Versículo do Momento

LEIA A BÍBLIA

quinta-feira, novembro 06, 2014

PROIBIDO DEIXAR DE VIVER




"Ora, o mundo passa, bem como a sua concupiscência; aquele, porém, que faz a vontade de Deus permanece eternamente“ 

(1º João 2:17).



"Um médico visitou uma turma de segundo grau com o propósito de falar sobre os perigos do fumo.

Ele mostrou fotografias terríveis de pulmões e listou uma grande quantidade de fumantes que haviam morrido de câncer devido ao fumo.

O médico terminou sua palestra dizendo: "Não se esqueçam... fogo de um lado e um tolo do outro". 

Todos ficaram impressionados, especialmente aqueles que tinham o costume de aproveitar os horários vagos para fumar escondido.

Porém, dois meninos viram o médico fumando dentro do seu carro, ao se afastar da escola após a palestra.

Sua credibilidade desapareceu e a sua atitude foi o comentário principal após as aulas.

A campanha - Proibido Fumar - teria dado melhor resultado se ele não tivesse vindo àquele lugar. (Julian Gordy)

Temos nós sido assim, em nossa vida cristã?

Temos proclamado o que não vivemos, ensinado o que não conhecemos e sido lâmpadas apagadas em vez de acesas e brilhantes?
Temos mostrado o caminho e seguido em outra direção? 
Temos tentado distribuir alegria e nos contentado com a tristeza?
Temos oferecido fé e nos vestido de incredulidade?

O cristão deve viver de tal maneira que seja imitado, Deve louvar de tal maneira que arregimente um coral, crer de tal maneira que consiga ajudadores para derrubar muralhas e lançar montanhas ao mar.

Deve estar sempre querendo ser uma bênção em qualquer situação.

O tema da campanha daquela instituição de segundo grau era: "Proibido Fumar".

A nossa é "Proibido deixar de viver... abundantemente.. para sempre... com Cristo".

Você vai continuar fingindo que é cristão ou vai começar a viver realmente?


 

  
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quarta-feira, novembro 05, 2014

QUESTÃO 7






Sede meus imitadores, como também eu o sou de Cristo” 
(1º coríntios 11:1).





Uma das histórias mais fascinantes escritas em anos recentes é intitulada “Questão 7.”

Conta a experiência de um pregador, seu filho e uma escolha que ele foi forçado a fazer.

O jovem era um pianista realizado.

O governo opressor de seu país queria realizar uma propaganda.

Ele foi convidado para uma apresentação em uma reunião.

O pai disse ao filho que não gostaria que ele participasse aconselhando-o a não tocar naquele dia.

O governo enviou ao jovem um questionário que ele começou a preencher.

No dia da reunião o pianista compareceu.

Antes de subir ao palco para a apresentação, o jovem ouviu o locutor falando ao microfone: Nós somos benevolentes para com a igreja.

Nosso próximo participante é prova disso.

O jovem lembrou-se do quadro pregado na parede de sua casa que dizia: “Sê fiel até a morte e te darei a coroa da vida”.

Ele não podia continuar.

Quebrou um vidro e cortou a sua mão ficando, assim, impedido de tocar.

Logo a seguir ele fugiu, atravessando a fronteira oeste da Alemanha.


Quando o pai soube de sua fuga, foi até o quarto do filho.

Sobre sua escrivaninha estava o questionário social que recebera para preencher.

A questão número sete perguntava: “Que pessoa tem sido a maior influência de sua vida?”


Em letras maiúsculas estava escrita a resposta: “MEU PAI”.

Qual o valor e importância de nossa vida para nossos filhos, pais, parentes e amigos?

Como as nossas atitudes têm sido vistas por aqueles que nos conhecem?

Temos sido capazes de influenciar positivamente as pessoas com quem lidamos diariamente ou nosso procedimento serve apenas de escândalo e desagrado aos que estão mais próximos?

Como filhos de Deus devemos cuidar para que a nossa boca tenha sempre uma palavra abençoadora, que nossos pés deixem sempre marcas de amor e as nossas mãos sejam instrumentos usados para erguer os desanimados e jamais fazê-los cair ainda mais.

A nossa vida precisa transmitir o brilho do Senhor e iluminar aqueles que estão envoltos em trevas e destruição.

Se seus amigos tivessem que preencher aquele mesmo formulário, poderiam lembrar de você na “questão 7?”




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terça-feira, novembro 04, 2014

“POR FAVOR, VOCE VAI OU NÃO VAI?”
















Um pequeno menino com olhos brilhantes e rosto incandescente diz ao seu pai: "Está na hora da Escola Bíblica. Vamos logo papai. Não podemos chegar atrasados".

"Oh, não," disse o pai, "hoje Não. Eu trabalhei duro a semana toda; preciso descansar pelo menos um dia. Eu estou indo para o riacho. Lá eu posso pescar, relaxar e descansar. Vá brincar e não me aborreça. Iremos à igreja qualquer outro dia".

Os meses e anos passaram e aquele pai não mais ouviu o apelo: “Por favor, papai, vamos à Escola Bíblica!"

Os anos de infância ficaram para trás e aquele pai envelheceu.
Agora ele acha tempo para ir à igreja, mas o que seu filho faz?

"Ora, velho, eu passei a noite toda em claro, me divertindo, bebendo com os amigos. Você deve estar louco querendo que eu vá agora para a igreja".

O pai, ergue a mão trêmula para enxugar as lágrimas que rolam de seus olhos e, saudoso, parece ver claramente o rosto incandescente de seu filho levantado em sua direção e também sua voz ecoando pelos anos: “Papai, está na hora da Escola Bíblica. Por favor, você vai ou não vai?"

Que exemplo temos dado aos nossos filhos enquanto são pequenos?

Temos lhes proporcionado a alegria de crescer na presença de Deus, recebendo, desde bem jovens, os ensinos e as bênçãos do Senhor?

Temos nos preocupado com suas vidas, desde a infância, para que tenham prazer nas coisas celestiais e não se deixem seduzir pelos enganos e armadilhas do mundo?

Quando negligenciamos os cuidados que devemos ter com nossos filhos, esquecendo de nossas obrigações, podemos, como o pai de nossa ilustração, nos arrepender amargamente no futuro.

Quando nos dedicamos a ensinar a nossos filhos o caminho do Senhor, eles crescem de forma sadia, valorizando suas vidas e dificilmente se desviam para caminhos maus.

Mais tarde, quando envelhecermos, poderemos exibir um largo sorriso de vitória, certos de que nossos amados foram e continuarão sendo felizes e abençoados como nós.
 
 


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segunda-feira, novembro 03, 2014

POR QUE NÃO TENTAR NOVAMENTE?






"Antes, no temor do SENHOR, perseverarás todo dia(Provérbios 23:17). "






Não existe nenhum fracasso, a não ser o de não tentar novamente".

A Palavra do Senhor nos garante que "somos mais que vencedores".

E se nós cremos nas Escrituras, por que ainda nos sentimos fracassados?
Por que confessamos uma derrota, simplesmente porque nossa tentativa não foi bem sucedida?
Por que desistir sem novas tentativas?
Por que não perseverar até que a vitória chegue?

Como cristãos, filhos de Deus, não podemos nos conformar com o insucesso.

É uma palavra que deve ser riscada do dicionário de nossa vida espiritual.

O insucesso sempre será passageiro, o fracasso pode ser, no máximo, momentâneo, a derrota, um estímulo a novas tentativas até que a vitória seja alcançada.

Nenhum motivo há para que mostremos um semblante abatido ou para que percamos as esperanças.

Após uma decepção devemos levantar a cabeça, olhar para o céu e recomeçar, certos de que venceremos.

Desistir não é característica de um filho de Deus.

Voltar atrás não é atitude de um discípulo de Cristo. Temos as promessas, precisamos acreditar em todas elas.

Se o Senhor falou, fará.
Se o Senhor prometeu, cumprirá.
Se eu tenho fé, não desistirei jamais!

Há pessoas que murmuram por qualquer coisa. Lamentam a sorte, queixam-se de não conseguir

o que outros já conseguiram, culpam a Deus por seus "fracassos".
A única coisa que não fazem é insistir, perseverar, tentar mais uma vez, lutar pela realização de seus sonhos.

Não percebem que "todas as coisas contribuem para seu bem", que Deus quer promover crescimento para sua vida espiritual, oferecer-lhe uma vitória completa e definitiva.

Você desiste após um fracasso ou persevera até conseguir a vitória?


 



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