Versículo do Momento

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sábado, abril 24, 2010

PESSOAS INTELIGENTES VIVEM MAIS

NOTICIAS PELO MUNDO




A notícia parte dos pesquisadores Ian Deary e Goff Der, cientistas escocêses. Um artigo na revista ‘Psychological Science’ demonstra que, quanto mais alto for o gráu de inteligência, mais alta será a expectativa de vida.
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Pesquisas feitas durante 14 anos, em 900 pessoas, pra medir a inteligência e a prontidão dos reflexos – pois a inteligência é associada à capacidade de reagir velozmente aos estímulos - demonstraram que, a maioria dos que morreram por causa natural, daquele grupo de observação, não fazia parte do grupo que totalizava pontos mais altos do nível de inteligência e rapidez de reações.
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As possíveis explicações pra o fato de que pessoas inteligentes vivem mais, segundo Deary, são três: a mais simples, é porque as pessoas inteligentes são bem mais informadas, logo, cuidam melhor da saúde; a segunda, é ligada ao fato de que pessoas mais inteligentes, na maioria, obtêm trabalhos melhores remunerados e isso determina uma melhor condição geral de vida; terceira, a que produziu maior interesse porque, pela primeira vez, a inteligência e a velocidade (em tomar decisões), são colocadas em estreita relação com a capacidade de conservar a própria saúde, e alongamento da vida. Com a diminuição da prontidão mental, resultaria um primeiro sinal da decadência geral do organismo.
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Na base desse fenômeno – explica Deary – pode ser que exista uma degeneração do sistema nervoso: em prática, quando se alonga o tempo das reações, é como se o corpo estivesse enviando o primeiro sinal de envelhecimento, e isso não interessa somente à mente, mas a todas as funções do corpo.







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Diác. Rilvan Stutz - Membro Shvoong
Catedral Presbiteriana do Rio de Janeiro

quarta-feira, abril 21, 2010

O FRUTO DA NOSSA BOCA

EDIFICAÇÃO





Tanto em Mateus 12 quanto em Lucas seis Jesus vinculou o fruto mais natural do homem ao que ele fale e confesse com a boca como resultado de seus pensamentos e idéias.
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A boca fala do que está cheio o coração!
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Pela boca brotam as sementes que evidenciam a natureza dos pensamentos e emoções do homem.
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Assim, a língua, a boca e o coração fazem um alinhamento que não se pode evitar. Por isto é que na realidade da existência, longe dos palcos das aparências, mais cedo ou mais tarde a boca haverá de manifestar o que se tem de fato no coração-mente.
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Dessa forma pensamentos maus e maliciosos são as primeiras evidencias de quem nós somos ou estamos nos tornando...
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De igual modo pensamentos bons e generosos em misericórdia são os primeiros frutos de um homem bom ou que esteja se tornando bom em Deus e para Deus. Sim, nunca teremos uma vida diferente do que nosso pensamento produza.
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Pensamentos nunca são segredos...
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Eles se confessam a si mesmos pelos frutos de nossa vida... Será apenas uma questão de tempo e os pensamentos formatarão o homem conforme o que ele pense e confesse para si mesmo!
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As farturas do coração, os seus tesouros, bons ou maus, aparecerão sempre, e darão os seus frutos...; e tudo começará em nossos processos mentais, em nossos pensamentos, os quais se tornarão tão mais fortes do que qualquer outra inibição, ao ponto que, com o tempo, evidenciará quem somos ou nos tornamos...
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Por isto não brinque de pensar o mal... Afinal, quem pensa o mal se torna moldado por ele...
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Cuide para que sua mente não se torne uma semeadora de espinhos e toda sorte de produção amarga e venenosa, pois, uma vez que assim seja você será a própria realidade que você pensa sobre a existência e sobre o seu próximo.
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Afinal, nenhum de nós é feito de carne, mas de pensamentos... Sim, somos o fruto dos nossos próprios pensamentos...
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Pense nisso!








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Diác. Rilvan Stutz - Membro Shvoong
Pr. Caio Fábio d´Araujo Filho
Pão Quente Diário- Artigos

sábado, abril 17, 2010

DO JEITO PRÁTICO E DIRETO DE JESUS NOS AJUDAR

EDIFICAÇÃO


“... havia uma multidão de enfermos, cegos, coxos, paralíticos... Então, lhe disse Jesus: Levanta-te, toma o teu leito e anda Evangelho de João 5. 3 e 8.
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O apóstolo João em seu livro conta que um dia Jesus resolveu ir até um tanque chamado Betesda, local onde todos acreditavam que uma vez no ano recebia a visita de um anjo que vinha unicamente para mexer a água do poço que ali havia ocasião em que a primeira pessoa a tocar na água estaria curado – seja qual fosse a doença.
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Mas o interesse do Mestre nem de longe estava no o anjo, muito menos na água do tanque, sua mente e seu coração estavam voltados para o sentido oposto - um homem que havia 38 anos estava doente, e que naquele dia também resolvera dar uma chegadinha no tanque, na esperança de ser curado pelo tal anjo, tendo consciência de que enfrentaria pelo menos dois problemas: o anjo só curaria uma pessoa, e muita gente certamente chegariam primeiro que do ele. Só não sabia, portanto, que por sua causa Jesus estaria ali bem antes do anjo.
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Dá pra concluir que aquele homem infeliz se via preso a duas realidades conflitantes - a esperança da cura, e o desprezo das pessoas – “- Não tenho ninguém que me ponha no tanque.”. Nada de amigos! Aliás, quem os acharia estando naquelas condições? Isto nos faz lembrar as palavras do salmista sobre o valor de uma verdadeira amizade – “Quem acha um amigo, acha um tesouro”.
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Quantos de nós já nem se lembram ou nunca souberam o quanto vale ter um amigo. Amigo, é aquele que fica junto quando a gente não tem nada pra dar, fica de graça! Quantos de nós neste exato momento daríamos tudo por um sorriso verdadeiro, um aperto de mão sem pressa, um abraço afetuoso seguido de uma palavra de apóio que diga bem juntinho ao ouvido – “pode contar comigo, amigo!”.
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Aquele homem nem imaginava que existisse alguém como Jesus – que era capaz de vê-lo pelo que necessitava não pelo que não tinha pra dar. Jesus é assim, ainda hoje! Ele era e, é, o Milagre que vem do Alto na medida em que excede às nossas necessidades; é o Anjo que desce do Trono para nos visitar.
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Disse Jesus, tomando a iniciativa para que aquele homem expusesse toda sua realidade, e se abrisse com Ele: “- Queres ser curado?”. “- Senhor, não tem ninguém para me levar até o poço...”, disse-Lhe o homem: “- Levanta, toma teu leito e anda!”. Assim, ordenou Jesus, como quem diz: “- Pronto, o Milagre chegou, Eu sou o Milagre! Retoma já a tua vida... anda!”. Conta João que imediatamente após ouvir as palavras de Jesus, aquele homem “se viu curado”.
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Assim, considerando que Jesus é o Mesmo, ontem, hoje e sempre, por mais desesperançosa que pareça a situação, não perca a esperança, nunca desista! Mesmo que todos lhe tenham desamparado, e os “amigos” só sirvam para lhe “jogar no poço da desperança”, jamais desista! Definitivamente, dê ouvido à Jesus, escute o que Ele diz, diga a Ele o que você está sentindo, receba d`Ele o amor, o carinho e a atenção que pode mudar o rumo da sua vida, não importa as adversidades das circunstâncias. Receba, sobretudo, a cura da alma, cura que só Ele pode dar; e tenha a absoluta certeza de que nunca, jamais, você estará só...








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Diác. Rilvan Stutz - Membro Shvoong
Rev. Ricardo Cesar - Ministério Pão Quente

sexta-feira, abril 16, 2010

OS FILHOS E A SEPARAÇÃO DOS PAIS

TEMA - EDUCAÇÃO




Certa vez, ouvi de um filho cujos pais estavam na iminência de se separarem, o seguinte desabafo: “sinto como se eu estivesse sendo rasgado ao meio, ou melhor, talvez se isso me ocorresse, penso que isso doeria menos que a separação deles”. A separação é algo muito comum hoje em dia, porém, não se pode esquecer dos sofrimentos e traumas que causa nos filhos.

Seria muito bom que os casais, em especial os que têm filhos, decidissem de verdade a levar mais a sério o compromisso que assumiram. A instituição do divórcio pela legislação não quer dizer que o casamento passou a ser uma espécie de contrato por prazo determinado, algo semelhante a uma locação em que se fixa, de antemão, um período de trinta meses. Também não pode ser tido como uma aventura totalmente incerta, na qual cada um se reserva ao direito de “pular fora do barco” logo que vier o primeiro ventinho contrário.

O Código Civil brasileiro, muito sabiamente, consagra em seu artigo 1.511 que o casamento estabelece comunhão plena de vida, com base na igualdade de direitos e deveres dos cônjuges. Ora não é possível se estabelecer tal união de vida em plenitude se cada um assume uma postura de cair fora quando vier a primeira dificuldade.

Mas há situações em que a separação, por motivos que não cabe aqui elencar, torna-se uma realidade irreversível. Exemplo disso é a situação do homem ou da mulher cuja esposa ou marido abandona o lar e se nega a tentar qualquer reconciliação. Nesse caso, o primeiro passo é não deixar que as próprias frustrações, ou mesmo um certo complexo de culpa atrapalhe a educação dos filhos.

É comum nesses casos que se acabem sendo fracos na educação, não impondo limites pensando em algo do tipo “coitadinho, já sofreu demais com a separação”. Fazendo isso, porém, acaba-se por desrespeitar outro direito dos filhos, que é a educação, e não há educação sem limites.

Mas um dos aspectos mais importantes é a postura que se assume diante do filho em relação ao ex-marido ou ex-esposa. Há estudos que apontam que a morte de um dos pais é evidentemente mais dolorosa que a separação, mas costuma fazer menos mal para a educação. E o motivo provável é que, após a morte, é freqüente que o cônjuge sobrevivente fale bem do outro, e que nutra recordações saudáveis, de modo que os filhos, ainda que sofram muito, mantêm a segurança de que seus pais se amavam, mas algo inevitável os separou.

Entre casais separados, porém, é muitíssimo comum cada qual fazer comentários negativos sobre o outro diante dos filhos. E não há atitude mais insana e nefasta para os filhos do que isso. Na verdade, o pai ou a mãe que critica o outro diante do filho, no fundo denota uma postura egoísta, que não sabe amar o filho de verdade. É que, salvo raras exceções, o filho mantém vínculos afetivos muito fortes com o pai e com a mãe. Assim, quando se critica o outro, quem sofre é o filho, que apesar de tudo ama a ambos.

Penso que seja possível manter uma educação saudável, apesar da separação. Mas isso depende de que o pai e a mãe se esforcem por lembrar das qualidades do outro e ressaltem isso diante dos filhos. Afinal, duvido que seja possível encontrar alguém que somente tenha virtudes e outra que só tenha defeitos. Qualquer pessoa, por pior que seja, tem sempre qualidades que podem ser reconhecidas. E essas podem ser elogiadas e ressaltadas diante dos filhos, que com isso sentirão a segurança de que tanto precisam. Terão então olhos para enxergar que os pais, apesar de tudo, os amam de verdade. E, repita-se, não demonstra que ama de verdade o filho o pai ou a mãe que não respeita o outro, seja qual for o motivo da separação.



Fábio Henrique Prado de Toledo é Juiz de Direito em Campinas. Bacharel em Direito pela Faculdade de Direito da Universidade de São Paulo. Articulista do Correio Popular de Campinas e de alguns outros jornais. Casado, pai de 8 filhos e Membro do Conselho de Administração do Colégio Nautas.

e-mail: fabiotoledo@apamagis.com.br












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