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quinta-feira, junho 07, 2012

DIFERENÇA ENTRE ENGENHOSIDADE E INTELIGÊNCIA

MENSAGEM







===========================Rede de Divulgação

1 - A NASA
Quando, antes dos anos 60, a NASA iniciou o envio de astronautas para o espaço, advertiram que as suas canetas não funcionariam à gravidade zero, dado que a tinta não desceria à superfície onde se desejaria escrever.
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Ao fim de seis anos de testes e investigações, que exigiu um gasto de 12 milhões de dólares, conseguiram desenvolver uma esferográfica que funcionava em gravidade zero, debaixo de água, sobre qualquer superfície incluindo vidro e num leque de temperaturas que iam desde abaixo de zero até 300 graus centígrados.
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Os Russos, pelo seu lado, ao depararem com o mesmo problema, descartaram as canetas e, simplesmente deram lápis às suas tripulações para que pudessem escrever sem problemas.

2 - O EMPACOTADOR DE SABONETES
Em 1970, um cidadão japonês enviou uma carta a uma fábrica de sabonetes de Tókio, reclamando ter adquirido uma caixa de sabonetes que, ao abri-la, estava vazia. A reclamação colocou em marcha todo um programa de gestão administrativa e operacional; os engenheiros da fábrica receberam instruções para desenhar um sistema que impedisse que este problema voltasse a repetir-se. Depois de muita discussão, os engenheiros chegaram ao acordo de que o problema tinha sido desencadeado na cadeia de empacotamento dos sabonetes, onde uma caixinha em movimento não foi cheia com o sabonete respectivo.
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Por indicação dos engenheiros desenhou-se e instalou-se uma sofisticada máquina de raios "X" com monitores de alta resolução, operada por dois trabalhadores encarregados de vigiar todas as caixas de sabonete que saíam da linha de empacotamento para que, dessa maneira se
assegurasse de que nenhuma ficaria vazia.
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O custo dessa máquina superou os 250,000 dólares.
Quando a máquina de raios "X" começou a falhar ao fim de cinco meses de ser operado pelos três turnos da empresa, um trabalhador da área de empacotamento pediu emprestado um potente ventilador (ventoinha) de 50 dólares e apenas o apontou na direção da parte final da passadeira transportadora. À medida que as caixinhas avançavam nessa direção, as que estavam vazias simplesmente saíam voando da linha de empacotamento, por estarem mais leves.

3 - O HOTELEIRO DE NY
O gerente geral de uma cadeia hoteleira americana viajou pela segunda vez para Seul no lapso de um ano; ao chegar ao hotel onde devia hospedar-se foi recebido calorosamente com um "Bem-vindo senhor, que bom tê-lo novamente no nosso hotel". Duvidando de que o recepcionista tivesse tão boa memória e surpreendido pela recepção, propôs-se que - no seu retorno a New York- imporia igual sistema de tratamento ao cliente na cadeia hoteleira que administrava. No seu regresso, convocou e reuniu todos os seus gerentes pedindo-lhes para desenvolver uma estratégia para tal pretensão.
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Os gerentes decidiram programar um software de reconhecimento de rostos, base de dados atualizada dia a dia, câmaras especiais, com um tempo de resposta em micro segundos, assim como a pertinente formação dos empregados, etc., cujo custo aproximado seria de 2.5 milhões de dólares. O gerente geral descartou a ideia devido aos elevados custos. Meses depois, na sua terceira viagem a Seul, tendo sido recebido da mesma maneira, ofereceu uma boa gratificação ao recepcionista para que lhe revelasse como o faziam.
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O recepcionista disse-lhe então: "Repare senhor”, aqui temos um acordo com os taxistas do aeroporto; durante o trajeto eles perguntam ao passageiro se já se hospedou antes neste hotel, e, se a resposta é afirmativa, eles, à chegada ao hotel, depositam as malas do hóspede do lado direito do balcão de atendimento. Se o cliente chega pela primeira vez, as suas malas são colocadas do lado esquerdo. O taxista é gratificado com um dólar pelo seu trabalho.
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AÍ ESTÁ A DIFERENÇA ENTRE INTELIGÊNCIA E ENGENHOSIDADE...











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quarta-feira, junho 06, 2012

PESQUIZADORES E CIENTISTAS DESCOBREM NOVIDADES NAS PERNAS DO INSETO

NOTICIAS PELO MUNDO








===========================Rede de Divulgação


"Todos os insetos são feitos de um material chamado cutícula," disse o Dr. Jan-Henning Dirks, que estudou as propriedades deste material surpreendente em conjunto com o professor de Engenharia Mecânica, David Taylor, no Departamento de Engenharia Mecânica e Produção.

Cutícula inseto é o material mais comum segundo natural do mundo após madeira, e é um das mais versáteis. "Todo o corpo exterior do inseto é feita a partir da cutícula.", Disse Dirks. "Imagine uma casa toda construída a partir de um único material: o telhado, as paredes, as janelas, mesmo as articulações da porta. A versatilidade de cutícula é incrível. Estamos cercados por todos os dias, ainda não sabemos quase nada sobre suas propriedades".

As pernas traseiras de gafanhotos foram uma das primeiras amostras dos dois pesquisadores analisaram em detalhe. "Durante a saltar e chutar, pernas de gafanhoto tem que suportar forças muito grandes", disse Taylor. "Assim, se perguntando se as pernas estivessem de alguma forma especial?".

Os dois pesquisadores mediram então a força necessária para dobrar e quebrar as pernas simples gafanhoto. Eles descobriram que, embora as pernas não sejam muito duras, surpreendentemente eles podem suportar forças extremamente altas antes de realmente frear, mesmo quando pequenos cortes foram introduzidos deliberadamente para enfraquecê-los. "Normalmente, se você quer uma tenacidade à fratura elevada você tem uma alta rigidez", disse Dirks.Contudo, as suas experiências mostram que as pernas de gafanhoto têm uma combinação quase exclusiva de rigidez relativamente baixa com uma elevada tenacidade.

"A tenacidade medimos para a perna gafanhoto é das mais elevadas do que qualquer outro material biológico", disse Taylor. "A cutícula é mais resistente do que o osso, e tão bom como galhadas ou chifre." Isso dá a perna de inseto uma excepcional capacidade de tolerar os defeitos como rachaduras e danos, que possam ocorrer durante o salto ou a luta.

As experiências também revelam que a rigidez e a resistência das pernas gafanhoto dependem fortemente da quantidade de água no material, com uma troca entre ambas as propriedades. Com menos água torna-se a cutícula mais dura, porém também mais frágil. "Agora nós sabemos como notavelmente cutícula pode ser difícil, queremos entender exatamente como ele consegue isso tenacidade.", Disse Dirks. "Isso pode nos ajudar a desenvolver novos bioinspirados materiais leves e duráveis".












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sábado, maio 26, 2012

RESPOSTA A UM INTELECTUAL

=EDIFICAÇÃO







===============================Rede de Divulgação


Dia desses li um texto em que o autor dizia que não podia crer em um Deus que entregava seu próprio filho à morte. O problema não é a afirmação em si, lido a tanto tempo com argumentos tais como este que já não me incomodam. O que me causou estranheza foi o fato de o autor da frase já ter sido pastor e ser, ainda hoje, um teólogo respeitado, embora aparentemente demonstre desprezo pelo título e pelo pensamento teológico.

Bem, não sou um teólogo, muito menos respeitado, e minhas palavras não têm repercussão, a não ser aqui no nosso cantinho, onde amigos como você se achegam e me leem. Mas, com todo o respeito que merece o ex-pastor, penso que ele nunca teve um entendimento visceral sobre a encarnação. Sim, pois de nada valem as muitas letras se não forem entranhadas com a cruz. Não que a fé cristã descarte a razão, longe disso, mas a fé fala para além da razão.

Fico tremendamente triste quando vejo homens inteligentes, com vasto conhecimento teológico, com capacidade de discernimento acima da média, engasgarem com coisas que deveriam ser rudimento. São como Nicodemos, mestre entre seu povo, mas que não conseguia entender o que Jesus falava. Falta-lhes o toque da fé que abre o entendimento para receber a revelação não apenas como uma experiência intelectual, mas como encontro que envolve entranhas. Necessitamos urgentemente de pessoas que unam razão, intelecto, humildade e uma profunda experiência de encontro com Cristo. Infelizmente tenho visto pouquíssimos homens com essas marcas.

Voltando à afirmação do primeiro parágrafo. Fiquei surpreso com a superficialidade da conjectura porque só quem não conhece a encarnação e a revelação de Deus é que pode sustentar dúvida tão óbvia. Em primeiro lugar, a Bíblia nos diz que Jesus a si mesmo esvaziou e se entregou. Portanto, foi um ato voluntário do próprio Jesus não uma imposição de quem quer que seja. Além disso, a Palavra nos revela que Jesus é Deus, o que significa que não é o homem Jesus ou uma criatura de Deus que se entrega no calvário; é o próprio Deus que se entrega.

Esta é a loucura da cruz. O Deus que se entrega é o mesmo que chora, e é o mesmo que consola. Não é apenas um pai que entrega o filho, é muito mais que isto: É o Pai que se entrega no Filho. Em Cristo, Deus se faz carne e se entrega por amor. Este é o mistério da encarnação. Este é o mistério da fé.

Este é o amor incompreensível de Deus. Esta entrega que Ele fez de uma vez por todas na cruz do Calvário é a nossa garantia de que este amor imensurável e inexplicável nos acompanhará pelos séculos dos séculos.

Nesta fé descansamos.










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Fruto do Espirito - Pr. Denilson Torres

sexta-feira, maio 25, 2012

O RISCO DA EDUCAÇÃO RELATIVISTA

===EDUCAÇÃO









=========================Rede de Divulgação



Segundo o ca
minhar deste Planeta, são os metodos educacionais, a maior e mais preocupante situação. Sobre tudo no que se diz respeito á educação se nos dispusermos a examinar a fundo o que está acontecendo, perceberá um reflexo de uma série de filosofias de pensamento de vida, oriundas do iluminismo europeu e que chegaram até aos nossos dias. Elas afirmam que não é possível acudir a razões objetivas para justificar os princípios éticos que cada qual deve utilizar nas suas escolhas. Existe como que um acordo implícito de que os princípios são uma questão de preferências pessoais. Pretender outra coisa equivaleria a incorrer num crime de lesa-humanidade, que é impor uma ética ao vizinho.
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Quem profere um juízo ético deve usar uma linguagem pretendidamente impessoal e deve ocultar suas pessoais motivações. “Tal coisa é eticamente má” significaria, na prática, “não quero que faças tal coisa, porque não me agrada”. Portanto, esta corrente, chamada emotivista, postula que não existem critérios universais que sirvam para dirimir entre posturas éticas rivais. Todas elas seriam igualmente dignas e admissíveis.
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Se nos aprofundarmos nas consequências práticas desta corrente ética, perceberemos que tem se comprovado ser uma postura muito perigosa, porque são muitas vezes difíceis arbitrar posturas diferentes, encontrar os limites de quem está com a razão e no final acaba-se alimentando, parafraseando o autor, uma “guerra civil sem armas”, na qual ganhará o que for mais forte e tiver mais poder. Uma teoria ética que provoca a injustiça social não parece, portanto, ser a mais adequada. É preciso buscar algo mais isento e transcendente, que dê luz a duas vontades opostas ou diferentes para viverem em paz.
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Se questionarmos mais a fundo o porquê de a sociedade atual pensar assim da ética verificaremos que ela acredita que a tentativa, passada ou presente, de prover de justificação racional a moral objetiva fracassou de fato. Mas, será que as pessoas já se questionaram por que fracassou?
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Uma primeira resposta que daria para justificar o fracasso da moral objetiva foi a perda – ou a destruição propositada por alguns pensadores – dos conceitos metafísicos de natureza humana e de seu tipo (fim). O alcance do Bem, da Perfeição, do Amor real, da Felicidade foi descartado como o sentido da vida humana. Por que ocorreu essa perda ou destruição? É possível deduzir razões muito mais morais e/ou religiosas de seus responsáveis do que propriamente razões filosóficas. A explicação é simples: o esforço árduo para alcançar esse Bem sempre rebelou o orgulho humano.
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O sofrimento sempre trouxe sua dose de mistério, de perplexidade e de medo. Portanto, segundo esses pensadores, se essa era a nossa condição para sermos felizes, era melhor autonegar a própria natureza humana e arriscar uma outra natureza, que eu chamaria não humana e, portanto, mais animal. Destruindo-se a natureza, destruiu-se a Verdade Objetiva.
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Uma segunda explicação que explique esse fracasso da ética objetiva nasce e é consequência da primeira. Quando o esforço ético da vivência objetiva das virtudes morais foi desvinculado do seu tipo humano da forma de se alcançar a felicidade no amor, a ciência das virtudes morais foi desfigurada como mera exigência sem sentido. Culparam-na da origem de traumas, repressões e ausência de liberdade. E estavam certos! Tantos os gritos nietzschianos ouvidos no passado exigindo liberdade, quanto os discursos freudianos ouvidos até hoje na educação reivindicando prazer, tinham a sua razão de ser. A ética kantiana do “dever pelo dever”, sem a meta de alcançar a liberdade do Amor, ficou odiosa, inumana e doentia.
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Fica mais fácil concluir, portanto, que o fracasso da ética objetiva foi real, mas por culpa do próprio homem em não querer aceitar a sua própria natureza. Mas perguntemo-nos: foi melhor essa escolha para o Homem? As desordens sociais do século XX e do atual parecem nos sugerir que não. A somatória crescente de pessoas depressivas, solitárias, violentas, injustas, sem motivação para viver e existir parece provar que alguma coisa de errado aconteceu no passado.
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A sociedade não ficou mais feliz negando a própria natureza humana. A evidência de que todo o ser humano fica ansioso e inseguro até encontrar-se como ser humano livre e responsável da sua felicidade, parece evidenciar que, por mais que o homem possa autonegar a própria natureza, só se sentirá feliz e em paz quando entender que, apesar do esforço, vale muito mais a pena auto- afirmá-la do que viver como um triste animal.
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É tarefa urgente dos pais e educadores desmascarar o brilho falso da ética relativista em que nossos jovens estão sendo formados. É preciso que compreendam que uma educação relativista gerará a destruição dos jovens, porque não se desenvolverão como seres humanos, mas como simples animaizinhos, sem sentido na vida.











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Dr. João Malheiro - Portal Da Família