Versículo do Momento

LEIA A BÍBLIA

quinta-feira, fevereiro 05, 2009

ENVELHECER COM DIGNIDADE

NOTÍCIAS PELO MUNDO
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Qualidade de vida na terceira idade pode ser definida como a manutenção da saúde, em seu maior nível possível, em todos aspectos da vida humana: físico, social, psíquico e espiritual, segundo a Organização Mundial de Saúde. Acrescente-se a esta definição que qualidade de vida também é a preservação do prazer de ter um corpo saudável e a aceitação de seus limites, o prazer de interagir em sociedade, o prazer da satisfação dos desejos na medida do possível e aceitável, o prazer de compartilhar e de aprender.
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Portanto envelhecer com qualidade de vida implica em sentir-se bem consigo mesmo, com as outras pessoas e com o mundo que noscerca. O idoso conquista sua qualidade de vida com esforço de vida com esforço e muita luta. É importante cuidar da alimemtação e do seu peso. Evitar o fumo e o álcool. Fazer exames preventivos com regularidade. Só tomando remédios com indicação médica. Patricar exercícios físicos, ginástica ou caminhada. Não assumindo hábitos ou posições rígidas. Procurando ser flexível, aceitando as mudanças na sua vida com naturalidade.
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Ocupando bem o seu tempo, sentindo-se útil, dando sentido à sua vida. Aprendendo sempre. Lendo livros, jornais, revistas. Assistindo aulas, cursos e apalestras. Tendo muitos amigos e ralações sociais. Frequentar, associações e comunidades. Se você acha que está velho demais para fazer o que gosta, esqueça. É nessa época que muita gente redescobre as coisas boas da vida.





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Vitor Santos - Membro do Tribunal de Justiça de S.P.

Diác. Rilvan Stutz - Membro Shvoong
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quarta-feira, fevereiro 04, 2009

MEDICINA ALTERNATIVA - O TRATAMENTO

CUIDANDO DA SAÚDE
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A abordagem antroposófica chama a atenção de quem procura formas integradas de cuidar da saúde devido a sua comprovada eficácia. "Na Europa, um estudo realizado en­tre 2005 e 2006, com mais de 20 mil pacientes, demonstrou que o uso de remédios antroposóficos é eficaz e apresentou menos efeitos colaterais no tratamento de infecções das vias res­piratórias do que os remédios convencionais", diz Paulo Roberto Volkmann, clínico geral de Porto Alegre.
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Entre os medicamentos estudados está o Viscum album, uma planta semiparasita cujo extrato tem se mostrado auxiliar na prevenção e no tratamento complementar do câncer. Mais de 320 estudos científicos sobre o remédio já foram publicados em literatura internacional. "Os medicamentos naturais (extraídos do reino vegetal, mineral e animal e veiculados em gotas, glóbulos, comprimidos, pomadas, chás, pós e injeções) são uma forma de não sobrecarregar o corpo e estimular a força curativa dele", explica Perlatto.
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A preparação lembra a homeopatia por usar dinamizações (quanto maior a diluição, maior a potência). Mas, diferentemente da homeopatia, as diluições são feitas manualmente em escalas decimais (uma parte de extrato vegetal por dez de solução, por exemplo). A homeopatia chega a diluições infinitesimais.
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Outra curiosidade é que os laboratórios antroposóficos (no Brasil há o Weleda e o Sirimim) têm plantações orgânicas, com acompanhamento para que a matéria-prima seja colhida e preparada no momento de maior concentração dos princípios ativos. Há também os metais vegetalizados. Uma plantação de camomila, que tem efeito antiespasmódico, pode ser regada com uma solução de cobre, antiespasmódico, para potencializar o efeito do medicamento.
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Além dos remédios, a terapia artística e corporal (euritmia) e os banhos são recursos do tratamento antroposófico. No fundo, é uma prática médica integrada. Nem melhor nem pior do que outras. Como diz Perlatto, "há pacientes que precisam de cirurgia, outros que se dão bem com a homeopatia. Outros ainda com a medicina antroposófica". Por outro lado é bom estarmos bem informados, preparados e até orientados por mais de um profissional (Especialista), para não cairmos em tratamentos inadequados.






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terça-feira, fevereiro 03, 2009

FLORA; UM RISCO PARA O RELACIONAMENTO

EDIFICAÇÃO
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Mesmo com o término da novela A Favorita, Flora foi extremamente marcante não somente pela grande interpretação feita por Patrícia Pilar que merecia um “Oscar” de melhor atriz, mas pelos alertas que ficaram sobre uma sociedade doentia, cheia de maldades, uma sociedade egoísta e má que chega às raias da psicopatia.
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A rigor, psicopatia é um transtorno psiquiátrico no quais as pessoas que sofrem dele são caracterizadas como frias, manipuladoras, cruéis e sem qualquer sentimento de compaixão, remorso ou arrependimento. Os psicopatas não pedem desculpas por nada, exceto quando querem enganar e buscar algum benefício pessoal com a situação. Os psicopatas utilizam várias formas para enganar e impressionar as pessoas que cruzam o seu caminho, como jogo de sedução, charme, uso da inteligência e outros.
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Ana Beatriz Barbosa Silva no livro “Mentes Perigosas; O psicopata mora ao lado”, fala que os psicopatas estão camuflados como executivos bem-sucedidos, como bons políticos, bons amigos, pais e mães de família e que em alguns casos não costumam levantar suspeitas sobre quem realmente são. Afirma a citada autora que ao pensarmos nos psicopatas imaginamos pessoas violentas, com aparência de assassino.
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Mas não é sempre assim. A maioria nunca cometerá um assassinato e, a rigor se confundirá com pessoas normais. Entretanto, no lado mais sombrio da mente perigosa do psicopata há muita maldade. Um site ligado ao portal do Globo, discorrendo sobre Flora e a psicopatia, afirma que “todos devem imaginar o que rola na cabeça de alguém que visa seu próprio benefício, sem se importar com o seu próximo (...) Ela, Flora, é o externo daquilo que chamamos de psicopatias, que são pessoas dotadas de uma doença psiquiátrica que causa desajustes nos relacionamentos entre os indivíduos”.
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Escrevo este artigo visando oferecer sinais de alerta. Muitas pessoas não estão informadas sobre este assunto que de modo tão real foi encenado em A Favorita. Pessoas como Flora pode estar em qualquer lugar, inclusive dentro da Igreja. Elas são um risco devido ao seu poder de manipulação tipo, boas na aparência e nas conversas, mas cheias de veneno por dentro.
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Quero deixar claro que tais pessoas em que o limite entre a maldade e a doença é quase imperceptível precisam de nossas orações e ternura sem que nos deixemos envolver por elas, pois são um grande risco para nossos relacionamentos saudáveis.





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Pr. David Baêta Primeira Igreja Batista em M.Bonita
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sábado, janeiro 24, 2009

O QUE ACONTECEU COM OS EVANGÉLICOS?

EDIFICAÇÃO
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Quando Paulo Romeiro escreveu Evangélicos em Crise em meados da década de 90, ele apenas tocou em uma das muitas áreas em que o evangelicalismo havia entrado em colapso no Brasil: a sua incapacidade de deter a proliferação de teologias oriundas de uma visão pragmática e mercantilista de igreja, no caso, a teologia da prosperidade. Fica cada vez mais claro que os evangélicos estão atualmente numa crise muito maior, a começar pela dificuldade – para não falar da impossibilidade – de ao menos se definir hoje o que é ser evangélico.
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Até pouco tempo, “evangélico” indicava vagamente aqueles protestantes de entre todas as denominações – presbiterianos, batistas, metodistas, anglicanos, luteranos e pentecostais, entre outros, que consideravam a Bíblia como Palavra de Deus, autoritativa e infalível, que eram conservadores no culto e nos padrões morais, e que tinham visão missionária. Hoje, no Brasil, o termo não tem mais essa conotação. Ele tem sido usado para se referir a todos os que estão dentro do cristianismo em geral e que não são católicos romanos: protestantes históricos, pentecostais, neopentecostais, igrejas emergentes, comunidades dos mais variados tipos, etc.
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É evidente a crise gigantesca em que os evangélicos se encontram: a falta de rumos teológicos definidos, a multiplicidade de teologias divergentes, a falta de uma liderança com autoridade moral e espiritual, a derrocada doutrinária e moral de líderes que um dia foram reconhecidos como referência, o surgimentos de líderes totalitários que se auto-denominam pastores, bispos e apóstolos, a conquista gradual das escolas de teologia pelo liberalismo teológico, a falta de padrões morais pelos quais ao menos exercer a disciplina eclesiástica, a depreciação da doutrina, a mercantilização de várias editoras evangélicas que passaram a publicar livros de linha não evangélica, e o surgimento das chamadas igrejas emergentes. A lista é muito maior e falta espaço nesse post.
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Recentemente um amigo meu, respeitado professor de teologia, me disse que o evangelicalismo brasileiro está na UTI. Concordo com ele. A crise, contudo, tem suas raízes na própria natureza do evangelicalismo, desde o seu nascedouro. Há opiniões divergentes sobre quando o moderno evangelicalismo nasceu. Aqui, adoto a opinião de que ele nasceu, como movimento, nas décadas de 50 e 60 nos Estados Unidos. Era uma ala dentro do movimento fundamentalista que desejava preservar os pontos básicos da fé (veja meu post sobre Fundamentalismo), mas que não compartilhava do espírito separatista e exclusivista da primeira geração de fundamentalistas. A princípio chamado de “neo-fundamentalismo”, o evangelicalismo entendia que deveria procurar uma interação maior com questões sociais e, acima de tudo, obter respeitabilidade acadêmica mediante o diálogo com a ciência e com outras linhas dentro da cristandade, sem abrir mão dos “fundamentos”. Eles queriam se livrar da pecha de intransigentes, fechados, bitolados e obscurantistas, ao mesmo tempo em que mantinham doutrinas como a inerrância das Escrituras, a crença em milagres, a morte vicária de Cristo, sua divindade e sua ressurreição de entre os mortos. Eram, por assim dizer, fundamentalistas esclarecidos, que queriam ser reconhecidos academicamente, acima de tudo.
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O que aconteceu para o evangelicalismo chegasse ao ponto crítico em que se encontra hoje? Tenho algumas idéias que coloco em seguida.
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1. O diálogo com católicos, liberais, pentecostais e outras linhas sem que os pressupostos doutrinários tivessem sido traçados com clareza. Acredito que podemos dialogar e aprender com quem não é reformado. Contudo, o diálogo deve ser buscado dentro de pressupostos claros e com fronteiras claras. Hoje, os evangélicos têm dificuldades em delinear as fronteiras do verdadeiro cristianismo e de manter as portas fechadas para heresias.
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2. A adoção do não-exclusivismo como princípio. Ao fazer isso, os evangélicos começaram a abrir a porta para a pluralidade doutrinária, a multiplicidade de eclesiologias e o relativismo moral, sem que tivessem qualquer instrumento poderoso o suficiente para ao menos identificar o que estivesse em desacordo com os pontos cruciais.
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3. O abandono gradual da aderência a esses pontos cruciais com o objetivo de alargar a base de comunhão com outras linhas dentro da cristandade. Com a redução cada vez maior do que era básico, ficou cada vez mais ampla a definição de evangélico, a ponto de perder em grande parte seu significado original.
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4. O abandono da confessionalidade, dos grandes credos e confissões do passado, que moldaram a fé histórica da Igreja com sua interpretação das Escrituras. Não basta dizer que a Bíblia não tem erros. Arminianos, pelagianos, socinianos, unitários, eteroteólogos, neopentecostais – todos afirmarão isso. O problema está na interpretação que fazem dessa Bíblia inerrante. Ao jogar fora séculos de tradição interpretativa e teológica, os evangélicos ficaram vulneráveis a toda nova interpretação, como a teologia relacional, a teologia da prosperidade, a nova perspectiva sobre Paulo, etc.
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5. A mudança de uma orientação teológica mais agostiniana e reformada para uma orientação mais arminiana. Isso possibilitou a entrada no meio evangélico de teologias como a teologia relacional, que é filhote do arminianismo. Permitiu também a invasão da espiritualidade mística centrada na experiência, fruto do reavivalismo pelagiano de Charles Finney. Essa mudança também trouxe a depreciação da doutrina em favor do pragmatismo, e também o antropocentrismo no culto, na igreja e na missão, tudo isso produto da visão arminiana da centralidade do homem. Mas talvez o pior de tudo foi a perda da cosmovisão reformada, que serviria de base para uma visão abrangente da cultura, ciência e sociedade, a partir da soberania de Deus sobre todas as áreas da vida. Sem isso, o evangelicalismo mais e mais tem se inclinado a ações isoladas e fragmentadas na área social e política, às vezes sem conexão com a visão cristã de mundo.
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6. Por fim, a busca de respeitabilidade acadêmica, não somente da parte dos demais cristãos, mas especialmente da parte da academia secular. Essa busca, que por vezes tem esquecido que o opróbrio da cruz é mais aceitável diante de Deus do que o louvor humano, acabou fazendo com que o evangelicalismo, em muitos lugares, submetesse suas instituições teológicas aos padrões educacionais do Estado e das universidades, padrões esses comprometidos metodológica, filosófica e pedagogicamente com a visão humanística e secularizada do mundo, em que as Escrituras e o cristianismo são estudados de uma perspectiva não cristã. Abriu-se a porta para o velho liberalismo.
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Não há saída fácil para essa crise. Contudo, vejo a fé reformada como uma alternativa possível e viável para a igreja evangélica brasileira, desde que se mantenha fiel às grandes doutrinas da graça e aos lemas da Reforma, e que faça certo aquilo que os evangélicos não foram capazes de fazer: (1) dialogar e interagir com a diversidade delineando com clareza as fronteiras do cristianismo; (2) abandonar o inclusivismo generalizado e adotar um exclusivismo inteligente e sensível; (3) voltar a valorizar a doutrina, especialmente os pontos fundamentais da fé cristã expressos nos credos e confissões, que moldaram os inícios do movimento evangélico. Talvez assim possamos delinear com mais clareza os contornos da face evangélica em nosso país.
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Rev. Augusto Nicodemos Lopes - IPB
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