Versículo do Momento

LEIA A BÍBLIA

quinta-feira, janeiro 12, 2012

PREDESTINAÇÃO EM ÊXODO

EDIFICAÇÃO






=============================== Rede de Divulgação


Após Gênesis, o livro de Êxodo enfatiza a doutrina da predestinação, no que os arminianos poderiam chamar de sua forma mais virulenta. Mas deixando de lado as objeções arminianas, Êxodo é tão claramente calvinista, ou os calvinistas são tão exodianos, que a continuada existência dos arminianos é um milagre da cegueira.
=
O princípio desse material está em Êxodo 4:21: "E disse o SENHOR a Moisés... mas eu lhe endurecerei o coração, para que não deixe ir o povo." Em face das predições em Êxodo 3 e 4, nas quais a rejeição de Faraó é predita (3:19), e por causa das palavras explícitas em 4:21, como pode um arminiano dizer que Faraó estava livre para deixar os escravos irem? Se Deus endureceu o seu coração, que possibilidade havia de que ele pudesse fazer de outro modo? Deus não é onipotente? Não pode a onipotência controlar a vontade do homem? Os arminianos são propensos a recuar e replicar que Deus, visto que ele é onipotente, pode controlar suas criaturas, mas por respeito à integridade delas, ele deseja não controlá-las. Mas os que os arminianos dizem que Deus não faria, o versículo diz que ele fez.
=
Ora, existe uma a regra padrão de teologia de que nenhuma doutrina deve ser baseada em um único versículo. Para evitar erros de interpretação, um cristão precisa comparar Escritura com Escritura e usar tantos versículos quanto possível. No caso da predestinação é fácil acumular versículos; a única dificuldade é encontrar todos eles. A assertiva particular do último versículo citado é repetida em Êxodo 7:3. Ele diz: "Eu endurecerei o coração de Faraó." Suponhamos agora que alguém em desespero tente replicar: "Bem, Deus disse: 'Eu irei [endurecer]'; isso está no tempo futuro. Então, ele depois mudou de idéia e não o fez. Isto é desespero de fato. A parte do fato que Deus nunca muda de idéia, pois ele é eternamente imutável, Êxodo 7:13 nos diz claramente que o que Deus predisse que faria, ele o fez: "Ele endureceu [tempo passado] o coração de Faraó".
=
Agora, há alguns versículos nos quais esse evento é mencionado sem indicação de quem fez o endurecimento. Êxodo 7:22 simplesmente diz: "O coração de Faraó estava endurecido." Então, com um suspiro de alívio o arminiano apressa-se para Êxodo 8:15 e 32. Veja, ele diz: "Faraó endureceu seu [próprio] coração." Alguns não-cristãos podem estar mais empolgados e dizer: "Veja, a Bíblia se contradiz." Contudo, a alegada contradição brevemente desaparecerá, à medida que a observação arminiana for considerada.
=
Um pouco de estatísticas irá melhorar a perspectiva. Êxodo menciona o endurecimento do coração de Faraó dezoito vezes, aos quais pode ser adicionado um outro versículo que se aplica aos egípcios em geral. Êxodo 4:21; 7:3, 7:13; 9:12; 10:1, 20, 27; 11:10; 14:4, 8, todos dizem que o SENHOR endureceu o coração de Faraó. O versículo extra diz que o SENHOR endureceu o coração dos egípcios (Êxodo 4:17). Isto é onze vezes de dezenove. Cinco ocasiões, 7:14,22; 8:19; 9:7, 35, não especificam quem endureceu o coração de Faraó. Os outros versículos, três em número, 8:15, 32 e 9:32, dizem que Faraó endureceu seu coração. Quem, então, em face de onze indicações de que o SENHOR endureceu o coração de Faraó pode negar que Deus seja a causa deste endurecimento? Não apenas essa indicação positiva é feita três vezes mais freqüente, mas é feita três vezes antes da outra declaração ser feita uma vez. Após tudo, quem dirige o Egito — Faraó ou Deus?
=
Bem, em dois sentidos diferentes, tanto Deus quanto Faraó dirigiam o Egito. E este fato, que muitos arminianos inconsistentes admitiriam, mostra como Deus e Faraó podem endurecer o coração de Faraó.
=
As dificuldades que os arminianos encontram brotam da idéia deles, usualmente não verbalizada, de que o relacionamento entre Deus e suas criaturas é similar àquele que se dá entre duas criaturas. Mas se isso não é verdadeiro de relacionamentos pessoais no plano mais baixo, o mesmo é excessiva e notoriamente falso nos mais elevados. O relacionamento entre um general quatro-estrelas do exército e um subordinado não é aquele que é obtido entre dois soldados raso. Muito menos é a relação de homem para com homem a mesma que a do homem para com Deus. Um homem pode persuadir um outro a escolher um curso de ação; ele pode por tortura forçar um homem a fazer algo; mas mesmo isto não é controle onipotente sobre a vontade do outro.
=
Na situação comum a vontade de uma pessoa é obviamente livre de outros. Este não é o caso entre Deus e o homem. Quando Paulo pregou em Atenas, se alguma referência do Novo Testamento é permitida num capítulo sobre o Antigo Testamento, ele disse: "Porque nele nós vivemos, e movemos, e existimos." Esse "nós" não se refere apenas a Paulo e aos outros cristãos. Isto, particularmente, se referia a Paulo e à sua audiência paga.
=
Os pagãos viviam e se moviam, pensavam e falavam, em Deus. A mente deles e a mente de Deus estavam interpenetradas. A doutrina da onipotência mostra que Deus controla a vontade dos homens; a passagem em Atos deixa de certo modo mais claro como Deus controla a vontade dos homens. Minha dor de dente não existe em sua mente; e muitos dos seus pensamentos não existem na minha. Mas cada pensamento seu e meu são encontrados de igual modo na mente de Deus. Essa interpretação no mínimo ilumina em certa medida a maneira pela qual a mente do Criador controla os pensamentos de suas criaturas.
=
Antes de deixarmos Êxodo e Faraó, podemos ver ali alguns dos propósitos de Deus em endurecer o coração de Faraó. Deus sempre age com um propósito. Êxodo 9:16 diz: "Para isto te mantive, para mostrar meu poder em ti, e para que o meu nome seja anunciado em toda a terra." Se Deus não tivesse endurecido o coração de Faraó, se a vontade de Faraó tivesse sido livre, ele poderia ter permitido que os israelitas partissem, no mínimo depois de duas ou três pragas. Mas nesse caso o poder de Deus nas outras pragas não teria sido manifestado, nem a grande libertação no Mar Vermelho. Para que afogasse o exército egípcio, após os israelitas terem atravessado seguramente, Deus endureceu o coração de Faraó.











Igreja Presbiteriana do Brasil
O Blog " A Serviço do Senhor "
Diác. Rilvan Stutz "O Servo com Cristo "

Eleitos de Deus.com - Artigos

domingo, janeiro 08, 2012

O ANO NOVO COMEÇA AGORA!

==EDIFICAÇÃO






==========================Rede de Divulgação

Paz e bem,
=
Mais um ano se inicia. Na realidade é apenas mais um dia que se vai e outro que nasce. Não há nada de mágico ou especial que aconteça entre o dia trinta e um de dezembro de um ano e o dia primeiro de janeiro do ano seguinte. É apenas mais um dia no calendário.
=

Acontece que nós, seres humanos, necessitamos de marcos em nossas vidas. Necessitamos separar um momento, olhar para trás e ver o quanto caminhamos, e olhar para fren
te e avaliar o quanto ainda resta para caminhar. Precisamos de momentos para pensar sobre nossos caminhos, fazer um balanço de nossas vidas e planejarmos o futuro.
=
Por isso precisamos de datas especiais que nos permitam esta reflexão. Precisamos de aniversário,
natal, dia das mães, dos pais e ano novo... Dias festivos, mas dias também para nos reavaliarmos. =
Deus se fez homem e nasceu na plenitude dos séculos. Ele também morreu e voltou a v
iver. Portanto, a fé cristã é renascimento, recomeço ressurreição. Importa-nos nascer de novo, experimentar algo diferente, riscar o escrito da dívida que têm conosco. Isto é vida em Cristo, uma eterna mudança de mente, um perpétuo estado de arrependimento.
=
Deste modo, independente de ser apenas mais um dia no calendário, a virada do ano é mais um momento de recomeço; de restauração; de renovação das esperanças e de começarmos um novo caminho. Claro que tudo isto pode e deve ser feito em qualquer dia do ano, mas por que não começarmos agora?
=
“Aqui e agora é o tempo aceitável, aqui e agora é o dia da salvação” (2ª Coríntios 6:2).










Igreja Presbiteriana do Brasil
O Blog " A Serviço do Senhor "
Diác. Rilvan Stutz " O Servo com Cristo "

Pr. Denilson Torres - Fruto do Espírito

sábado, janeiro 07, 2012

CONHEÇA UM POUCO DA HISTÓRIA DA CATEDRAL PRESBITERIANA DO RIO DE JANEIRO - 150 ANOS

==NOTÍCIA







==============================Rede de Divulgação


A Catedral Presbiteriana do Rio de Janeiro celebra no dia 12 de Janeiro de 2012 um marco histórico do presbiterianismo nacional com os 150 anos da igreja. O Sesquicentenário da Catedral terá uma programação especial, com início às 17h30, no dia 12 de Janeiro. Haverá o Lançamento das Medalhas e dos Selos Comemorativos do Sesquicentenário, seguido de um Coquetel Gospel.
=
Às 18h30 será o Lançamento da Pedra Fundamental (marco que aponta para a construção do edifício Simonton) após o remembramento dos terrenos que são da igreja desde 1870. O ato cívico - religioso terá início às 19h30, tendo como pregador o Presidente do Supremo Concílio da IPB, rev. Roberto Brasileiro Silva.

Todos os momentos de celebração preparados são abertos ao público cristão e presbiteriano, e o convite à participação está aberto. A Apecom, Agência Presbiteriana de Evangelização e Comunicação, realizará uma cobertura em seu site, com informações especiais sobre o evento no dia 12 de janeiro.
=
Um pouco de história
A Primeira Igreja Presbiteriana do Brasil, a Catedral Presbiteriana do Rio de Janeiro foi fundada em 12 de janeiro de 1862, marco inicial da Igreja Presbiteriana do Brasil, sob a orientação do missionário Ashbel Green Simonton, pastor de 26 anos, recém chegado dos Estados Unidos, que fundou a igreja recebendo em profissão de fé os primeiros dois membros da nova igreja.
=
Em maio de 1867, a igreja passa a se reunir em um local onde atualmente o imóvel incorpora a propriedade do Corpo de Bombeiros Militar do Estado do Rio de Janeiro. Neste edifício funcionava uma Escola de Alfabetizaç
ão de Adultos, um Salão de Culto, um depósito de livros e o pioneiro que teve como primeiros alunos os reverendos Antônio Bandeira Trajano, Modesto Carvalhosa e Miguel Torres.
=
Como o salão de culto estava comprometido, ameaçando cair, a Igreja passou a se reunir em um prédio onde hoje é a atual rua Visconde
do Rio Branco. Este foi o quinto local. Depois da morte de rev. Simonton, um novo e último local foi designado para a instalação da Igreja. Rev. Alexander Latimer Blackford adquiriu uma propriedade por treze contos de réis em dezembro de 1870. A igreja permanece neste endereço até hoje, na rua Silva Jardim.
=
Com ofertas de irmãos de igrejas presbiterianas dos EUA, somadas com as ofertas e doações dos irmãos do Rio de Janeiro, foi possível construir um local mais apropriado para o culto e para a reunião dos fiéis. A
inda não era possível chamar templo, pois as leis do Império Brasileiro não permitiam que religiões diferentes da religião oficial do Estado, o Catolicismo Romano, construíssem locais de culto com arquitetura litúrgico-religiosa. Assim, em 29 de março de 1874, foi inaugurado em culto solene o primeiro “Templo” Presbiteriano no Brasil. Coube ao Rev. Alexander Latimer Blackford a construção deste primeiro templo.
=
A História continua

Em 22 de agosto de 1926 foi instalado no Pastorado Efetivo da Igreja Presbiteriana do Rio de Janeiro, o Rev. Mattathias Gomes dos Santos
. Verificando o estado do Templo, ele refaz o projeto de construção de um novo edifício; para isso convidou o Arquiteto Ascânio Viana, que projetou o novo local de culto. Assim, selecionando fotografias de templos e catedrais da Europa e da América, escolheu - se construir um templo em estilo neogótico.
=
Com a jubilação (aposentadoria) do Rev. Mattathias Gomes dos Santos em 1947, assume o Pastorado da Igreja o seu Pastor Auxiliar, o Rev. Amantino Adorno Vassão. O tempo passou e o revestimento externo em pó de pedra e os belos ornatos cederam e precisaram de uma primeira restauração em 1960. Em 12 de agosto de 1976 foi concluído a obra complementar.
=
Passados cerca de 30 anos das primeiras obras realizadas, o templo precisava de uma nova restauração. Em 1981, rev. Guilhermino Cunha assumiu o pastoreio da Catedral. Dentre muitas realizações destaca
m-se a restauração e conclusão do Projeto do Eng. Ascânio Viana, um sonho que muitos fiéis do passado esperavam.
=
Em 1989 rev. Guilhermino, junto com a Comissão de Obras, resolveu iniciar a restauração do Templo. Seguindo o projeto original de 1927, com o auxílio de fotografias antigas do templo, o arquiteto e urbanista Diácono. Josias Alves de Souza iniciou um estudo construindo protótipos dos ornatos para auxiliar na reforma. “Erguendo as torres para a glória de Deus”, este foi o título da exitosa campanha.
=
Em 07 de julho de 2002, em culto solene, o Pastor da Igreja declarava concluída a restauração do Templo da Catedral Presbiteriana do Rio de Janeiro. As flechas sobre as torres nunca antes construídas, torreões e a fachada posterior foram feitas e refeitas para glória de Deus e testemunho do Evangelho.

*Informações extraídas do site da Catedral Presbiteriana do Rio de Janeiro. Para saber mais acesse www.catedralrio.org.br.











Igreja Presbiteriana do Brasil
O Blog " A Serviço do Senhor "
Diác. Rilvan Stutz " O Servo com Cristo "
Retirado do Portal - IPB - Apecom


quarta-feira, janeiro 04, 2012

O CRISTÃO, O FUNDAMENTALISMO E O ESPÍRITO COMBATIVO

=EDIFICAÇÃO







=============================Rede de Divulgação


O verdadeiro cristão comprometido com as Escrituras deve ser caracterizado pelo espírito combativo. É ser fundamentalista. Ser fundamentalista é ter convicção de que os preceitos da Palavra de Deus revelado nas Escrituras são infalíveis e historicamente precisos, ainda que contrários ao entendimento das teologias modernas. O cristão fundamentalista se preocupa em voltar ao que são considerados princípios fundamentais das Escrituras. O termo fundamentalista, em oposição ao modernismo teológico e negativista, já indica que o seu portador é um combatente pela fé.
=
O termo fundamentalista que emprego neste artigo não faz referência aos movimentos religiosos que tem como característica as ameaças que grupos religiosos fanáticos, àqueles que não fazem parte da sua religião. Ser fundamentalista não significa fazer parte de grupos extremistas, com interesses em atos de violências físicas ou verbais contra os oponentes. As Escrituras nos advertem a amarmos até mesmo os nossos inimigos! O que está em jogo aqui não é o ataque à pessoa, e sim às idéias. Mesmo que seja impossível separar a pessoa da sua idéia, não nos é permitido fazer qualquer mal, física ou verbal, à pessoa.
=

Ser fundamentalista é ser guerreiro, é saber manejar bem as Escrituras, significando não somente a aceitação das doutrinas fundamen
tais da Palavra de Deus, mas também a defesa intransigente, protegendo-o dos ataques das teologias liberais e modernistas. O cristão fundamentalista precisa saber atacar e defender. Estar na ofensiva e na defensiva.
=

O nosso espírito combativo deve existir em função de uma causa sublime e nunca em função de nosso personalismo. Ser combativo não é ser briguento, no sentido contencioso. Existem pessoas com um espírito combativo tão extremo que c
hegam ao ponto de descerem do pedestal da ética cristã até o terreno escorregadio da polêmica baixa, desonesta e contenciosa. Quando o espírito combativo perde a verdadeira noção de uma polêmica elevada, honesta, que tem como motivo as causas sublimes, e se limita a ataques pessoais, já não consideramos mais polêmicas. Este espírito contencioso é condenado na Palavra de Deus (Tg 3.13-18).
=
No entanto, os erros de alguns que pensam que são polemistas [1] e vivem brigando com todo o mundo não são motivos para nos tornarmos avessos às controvérsias. Um erro não justifica o outro. As atitudes extremadas de alguns que pensam que são polemistas criam inimizades, prejudica a causa e impede a conversão das almas, dificultando o evangelismo. Por outro lado, não concordamos com a inércia de alguns que não fazem questão de polemizar questões doutrinárias. Os que não se esforçam em defender a fé confundem polêmica com contenção. Negar a necessidade da controvérsia é negar o caráter essencial da vida cristã. A vida cristã é uma vida de lutas. Temos que ser combativos. Não há lutas sem combates! O cristão precisa ser combativo pelo próprio imperativo de ser cristão.
=
Os que são contra o espírito combativo e dizem que não tem tal espírit
o, não enxergam a tamanha ironia em que caíram. Eles fazem verdadeira apologia em torno de sua posição não combativa, atacando, ao mesmo tempo, os que combatem o mal e inovações! Não são combatentes, mas atacam os que combatem. Combatentes pacifistas! São contraditórios por excelência. Para defender a doutrina não tem espírito combativo, mas o tem para defender as suas próprias idéias e opiniões. Onde há contradição, há engano; onde há engano, há falsidade; onde há falsidade, não existe a verdade, porque esta não admite contradição.
=
Não podemos permitir pacifistas em nossas i
grejas. No cristianismo não há lugar para tímidos e medrosos. Imaginem um exército cheio de timidez. Imaginem um pelotão de soldados com medo de enfrentar o inimigo em uma guerra. Temos que ser corajosos e desinibidos, pois somos soldados de Cristo.
=
Através da história, notamos que o evangelho tem triunfado por meio do combate ao mal. Se Lutero não fosse combativo, não teria se processado a Reforma Protestante do s
éculo XVI. Não somente Lutero, mas Zwiglio, Huss, Savonarola, Calvino, Knox, Beza e tantos outros que deram suas vidas pela causa de Cristo.
=

Jesus Cristo foi um combatente. O
apóstolo Paulo também o foi, como se percebe através de suas epístolas, entre elas a carta aos Gálatas, que é uma verdadeira polêmica contra os legalistas fanáticos. Na carta aos Romanos o apóstolo faz uma verdadeira apologia em torno da justificação pela fé.
=
Onde encontramos na Bíblia a base para a acomodação doutrinária? Se o ind
ivíduo não é capaz de defender as próprias doutrinas que aceita e atacar as doutrinas contrárias, onde estão então as suas convicções? O verdadeiro cristão fundamentalista e com um espírito guerreiro não fica calado quando vê que a doutrina de Cristo está sendo ultrajada, espezinhada e combatida pelo inimigo. Covardia e medo são o que caracteriza o “cristão” pacifista. É como Pedro, quando foi interrogado pela criada (ver Mateus 26.69-75). Como pode um crente conformar-se com aqueles que negam a inspiração verbal e plenária da Bíblia, que negam a divindade de Cristo, seu nascimento virginal, sua ressurreição, e o castigo eterno? Não se pode ficar inerte diante das heresias, ou então será tido por traidor.
=
Não servem como exemplo aqueles que vivem procurando briga e gastam tempo escrevendo calúnias contra os outros, quando deveriam estar pregando o evangelho. Não são polemistas ou combativos, mas paroleiros [2]. São os que promovem facções e divisões na igreja de Cristo. A verdadeira fidelidade doutrinária é aquela que se revela num inconformismo santo contra o erro. Não podemos ficar em paz com a nossa consciência cristã, ao verificar tantos abusos contra a doutrina e a moral cristã, e permanecer sem dar o grito de alerta.
=
A conseqüência da oposição ao espírito combativo é o afrouxamento doutrinário, a indisciplina,
a quebra do Dia do Senhor, a falta de comunhão, os aumentos do modernismo teológico, da teologia liberal, do mundanismo etc. Mas o principal motivo pelo qual as igrejas não estão interessadas no espírito combativo é o medo da possibilidade de ter igrejas vazias. É preferível ter igrejas cheias a ter igrejas compromissadas com a Verdade.
=

Que o Senhor não permita que nós deixemos a sua Igreja ser destruída pelo “espírito pacifista”, que não se esforça por proteger o Corpo de Cristo dos ataques dos seus inimigos.












Igreja Presbiteriana do Brasil
O Blog " A Serviço do Senhor "
Diác. Rilvan Stutz " O Servo com Cristo "

Heitor Alves - Eleitos de Deus