Versículo do Momento

LEIA A BÍBLIA

domingo, fevereiro 06, 2011

"MALDITO HOMEM QUE CONFIA NO HOMEM"

EDIFICAÇÃO



É fato que parte de um versículo bíblico virou ditado popular! Está entre o Povo! Usam a frase “MALDITO O HOMEM QUE CONFIA NO HOMEM!" De forma esdrúxula, sem respeito algum! Jeremias Cap.17:5.

Não podemos deixar de concordar que chega ser assustador! Uma frase muito forte, para muitos aparece o resultado, podemos dizer que ela define alguns negócios entre o homem outros decidem pela força da frase.

Com toda certeza, para os menos entendidos é certo que usam a frase e nem sabem fazer parte de um versículo bíblico. Está na boca popular e não sabem de sua origem e significado real. O versículo do Profeta Jeremias (17:5. A).

Lembramos que logo a seguir ele fala: bendito o homem que confia no Senhor (v7). Começamos a entender que o Profeta se refere ao pecado da nação. Ora o Povo da época, ainda sob o jugo da Lei, tinha a fiança para proferir tal frase era válida na época.

Por outro lado quem tem certeza de sua confiança no Senhor não precisa “julgar o homem e nem temer coisa alguma!”O Profeta naquele exato momento sabia o que falava, referia-se ao pecado que engana e destrói, ninguém podia confiar em ninguém “visto por este ângulo o pecado”.

O Profeta tinha uma vida solitária era uma grande figura para o Povo. O Profeta falava do pecado produzindo a destruição era uma exortação para o Povo de Judá.

Estava muito bem preparado para usá-la no versículo e seu significado! O porquê desta expressão? Naquele momento o Povo vivia sob o jugo da Lei de Deus como já falamos. É bom lembrar o Povo vivia dias que antecediam a Vinda do Salvador Jesus Cristo.

O Profeta antecessor a Jeremias, Profeta Isaías, isto na ordem cronológica bíblica, foi o Profeta que mais anunciou a vinda do Salvador! Promessas e promessas já eram anunciadas para uma nova vida, a chegada do LIBERTADOR.

Quando Jeremias cita esta frase muitos não percebem que é o Poderoso Deus falando para ”o homem e seu pecado”, e não fazendo referencias do “Homem contra o Homem”.

Gostaríamos de ter melhor tempo para elucidar esta parte do versículo, vamos tentar ser mais claro sobre o momento de Jeremias nas suas revelações! As desencorajadoras circunstâncias sob as quais Jeremias trabalhou, e a extraordinária extensão em que a idolatria substituirá a religião revelada em Judá, são claramente refletidas nas profecias de Jeremias. Também vemos o reflexo da angústia Espiritual de Jeremias ocasionada por essa apostasia.

No versículo sete, ele já escreve desta forma: Bendito o homem que confia no Senhor, e cuja esperança é o Senhor. A salvação pertence totalmente a Deus, cujo Filho é o Autor e Consumador desta salvação e da nossa fé.(Hb. 12:2).

Nosso Deus resume todo O Seu poder no versículo 10 e somos levados a uma exortação “altíssima” e ao mesmo tempo “amorosa” olha pela humildade e submissão. Deus mostra que Ele é Deus mostra todo O Seu Poder! “QUEM É O HOMEM PARA DESCONFIAR DO HOMEM!”

Quando o Profeta Jeremias coloca o homem dentro desta frase e por motivo “o pecado” é tão somente porque ele sabia que o homem, não podia remir-se com suas próprias forças.

O pecado arruinou tanto a natureza, como a condição do homem, colocando-o em situação desesperadora, pois dela seus próprios esforços não podiam tirá-lo. É juridicamente impossível porque a lei divina requer a obediência.

Mesmo que o homem pudesse passar, a partir de hoje, a cumprir integralmente a lei de Deus, estaria apenas satisfazendo suas justas e retas exigências para o presente e o futuro; não haveria nenhuma “sobra” de obediência ou bondade para reparação do mal até então cometido, mesmo na hipótese infundada de uma “conta corrente” com a divindade.

Jesus Cristo é homem, no sentido mais absoluto e perfeito. O que se nos defronta no Novo Testamento, em toda a maravilha de Sua perfeição é uma verdadeira vida humana que ao mesmo tempo é a vida humana verdadeira.

Do mesmo modo, tão absoluto e claro, que a bíblia declara a humanidade de Jesus Cristo, também afirma Sua deidade (Jo 1: 1). A essência e a presença de Deus, seu próprio Ser manifestam-se através da palavra e das obras deste Homem.

Coloca Sua própria autoridade em paralelo com a autoridade de Deus e propõe à humanidade, leis que requerem justiça maior e mais profunda do que os Dez Mandamentos; sim, assume a terrível autoridade de pronunciar o juízo final dos homens (Mt 7: 21-23).

Com autoridade dizemos: “Bendito o homem que confia no homem!”. Sabemos esta é à vontade de Jesus Cristo! O homem precisa do homem! O homem não vive sem o homem! O homem é Criação de Deus!

Que o amor ao próximo à sanidade Espiritual, esteja modificando vidas! Que os exemplos de Cristo até Sua volta, ajude ao homem a confiar no homem! Haverá mais amor! Estas são palavras deste que escreve em dias de Jesus Cristo, até a Sua vinda! Amém.











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sábado, fevereiro 05, 2011

A BELEZA DE JESUS CRISTO

EDIFICAÇÃO




Em Cantares 5.16 lemos: "ele é totalmente desejável". Isso não pode ser dito a respeito de nenhum outro a não ser de Jesus Cristo. Qualquer outra grandeza é corrompida por pequenez, qualquer outra sabedoria é arrasada por tolice, qualquer outra bondade vem maculada por imperfeição. Jesus Cristo é o único do qual se pode afirmar que nEle tudo é amável e belo.

Sua beleza reside em Sua perfeita humanidade. Ele se identificou conosco em tudo, exceto com nosso pecado e com nossa natureza má. Ele teve de crescer fisicamente – como nós – mas Ele também cresceu na graça. Ele trabalhou, chorou, orou e amou. Em todas as coisas Ele foi tentado como nós, mas permaneceu sem pecado.

Como Filho de Deus, Ele entra em nossa vida no século XXI de maneira tão simples e natural como se tivesse morado em nossa rua. Ele é um dos nossos em tudo. Ele entra em uma vida cheia de pecado assim como um rio limpo e transparente lança suas águas em um lago parado. O rio não teme a contaminação, é ele que limpa o lago com sua força.

Cristo também possui perfeita compaixão. Pensemos apenas no "rebanho sem pastor" ou na viúva enlutada de Naim. Será que alguma vez você viu Jesus procurando pessoas que "mereciam" que Ele se compadecesse delas? Dele está escrito simplesmente que: "... compadeceu-se dela e curou os seus enfermos" (Mt 14.14b). Que glória reside em sua misericórdia! Naquela época significava contaminação á aproximação com os pobres leprosos, mas o contato com a mão de Jesus os curava e purificava.

A perfeita humildade de Jesus Cristo é extremamente amável. Ele, o único que poderia ter escolhido como desejava nascer, entrou nesta vida como um dentre muitos. Ele disse: "no meio de vós, eu sou como quem serve" (Lc 22.27b), e está escrito que Ele "deitou água na bacia e passou a lavar os pés aos discípulos e a enxugar-lhos com a toalha com que estava cingido" (Jo 13.5). E também está escrito que Ele "quando ultrajado, não revidava com ultraje" (1 Pe 2.23).

Jesus Cristo também possui perfeita mansidão. Como Ele é meigo, mas também fiel altruísta e devotado. Quando falou com a mulher calada, desesperada, depois que os seus acusadores foram se retirando um por um, toda a Sua amável mansidão se mostrou.

Até na hora da Sua morte, Ele ouviu o clamor de uma fé em desespero. Antigamente, quando os vencedores voltavam das guerras, traziam seus prisioneiros mais importantes como troféus de vitória. Para Jesus Cristo foi suficiente chegar ao céu trazendo a alma de um ladrão.

Finalmente, olhemos para Seu perfeito equilíbrio interior. Ainda poderíamos falar muito sobre Sua dignidade, sua varonilidade, sobre Sua coragem. Nele se unem traços de um caráter perfeito e formam um equilíbrio maravilhoso. Sua mansidão nunca é delicada demais, sua coragem jamais é bruta.

Ele não é totalmente desejável? Você quer aceitá-lO como Salvador pessoal e igualmente descobrir Sua glória? Ele próprio disse: "Em verdade, em verdade vos digo: quem crê em mim tem a vida eterna" (Jo 6.47).





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quinta-feira, fevereiro 03, 2011

FAMÍLIA E ENSINO SUPERIOR

EDUCAÇÃO




Durante o processo de integração no ensino superior, a família revela ter um papel crucial no modo como o jovem adulto percepciona e vivencia os novos contextos de desenvolvimento. Como referem Lopez, Campbell e Watkins (1988, referenciados por Silva & Ferreira, 2009) é reconhecido que a família representa um contexto susceptível de influenciar o desenvolvimento psicológico, social e emocional dos seus membros ao longo do ciclo de vida.

A família constitui-se o primeiro contexto de desenvolvimento e de socialização do indivíduo, influenciando pelas suas características relacionais, de crescimento e de manutenção, o processo de desenvolvimento psicossocial e de socialização do indivíduo.

A transição do estudante para o ensino superior é vista como uma tarefa de desenvolvimento familiar, com exigências ao nível das novas tarefas que todos os membros da família terão que enfrentar no sentido da promoção do funcionamento e do bem-estar do grupo e cada um dos seus membros.

A saída do estudante de casa para uma instituição de ensino superior provoca a necessidade de reorganização de todos os membros da família. Neste período de transição, a função familiar está relacionada com a disponibilidade para apoiar a adaptação ao novo contexto de vida e com a facilitação do processo de separação/individuação.

A autonomia crescente e um maior investimento nas relações interpessoais extras familiares por parte do estudante não pode ocorrer sem os ajustamentos familiares que suportam este desenvolvimento. Durante essa transição, a família, desempenha um papel essencial no que diz respeito à forma como o jovem adulto encara todas essas mudanças.

Os investigadores que têm abordado as questões do desenvolvimento do estudante universitário, segundo as várias perspectivas teóricas, sublinham a necessidade de o estudante possuir e desenvolver competências pessoais e sociais, essenciais de o estabelecimento e desenvolvimento de relacionamentos maturos e autênticos, relevantes para a consolidação da identidade e ajustamento.

Pascarella e Terenzini (1991; 2005) e Astin (1997), valorizam o relacionamento interpessoal com os agentes socializadores, sendo este considerado, por conseguinte, um indicador de ajustamento. Então, para que o estudante universitário se ajuste mais facilmente, deverá ter positivas percepções de si, elemento moderador de comportamentos pró-sociais.

O ambiente familiar afeta a adaptação dos seus elementos a novas situações e vice-versa, sendo estabelecida uma relação recíproca entre estas duas variáveis. As características pessoais, os objetivos de crescimento, as competências, as regras inerentes ao sistema e o bem-estar de cada elemento influenciam a relação do indivíduo com o seu meio. Por outro lado, os acontecimentos que ocorrem fora do clima familiar também interferem neste, nos recursos utilizados pelos membros da família para lidam com situações geradoras de stress.

Uma família coesa determina positivamente o funcionamento do indivíduo, a utilização de adequadas estratégias de coping, a boa percepção em termos de auto conceito e auto confiança e o desenvolvimento ao nível cognitivo e emocional. Um ambiente familiar adequado pode reduzir a ação stressante dos fatores externos e promover o desenvolvimento dos recursos sociais associados aos fatores extra familiares. Por conseguinte, a adaptação do jovem adulto é influenciada pelo funcionamento família.





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quarta-feira, fevereiro 02, 2011

MERCADEJADORES MODERNOS DA IGREJA

MENSAGEM






Deve ficar claro que os mercadejadores modernos da igreja não podem olhar para o apóstolo Paulo em busca de aprovação para suas metodologias ou reivindicar que ele foi o pai da filosofia que abraçaram.

Embora tenha pregado aos pagãos mais vis do mundo romano, Paulo jamais adaptou a igreja ao gosto da sociedade secular; ele não pensaria em alterar quer a mensagem, quer a natureza da igreja. Cada igreja que ele fundou tinha sua própria personalidade e seus próprios problemas, mas os ensinamentos de Paulo, sua estratégia e, acima de tudo, sua mensagem permaneceram os mesmos por todo o seu ministério. Seu instrumento de ministério, como verá no próximo capítulo, sempre foi a pregação — a proclamação direta da verdade bíblica.

Em contraste, a "contextualização" do evangelho em nossos dias infectou a igreja com o espírito desta época. Escancarou as portas da igreja para o mundanismo, para a superficialidade e, em alguns casos, para uma grotesca atmosfera de festividade.

Agora é o mundo que dita a agenda da igreja. Isto é claramente demonstrado em um livro escrito por James Davidson Hunter, um professor de sociologia da Universidade de Virgínia. Hunter pesquisou alunos nas faculdades e seminários evangélicos e concluiu que o cristianismo evangélico mudou radicalmente nas últimas três décadas.

Ele constatou que os jovens evangélicos tornaram-se mais tolerantes para com atividades outrora vistas como mundanas ou imorais, incluindo o fumar, fazer uso de maconha, assistir filmes de violência e pornografia e sexo antes do casamento.
Hunter escreveu: Os limites simbólicos que anteriormente definiam a propriedade moral do protestantismo conservador perderam sua clareza. Muitas das distinções que separavam uma conduta cristã da "conduta mundana" foram desafiadas, se não completamente aniquiladas.

Até mesmo as expressões mundano e mundanismo, em uma geração, perderam muito de seu significado tradicional... O significado de mundanismo certamente perdeu sua relevância para as gerações vindouras de evangélicos.

Aquilo que Hunter constatou entre os estudantes evangélicos é um reflexo do que aconteceu com toda a igreja evangélica. Muitos cristãos professos aparentam se importar mais com a opinião do mundo do que com a de Deus. As igrejas manifestam tanta preocupação em agradar os não-crentes, que muitas esqueceram que seu primeiro dever é agradar a Deus (2 Co 5.9). A igreja se contextualizou a tal ponto, que se deixou corromper pelo mundo. Por Todos os Modos Salvar Alguns.

O principal alvo de Paulo, em tornar-se escravo de todos, era que estes fossem salvos. Ele não tinha o objetivo de ganhar um concurso de popularidade. Não buscava tornar a si mesmo, ou o evangelho, mais simpático aos homens. Todo o seu propósito era evangelístico.

Charles H. Spurgeon, pregando acerca desta passagem, disse: Receio haver alguns que pregam com o propósito de divertir os homens. E, enquanto os ouvintes puderem ser reunidos em multidão, terem a coceira de seus ouvidos satisfeita e se retirarem contentes com o que ouviu, o pregador fica contente, cruza os braços e volta para casa satisfeito consigo mesmo.

Mas o propósito de Paulo não era agradar o público e reunir uma multidão. Se não os pudesse salvar, Paulo achava sem valor o mero interesse deles. A menos que a verdade lhes afligisse o coração, influenciasse suas vidas e os tornassem novas criaturas, Paulo teria ido para casa clamando: "Quem creu em nossa pregação? E a quem foi revelado o braço do Senhor?"

Observem meus irmãos, se eu, ou vocês, ou qualquer um de nós, ou todos nós tivermos passado a nossa vida toda divertindo, educando ou moralizando os homens, quando estivermos diante de Deus, naquele grande dia, estaremos em uma condição muito lamentável e teremos apenas um relatório muito triste a apresentar; pois de que valerá ao homem ser uma pessoa instruída no momento em que for condenado?

De que lhe servirá ter sido entretido, se, ao soar a trombeta, ao tremer o céu e a terra e ao abrir-se o abismo com suas mandíbulas cheias de fogo, for engolida a sua alma não-salva? De que lhe servirá até mesmo o ter-se tornado um homem moralizado, se for deixado à esquerda do juiz e se o "Apartai-vos de mim, malditos," for a sua porção?

Essa é, precisamente, a minha preocupação com as estratégias contemporâneas de crescimento da igreja caracterizadas pelo pragmatismo. Elas são inventadas com o propósito de atrair os que não freqüentam a igreja. Para quê? Para entretê-los? Para que freqüentem regularmente as reuniões da igreja? Tornar em "igrejeiros" os que não freqüentam a igreja nada realiza de valor eterno. Com freqüência, entretanto, é nisso que resulta a estratégia.

Ou, então, é mesclada a um evangelho adulterado que erroneamente assegura segurança errada aos pecadores, dizendo que uma "decisão" positiva por Cristo é tão boa quanto uma verdadeira conversão. Multidões que não são cristãos verdadeiros agora se identificam com a igreja. A igreja, portanto, tem sido invadida pelos valores do mundo, pelos interesses do mundo e pelos cidadãos do mundo.

Por todos os meios, devemos buscar a salvação dos perdidos. Precisamos ser servos de todos, condescendentes a cada tipo de pessoa. Para os judeus, devemos nos tornar judeus; para os gentios, devemos nos fazer gentios; para as crianças, precisamos nos portar como crianças; e assim para cada parte da humanidade.

Mas não ousemos menosprezar o principal instrumento de evangelismo: a proclamação direta e cristocêntrica da genuína Palavra de Deus. Aqueles que trocam a Palavra por entretenimento ou artifícios descobrirão que não possuem um meio eficaz de alcançar as pessoas com a verdade de Cristo.


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