Versículo do Momento

LEIA A BÍBLIA

segunda-feira, janeiro 12, 2009

MEU FILHO, MEU DISCÍPULO

Muitas vezes, olhamos a sociedade, e sentimos o reflexo de como está a família. Nesta mensagem, Judith Kemp, descreve e dá instruções de como educar os nossos filhos. Ela informa e aconselha com autoridade, pois apesar de muitas pessoas até terem boa vontade, muitas vezes, só conhecem a teoria, mas Judith fala com conhecimento de causa, pois é casada com Jaime Kemp, também missionário, possuindo também duas filhas, ou melhor, três filhas.
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No título do desta mensagem, “Meu filho, Meu discípulo”, Judith Kemp, convoca a todo mundo, não só aos pais atuais, mas também aos futuros, independente de serem pais biológicos ou adotivos, para refletirem sobre o papel de educar uma nova geração de seres humanos. Não basta simplesmente colocá-los no mundo. É preciso conscientizar que vidas de outras famílias poderão ter a possibilidade de alcançar longos dias sobre a face da Terra, se instruirmos corretamente os nossos filhos, a proceder corretamente, a agir adequadamente em toda e qualquer situação.
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Precisamos ensinar nossos filhos. Mas, para isso temos que saber o que ensinar. Judith, com sabedoria apresenta-nos um modelo a ser seguido: o instrutor Jesus Cristo!
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Jesus, em uma passagem bíblica, disse aos seus discípulos: Ide e fazei discípulos de todas as nações, ensinando tudo o que lhe fora ensinado. Nesta mensagem, a escritora relata alguns princípios que Jesus ensina. Ele fala de amor, fé, compaixão, arrependimento, perdão e muitas outras pérolas. Pede que os discípulos façam o mesmo. Ensinou-lhes o que devia ser feito e bem feito, e nós, quando temos filhos, eles também devem ser ensinados, não somente pelos professores nas escolas, mas também por nós. Nossos filhos são, antes de tudo, nossos discípulos, pois discípulo, significa que é alguém que estar sendo ensinado por outro que possui maior conhecimento, experiência e uma visão além do que os nossos olhos naturais podem contemplar.
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Não basta simplesmente dizer aos discípulos (filhos) o que fazer, que o correto é assim desse jeito ou daquela maneira. Existe também uma outra forma complementar que tem uma importância muito grande, e que é o exemplo que eu, ou você, ou qualquer pessoa deve acrescentar. Os discípulos (filhos) tendem a seguir os nossos exemplos.
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Por isso, neste texto encontrarás conhecimento e sabedoria. Aproveite e aprecie.

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Holdings. Tel - Aviv - Jafra - Israel
Judith Kemp
Diác. Rilvan Stutz - Membro Shvoong
Catedral Presbiteriana do Rio de Janeiro
www.reierei.blogspot.com

domingo, janeiro 11, 2009

SE DEUS É BOM, PORQUE PERMITE O MAL?

CARTA
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Na internet eu vejo muita maldade como aborto, tortura, a fome na África. Então queria perguntar: Se Deus vê tudo isso, porque não tira essas pessoas do sofrimento? Me refiro principalmente às crianças.
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Resposta: Paz e Bem, Querida Irmã,
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A questão do mal é um dos maiores temas da humanidade. Ao longo da história muitos pensadores se debruçaram sobre esta questão. Porque o mal existe? Porque inocentes sofrem? Se Deus é bom, porque permite tantas abominações?
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Toda pessoa com sensibilidade já questionou-se sobre este problema. Eu também durante muito tempo fiquei com a minha fé posta à prova por não encontrar explicação compatível com o mau que eu via no mundo.
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Algumas doutrinas buscam explicação sobre o mal através das explicações reencarnacionistas, onde o mal colhido hoje é conseqüência do mal plantado em outra encarnação. Sem querer entrar no debate sobre doutrinas, a verdade é que durante o tempo em que busquei respostas nesta via religiosa, não conseguia explicação sobre o mal primordial. Sobre como este ciclo de mal se estabeleceu de maneira tão concreta e abrangente. Eu não conseguia resposta sobre a origem do sofrimento e do mal, quem era o causador afinal disso tudo e como isto se tornou tão abrangente que afeta a todos, independente do caráter, da fé, do status sociais.
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No entanto, a Palavra de Deus nos dá explicação bem precisa sobre as causas do mal, sobre porque afeta inocentes e sobre os planos de Deus para que não mais venhamos a sofrer com este mal. Vamos viajar juntos na Palavra?
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No livro de Gênesis, Deus cria o mundo e após ter concluído toda a criação, ele criou também o homem. Deus após ter criado este homem à sua imagem e semelhança, o abençoou: “Sede fecundos, multiplicai-vos, enchei a Terra e sujeitai-a” (Gn 1:28).
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Pense comigo, quando Deus criou o homem Ele concedeu ao homem duas bênção, dois dons: Povoar a Terra e sujeitá-la, ou numa tradução mais livre, governá-la. A partir daquele momento coube ao homem a autoridade espiritual sobre toda a criação, autoridade esta que nos foi dada pelo próprio Deus.
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A Bíblia nos ensina que os dons e vocações de Deus são irrevogáveis (Rm 11:29). Deus é fiel, mesmo que sejamos infiéis ele permanece fiel, pois não pode negar-se a si mesmo (2 Tm 2:12). Este aspecto da natureza de Deus é o que nos garante que suas promessas sobre nossas vidas vão se cumprir, é que garante a salvação pela graça independente das obras de justiça. Se não fosse a fidelidade de Deus à suas promessas não haveria nenhuma esperança para nós. O Senhor não muda, por isso nós não somos consumidos.Do mesmo modo, quando o Senhor deu ao homem autoridade espiritual sobre toda a criação, implicitamente havia a garantia de que jamais esta autoridade lhe seria tirada.
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Mas não existe amor verdadeiro se não existe liberdade. Liberdade até mesmo para negar este amor. E Deus é amor, ou seja, o amor para Deus não é opção é essência. E, deste modo, ao criar o homem à sua imagem e semelhança, ao dar ao homem autoridade espiritual sobre toda a criação, forçoso era que este mesmo homem tivesse a liberdade de agir conforme seus próprios desígnios, senão não seria amor, seria a pura e simples escravidão, talvez em gaiola de ouro, mas ainda assim escravidão.
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Bem, usando desta liberdade o homem resolveu seguir o seu próprio caminho longe de Deus. É o que se chamou de pecado. A partir daí nada mais seria como antes. Para se ter uma idéia do tamanho da nossa queda, no mundo projetado por Deus o único alimento era os vegetais, tanto para homens quanto para animais. Não havia seres carnívoros como há hoje, mesmo as grandes feras alimentavam-se de capim (Gênesis 1:29-30). Não se matava, nem mesmo para comer.
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O homem caiu. E consigo arrastou toda a criação, toda a criação caiu junto com o homem. Leões desenvolveram presas e garras, tubarões se tornaram máquinas de matar, terremotos e maremotos passaram a se tornar realidade quase cotidiana. Tudo o que estava debaixo da autoridade espiritual do homem caiu junto com ele. A deformidade moral do homem se reproduziu sobre todos aqueles que estavam sujeitos a ele. É por isso que mesmo entre os animais, estupros contra bebês, assassinatos, violência contra o mais fraco, genocídios, abusos sexuais acontecem com a mesma freqüência que nas sociedades humanas. “Maldita é a Terra por tua causa” (Gn 3:17).
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É exatamente por isso que Paulo escreve aos romanos que toda a criação está sujeita à perversidade, não por vontade própria, mas por causa daquele que a sujeitou e a própria criação também aguarda a redenção e geme e suporta angustias até hoje. Ou seja, toda a criação sofre por causa daquele que tem autoridade espiritual sobre ela (Rm 8:19-22).
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O projeto de redenção em Cristo Jesus não é algo que se finca unicamente no homem, mas que é anseio de toda a criação que se perverteu por conta das disformidades que tomaram conta de nossas almas quando nos afastamos Dele.
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Como disse antes, os dons e vocações de Deus são irrevogáveis. Sendo assim, não havia como Deus restaurar as coisas sem perverter a si mesmo. Não havia como Ele destituir o homem da autoridade que Ele mesmo outorgou, a não ser que o próprio Deus se tornasse homem. É por isso que Cristo, o Verbo, se fez carne, se fez homem, para ser o novo Adão, Espírito vivificante que redime o homem e, no momento certo, redimirá toda a criação. Cada ser vivo deste mundo anseia pelo dia da volta do Nosso Senhor, quando poderão retornar à casa do Pai e à sua verdadeira vocação. Esperam ardentemente pelo dia em que “lobo e cordeiro pastarão juntos e o leão comerá forragem como o boi” (Is 65:25)
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Somos nós os responsáveis pelo mal no mundo.
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Veja, o próprio teor de sua carta denuncia aquilo que nós somos. Você se preocupa com o mal e clama para que Deus fosse bondoso e livrasse ao menos as criancinhas. Mesmo em seu questionamento por justiça, sua preocupação maior é com as nossas crianças, mas o que dizer dos bois que morrem em nossos abatedouros? O que falar dos animais abatidos a pauladas para sustentar as indústrias de peles? E quanto aos que são sacrificados em laboratórios como cobaias dos remédios que usamos e que salvam as nossas vidas e de nossas crianças?
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Mesmo quando nos preocupamos com o mal, nos preocupamos com o mal que nos atinge, pois mesmo os que defendem o direito dos animais guardam em si suas próprias contradições, seus interesses de egos ou de desprezo ao gênero humano. Mesmo quando buscamos a justiça e a bondade, nossas motivações, via de regra, são egoístas.
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Então porque há o mal no mundo? A Bíblia responde, existe o mal no mundo por minha causa, por sua causa, por causa de todos nós.
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De que se queixa o homem? Queixemo-nos dos nossos próprios pecados.


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Resposta: Rev. Denilson Torres
Ministério Fruto do Espírito
Diác. Rilvan Stutz - Membro Shvoong
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sexta-feira, janeiro 09, 2009

BARRICA VELHA


Bem como de Tiago e João, filhos de Zebedeu, que eram sócios. Disse Jesus a Simão: Não temas; doravante serás pescador de homens. Lucas. 5, 10.
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Um certo fazendeiro estava pescando em uma velha barrica de água, colocada no quintal dos fundos de sua casa. Em dado momento, ele foi repreendido por seu vizinho: "Homem, não existe peixe dentro dessa barrica. Por que está gastando seu tempo desta maneira?" "Sim, eu sei que não existe peixe aqui", foi a resposta do fazendeiro. "mas", continuou ele,"é bem mais cômodo e prático do que sair para pescar longe de casa."
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Estamos engajados no serviço do Senhor, cumprindo a Sua comissão, "Ide e Pregai", ou estamos preferindo, como o fazendeiro de nossa ilustração, viver um cristianismo conveniente, onde os nossos interesses têm primazia e onde os sacrifícios e renúncias são ignorados? Estamos prontos a pagar o preço do nosso chamado ou deixando que outros realizem a tarefa que a nós foi confiada?
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Muitas são as vidas que se encontram perdidas neste mundo de ilusão. Caminham sem rumo e sem esperanças, necessitadas de uma mão que esteja estendida para reconduzi-las ao porto da salvação. Aguardam com ansiedade, clamam com aflição, mas parece que ninguém as ouve.
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Muitas vezes a igreja pratica um "evangelismo de comodidade" que, na realidade, tem muito pouco da verdadeira evangelização. O evangelismo deve ser feito onde se encontram as pessoas perdidas. E quantos estão prontos e dispostos a deixar o conforto e o bem-estar de sua comunidade?
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Onde estão os pescadores de almas? Por que demoram tanto? Talvez estejam pescando em uma barrica velha nos fundos da igreja!







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Prof. Paulo R. Barbosa - Membro Shvoong
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quinta-feira, janeiro 08, 2009

DEPRESSÃO-DOENÇA DO SÉCULO

CUIDANDO DA SAÚDE
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A depressão é uma doença, que afeta o físico, humor e o pensamento. As pessoas com essa doença, não ficam curadas por conta própria ou com pensamentos positivos. Ela afeta o raciocínio, à vontade, as relações afetivas, em geral. As pessoas que sofrem dessa doença, não devem tentar se comparar com outras pessoas com o mesmo problema, pois as manifestações podem ser diferentes. Uns com tristeza, desânimo e outros irritados, rebeldes, sem tristeza e nem choro.
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Todas as causas dessa doença, não são ainda conhecidas. Ela pode se manifestar como Atípica, que é uma maneira disfarçada e Típica, que se apresenta com todos os sintomas emocionais, como tristeza, choro, apatia, desinteresse e etc. Atividade física é muito importante, pois libera endorfinas, que são antidepressivos naturais e que melhoram o bem estar, funcionando melhor o estado físico comprometido pelos sintomas da depressão.
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A depressão é considerada um dos grandes males do século atual e tem seu registro desde a antiguidade, no século IV A.C., Hipócrates, considerado o pai da medicina, a tratava com o nome de melancolia. Já no século XIX, os médicos da época, começaram a usar a terminologia “depressão”. Estima-se que 17% de adultos sofram de uma doença depressiva, em algum período da vida.Os primeiros antidepressivos foram descobertos na década de 50, e muito evoluiu, desde então.
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Os medicamentos são eficientes e não são calmantes. São específicos para a melhora do humor ou do afeto. O principal medicamento será sempre o antidepressivo, que não criam dependência física ou psíquica; quase todos precisam de três a seis semanas para se ter resultado. A Organização Mundial da Saúde alerta que a Depressão é q quarta causa de incapacidade para o trabalho e prevê que nos próximos 20 (vinte) anos, ela mudará de quarto para segundo
lugar, na lista de doenças fatais.


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Dra. Silvia Longoni - Membro Shvoong
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