Versículo do Momento

LEIA A BÍBLIA

quinta-feira, janeiro 13, 2011

A LUTA PELO DIREITO

TEMA - EDUCAÇÃO







A luta pelo direito nos informa que direito não se restringe a pressupostos teóricos, mas na batalha incessante em nome da defesa do direito como meio para alcançar a justiça e a paz social, que não se conquistam espontaneamente.

A ‘luta’ neste contexto significa a relevância da tarefa do indivíduo na busca por seu direito, pois é o direito absoluto o que se tem corrompido e negado no direito pessoal ‘direito subjetivo’ é esse direito que se deve defender e restaurar. Assim o direito adquire status de uma força viva. Rudolf von Ihering aponta, entretanto, que há indivíduos colocados em situações nas quais a exigência de uma luta incessante pelo direito é posta, mas que tomam uma decisão completamente oposta ao natural combate, escolhem a postura pacífica a um direito conquistado tão arduamente por gerações inteiras que lhe antecederam.

De fato, o autor dá essa conferência com um tom de combate polêmico à doutrina determinista de Savigny e Puchta, conforme quem o direito desenvolve-se insensivelmente sem dificuldade, como a linguagem. Para Ihering, as maiores conquistas que se podem recordar na história do direito não foram alcançadas sem uma luta das mais violentas e que geralmente duraram séculos, e quase sempre regadas a banhos de sangue.

Portanto, a defesa do direito é um dever da própria conservação moral do indivíduo e de sua comunidade. Porém, para realizar sua defesa, o homem não necessita usar meios violentos, sejam verbais ou físicos, pois, na maioria das situações, pode-se recorrer a instituições públicas, uma vez que somente a lei, ou seja, a atividade voluntária e firme do poder público, é que tem esta força: está na natureza própria da direito essa necessidade, daí que todas as reformas feitas no processo e no direito positivo se originam das leis.

Finalmente, após fazer incursões pertinentes e ilustrativas no âmbito da literatura e da história, Ihering conclui seu opúsculo antológico no campo do direito com uma frase que bem poderia ser o título de todo o trabalho: “a luta é o trabalho eterno do direito”.













Volte Sempre!
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domingo, janeiro 09, 2011

MULHERES QUE FIZERAM ABORTO TÊM 30% MAIS PROBLEMAS MENTAIS, DIZ ESTUDO

CUIDANDO DA SAÚDE









Mulheres que se submetem a abortos têm 30% mais chance de terem problemas mentais do que as mulheres que nunca passaram por isso, segundo uma pesquisa publicada na revista científica "British Journal of Psychiatry" (2008).

Segundo a pesquisa, que acompanhou 500 mulheres, ansiedade e abuso no uso de drogas são os problemas mais comuns verificados em mulheres após um aborto.


Os pesquisadores, da Universidade de Otago, na Nova Zelândia, dizem que os problemas mentais possivelmente relacionados ao aborto representariam entre 1,5% e 5,5% de todos os problemas mentais verificados nas mulheres.

O estudo não encontrou nenhu
ma evidência de que outros problemas relacionados à gravidez possam provocar algum aumento perceptível de problemas mentais.

ARGUMENTOS AVALIADOS
O coordenador do estudo, David Fergusson, acredita que a conclusão da pesquisa pode ter implicações sobre a decisão de se realizar um aborto, já que muitas vezes essa decisão se baseia no possível impacto negativo de seguir em frente com uma gravidez indesejada sobre a saúde mental da mulher.

A conclusão dos estudiosos "claramente estabelece um desafio ao uso de argumentos psiquiátricos para justificar o aborto", disse ele, em declarações publicadas pelo diário britânico The Daily Telegraph. "Não há nada neste estudo que sugira que a interrupção de uma gravidez esteja associada com menores riscos de problemas mentais que o nascimento", afirmou Fergusson. "Para algumas mulheres, o aborto pode ser um evento estressante e traumático que as coloca em um risco modestamente mais elevado de uma série de problemas mentais comuns."

Fonte: http://cienciaesaude.uol.com.br/ultnot/bbc/2008/12/01/ult4432u1858.jhtm.











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sábado, janeiro 08, 2011

POBREZA ATINGE 2 MILHÕES DE PORTUGUESES

NOTÍCIAS PELO MUNDO






Em 10 milhões de habitantes. Em 2007, 20% da população portuguesa encontrava-se em risco de pobreza isto é, ganhava menos que 60% do rendimento mediano nacional a mesma percentagem que em 2005 e acima da média da Europa a 25 ( 16% ), revelam os últimos dados publicados pelo Instituto Nacional de Estatística.

Entre os reformados, que foram alvo de medidas cirúrgicas como complemento solidário para idosos o CSI, o risco de pobreza afetava 20%, embora estes números apenas reflitam de forma tênue a medida lançada pelo governo a partir de 2006.

Nos últimos quatro anos aumentou o risco de pobreza entre os desempregados, os jovens até aos 17 anos e os trabalhadores. Com o desemprego a ultrapassar já os 9% da população ativa, 35% dos desempregados não chega a ter dinheiro suficiente para sobreviver em condições condignas.

Mas mais surpreendente do que a pobreza entre desempregados é o risco de pobreza que afeta os trabalhadores. Os números mostram que em 2008 12% das famílias que tinham rendimentos do trabalho auferiam salários abaixo do limiar mínimo de dignidade.











"Rei dos Reis"
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quinta-feira, janeiro 06, 2011

HARVARD X STANFORD

NOTÍCIAS PELO MUNDO





Malcolm Forbes conta que uma senhora, usando um vestido de algodão já desbotado, e seu marido trajando um velho terno feito à mão, desceu do trem em Boston, EUA, e se dirigiram timidamente ao escritório do presidente da Universidade Harvard. Eles vinham de Pelo Alto, Califórnia e não haviam marcado entrevista.

A secretária, num relance, achou que aqueles dois com aparência de caipiras do interior, nada tinham a fazer em Harvard.

Queremos falar com o presidente – disse o homem em voz baixa. Ele vai estar ocupado o dia todo respondeu rispidamente a secretária.

Nós vamos esperar.
A secretária os ignorou por horas a fio, esperando que o casal finalmente desistisse e fosse embora. Mas eles ficaram ali, e a secretária, um tanto frustrada, decidiu incomodar o presidente, embora detestasse fazer isso.

Se o senhor falar com eles apenas por alguns minutos, talvez resolvam ir embora disse ela. O presidente suspirou com irritação, mas concordou. Alguém da sua importância não tinha tempo para atender gente desse tipo, mas ele detestava vestidos desbotados e ternos puídos em seu escritório.

Com o rosto fechado, ele foi até o casal.
Tivemos um filho que estudou em Harvard durante um ano – disse a mulher. Ele amava Harvard e foi muito feliz aqui, mas, um ano atrás ele morreu num acidente e gostaríamos de erigir um monumento em honra a ele em algum lugar do campus.

Minha senhora – disse rudemente o presidente – não pode erigir uma estátua para cada pessoa que estudou em Harvard e morreu, se o fizéssemos, este lugar pareceria um cemitério.

Oh, não – respondeu rapidamente a senhora. Não queremos erigir uma estátua. Gostaríamos de doar um edifício à Harvard.

O presidente olhou para o vestido desbotado da mulher e para o velho terno do marido, e exclamou: Um edifício! Os senhores têm sequer uma pálida idéia de quanto custa um edifício? Temos mais de sete milhões e meio de dólares em prédios aqui em Harvard.

A senhora ficou em silêncio por um momento, e então disse ao marido: Se é só isso que custa para fundar uma universidade, por que não termos a nossa própria?

O marido concordou.
O casal Leland Stanford levantou-se e saiu, deixando o presidente confuso. Viajando de volta para Palo Alto, na Califórnia, eles estabeleceram ali a Universidade Stanford, em homenagem a seu filho, ex-aluno da Harvard.

"A única instituição que se confunde com o Homem, é seu caráter!" Por isso não generalize, nem emita pareceres e conceitos precipitados sem conhecer toda a verdade."











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