Versículo do Momento

LEIA A BÍBLIA

quinta-feira, setembro 15, 2011

O AMIGO DE CRISTO

EDIFICAÇÃO







O sal é certamente bom; caso, porém se torne insípido, como restaura-lhe o sabor? Nem presta para a terra, nem mesmo para o monturo; lança-o fora. Quem tem ouvidos para ouvir, ouça. Lucas 14: 34-35.

Deus tem convocado seu povo para sermos verdadeiro: “o sal da terra e luz do mundo”. Antes de pensarmos no sal e na luz, nos preocupemos um pouco com o nosso viver no dia a dia.

Não temos correspondido! Sabemos muito bem das nossas fraquezas! Temos olhado para Cristo como devemos?

Precisamos lembrar que “amigo” é aquele que não falta nunca e, principalmente se falando de Jesus Cristo. Este é o verdadeiro amigo, acima de qualquer coisa.

Com todas nossas fraquezas reconhecidas, nossas falhas, mas só o Bom Amigo Jesus Cristo, sempre estará ao lado dos seus, ao lado dos seus servos.

Sempre pronto para nos ensinar melhores caminhos. O ser amigo e fiel a Jesus Cristo, sempre será a melhor solução e acima de todas as coisas.

Se enfrentamos muitas dificuldades, saberemos que a razão, é porque estamos frágil. O fracasso poderá ser nossa pouca fé em alguns momentos da vida. Isto é perigoso, pois satanás nos rodeia.

O inimigo sempre vai tentar nos tirar do bom e saudável caminho. Felizmente temos Jesus Cristo e andamos com Ele. Por outro lado o cuidado se faz necessário, precisamos estar atentos, o inimigo é sutil, ardiloso, cheio de artimanhas.

Ele faz o "certo parecer errado, e o errado parecer certo". A bíblia nos alerta a estarmos atentos às astutas ciladas, são surpresas do malígno. Conversas inadequadas, e coisas semelhantes sempre nos separa de Cristo, nos enfraqueçe e caímos em tentações. Meditemos muito, e procuremos caminhos respaldados na Bíblia que nos leve a condutas saudáveis.

Gostaríamos de chegar a bíblia, o precioso Livro, que nos ensina tudo e, de tudo! Deste Livro, é o que precisamos neste momento, nos levará a alcançar forças chegando à felicidade ou bem deste momento "impar"! Aproveitemos e falemos um pouco dos ensinamentos do Livro de Lucas.

Lucas usa o sal como exemplo, lemos no texto abaixo que ele sem sabor não tem valor algum! Figuradamente para nossas vidas ele foi muito feliz, nos exorta para que em hipótese alguma, deveremos perder o sabor!

O texto diz assim: Lucas 14, 34. O sal é certamente bom; caso, porém se torne insípido como lhe restaurar o sabor? Neste versículo Cristo compara o crente “morno”, indolente que não calcula o preço de segui-lo, com o sal sem sabor.

Temos em Ap. 3.16, uma referencia sobre o ser “morno”. Na revelação Cristo diz: “Assim porque és morno, é nem és quente nem frio, estou a ponto de vomitar-te da minha boca". Na verdade, o crente fiel de ser estabelecido no reino e na comunhão com Deus (Sl. 27; 4).

Outro texto muito edificante nos mostra o segundo livro de Timóteo, onde nos fortalecemos e nos alegramos com tamanha promessa!

II Tm 3:11-12, diz: “Fiel é esta Palavra: se já morremos com Ele, também viveremos com Ele; se perseveramos, também com Ele reinaremos; se o negamos, Ele por sua vez nos negará; se somos infiéis, Ele permanece fiel, pois de maneira nenhuma pode negar-se a si mesmo”.

O versículo nos mostra a perseverança do crente na caminhada com Cristo em amar e salvar. Entretanto, é a imutabilidade de Cristo que da base para a firmeza do crente.

A fidelidade de Deus em cumprir suas promessas de misericórdia está viva! Vemos isto lá na epístola do Apóstolo Paulo aos Romanos, 3:8; 29-32 e 1Jo 3:20. São as confirmações através da Palavra.

Cristo é nosso melhor amigo! Ser fiel é realmente tê-lo como amigo! É difícil ser totalmente fiel, isto é a conseqüencia de nossas fraquezas. Muitas vezes e principalmente em nossos dias, as dificuldades nos ultrapassam.

Mas pela Graça do Pai, possuímos a Palavra que nos ensina o caminho que devemos andar, assim temos a proteção perfeita e Divina. Lembramos também que Jesus está ao nosso lado, mas precisamos merecer reconhecendo nossos fracassos.

O importante é "NOSSA CONFISSÃO" nos colocando aos pés de Cristo confessando. Afastar tudo aquilo nos condene perante ao Nosso Senhor Jesus Cristo e, isto é necessário é urgente em nossa conduta. Assim estaremos alcançando uma comunhão sincera perante ao Senhor.

O verdadeiro cristão precisa encontrar forças para estar sempre pertinho da Palavra de Cristo. Supliquemos ao Senhor da glória que nos conduza sempre pelos seus caminhos, pois sendo sendo fiel ao Senhor com certeza seremos recompensados com "bençãos e bençãos.

Vamos usar o que de graça nos concedeu o Pai. Caminhemos com Cristo e seremos o “sal da terra, o verdadeiro amigo de Cristo”.



















Igreja Presbiteriana do Brasil
O Blog - "A Serviço do Senhor" Diác.
Rilvan Stutz "O Servo com Cristo!"
Catedral Presbiteriana do Rio de Janeiro

terça-feira, setembro 13, 2011

VOZES JOVENS DIZEM A VERDADE SOBRE A VIDA HUMANA NAS NAÇÕES UNIDAS

NOTÍCIAS PELO MUNDO







Nova York, 29 de julho de 2011 (C-FAM). As vozes entusiasmadas da juventude pró-vida de todo o mundo se impuseram nos eventos da Reunião de Alto Nível sobre a Juventude nesta semana nas Nações Unidas, atraindo a atenção tanto de funcionários como de delegados da ONU.
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Para grande desgosto dos que mandam, os jovens pró-vida dominaram grande parte dos debates durante a Conferência das Nações Unidas sobre a Juventude. Apesar da ONU ter tentado excluí-los, até o ponto de retirar o convite a quem já fora admitido, ainda assim os pró-vida fizeram ouvir sua voz. Tenha a certeza de que esta geração de líderes a favor da vida é simplesmente assombrosa.
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“Estou sempre cruzando com estes pró-vidas, eles estão por todos os lados. De fato a maioria das pessoas que entrevistei são pró-vida”, disse a um membro da Aliança Internacional da Juventude, uma jovem que trabalha para o Fundo de População, enquanto entrevistava os que assistiam à conferência.
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“Nós (os membros da Aliança Internacional da Juventude) éramos a metade, se não mais, dos jovens que de fato estavam na conferência”, disse ao jornalista da Friday Fax um participante da Aliança. “E qualquer pessoa que falava contra nós, e contra nossa mensagem sobre a vida humana, era adulta, não jovem”.
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Quando um jovem assistente à Conferência da ONU sobre a Juventude realizada esta semana se colocou em pé para formular uma pergunta e se identificou como membro de uma ONG pró-vida, o moderador do evento informou que o painel não estava interessado em ouvir seu ponto de vista. Tal desinteresse no debate com os jovens caracterizou a reunião final do Ano Internacional da Juventude das Nações Unidas, intitulada “Diálogo e entendimento mútuo”.
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Semanas antes da conferência, os organizadores obrigaram as ONGs a se limitarem mandar cinco jovens, apesar de muitos deles já terem recebido suas cartas de admissão e organizado suas viagens.
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Um representante do Programa da ONU para a Juventude disse a Friday Fax que, uma vez que mais de 1200 jovens se haviam inscrito para a conferência, os organizadores se viram obrigados a limitar a afluência e participação por causa da falta de espaço e por razões de segurança.
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Durante a primeira manhã, muitos jovens se apresentaram para se credenciar, com cartas de admissão nas mãos, só para serem dispensados. O que é pior, a sala da Assembleia Geral permaneceu vazia a maior parte da conferência.

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Muitos dos jovens assistentes mostravam-se desapontados diante do escasso público e participação da juventude. Em seu discurso de abertura, o secretário geral Ban Ki-Moon perguntou à plateia se era possível fazer-se mais pela juventude. Sua pergunta foi respondida com um sonoro “sim” do grupo presente. Não obstante, muitos sentiram que a ONU só falava aos jovens da boca para fora.
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Frequentemente os moderadores dos eventos paralelos não deixavam tempo para interação entre os apresentadores e os jovens. Num destes eventos, que abordava o HIV e a AIDS, intitulado “Fogo cruzado: um diálogo entre jovens líderes e dirigentes políticos”, cinco jovens foram pré- selecionados e lhes deram as perguntas escritas. Em muitas reuniões, só falaram ministros e chefes de estado, enquanto os jovens assistentes só escutavam.
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A maioria dos temas da juventude debatida na conferência referiu-se à agenda dos “direitos e da saúde sexual e reprodutiva”. O Fundo de População da ONU patrocinou nove eventos paralelos, muitos dos quais se concentraram na promoção dos “direitos sexuais” dos jovens como a educação sexual integral e a abolição das leis de consentimento paterno, assim como também a anticoncepção e a despenalização do aborto.
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Quando os defensores dos direitos e da saúde sexual e reprodutiva enfrentaram as perguntas dos jovens conservadores e pró-vida, simplesmente as ignoraram. Durante uma reunião patrocinada pelo Y-PEER, ramo jovem do Fundo de População, um jovem assistente citou dados da Organização Mundial de Saúde (OMS), que revelam um incremento de 190% no risco de contrair câncer de mama para mulheres que usam anticoncepcionais orais durante ao menos dois anos antes da idade de vinte e cinco anos.
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A esmagadora presença da juventude a favor da vida e da família contrastou fortemente com a agenda dos direitos e da saúde sexual e reprodutiva promovida pelos funcionários das ONU que assistiram à conferência. A Aliança Internacional da Juventude, constituída na Conferência Mundial da Juventude, realizada no ano passado em Leon, México, emitiu a “Declaração da Juventude à ONU e ao Mundo”, que foi apresentada diante da Assembléia geral das Nações Unidas durante o debate de um painel temático de alto nível.
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A “Declaração da Juventude à ONU e ao Mundo” da Aliança Internacional da Juventude foi apresentada segunda feira, na sessão da Assembléia Geral. O manifesto, que se compõe de oito princípios baseados na dignidade da pessoa, foi recebido com aplausos por jovens da ONG que estavam na galeria.
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Além de participar dos eventos oficiais desta reunião de alto nível, os membros da Aliança patrocinaram um “Dia de formação para jovens”, liderado por um grupo de reconhecidos oradores norte americanos (muitos deles jovens) que se apresentaram diante de um público de mais de 100 jovens e membros de organizações não governamentais.
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“Os jovens pró-vida que participaram dos painéis interativos da conferência e dos debates falaram com muita paixão, sem olhar para as anotações, mas olhando-nos aos que estavam na platéia. Os outros (aqueles que trabalhavam para organismos da ONU e organizações afins) mostravam-se aborrecidos, como se quisessem ir embora e acabar com isso... não estavam totalmente engajados”, explicou para Friday Fax outro jovem participante.
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A Aliança Internacional da Juventude também patrocinou um evento apresentado pela Missão da Santa Sé ante a ONU, que expôs uma perspectiva da juventude centrada na dignidade e na vida vivida em verdadeira liberdade, em lugar de uma existência conduzida por paixões egoístas.
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“Os jovens tem muito mais em suas cabeças do que sexo. Nossos jovens estão necessitados do estímulo de uma vida de verdadeira grandeza”, explicou uma das apresentadoras, a ex-participante do programa norte americano America's Next Top Model, Leah Darrow. Seu incentivo tanto para a juventude como para os delegados se uniu ao de Kristan Hawkins, de Students for Life of America, ao de Meghan Knighton, do Catholic Near East Welfare Association e ao de Jeffrey Azize e Michael Campo, produtores do documentário “The Human Experience” (A Experiência Humana) que foi aclamado pela crítica.
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Os apresentadores criticaram os que pintam o futuro da juventude com pinceladas sombrias e insistiram que a chave para fazer realidade a dignidade humana é desafiar a juventude e a sociedade em seu conjunto para que vivam uma vida virtuosa.
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O arcebispo Francis Chillicatt disse ao Friday Fax: “Os jovens participantes expuseram magnificamente o importante papel da juventude na transformação da sociedade e da cultura atual através dos valores evangélicos. Seu testemunho pessoal de vida cristã é o tipo de legado que deve ser deixado para as gerações futuras”.

Por Lauren Funk e Nicholas Dunn
________________________________________Fonte: Friday Fax 29/07/2011 Vol. 14 n.33 - http://www.c-fam.org/


















Igreja Presbiteriana do Brasil
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Diác. Rilvan Stutz "O Servo com Cristo!"
Por Lauren Funk e Nicholas Dunn
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domingo, setembro 11, 2011

DESPREZO É O QUE MAIS RÁPIDO MATA!

OPINIÃO - NOTÍCIAS







A bissexualidade não incomoda! O que incomoda é a esquizofrenia e as neuroses, ou seja, a monos sexualidade é permissível. A bissexualidade é doença. Eu estou tentando escrever, não apenas em português, mas em outras línguas também, traduzir o artigo acerca de neurose homossexual.
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Aos 33 anos de idade tratei de dois pacientes que evoluíram bem não apenas das moléstias mentais que traziam em seu bojo, como da bissexualidade que apresentavam. Esse trabalho foi editado pela Associação Paulista de Medicina. Em 1993 fui alvo de um jornalismo que me tentou taxar de charlatão ! Pensei em fato que esse trabalho fosse originariamente meu. Aos cinqüenta anos de idade, em 2004, lendo " O mundo como vontade e representação " de Arthur Schopenhauer, percebi que a maior parte do livro dele era a minha idéia.
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Descartes, Schiller, Spinoza, Aristóteles foram confessos em escrever que não houveram conseguido fazer a união entre o corpo e a alma. A UNIÃO DO PENSAMENTO COM O SENTIMENTO só serve para destruir nossos DESEJOS que provém do inconsciente e dos quais não temos a menor possibilidade de racionalizar ou compreender. Mesmo assim, o raciocínio requer arranque mental incompatível com o débil mental.
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Todos os grandes jornais têm ciência de que o tratamento para pessoas com esquizofrenia ou neurose homossexual é exeqüível de ser feito. E negam a sua divulgação. Mesmo sabendo que uma boa parte da população com T.O.C, Neuroses, Histerias de Conversão, Síndrome do pânico, esquizofrenia, que fazem com que as pessoas fiquem dependentes de drogas lícitas e ilícitas que o tratamento possibilita.
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A bissexualidade já era tida por como sendo sinônimo de esquizofrênico, sem que e contudo ele tivesse feito um tratamento já que ele mesmo era portador. Leonardo Da Vinci, Oscar Wild, São Paulo, Ludwig Wittgenstein Fui atacado por um grupo gay da Bahia, mas espero que consigam entender, um dia, que o objetivo é tratar doenças mentais que apresentam como SINTOMA o desejo homossexual.
















Igreja Presbiteriana do Brasil
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Diác. Rilvan Stutz -"O Servo com Cristo!"

Membro Shvoong - Professor da UFRJ
Dr. Magnus Campos Amaral Cientista

quinta-feira, setembro 08, 2011

PORQUE (NÃO) ENSINAR GRAMÁTICA NA ESCOLA

EDUCAÇÃO





O PAPEL DA ESCOLA É ENSINAR LÍNGUA PADRÃO
Não aprender ou aprender e não usar o dialeto padrão tem a ver em grande parte como valores sociais predominantes e com estratégias escolares. O ensino da variedade padrão só é grave quando é ensinada a quem não o fala usualmente; o problema é a imposição a um grupo social valores de outro grupo.
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Pode-se extinguir a produção de textos literários na escola, propiciando-se assim, leitura produtiva de textos variados. Digo que para a melhoria do ensino é necessário uma revolução, uma mudança na concepção de língua, perceber a diferença entre falar e escrever. A maioria dos atuais lingüistas aceita que o falar é o fundamental e que a linguagem escrita é secundária e derivada, pois, as linguagens escritas resultam da transferência da fala para um meio secundário, ou seja, visual.
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Saber distinguir os processos de aprendizagem é tarefa fundamental para um professor de línguas, para não cair na didática tradicional explorando apenas os reflexos condicionados não dando chance para a criatividade e evolução do aluno. Para afirmar a concordância com o capítulo acima sintetizado é necessário que se entenda por criatividade, a capacidade que as pessoas têm de construir e de entender, na língua-mãe, número indefinido de sentenças que jamais ouviram e que, talvez jamais tenham sido enunciadas.
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NÃO HÁ LINGUAS FÁCEIS OU DIFÍCEIS.
Foi descoberto que as ditas línguas primitivas têm semelhanças estruturais às línguas consideradas civilizadas, portanto, não é correto afirmar que há línguas primitivas; considerando-se ainda que, todas as línguas são estruturas de igual complexidade, infere-se que, o que há são línguas diferentes, prova deque uma língua não tem maior complexidade que outra. Concordo com o assunto, buscando subsídios no comparativo entre uma criança que nasce no Brasil aprende a língua entre dois ou três anos e as crianças que nascem por todo o mundo, pois, levam a mesma média para aprender suas línguas, independentemente de sua suposta complexidade, tendo-se a mesma análise para os dialetos.
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TODOS OS QUE FALAM SABEM FALAR
Aprova que as crianças sabem falar é que elas falam o dia inteiro, falam é lógico o dialeto do lugar onde vivem para termos esta análise é necessário que a idéia de erro não seja o critério social. Para saber falar é necessário saber uma língua e sua gramática, entretanto, não significa saber as regras gramaticais decoradas, e sim internalizadas, saber entender frases, pois ao entendê-las provamos o domínio da estrutura da língua. Justificando agora minha opinião em favor do autor devo salientar que ele deixa claro que o objetivo da escola é ensinar o padrão e nisso as escolas têm ainda muito afazer, como é o caso da leitura, da escrita e reescrita de textos, interpretação e aperfeiçoamento da metodologia de ensino para eu estes trabalhos possam ser mais bem executados.
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NÃO EXISTEM LÍNGUAS UNIFORMES
Para se ter uma visão mais adequada do fenômeno da linguagem é necessária saber que todas as línguas variam e que cada variedade lingüística está diretamente ligada à variedade social, justificando-se assim as diferenças da fala através dos fatores internos e externos.
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NÃO EXISTEM LÍNGUAS IMUTÁVEIS
Todas as línguas mudam. Nem mesmo o latim foi uma língua imutável, tendo vindo de outras línguas. O autor sugere que algumas formas coloquiais sejam consideradas padrão e outras, hoje no padrão, por sua vez, sejam consideradas arcaicas, uma vez que não são mais usadas no cotidiano. Acho um pouco extremista esta idéia, pois, os exemplos usados (como padrão) pelo autor são perfeitos para o escrito padrão, porém acredito que os termos citados (hoje coloquial) possam ser usados naturalmente em qualquer variedade da línguas em sê-los considerados “erros”, porém, concordo quando o autor defende a hipótese de não ensinar as formas raras e arcaicas, pois, creio que tais formas não contribuam de maneira direta no falar e escrever atual.
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Achamos que pessoas de diferentes classes sociais, regiões do país falam tudo errado, mas não percebemos que na maioria dos casos falam exatamente como nós, a diferença está nas características da fala que apesar de serem poucas, chamam mais a nossa atenção; uma prova disto é a diferença de pronúncia. O que se passa neste capítulo é a tentativa de provar que mesmo os que falam errados não erram tudo e sim o que falta é o domínio da língua padrão.
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As semelhanças da fala de uma variação da língua e outra são bem maiores que as diferenças. Não é necessário ensinar aquilo que já se sabe. É desnecessário aprender a elaborar planos de cursos, com objetivos, estratégias como são apresentados nas faculdades ou nos cursos de magistérios, sendo sugerido um bom levantamento do conhecimento prático de leitura e escrita que os alunos já atingiram e daí fazer um levantamento do que lhes falta aprender.
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ENSINAR LÍNGUA OU ENSINAR GRAMÁTICA
Em muitos lugares do mundo não há gramáticas codificadas e se fala sem elas: os gregos não tinham uma gramática; foi escrito e falado muito antes de existir a primeira gramática grega. Um dos grandes problemas para não se ensinar gramática na escola está nos exames vestibulares e outros teste que são preparados com grande ênfase na gramática, entretanto, estes testes são preparados por professores que podem reestruturar suas provas de maneira mais interessante, como a gramática aplicada em textos.















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Prof. Possenti-Prof. Sirio-Membro Shvoong