Versículo do Momento

LEIA A BÍBLIA

quarta-feira, fevereiro 18, 2009

MÉTODOS DE ESTUDOS? QUANTAS HORAS? ESQUEMA DE ESTUDO? FORMA DE ESTUDO?

EDUCAÇÃO-Sistema particular de princípios e valores que rege
uma conduta.
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Primeiro passo para estudar para concurso é estudar uma matéria por dia, pois se algum concurso for aberto durante o tempo em que esteja se preparando, pelos menos saberá um pouco de cada matéria.

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O erro de muitos concursandos é que começam a estudar pela matéria que mais gostam decidindo esgotá-la antes de passarem para a próxima. Se algum concurso for aberto saberão apenas uma das onze que normalmente são pedidas nos diversos concursos para a área jurídica e não conseguirão passar nem ao menos na primeira fase.
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Saber um pouco de cada é melhor estratégia. Para não haver estress, uma dica muito importante é fazer ginástica todos os dias depois do estudo. Faça fichas dos livros de doutrina resumidos. Depois, pegue as provas antigas e comece a resolvê-las.
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O esquema e forma de estudo são pessoais. Cada um deve procurar o seu, ou seja, cada um tem um meio de memorizar mais facilmente as informações lidas. Uma forma de memorizar é escrever algumas notas sobre o que estiver lendo, assim como sublinhar o que é mais importante.
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Quando o estudo ficar monótono, leia em voz alta, pois pode ajudar a memorizar. Fiche os livros mais importantes (faça notas em fichas), para reler mais próximo da prova. O fundamental é não pensar que sua vida se resume a um concurso, pois a carga fica muito pesada na hora da prova. É importante, mas não é a coisa mais importante da vida de uma pessoa. Pelo menos não tem que ser. Saúde continua a sendo o que nos é mais caro. O resto dá para levar. Importante também é a disciplina. Já dizia um grande personagem do mundo secular: "disciplina é liberdade". Indisciplina é escravidão, pois não permite que você se programe se organize, consiga cumprir metas. A palavra chave, portanto é disciplina.
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Tenha também um bom horário de estudo. O que isso significa? ter um horário que você possa cumprir. Não adiante fazer um horário maravilhoso, mas que você sabe que não conseguirá dar conta. O recomendado é o mínimo de duas horas diárias que, aos poucos, poderão ser aumentadas. Tenha equilíbrio. Ou seja, mantenha uma vida pessoal saudável, com exercícios físicos, se possível, pois aliviam bastante o stress.
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Continue vendo os amigos, indo ao cinema, saindo, pelo menos uma vez por semana, pois isso dá mais tranqüilidade e permite que seu universo não seja apenas o estudo e o concurso. Muitos alunos falham por indisciplina e preocupação exacerbada com o concurso. O peso acaba sendo muito grande na hora da prova e acaba aumentando o nervoso e prejudicando o candidato.
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Na hora da prova tenha tranqüilidade e autoconfiança. Não faça a prova apenas " por experiência" pense seriamente na possibilidade de passar e vista a camisa da prova. Ou seja, se for uma prova para a magistratura pense e escreva como se já fosse um Juiz, O mesmo vale para a Defensoria Pública, Ministério Público etc. Finalmente, acreditem em vocês e corram atrás de seus sonhos. Eles são realizáveis. Só depende de vocês.








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Dra. Andrea Amin - Membro Shvoong
Diác. Rilvan Stutz - Membro Shvoong
Catedral Presbiteriana do Rio de Janeiro
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terça-feira, fevereiro 17, 2009

AFINAL, PORQUE SUAMOS?

CUIDANDO DA SAÚDE
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O suor é líquido produzido pelas grândulas sudoríparas, contituído por água, na qual se encontram dissolvidos sais minerais e outras substâncias. Quando ocorre um aumento da temperatura da pele, as glândulas sudoríparas produzem suor, que provoca um arrefecimento do organismo. O corpo de um indivíduo adulto é dotado de mais de mais de três milhões de glândulas sudoríparas, que são capazes de produzir até 12 litros de suor por dia. As glândulas sudoríparas desenvolvem-se na infância, em resposta ao meio ambiente. Por conseguinte, as pessoas que vivem em zonas quentes desenvolvem um maio numero de glândulas sudoríparas, o contrário sucedendo nos habitantes de zonas frias.
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PARA ARREFECER O CORPO
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A principal razão porque suamos reside no ajuste da temperatura do corpo. De fato, o suor contitui o mecanismo de arrefecimento corporal, e inicia-se sempre que as condições ambientais ou que o esforço físico induzem um aumento da temperatura corporal. A título de exemplo, depois de tomar banho todos sentimos uma brisa fresca no corpo, quando este ainda está molhado. Este efeito refrescante é o resultado de algo que se denomina " calor de vaporização", um fenômeno que ocorre quando a água aderente à superfície da pele se evapora, provocando a diminuição da temperatura do corpo. O suor reduz a temperatura do organismo por um mecanismo idêntico. Independentemente do calor e da intensidade do exercício físico, a temperatura mantém-se sempre perto dos 36,5 graus centígrados, graças ao suor.
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PORQUE O SUOR CHEIRA MAL?
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O suor é, por si só, inodoro. De fato, o líquido segregado pelas glândulas sudoríparas é formado por quase 99% de água. O suor só adquire o seu cheiro característico quando se mistura com as bactérias que habitam na superfície da pele e que alteram a sua constituição. O local em que este fenômeno é mais evidente consiste nas glândulas presentes na axilas e na zona genital, onde a acumulação de suor é mais extensa. O mesmo se passa nos pés, que estão habitualmente envolvidos pelos sapatos e meias, o que cria um ambiente perfeito para as bactérias se desenvolverem.
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SUOR E URINA: QUAL A DIFERENÇA?
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Sabia que os componentes do suor e da urina são quase idênticos? Além de água, ambos contêm mais minerais, uréia, amônio e sulfatos. A diferença reside no fato de a urina possuir uma quantidade de uréia cerca de dez vezes superior a do suor. Além disso, é dado que o organismo libera uma quantidade fixa de água ao londo do dia, existe uma existe uma estreita relação entre a quantidade de suor e a urina que o organismo produz. No verão sua-se muito, pelo que a produção da urina diminui. Em contrapartida, no inverno não existe necessídade de arrefecer o corpo, pelo que a produção do suor diminue, sendo compesada por um aumento do volume urinário.
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A RAZÃO DE SER DOS DESODORIZANTE
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Existem duas razões básicas para se utilizar o desodorizante: diminuir a secreção de suor e exalar um cheiro agradável. Estas duas razões estão relacionadas, dado que o suor se associa a um mau cheiro, principalmente porque os microrganismos que proliferam em zonas quentes e úmidas como as axilas produzem substâncias químicas que são responsáveis por esse odor. Para diminuir a secreção do suor, a maioria dos desodorizantes contém uma substância química denominada cloridrato de alumínio, que exerce um efeito direto nas glândulas sudoríparas. Outra forma de eliminar o mau odor consiste em matar os microrganismos que proliferam no suor, recorrendo a substâncias químicas que se adicionam ao desodorizante. A maioria dessas substâncias são tóxicas podendo irritar as zonas mais sensíveis da pele. Então, vamos ter cuidado!






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Por Diác. Rilvan Stutz (Fonte www.icrvb.com)
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sábado, fevereiro 14, 2009

COMO VOCÊ ESTÁ?

TEMA EDUCAÇÃO - OPINIÃO
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“Como você está?” Uma pergunta tão fácil e direta, que deveria expressar a verdadeira preocupação de um colega, de um conhecido, dos amigos e familiares em saber como você se encontra. Esta pergunta deveria conter, pura e simplesmente, o que ela quer dizer, mas neste mundano mundo que vivemos as pessoas, ao lhe dirigirem não querem saber se você está bem consigo mesmo e com os mais próximos. Querem saber muito mais do que “sobre o seu dia”.
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Essa pergunta vem carregada de duplo sentido, porque o que querem saber é o quanto você tem, o quanto você ganha, quais bens você conquistou nesse tempo em que não se viram e qual a posição social que ocupa no lugar onde vive. Caso você apareça com um carro novo já vão logo dizendo, “Você está bem, hein?” Mas quando o carro não seja tão bom a pergunta vem sublinhada de malícia, “Você está bem?”. E se por acaso vier de ônibus a pergunta muda completamente, porque lhe dirigem um “Mas o que foi que aconteceu?”. No fundo, para esta pergunta de saber “como você está”, a resposta certa seria dizer o quanto tem no bolso.
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Essa confusão havida para uma simples pergunta que se faz repetidamente ao encontrarmos pessoas que não vemos há alguns dias, semanas, meses ou mesmo anos é resultado de uma deturpação de valores. Passou-se a valorizar mais uma pessoa de sucesso do que uma pessoa bem sucedida. Entenda-se por pessoa de sucesso aquela que alcança brilho, destaque e exposição naquilo que faz profissionalmente. Vemos cantores, compositores, empresários e profissionais das mais diferentes áreas alcançarem o sucesso, muitas vezes de forma meteórica. Mas também vemos ladrões, bandidos, criminosos, corruptores e corruptos que tem sucesso. Bem sucedido, por outro lado, é quem se sente bem com aquilo que faz ou deixa de fazer, mas principalmente com o que é. Isto porque o que a pessoa bem sucedida é, faz bem àqueles que o circundam. O sentimento sobre a dubiedade da pergunta tem sido despertado em mim ano após ano quando retorno para a minha cidade de origem e me perguntam, “Como vai você? Há quanto tempo que não o vejo!” Quando respondo “Muito bem!” e que tenho dedicado meu tempo para ser atleta a expressão de espanto não nega, mesmo porque na seqüência, muitas vezes, vem outra pergunta, “Mas o que você está ganhando com isso?” Neste momento só me resta responder, “Prazer!”.
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Prazer esse obtido pelo fato de fazer o que sempre sonhei, sem ser arrastado pela roda viva a que o mundo nos tem imposto ultimamente. Não que isso seja um convite ao ostracismo, a falta de dedicação ou o incentivo a não qualificação profissional, muito pelo contrário, o esporte de alto rendimento me mostrou exatamente o oposto. Ele exigiu muito mais que preparação física e psicológica, cobrando-me dedicação constante, aprimoramento técnico e desempenho competitivo muito maior do que qualquer outra atividade profissional jamais exigiu. Porém, eu estava fazendo exatamente aquilo que queria no momento por mim escolhido, realizando um sonho acalentado por muitos anos. O sucesso, sem que as pessoas se sintam bem sucedidas, pode nos trazer dinheiro, destaque e prestígio social, mas por outro lado tem levado muitas pessoas ao fracasso em sua vida privada.
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Deste modo, sempre que fizer esta pergunta a alguém com quem você realmente se importa, saiba que os seus valores podem ser diferentes. Por outro lado, sempre que lhe fizerem esta pergunta e você puder respondê-la de modo positivo, expressando o que sente e não o que os outros esperam, considere-se uma pessoa bem sucedida. Por isso pergunto, “Como você está?





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Escritor: Moacir Jorge Rauber
Diác. Rilvan Stutz - Membro Shvoong

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quinta-feira, fevereiro 12, 2009

ABORTO: OS DOIS PONTOS CRUCIAIS

EDIFICAÇÃO
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O ABORTO DE ACORDO COM A LEGISLAÇÃO VIGENTE E À LUZ DA
PALAVRA DE DEUS


A legislação sobre o assunto
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O artigo 128 do Código Penal brasileiro (que é de 1940) permite o aborto quando há risco de vida para a mãe, e quando a gravidez resulta de estupro. Porém, apenas sete hospitais nos pais faziam o aborto legal. Esse ano, a Comissão de Constituição e Justiça (CCJ), da Câmara dos Deputados, aprovou a obrigatoriedade do SUS (Sistema Único de Saúde) realizar o aborto nos termos da lei. O projeto, porém, permite ao médico (não ao hospital) recusar-se a fazer o aborto, por razões de consciência – um reconhecimento de que o assunto é polêmico e que envolve mais que procedimentos médicos e mecânicos. Por exemplo, o ministro da Saúde, Carlos Albuquerque, disse ser contrário à lei e comparou aborto a um assassinato. Além disto, médicos podem ter uma resistência natural, pela própria formação deles (obrigação de lutar pela vida). "O juiz que autoriza o aborto é co-autor do crime. Isso fere o direito à vida", disse o desembargador José Geraldo Fonseca, do Tribunal de Justiça de São Paulo, em entrevista ao jornal Estado de São Paulo (22/09/97). Segundo ele, o artigo 128 do Código Penal não autoriza o aborto nesses casos, mas apenas não prevê pena para quem o pratica. No momento, existem projetos de ampliar a lei, garantindo o aborto também no caso de malformação do feto, com pouca possibilidade de vida após o parto.
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O ensino bíblico
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O a
ssunto é particularmente agudo para os cristãos comprometidos com a Palavra de Deus. É verdade que não há um preceito legal na Bíblia proibindo diretamente o aborto, como "Não abortarás". Mas a razão é clara. Era tão inconcebível que uma mulher israelita desejasse um aborto que não havia necessidade de proibi-lo explicitamente na lei de Moisés. Crianças eram consideradas como um presente ou herança de Deus (Gn 33.5; Sl 113.9; 127.3). Era Deus quem abria a madre e permitia a gravidez (Gn 29.33; 30.22; 1 Sm. 1.19-20). Não ter filhos era considerado uma maldição, já que o nome de família do marido não poderia ser perpetuado (Dt 25.6; Rt 4.5). O aborto era algo tão contrário à mentalidade israelita que bastava um mandamento genérico, "Não matarás" (Êx 20.13). Mas os tempos mudaram. A sociedade ocidental moderna vê filhos como empecilho à concretização do sonho de realização pessoal do casal, da mulher em especial, de ter uma boa posição financeira, de aproveitar a vida, de ter lazer, e de trabalhar. A Igreja, entretanto, deve guiar-se pela Palavra de Deus, e não pela ética da sociedade onde está inserida.
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A humanidade do feto
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Há dois pontos cruciais em torno dos quais gira as questões éticas e morais relacionadas com o aborto provocado. O primeiro é quanto à humanidade do feto. Esse ponto tem a ver com a resposta à pergunta: quando é que, no processo de concepção, gestação e nascimento, o embrião se torna um ser humano, uma pessoa, adquirindo assim o direito à vida? Muitos que são a favor do aborto argumentam que o embrião (e depois o feto), só se torna um ser humano depois de determinado período de gestação, antes do qual abortar não seria assassinato. Por exemplo, o aborto é permitido na Inglaterra até 7 meses de gestação. Outros são mais radicais. Em 1973 a Suprema Corte dos Estados Unidos passou uma lei permitindo o aborto, argumentando que uma criança não nascida não é uma pessoa no sentido pleno do termo, e, portanto, não tem direito constitucional à vida, liberdade e propriedades. Entretanto, muitos biólogos, geneticistas e médicos concordam que a vida biológica inicia-se desde a concepção. As Escrituras confirmam este conceito ensinando que Deus considera sagrada vida de crianças não nascidas. Veja, por exemplo, Êx 4.11; 21.21-25; Jó 10.8-12; Sl 139.13-16; Jr. 1.5; Mt 1.18; e Lc 1.39-44. Apesar de algumas dessas passagens terem pontos de difícil interpretação, não é difícil de ver que a Bíblia ensina que o corpo, a vida e as faculdades morais do homem se originam simultaneamente na concepção.
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Os Pais da Igreja, que vieram logo após os apóstolos, reconheceram esta verd
ade, como aparece claramente nos escritos de Tertuliano, Jerônimo, Agostinho, Clemente de Alexandria e outros. No Império Romano pagão, o aborto era praticado livremente, mas os cristãos se posicionaram contra a prática. Em 314 o concílio de Ancira (moderna Ankara) decretou que deveriam ser excluídos da ceia do Senhor durante 10 anos todos os que procurassem provocar o aborto ou fizesse drogas para provocá-lo. Anteriormente, o sínodo de Elvira (305-306) havia excluído até a morte os que praticassem tais coisas. Assim, a evidência biológica e bíblica é que crianças não nascidas são seres humanos, são pessoas, e que matá-las é assassinato.
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A santidade da vida
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O segundo ponto tem a ver com a santidade da vida. Ainda que as crianças fossem reconhecidas como seres humanos, como pessoas, antes de nascer, ainda assim, suas vidas estariam am
eaçadas pelo aborto. Vivemos em uma sociedade que perdeu o conceito da santidade da vida. O conceito bíblico de que o homem é uma criatura especial, feita à imagem de Deus, diferente de todas as demais formas de vida, e que possui uma alma imortal, tem sido substituído pelo conceito humanista do evolucionismo, que vê o homem simplesmente como uma espécie a mais, o Homo sapiens, sem nada que realmente o faça distinto das demais espécies. A vida humana perdeu seu valor. O direito para continuar existindo não é mais determinado pelo alto valor que se dava ao homem por ser feito à imagem de Deus, mas por fatores financeiros, sociológicos e de conveniência pessoal, geralmente, utilitarista e egoísta. Em São Paulo, por exemplo, um médico declarou "Faço aborto com o mesmo respeito com que faço uma cesárea. É um procedimento tão ético como uma cauterização". E perguntado se faria aborto em sua filha, respondeu: "Faria, se ela considerasse a gravidez inoportuna por algum motivo. Eu mesmo já fiz sete abortos de namoradas minhas que não podiam sustentar a gravidez" (A Folha de São Paulo, 29 de agosto de 1997).
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Conclusão
=Esses pontos devem ser encarados por todos os cristãos. Evidentemente, existem situações complexas e difíceis, como no caso da gravidez de risco e do estupro. Meu ponto é que as soluções sempre devem ser a favor da vida. C. Everett Koop, ex-cirurgião geral dos Estados Unidos, escreveu: "Nos meus 36 anos de cirurgia pediátrica, nunca vi um caso em que o aborto fosse a única saída para que a mãe sobrevivesse". Sua prática nestes casos raros era provocar o nascimento prematuro da criança e dar todas as condições para sua sobrevivência. Ao mesmo tempo, é preciso que a Igreja se compadeça e auxilie os cristãos que se vêem diante deste terrível dilema. Condenação não irá substituir orientação, apoio e acompanhamento. A dor, a revolta e o sofrimento de quem foi estuprada não se resolverá matando o ser humano concebido em seu ventre. Por outro lado, a Igreja não pode simplesmente abandonar à sua sorte as estupradas grávidas que resolvem ter a criança. É preciso apoio, acompanhamento e orientação.







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Rev. Augustus Nicodemus Lopes - IPB
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