIDANDO DA SAÚDE







===================Rede de Divulgação


Estamos vivendo a era da velocidade: ganhar tempo é a expressão de ordem e todas as situações da vida entram no ritmo frenético de um século desesperado pelo esticar das horas. Com a alimentação não é diferente: sem tempo para almoçar, surgem os lanches; sem tempo para cozinhar, aparecem os salvadores fast-foods, sem tempo para se alimentar, há quem se contente em “estar de barriga cheia”...
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Nem sempre peso adequado é sinal de boa alimentação; da mesma forma, um obeso pode sim estar subnutrido. É nesse contexto que se encontra a fome oculta. Todos nós precisamos de nutrientes que nos protejam de doenças e possibilitem a manutenção da vida, porém muitas vezes a alimentação diária pode estar tão desequilibrada que haverá uma redução gradual e silenciosa desses componentes. Para alguns grupos de indivíduos os riscos de surgimento da síndrome são maiores, são eles: crianças, gestantes, idosos e praticantes de exercício físico, pois as necessidades nutricionais estão aumentadas e podem não ser atingidas, sobretudo, devido aos maus hábitos alimentares.
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O grande perigo da fome oculta está justamente no fato de não haver sinal clínico de alerta explícito. O indivíduo pode apresentar fraqueza, irritabilidade, insônia, déficit de concentração e diminuição do rendimento escolar e produtividade no trabalho, além de estar mais vulnerável a doenças pela diminuição da resposta imunológica, porém diferentemente da fome que aparece na mídia, o indivíduo que apresenta fome oculta pode até manter peso e altura normais, o que dificulta a percepção da necessidade de mudanças de hábitos.
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Manter uma alimentação saudável significa equilibrar quantidade e qualidade, sem abandonar o prazer de comer bem. Procure um nutricionista! Somente uma avaliação individualizada pode retratar seu estado nutricional. Alimente-se bem! Uma vida saudável depende de uma boa alimentação!











Igreja Presbiteriana do Brasil
O Blog "A Serviço do Senhor"
Diác. Rilvan Stutz "O Servo com Cristo"

Dra. Kilza Miranda - Dicas de Nutrição
Dra. Elaine Valdna Oliveira dos Santos

sexta-feira, novembro 11, 2011

A ÉTICA DE CRISTO E A ÓTICA LEGALISTA

EDIFICAÇÃO






==================== Rede de Divulgação



Jesus nos ensinou que o mais importante da lei é a justiça, a misericórdia e a fé. Tiago, como para não deixar dúvidas a respeito de qual é a finalidade esse
ncial do viver cristão, acrescenta que a misericórdia triunfa sobre a justiça. Mas não tem sido assim na igreja cristã. É a contradição e a incoerência que têm nos caracterizado. Pregamos paz e fazemos guerra. Falamos da graça, mas vivemos sob as leis determinadas por nossas tradições, concílios, encíclicas, convenções, regulamentos, regimentos, normas e princípios que muitas vezes invertem a lógica de Tiago e fazem o juízo ser maior que a misericórdia.
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PODE OLHAR, MAS NÃO PODE TOCAR...
Que igreja desejamos? Que igreja estamos perpetuando? Qual o nosso real critério de avaliação? Precisamos refletir sobre que tipo de ética tem norteado a nossa tomada de decisão frente aos problemas do cotidiano que de a muito escaparam do maniqueísmo do certo ou errado, bom ou ruim, céu ou inferno, justo ou pecador.
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Enquanto buscamos uma santidade apenas exterior baseada em não tocar, não provar, não manusear, outros estão com rapina, ódio, preconceito, ganância, cobiça, violência, indiferença, falta de perdão e arrogância em seus corações sem serem incomodados. Coamos mosquitos e engolimos camelos. Em um diálogo do filme “Advogado do Diabo”, o personagem de Al Pacino nos deu uma profunda radiografia da santidade cristã baseada em proibições: “Pode olhar, mas não pode tocar. Pode tocar, mas não pode provar. Pode provar, mas não pode gostar...”
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O espírito farisaico e legalista sempre existiu. O profeta Isaias, setecentos anos antes de Cristo, já advertia que “este povo honra-me com os lábios, mas seu coração está longe de mim e o seu temor para comigo consiste só em mandamentos de homens que maquinalmente aprenderam”. Este espírito se enraizou profundamente no imaginário religioso, mesmo a igreja cristã assume os mesmos moldes e os mesmos valores farisaicos contra os quais Jesus sempre lutou.
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Até hoje nós seguimos uma ética legalista baseada em mandamentos morais e sociais que não podem ser ultrapassados. No entanto, esta não era a ética que Jesus seguia. Sua ética era eminentemente compassiva sem perder de visa o que é essência na palavra de Deus.
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ESTA ÓTICA LEGALISTA NÃO ESTÁ PRESA AOS TEMPOS PASSADOS. NÓS TAMBÉM A SEGUIMOS.
Vemos isto claramente no capítulo oito do evangelho de João. Nele a mulher adúltera, pega em pleno ato, é levada a Cristo para que ele dê o veredicto. A lei a este respeito era absolutamente clara: quem fosse pego em adultério deveria morrer apedrejado, tanto o homem quanto a mulher. Não havia espaço na lei para a misericórdia, ela apenas impunha a punição. Não havia nenhuma ressalva em relação à qualificação dos executores da pena; qualquer pessoa, por pior que fosse, tinha o direito de apedrejar aquele que fosse pego em adultério, era uma garantia da lei.
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Pela ótica legalista, Jesus só poderia tomar duas atitudes: ou denunciar a ausência do homem que também pecou e, portanto, também deveria ser punido, ou orientar que trouxessem também o adúltero para que ambos fossem apedrejados e mortos, cumprindo assim a justiça que havia na lei. Esta ótica legalista não está presa aos tempos passados, nós também a seguimos. Por conta da nossa ótica legalista, muitos homens e mulheres estão “orando” pela morte de seu cônjuge para por fim a um casamento infeliz, outros estão começando casamentos fadados ao fracasso para não ficarem “abrasados” e uma multidão está vivendo na hipocrisia de uma santidade de aparências, visto que nós fazemos da aparência a medida de todas as coisas.
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A VIDA SE DESENVOLVE EM DIMENSÃO EM QUE TODOS NÓS NECESSITAMOS DA MISERICÓRDIA DE DEUS.
Jesus fez algo totalmente fora dos padrões da ética legalista. Para surpresa de todos, ele sacou, como que da manga, um argumento que nada tinha a ver com a lei do adultério e mostra que muito além dos reducionismos morais e dos maniqueísmos sociais a vida se desenvolve em uma dimensão em que todos nós necessitamos da misericórdia de Deus: “Atire a primeira pedra, aquele que não tiver pecado”.
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A ética compassiva de Cristo nada tem a ver com a ética relativista moderna, em que cada um tem a sua própria ética e o que é certo para você pode não ser para mim. Muito pelo contrário, ela leva em conta as circunstâncias individuais e o momento histórico, mas repousa nos valores absolutos da fé e do amor ao próximo, portanto, transcende à visão individualista e egocêntrica que permeia o presente século. Ela é contextualizada sem ser permissiva. Ela é contemporânea justamente por ser atemporal.
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ELA É HUMANA, EXATAMENTE POR SER DIVINA.
Precisamos desta ética, precisamos vivê-la, experimentá-la, não apenas para nós, e nossos erros, mas também para o outro, pois aquele que julga sem misericórdia também será julgado sem misericórdia. Precisamos entender que a vida não é apenas um amontoado de regras em que classificamos o certo e o errado, mas, antes, é surpreendente nas nuances, incongruências, contradições e ambigüidades em que estamos envolvidos.
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Sejamos éticos como Cristo foi este é o princípio da santidade que agrada ao Senhor.









Igreja Presbiteriana do Brasil
O Blog - "A Serviço do Senhor"
Diác. Rilvan Stutz "O Servo com Cristo"

Pr. Denilson Torres - M. Fruto do Espirito


quarta-feira, novembro 09, 2011

DIREITOS HUMANOS, ESQUERDAS E DIREITAS

MENSAGEM





=====================Rede de Divulgação



Parece normal pensar que os políticos se dividem em dois grandes grupos: os da direita e os da esquerda. Entre os dois grupos, entretanto, encontramos políticos de centro, de centro-direita, de centro-esquerda etc.

Existe, todavia, uma classificação mais profunda e radical para dividir os políticos: aqueles que defendem e promovem o respeito a todos os direitos humanos, e aqueles que não defendem a dignidade de alguns direitos humanos.

A classificação dos direitos humanos, tal como a encontramos na Declaração Universal aprovada pelas Nações Unidas em 1948, pode parecer-nos extensa. Por isso mesmo, é possível que um grupo político não defenda plenamente um ou vários direitos humanos, ao passo que outro grupo político defenda mais um determinado grupo de direitos e menos outros direitos.

Existe um direito humano fundamental que não deveria ser esquecido em nenhum programa político (de direita, de esquerda ou de centro): o direito à vida.

A qualquer ser humano, só é possível ter participação na sociedade se a sua vida é respeitada, defendida, assistida, garantida e protegida em face de possíveis agressões. Os seres humanos se vêem privados de muitos direitos fundamentais quando não contam, ao longo da vida, com uma segura proteção de sua integridade física.

Na hora de dar valor a qualquer programa político, o foco principal deve incidir sempre sobre os direitos humanos e, de modo particular, sobre o direito à vida.

Uma vez que a vida se inicia com a fecundação e termina com a morte, qualquer grupo político que pretenda garantir um mínimo de justiça é chamado a defender, em seus programas, o respeito a essa vida, sem discriminações que surjam por questões de raça, saúde, herança genética, nacionalidade ou situação econômica.

Antes de averiguar se um candidato ou um partido é de direita, de centro ou de esquerda, devemos nos perguntar se, de fato, ele estará disposto a promover, por meio de medidas concretas, os direitos humanos fundamentais, especialmente o direito à vida. Só assim merece ser escutado, votado e mantido.

Só assim poderemos esperar que cumpra, no caso de uma vitória eleitoral, com os seus deveres básicos em relação a cada um dos seres humanos que integram parte de um estado, o qual terá dado um passo imprescindível para chegar a ser autenticamente democrático e justo.











Igreja Presbiteriana do Brasil

O Blog - " A Serviço do Senhor "
Diác. Rilvan Stutz "O Servo com Cristo"

Adaptçaõ por Diác. Rilvan Stutz
Fernando Fernando Pascoal P. Família

domingo, novembro 06, 2011

O PÃO DA DISCÓRDIA

==EDIFICAÇÃO





==================Rede de Divulgação



Conta-se a história de um casal que estava completando bodas de diamantes, sessenta anos de união. Devido à idade dos velhinhos uma TV local resolveu fazer uma entrevista com o casal para saber o segredo da longevidade do seu casamento. Sem querer permitir que a resposta de um influenciasse o outro, os produtores do programa resolveram entrevistar cada velhinho separadamente para que cada um desse uma resposta espontânea sobre as causas da longevidade do casamento.

Para fugir do óbvio, os dois velhinhos foram instruídos a citar outras qualidades além do amor, pois era óbvio que sem amor o casamento sequer existiria.

O primeiro a ser entrevistado foi o esposo que, perguntado sobre quais seriam as grandes qualidades que ele cultivou e que fizeram com que o seu casamento fosse duradouro, não titubeou e respondeu:

- Não tenho dúvidas, as grandes qualidades são generosidade e dedicação. Por exemplo, eu adoro comer o bico do pão, aquela parte mais durinha, mas desde que casei abri mão deste prazer, eu sempre deixo o bico do pão para a minha esposa. Generosidade e dedicação fizeram com que nosso casamento durasse tanto.

Em seguida a esposa entrou no estúdio para também gravar seu depoimento. A entrevistadora lhe fez a mesma pergunta: “Quais as grandes qualidades que você cultivou para que o seu casamento fosse um sucesso?”. Ela respondeu, também sem pestanejar:

- As qualidades que eu aprendi a cultivar nesses sessenta anos de convivência foram a tolerância e o perdão. Por exemplo, eu odeio o bico do pão, mas o meu marido, egoisticamente, deixa sempre o bico do pão para mim. Para não haver desavença eu me submeto a comer algo que não gosto.

A história é fictícia, mas a nossa parábola encerra lições valiosas para a vida a dois, sejam casais, namorados, noivos, amigos ou família:

1ª. Lição – Relacionamentos duradouros não são sinônimos de relacionamentos felizes, muitas vezes pequenas mágoas vão se acumulando ao longo do tempo de tal forma que não justificam por si só a separação, mas que vão, pelo seu acúmulo, criando um abismo criando uma união baseada em conveniências;

2ª. Lição – Pequenas frustrações podem ser como um grão de areia que sozinho pode não incomodar, mas somando-se a outros tem o potencial de criar uma imensa montanha de ressentimentos. Muitos relacionamentos estão passando pela mesma situação, onde um pensa estar fazendo o certo, mas na realidade está ferindo de morte o outro;

3ª. Lição – Aceitar as coisas sem expor aquilo que lhe magoa é o pior caminho para a resolução de conflitos, pois alimenta ressentimentos e acumula mágoas e pode até ser injusto, o outro pode nem sequer ter consciência do prejuízo que está causando;

4ª. Lição – Amor, perdão, generosidade, dedicação e tolerância são fundamentais para um casamento duradouro, mas um casamento feliz necessita de mais um ingrediente: diálogo. Sem diálogo não há como conhecer o outro, não há como saber o que precisa melhorar. Sem diálogo o casal torna-se uma confraria de estranhos que vivem juntos, mas que, por mais que se esforcem, jamais poderão fazer deste relacionamento uma união feliz.

O casal da nossa história aparentemente tinha tudo para ser feliz, mas sofria por falta de diálogo. Ele se punia privando-se daquilo que lhe trazia prazer porque não teve o cuidado de perguntar à sua esposa do que ela gostava. Ela se submetia a algo que detestava porque não falava para seu esposo sobre o que a incomodava. Ele se julgava generoso e dedicado, ela o achava simplesmente egoísta.

Nos dias de hoje, quando o casal trabalha fora, chega cansado, assiste TV e vai dormir. Pouco tempo sobra para o diálogo e quando acontece fala-se dos filhos, das finanças, da família, mas pouco se conversa sobre o relacionamento a dois, sobre as necessidades de cada um e renovar o compromisso do casal. Deste modo, muitas vezes o relacionamento vai sendo minado aos poucos e a separação pode ocorrer de forma até surpreendente.

Esta reflexão é um convite para o diálogo, quando foi a última vez que vocês conversaram sobre o relacionamento sem que isto significasse uma briga, uma discussão, uma mágoa?

Abra espaço para o diálogo. Este é o primeiro passo para um relacionamento restaurado e feliz.












Igreja Presbiteriana do Brasil
O Blog - "A Serviço do Senhor "
Diác. Rilvan Stutz - "O Servo com Cristo"

Pr. Denilson Torres-M.Fruto do Espírito