Versículo do Momento

LEIA A BÍBLIA

sexta-feira, maio 07, 2010

A ORIGEM DO DIA DAS MÃES

NOTÍCIAS PELO MUNDO


A mais antiga comemoração dos dias das mães é mitológica. Na Grécia antiga, a entrada da primavera era festejada em honra de Rhea, a Mãe dos Deuses.
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O próximo registro está no início do século XVII, quando a Inglaterra começou a dedicar o quarto domingo da Quaresma às mães das operárias inglesas. Nesse dia, as trabalhadoras tinham folga para ficar em casa com as mães. Era chamado de "Mothering Day", fato que deu origem ao "mothering cake", um bolo para as mães que tornaria o dia ainda mais festivo.
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Nos Estados Unidos, as primeiras sugestões em prol da criação de uma data para a celebração das mães foi dada em 1872 pela escritora Júlia Ward Howe, autora de "O Hino de Batalha da República".
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Mas foi outra americana, Ana Jarvis, no Estado da Virgínia Ocidental, que iniciou a campanha para instituir o Dia das Mães. Em 1905 Ana, filha de pastores, perdeu sua mãe e entrou em grande depressão. Preocupadas com aquele sofrimento, algumas amigas tiveram a idéia de perpetuar a memória de sua mãe com uma festa. Ana quis que a festa fosse estendida a todas as mães, vivas ou mortas, com um dia em que todas as crianças se lembrassem e homenageassem suas mães. A idéia era fortalecer os laços familiares e o respeito pelos pais.
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Durante três anos seguidos, Anna lutou para que fosse criado o Dia das Mães. A primeira celebração oficial aconteceu somente em 26 de abril de 1910, quando o governador de Virgínia Ocidental, William E. Glasscock, incorporou o Dia das Mães ao calendário de datas comemorativas daquele estado. Rapidamente, outros estados norte-americanos aderiram à comemoração.
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Finalmente, em 1914, o então presidente dos Estados Unidos, Woodrow Wilson (1913-1921), unificou a celebração em todos os estados, estabelecendo que o Dia Nacional das Mães deveria ser comemorado sempre no segundo domingo de maio. A sugestão foi da própria Anna Jarvis. Em breve tempo, mais de 40 países adotaram a data.
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"Não criei o dia das mães para ter lucro"
O sonho foi realizado, mas, ironicamente, o Dia das Mães se tornou uma data triste para Anna Jarvis. A popularidade do feriado fez com que a data se tornasse uma dia lucrativo para os comerciantes, principalmente para os que vendiam cravos brancos, flor que simboliza a maternidade. "Não criei o dia as mães para ter lucro", disse furiosa a um repórter, em 1923. Nesta mesmo ano, ela entrou com um processo para cancelar o Dia das Mães, sem sucesso.
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Anna passou praticamente toda a vida lutando para que as pessoas reconhecessem a importância das mães. Na maioria das ocasiões, utilizava o próprio dinheiro para levar a causa a diante. Dizia que as pessoas não agradecem freqüentemente o amor que recebem de suas mães. "O amor de uma mãe é diariamente novo", afirmou certa vez. Anna morreu em 1948, aos 84 anos. Recebeu cartões comemorativos vindos do mundo todos, por anos seguidos, mas nunca chegou a ser mãe.
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Cravos: símbolo da maternidade
Durante a primeira missa das mães, Anna enviou 500 cravos brancos, escolhidos por ela, para a igreja de Grafton. Em um telegrama para a congregação, ela declarou que todos deveriam receber a flor. As mães, em memória do dia, deveriam ganhar dois cravos. Para Anna, a brancura do cravo simbolizava pureza, fidelidade, amor, caridade e beleza. Durante os anos, Anna enviou mais de 10 mil cravos para a igreja, com o mesmo propósito. Os cravos passaram, posteriormente, a ser comercializados.
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No Brasil
O primeiro Dia das Mães brasileiro foi promovido pela Associação Cristã de Moços de Porto Alegre, no dia 12 de maio de 1918. Em 1932, o então presidente Getúlio Vargas oficializou a data no segundo domingo de maio. Em 1947, Dom Jaime de Barros Câmara, Cardeal-Arcebispo do Rio de Janeiro, determinou que essa data fizesse parte também no calendário oficial da Igreja Católica.








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quinta-feira, maio 06, 2010

CUIDADOS DA VIDA

EDIFICAÇÃO



“E qual de vós poderá, com todos os seus cuidados, acrescentar um côvado à sua estatura?” Mateus 6.27

Os cuidados da vida, quando muitos e em velocidade maior do que a minha compreensão e capacidade de conviver com eles, me sufocam e me deixam infeliz.

Quando diante de uma situação onde as circunstâncias me forçam a dar conta do mundo todo de uma só vez, logo soa dentro de mim um alerta.

A multidão de cuidados tira tempo da leitura, tira tempo da reflexão, desvia o olhar do que realmente importa nos envolve num turbilhão de ações uma atrás da outra, e transborda o coração de ansiedade.

Podemos até fazer muitas coisas, e sermos os melhores e maiores empreendedores, mas ao final é só vazio, e a sensação de falta de tempo para o que realmente importa.

Quando me percebo envolvido em muitos cuidados, logo me irrito, e desacelero e volto ao rumo e penso: Quero gastar a minha vida correndo atrás do vento? Quero me desgastar correndo atrás de vaidades e coisas que no fundo para mim não são importantes?

Muitos cuidados da vida durante o dia, tiram a disposição para de noite me dedicar à leitura bíblica. Inquieto, leio sem ler.

Esquecemos que o Evangelho é que é o poder de Deus, e não a iniciativa autônoma de homens, para mudar o mundo e torná-lo melhor.

Logo ficamos achando que é o nosso trabalho autônomo que irá corrigir todas as injustiças e endireitar todos os caminhos tortuosos.

E se não nos abastecemos da leitura bíblica, logo estaremos esvaídos de significado para viver, e da comunhão com Deus.

Engalfinhados em rotinas operacionais sem fim, nos esquecemos que a serenidade é muito melhor do que as muitas ocupações. Esquecemos de Deus e da sua Palavra. A Palavra vai se tornando infrutífera em nós.

“Mas os cuidados deste mundo, e os enganos das riquezas e as ambições de outras coisas, entrando, sufocam a palavra, e fica infrutífera.” Marcos 4.19

Não sou um vagabundo, um desocupado, mas muitos cuidados me deixam sem paciência. Acho que a vida é feita para ser saboreada lentamente. Desculpem-me os que são 220 volts, mas eu sou 110.

1. Cuidados deste mundo;
2. Enganos das riquezas;
3. Ambições de outras coisas...

Temo sempre estas coisas. Cuidados demais, ambição além da conta, fixação no ter e no empreender. São três coisas que sufocam o poder da Palavra em nós.

Prefiro ter mais tempo para sentir o vento, e que eu ocupe menos tempo em correr atrás dele.

“E olhai por vós, para que não aconteça que o vosso coração se carregue de glutonaria, de embriaguez, e dos cuidados da vida...” Lucas 21.34

Minha barriga é saliente, mas não sou glutão nem temo o prato. Não sou dado a muita bebida, nem temo o copo. Mas volta e meia, penso que Deus me coloca em situações de estar em meio a muitos cuidados, e este pecado eu temo mais que os outros, pois além de sufocarem o que é importante para mim na vida, retiram muito do sabor da vida e do prazer do trabalho diário.

“Melhor é o pouco com o temor do Senhor, do que um grande tesouro onde há inquietação.” Provérbios 15.16

Façamos o nosso melhor, mas sempre é bom parar e lembrar “Aquietai-vos...”. “Aquietai-vos e sabei que Eu sou Deus...” Salmos 46.10











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quarta-feira, maio 05, 2010

OS IDOSOS

MENSAGEM


Envelhecer é uma Grande Vitória. Significa estar vivendo há muito tempo, já ter passado por várias experiências e testemunhado inúmeros acontecimentos.
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Conviver com os idosos é um privilégio, pois temos a possibilidade de partilhar toda essa memória, esse conhecimento que eles têm acumulado sobre o mundo.
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Os idosos podem ser considerados guardiões da memória, referência cultural de todo um povo. Basta conversar com um idoso para confirmar essa afirmação. Eles podem contar, por exemplo, como os jovens se divertiam 50 anos atrás ou como os espaços urbanos se modificaram: ruas estreitas ou campos de futebol de várzea que deram lugar a grandes avenidas e arranha-céus.
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Podem contar ainda as brincadeiras que faziam quando crianças, as cantigas de roda, a habilidade em construir seus próprios brinquedos, como pipas, bonecas de pano ou carrinhos de rolimã.
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Para a história, significa uma oportunidade única para recuperar informações sobre o passado. Mais do que isso, a possibilidade de preservar testemunhos e experiências de sujeitos que, em sua maioria, nunca tiveram a oportunidade de registrar seu modo de vida, sua história.
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Desta forma, o carinho, cuidado, amor, bom trato e boa relação são imprescindíveis. Olhemos com todo cuidado para os nossos idosos.







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sexta-feira, abril 30, 2010

CRENTE NÃO SE SUICIDA?

EDIFICAÇÃO


Nunca fiz um estudo bíblico detalhado sobre suicídio, apesar de ter escrito sobre eutanásia e muito do que aprendemos sobre esta prática se aplica ao suicídio, pois em ambas situações lidamos com a valorização da vida. Mesmo assim, tenho alguns pensamentos sobre o assunto.

Alguns apontam a morte de Sansão (Jz 16. 29-31) como sendo um exemplo de um servo de Deus que se suicidou. Mas observo que a posição de Sansão não pode ser vista como normativa ou até exemplificativa da questão. Sansão era mais um prisioneiro de guerra, do que qualquer outra coisa. Ele e o país se achavam em uma situação emergencial de conflito, como descrevem os capítulos 13 a 16 do livro de Juízes. Vemos, em sua ação, não um suicídio por desespero, pelo fato de estar cego, mas um ato de um guerreiro que não hesita em sacrificar sua vida em função de uma grande vitória - o seu brado final comprova isso (“morra eu com os filisteus!”).

Uma outra passagem é Jó 6.11. Ali vemos retratado o sentimento e desespero de Jó, no qual ele aventa o suicídio. No entanto, não o faz e não segue o "conselho" dos seus amigos, apesar de clamar: "Por que esperar, se já não tenho forças? Por que prolongar a vida, se o meu fim é certo?".

O apóstolo Paulo, em certa situação, diz preferir a morte mais do que a vida (Fl 1.23-24), mas ele faz uma avaliação racional da situação e verifica que a prioridade não é o alívio de suas dificuldades, que adviria com a morte, mas a fidelidade à sua missão na terra: "Ora, de um e outro lado, estou constrangido, tendo o desejo de partir e estar com Cristo, o que é incomparavelmente melhor. Mas, por vossa causa, é mais necessário permanecer na carne".


Mas e se a racionalidade, que contextualizou as observações de Jó e de Paulo estiver momentaneamente, ou permanentemente, ausente? Será que uma pessoa, crente, não pode ser levada ao suicídio, em situações como esta?Outra questão a ponderar: não temos exemplo de suicídio consciente e aprovado nas Escrituras, mas, quando alguma pessoa coloca a sua vida em risco não dizemos: "isso é suicídio" – ou seja, se alguém sabe que a vida está em risco e não faz nada para impedir o risco e preservar à vida, interpretamos como suicídio. Mas e o caso do Senhor Jesus, que mesmo sabendo que iria morrer, seguiu o caminho da morte. E tem mais - ele disse que ninguém tirava a vida dele, ele a dava voluntariamente. É lógico que temos todos os qualificativos e aspectos de expiação e substituição vicária do plano de redenção e eles nos fazem não considerar a morte de Cristo como "suicídio".

Entretanto, será que não existem outros contextos explicativos, tais como perda da capacidade de raciocínio, ou distorção da capacidade adequada de julgamento, causada por pressão intensa circunstancial, etc. que possam levar um crente a este estágio?

Não tenho as respostas, mas não encontrando uma passagem explícita, nas Escrituras, que indique que o Espírito Santo impedirá que nossa natureza pecaminosa e o pecado do mundo se concretize em tal situação, tenho que deixar a possibilidade aberta e examinar caso a caso, em vez de fechar questão e categoricamente dizer: "crente não se suicida", como sempre aprendi, desde pequeno...






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Pb. Solano Portela - Artigos
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