Versículo do Momento

LEIA A BÍBLIA

domingo, outubro 03, 2010

40 ANOS, 40 MINUTOS, 1 DIA

EDIFICAÇÃO



Aos 40 anos, no dito popular, vive-se a idade do lobo. Na Bíblia 40 anos é preparo de Deus, presença, revelação e poder, 40 dias é fortalecimento de Jesus no deserto, tempo para os espias contemplarem a nova Canaã, tempo de tarefa, tempo de Deus com Moisés no Sinai, tempo de transformação dos discípulos após a ressurreição.
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Tempo de orar e jejuar, tempo de retiro, tempo para mudar como Jonas em Nínive. Em minutos, um ou quarenta anos, perde-se a vida, ganha-se a eternidade, perde-se a moral, conclui-se a vitória; declara-se um grande amor, diz-se um sim, ou não, talvez em segundos, abrindo um sorriso ou iniciando tempo de dor.
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O povo de Israel saindo do Egito, peregrina quarenta anos no deserto, por vales e montes. Para uns ao olhar para frente é tempo de mais, para quem já viveu passou tão rápido, “quarenta anos é a velhice dos jovens, depois disso vem a juventude dos velhos”...
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Se você não passou, vai passar; se já atravessou o deserto, em quarenta anos ou mais, sabe o desafio da aridez, caminhos difíceis, tempestades, tribulações, desafios. Alguns murmuram por achar a caminhada da vida pesada, mas bebem água tirada das pedras, sentem o vale e sua profundidade, outros observam encima dos montes, os que falam com Deus vendo, "...sarça que arde e não se consume. Passado o tempo, não faltou sandália para os pés, as vestes não rasgaram. A nudez foi coberta. A comida diminuiu, mas nunca acabou. Como povo do Deus vivo, e Ele guardados no deserto da existência, lembramos que já fomos aquecidos de tantas formas: de noite, o fogo do Senhor aquecendo, de dia a nuvem refrescando a alma.
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Aos quarenta dias, anos ou minutos, queridos, precisamos lembrar o vislumbre e vicissitudes da eterna Canaã. Ainda no compasso da espera chegamos até aqui e, como Josué e Caleb, somos convidados a não desanimar, pois até aqui nos ajudou o Senhor. Alguns com martírio e pouca honra, vindos ou ainda no deserto, no tempo de inconformismo, lágrimas, injustiças, trazem no peito onde se lê: "caminho e combato o bom combate estou guardando a fé...". Que visão tem do seu deserto e que expectação da glória cativa seu coração na luta do sobreviver?
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Em quarenta anos Israel murmurava e perguntava: "E agora Senhor, exército por traz, montanhas ao lado, mar pela frente?". - Já sentiu assim alguma vez? Então, Deus fez abrir o mar Vermelho... mas não bastou! - "Não temos alimentos!". Receberam codornizes e maná que os nutriam.
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Poderá o Senhor nos livrar dos perigos e inimigos (, desamor, incompreensão, desprezo, perdas)? Muitos foram os livramentos quando já em Canaã, tendo mel, provido pelas abelhas do Senhor, leite abundante, havia os que diziam e ainda hoje dizem, Mas realmente pode Deus prover? Pode Deus ouvir-nos?
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A jornada do deserto, uma caminhada de quarenta anos, podia ter sido feita a pé em alguns dias; foi tempo demais, porém necessário para que o duro entendimento do homem pudesse esquecer as cebolas do Egito e desfrutar Leite e Mel de Canaã. Que não se precise de 40 anos para se curvar, mesmo quarenta dias, mas que em um minuto reconheçamos: Bebemos da água da Rocha, sobrevivemos ao deserto abrasador, vimos a coluna de fogo, comemos do maná do Céu, as nuvens nas mais diversas formas guardaram-nos, atravessamos o mar com pés secos, por isso, e muito mais aceitamos o que Paulo diz: Quem era a Rocha da qual a água veio? Quem era a coluna de fogo? o maná? a serpente de metal? Tudo que Deus fez por Israel foi através de Jesus! Isto mesmo - Jesus foi cada uma destas Dádivas!
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"Ora, irmãos, não quero que ignoreis que nossos pais estiveram todos sob a nuvem, e todos passaram pelo mar... e beberam da mesma fonte espiritual; porque bebiam de uma pedra espiritual que os seguia. E a Pedra era Cristo", (I Coríntios. 10:1,4).










Postado por Pão Quente Diário

Igraja Presbiteriana do Brasil
Diác. Rilvan Stutz - Membro Catedral
Pb.Ariovaldo de A. Ferraz - IPB. Londrina
Catedral Presbiteriana do Rio de Janeiro

quarta-feira, setembro 29, 2010

DEMOCRACIA, O DIREITO E DEVER DE TODOS

MENSAGEM




A palavra, democracia, expressa o direito de todos. Etimologicamente teve a sua origem na junção de duas palavras gregas: Demos traduzida por povo e kratein, traduzida por governo, resultando no vocábulo demokratía. Teve a sua origem na Grécia antiga, por volta do século V a.C. Caracterizava uma forma de governo que tinha como fundamentos três direitos essenciais, usufruídos pelos cidadãos atenienses: Igualdade, liberdade e maioria.
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Foi atestado, primeiro por Heródoto, o pai da história, no século V a.C. como "governo do povo pelo povo". O historiador dos lábios de Péricles, na oração póstuma aos atenienses mortos na Guerra do Peloponeso, declarou: "Nosso regime político é a democracia e assim se chama porque busca a utilidade do maior número e não a vantagem de alguns. Todos são iguais perante a lei, e quando a república outorga honrarias o faz para recompensar virtudes e não para consagrar privilégios. Nossa cidade se acha aberta a todos os homens”.

A Democracia, em seus primórdios, subsistia em duas modalidades. A primeira era a democracia participativa que consistia no direto que o cidadão possuía de impor suas próprias idéias, defender com afinco seus argumentos pessoais em prol do bem estar social e político. A segunda era democracia representativa que consistia na escolha de representantes legalmente conduzidos ao governo por meio do voto popular, ainda, assim, permanecendo o governo do povo para o povo. Contudo, o crescimento da humanidade resultou na sociedade de massas. Esse fenômeno intensificado na metade do século passado impôs, por necessidade de sua lógica, novos rumos para a democracia, trazendo à lume a legitimidade da democracia representativa.

Hoje, no Brasil, através da democracia representativa, o cidadão goza dos dois direitos fundamentais da política. A isonomia que é a igualdade de todos perante a lei e a isegoria que é o direito de expor e discutir em público opiniões sobre ações que o estado deve ou não realizar. Hoje somos envolvidos pelos reflexos dessa modalidade democrática em todas as áreas de convivências, em que, governo e disciplina são extremamente necessários.


A igreja Presbiteriana do Brasil, por exemplo, tem o seu governo democrático representativo. Está instituído na ação de representantes, eleitos em assembléias, para exercerem o governo eclesiástico nos concílios da igreja. Em uma igreja local, a Assembléia Geral da Igreja é o fórum em que se exerce o poder dos que governam e dos que são governados. Vejamos os fundamentos do Art 3°, da CI/IPB. Nela os que são governados, escolhem os presbíteros, seus legítimos representantes para exercerem, junto com o pastor, nos fundamentos dos Artigos 50, 51, 75 e 83, da CI/IPB o governo e a disciplina da igreja.

Oremos para que Deus nos abençoe, dando-nos sabedoria no uso da democracia, o uso de nossa liberdade não se torne em libertinagem, o pleito eleitoral do dia três de outubro transcorra na mais perfeita ordem.
Que Deus, em sua infinita misericórdia e em sua excelsa graça, nos abençoe!
Amém!

Rev. Cleuso Nogueira





Igreja Presbiteriana do Brasil
Diác. Rilvan Stutz - Membro Catedral
Rev.Cleuso Nogueira - Artigos

I.Presbiteriana Central de Minas Gerais
Catedral Presbiteriana do Rio de Janeiro

sábado, setembro 25, 2010

A NECESSIDADE DE SE REVER A VERDADEIRA E REAL IGREJA PARA CRISTO

EDIFICAÇÃO

Anda na minha presença e sê perfeito.
Gn..17.1b.


Entendemos que a Real e verdadeira Igreja de Cristo é aquela em que seus membros se amam como Jesus amou. Assim, também devemos amar. Que perdoa como Jesus perdoou. Quando também devemos ter o mesmo sentimento. O Jesus que curou. Jesus que assistiu aos menos privilegiados e os amparou e, ainda ressuscitou a muitos.

Morreu por cada um de nós. Sua morte alcança pecadores para um estado diferente, a Vida Eterna! Isto é amor, o amor sublime, sentimos a Igreja de hoje a “terrena”, com tristeza, pois sabemos que nossos pecados nos impedem de alcançarmos o necessário alvo e estágio de Santidade. Também não é atitude Cristã ficar observando não necessariamente o Irmão de “um lado para outro”, pois assim nos tornamos inconvenientes, biblicamente falando.

Olhar para o defeito do meu irmão? Para que? O que nos preocupa muito é a falta de uma vida de busca dedicada ao Senhor. Por contrário, sem um bom comportamento e atitudes maduras não nos ajudaria a chegar perto de uma Igreja dedicada, mais consagrada. Um bom aperfeiçoamento e intensa busca na ação do Espírito Santo de Deus em nossas vidas é imprescindível.

Falar de Igreja é um dos motivos que mais nos faz meditar e nos preocupa, pois “TEMOS PERDIDO MUITO NA BATALHA PELA BUSCA DA SANTIFICAÇÃO. Nossa vida em poucas voltas já nos conduz ao pecado, a união com Cristo nos abastece em maior vigor, o que O Pai nos oferece, vem de Cristo, é gratuito.

Precisamos amar nos doarmos com o coração aberto. Encontraremos a certeza que nos levará para e, com atitudes mais reais, sinceras que nos levará a Cristo e Sua Igreja verdadeira. O Apóstolo Paulo, quando se dirige ao Povo de Filipos, sente alí a alegria, união à saudade de quem conhecia um Povo fiel, uma Igreja fiel, povo que amava a Cristo e sua Igreja.

Ele afirma que o Cristão não deve esmorecer. Desta forma devemos abandonar as coisas que pesam e atrapalham nossa caminhada Cristã. Assim devemos conduzir todos os nossos Irmãos os tornando “Um”, estaremos “erguendo uma Igreja mais real”, a Igreja de Cristo.

Ao mesmo tempo devemos renovar nossas decisões de prosseguir com determinação da busca e perfeição, isto como meta áurea para todo o Cristão, o Apóstolo Paulo diz: Irmãos quanto a mim, não julgam havê-lo alcançado para as que diante de mim estão, prossigo para o “alvo”, para o prêmio da soberana vocação de Deus em Cristo Jesus.

Irmãos, a expressão “prossegue. (ato de prosseguir)”, para o alvo, tem em si muitas lições importantes para cada um de nós. Por exemplo: a finalidade da Igreja, é dever de seus membros buscar a perfeição a cada momento da vida, mesmo sabendo tal meta será alcançada no céu. Aqui, nesta esfera terrena da vida, temos sofrido com injustiças e ficamos separados. Não importa, nossa meta seja alcançar o “mover” dos homens e, tenhamos verdadeiramente como “meta a Igreja, o amor que Ele tanto merece”.

Ao chamar Abraão, Deus lhe disse: Ande na minha presença e sê perfeito (Gn. 17. 1). Ande em minha presença e persiga a meta da perfeição. O Apóstolo Paulo, nos alerta que também deveríamos como Cristãos estabelecer a “estatura de Cristo”, como alvo a ser alcançado, (Ef. 4.13). Como o Apóstolo Paulo eu falo: Estou plenamente certo de que aquele que começou boa obra em vós há de contemplá-la até o dia de Cristo Jesus! Que sejamos Mais que vencedores em nossa meta, seja: alcançar o “alvo”.









Igreja Presbiteriana do Brasil
Diácono Rilvan Stutz - Membro Catedral
Catedral Presbiteriana do Rio de Janeiro

segunda-feira, setembro 20, 2010

CARTA DA CANDIDATA MARINA SILVA

NOTÍCIAS PELO MUNDO


CARTA DE MARINA SILVA


A direção deste blog informa aos prezados amigos, que não temos prioridade ou iniciativa direcionada de entrarmos no campo político. Mas, nos deparando com tão belo te
xto, que consideramos de grande exemplo de "Edificação", educação, carinho, amor, sabedoria e inteligência. Desta forma, não poderíamos nos refutar a publicação desta carta da Senhora candidata a Presidência da República, Marina Silva (em resposta).

A Direção do blog "Reis dos Reis".
Diácono Rilvan Stutz
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CARTA DE MARINA SILVA
Os textos abaixo pode ser conferidos em http://www.minhamarina.org.br/blog
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AO AMADO DOM MOACYR
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Li na Folha (22/5) sua afirmação de que sou frágil e não tenho perfil para a Presidência da República. No início, fiquei triste. Já tinha ouvido algo parecido do senhor, de forma carinhosa, mas ler assim como está no jornal tem outro peso. Refletindo mais, reconciliei-me com sua mensagem.
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Quando ando por aí, muitos me dizem que minha luta é de Davi contra Golias. Então vamos conversar sobre passagens bíblicas, que conhecemos bem. Elas se completam e iluminam o que quero dizer. Quando Saul terminava seu reinado, Deus mandou o sacerdote e profeta Samuel ungir novo rei entre os muitos filhos de Jessé. O profeta procurou entre os mais belos, os mais fortes e os mais habilidosos, mas Deus descartou todos. Jessé lembrou então de Davi, o seu filho mais novo, que pastoreava ovelhas. O profeta o achou muito fraquinho, meio esquisito. Mas Deus ordenou que o ungisse rei dos israelitas, porque olhava para o seu coração, e não para a sua aparência.
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Foi assim que Davi foi escolhido para ser rei. E logo provou seu valor ao enfrentar Golias, o gigante filisteu, guerreiro acostumado a usar escudo, capacete e armadura e a manejar a espada. O jovem Davi, aparentemente fraco e sem muito preparo para aquele tipo de duelo, ganhou a luta porque não tentou usar a armadura de Saul, que lhe fora ofertada e nem lhe cabia direito. Usou sua própria arma, a funda, e ali colocou a pedra para jogá-la no lugar certo, na testa do gigante.
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Assim como o senhor, dom Moacyr, Samuel era homem corajoso, temente a Deus, preparado para o sacerdócio desde um ano de idade. O senhor é muito importante na minha vida, da mesma forma que Samuel foi na vida de Davi. E está me vendo com olhos cuidadosos, preocupados com circunstâncias que talvez me causem sofrimento.
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Mas, como sabe por experiência própria, não podemos ficar presos às circunstâncias. Quando o senhor chegou ao Acre, aos 36, enfrentou os poderosos e ficou do lado de Chico Mendes e de todos os que eram aparentemente fracos e despreparados para enfrentar os gigantes das motosserras. Como me ensinou, não me intimido com as circunstâncias e procuro me encontrar com o que está no coração de homens e mulheres sinceros, que, como o senhor, buscam fazer o melhor, apesar das dificuldades e riscos.
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Aprendi com o senhor boa parte dos valores que me guiam, entre eles não vergar a coluna às pressões dos interesses espúrios. Por favor, meu amado irmão, não me diga agora que esses valores não servem para governar o Brasil e me fragilizam. Tranquilize-se: eles são e continuarão sendo a minha força e a minha funda diante dos desafios, qualquer que seja o tamanho deles.
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(Publicado originalmente na Folha de S. Paulo em 24 de maio de 2010).
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RESPOSTA DE DOM MOACYR
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Gostaria de desfazer possíveis ambiguidades de minha entrevista publicada em 22/5. “Fragilidade”, a respeito de Marina Silva, na minha intenção, é mais elogio do que qualquer crítica. Exprimindo melhor meu pensamento, a “fragilidade” se traduz por “sérias dificuldades” que vai enfrentar, caso eleita, para levar à frente o seu governo.
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Na verdade, concordo com Marina que o jovem Davi, tão frágil e tão mal armado, venceu o gigante Golias. O Deus de Jesus Cristo está sempre ao lado dos pobres e injustiçados, e nos dá força e coragem até para o martírio. Mas, em geral, não faz milagres, e conta com o trabalho até extenuante de seus discípulos por mundo um pouco mais justo e fraterno. E é assim que Marina tem se comportado desde que a conheço.
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Marina não precisa de “mentor político”. E, em caso de necessidade, não seria eu a pessoa indicada. A resposta de Marina (“Ao amado dom Moacyr“) está a altura da Marina que conheço.
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DOM MOACYR GRECHI, arcebispo de Porto Velho (Porto Velho, RO).














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