Versículo do Momento

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domingo, novembro 20, 2011

PORQUE SORRIMOS?

=Notícia - Opinião





=====================Rede de Divulgação



Humanos são animais sociáveis, e, assim nosso bem estar depende de nossa habilidade de cativar os outros. Uma de nossas melhores ferramentas para isso é o sorriso. Mas você já se perguntou o motivo?
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Afinal, por que mostrar o dente é sinal de felicidade ou simpatia? Pesquisadores que analisaram imagens de cérebros, buscando as raízes neurológicas de um sorriso.
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Eles descobriram que sorrisos pertencem a diversas “variedades” – sorrimos por prazer, por alegria, para mostrar simpatia e isso todos sabem. Mas o que não sabemos é que, neurologicamente, eles são muito diferentes e isso se reflete até na anatomia do sorriso. Um sorriso envergonhado, por exemplo, é diferente do que um sorriso espontâneo após uma piada.
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Outra descoberta significativa é que o sorriso dos outros ativa áreas do nosso cérebro que nos estimulam a sorrir também. Quando vemos um sorriso falso, subconscientemente, também conseguimos sentir a diferença.
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No entanto, outra pesquisa da Universidade da Califórnia mostrou que, mesmo que subconscientemente consigamos distinguir um sorriso verdadeiro de um falso, essa percepção dificilmente chega aos níveis maiores de consciência e as pessoas acabam não interpretando direito a sinceridade do sorriso.
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Há muitas razões para que possamos sorrir. Uma delas é que para sorrir como sempre se divulga, fazemos menos esforço muscular do que para ficar com um semblante tristonho. Outro motivo é que quando sorrimos passamos um ar de simpatia e as pessoas tendem a confiar mais em nós e se aproximar com menos resistência. Quem sorri também tem menos problemas cardíacos e imunológicos, nos informa a psiconeuroimunologia, área da medicina que estuda a relação mente-corpo.
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Mas, apesar dessas razões que citei, ainda acho que o mais importante motivo para sorrir continua sendo o bem-estar que o sorriso nós traz, iluminando nossos dias.
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Não há tristeza, dificuldade ou angústia que não diminua após um bom e verdadeiro sorriso. Não há estado de espírito ruim que perdure quando estamos abertos a sorrir e compartilhar com o mundo essa energia gostosa emanada de um lindo sorriso. Quando sorrimos estimulamos as pessoas a sorrir. Quando sorrimos, despertamos mais sensibilidade no outro. Quando sorrimos, despertamos nossa luz que ilumina a luz de quem nos cerca.
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É maravilhoso conhecer alguém que apesar de suas dores existenciais, sem negar a realidade, mantém seu sorriso em seu semblante acima de tudo! Por que então, com tanto benefícios, há pessoas que não sorriem? Creio que não sorriem porque suas almas estão doentes. Precisam de amparo psicológico, afeto e apoio prático para os problemas cotidianos. Quem não sorri nos envia uma mensagem subliminar, dizendo: "...Ei, não consigo sorrir. Se, portanto, estou abrindo mão de fazer algo tão bom é porque estou com problemas. Por favor, me ajude...". Sei que muitos dirão que essas pessoas precisam de ajuda, mas nos afastam com sua forma de ser. De certa forma, não deixa de ser verdade.
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Mas, pense bem: não é justamente para quem está doente que devemos levar o remédio? E qual o remédio para quem não sorri a não ser cercar-se de pessoas generosas que possam compartilhar seu bom humor e energias positivas? Mesmo que a princípio alguém próximo não aceite bem seu bom humor e seu sorriso, mantenha sua forma de ser, respeitando o tempo do outro.
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Lembremos que o sol, muito embora não apareçam todos os dias, sempre retorna após uma noite escura, para trazer calor e vida a todo ser vivo. Que tal sermos sóis na vida de outras pessoas? Quem sabe abrindo mão de nosso orgulho, não faça de nosso sorriso uma forma poderosa de abrir almas enclausuradas mostrando-lhes como a vida pode ser maravilhosa apesar de todos os percalços enfrentados. Eu vou tentar. E você?












Igreja Presbiteriana do Brasil
O Blog - "A Serviço do Senhor"
Diác. Rilvan Stutz - "O Servo com Cristo"

Técnico Henrique - Meio Ambiente

sábado, novembro 19, 2011

PIRÂMIDE ALIMENTAR

CUIDANDO DA SAÚDE






==================Rede de Divulgação



Uma dieta saudável pode ser resumida em três palavras: variedade, moderação e equilíbrio. Para facilitar o emprego desses princípios o Departamento de Agricultura dos EUA criou a Pirâmide Alimentar, que divide os alimentos em seis grupos básicos e recomenda um número de porções diárias de cada grupo. Estas porções são de tamanho médio e, se uma pessoa seleciona uma variedade de alimentos de cada grupo não terá problema em montar uma dieta equilibrada.


Hoje em dia, existe o Guia Alimentar para a população brasileira, onde estão registradas as recomendações mais atualizadas em relação aos principais nutrientes que não devem faltar para uma dieta equilibrada.
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Para manter a saúde, o corpo precisa de equilíbrio adequado de carboidratos, gorduras e proteínas para obter energia, crescer e reparar ou substituir as células danificadas.

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Os grupos de alimentos que fazem parte da pirâmide alimentar são:

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Pães, cereais, massas e arroz: 6 porções diárias.
São alimentos ricos em carboidratos e são importantes fontes de Vitamina B, magnésio e outros minerais. Sempre que possível, use produtos integrais. Combine cereais com feijões e outras leguminosas para formar uma proteína completa com baixo teor de gordura.
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Vegetais: 3 porções diárias.

Uma combinação desses alimentos fornece fibras e inúmeras vitaminas e minerais, inclusive vitaminas A e C, folato, potássio e magnésio bem como importantes substâncias que impedem o crescimento de tumores. Inclua porções de brócolis, couve de bruxelas, repolho e outros vegetais crucíferos 3 4 vezes por semana. Esses alimentos, junto com os vegetais amarelos ou alaranjados contém bioflavonóides protetores.
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Frutas : 3 porções diárias.

Como os vegetais, as frutas oferecem uma grande variedade de nutrientes, principalmente betacaroteno, vitamina C, potássio, fibras, vários bioflavonóides e outras substâncias importantes.
Consuma ampla variedade de frutas, incluindo pelo menos uma fruta cítrica (laranja, maracujá, limão, acerola, etc.) por dia. Incorpore-as às refeições e consuma nos lanches, no lugar de produtos ricos em gorduras e açúcar.
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Leite e derivados – 3 porções diárias.
Os laticínios como leite, queijo e iogurte são as principais fontes de cálcio. Também fornecem proteínas e vitaminas do complexo B. Opte por laticínios com pouco teor de gordura, como leite e iogurte desnatado. Dê preferência as marcas enriquecidas com vitamina A e D.
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Carne vermelha, frango, peixe, feijões – 1 porção diária.
Este grupo fornece a maior parte da proteína da dieta bem como vitaminas do complexo B, ferro, fósforo, magnésio, zinco e outros minerais
Prefira frango ou peixe, limite o consumo de carne vermelha, escolhendo sempre as carnes magras e retirando a gordura antes de cozinhar.
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Açúcar e gorduras: máximo: 1 porção por dia.
Apenas uma quantidade muito pequena de gordura é necessária para que o organismo desempenhe suas funções adequadamente. Escolha as gorduras monoinsaturadas, como óleo de canola e azeite de oliva. Acrescente sabor usando temperos em vez de fritar em óleo ou usar molhos gordurosos. Retire a gordura de carne de sopas e cozidos.
Seguindo essas simples e preciosas dicas, sua saúde estará em dia!!















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Diác. Rilvan Stutz " O Servo com Cristo"

Cristina Silva - Dicas de Nutrição

quinta-feira, novembro 17, 2011

O COELHO E O VINHATEIRO

Momento Alegre





=======================Rede de Divulgação



Um coelho está lendo seu livro, tranquilamente, sob uma árvore, quando sente pingos d'água em seu rosto. Olha para o céu e constata que está azul, azul, portanto, não pode estar chovendo.
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Intrigado, retoma a leitura, quando novamente sente pingos. Olhando melhor, percebe que é uma videira sobre ele que está chorando.
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Porque choras? - pergunta. - O vinhateiro esteve aqui esta manhã e cortou meus ramos, sem piedade. Depois foi embora, responde a videira, soluçando. - Não se preocupe, vou tomar satisfações com o vinhateiro! - disse o Coelho, penalizado com o sofrimento da videira. Para onde ele foi?
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A videira indica a direção e o Coelho se dirige para lá por um atalho, quando é bruscamente detido por quatro robustos cães:
- Qu...quem são vocês? O que querem? - pergunta o coelho meio morto de medo. - Aqui nós fazemos as perguntas entendeu? - responde o cão mais feroz. Como te chamas? De onde vens e para onde vais? Não serás por acaso o vinhateiro?
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O Coelho faz sinal que não, agitando-se, e então o cão o larga. - Estou "por aqui" com esse vinhateiro, desabafa o Coelho. Ele cortou os ramos de uma videira, minha amiga, e eu vou tirar satisfações com ele. - Sim, sabemos, ele é terrível! Por isso estamos guardando esta videira, aqui atrás, para que ele não mexa nela - respondem os cães.
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Então, o Coelho observa que há ali outra videira, pergunta o caminho a seguir e despede-se dos cães. Caminhando, chega então ao alto da colina, diante de um portãozinho branco, pelo qual entra decidido.

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De repente depara com o vinhateiro podando um arbusto e desmaia de susto. Quando reabre os olhos, está no interior de uma casinha, e o vinhateiro sorri para ele:
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Não pense que sou mal, Sr. Coelho. Se corto as videiras, é para que dêem mais frutos. Muitos ramos sufocam a videira, tiram-lhe a força. A poda é dolorosa, eu sei. Mas é preciso.
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O Coelho não ficou muito convencido com aquela explicação, mas o vinhateiro garantiu-lhe que ele teria uma resposta convincente no caminho de volta.

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De fato, ao passar pela videira guardada pelos cães, ouviu gemidos... Os cães já não se encontravam mais lá, e a videira, sufocada pela imensa quantidade de ramos, chamava pelo vinhateiro, que como por encanto, apareceu e livrou-a com sua tesoura daquele embaraço todo.
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O Coelho perguntou então pelos cães, e a videira respondeu-lhe que eles foram embora tão logo perceberam que as uvas que produzira eram imprestáveis. Eles a guardavam apenas visando comer os frutos suculentos!

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O Coelho chegou ao ponto de partida, e viu a videira amiga, que havia sido podada, cheia de cachos maduros de uvas, brilhantes e docinhos. Sob ela, lebres, pequenas raposas, passarinhos, faziam a festa. O vinhateiro tinha razão! O Coelho também tira um cacho dourado e pensa nas palavras do vinhateiro: "São muitos os que vêm até mim dizer que sou mau!" .

Depois, pensa: "Quantos subirão para agradecê-lo?"











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Portal da Família e Variedades - Artigos

terça-feira, novembro 15, 2011

UM BEM-AVENTURADO TORTURADO NA CRUZ

= EDIFICAÇÃO






====================Rede de Divulgação



“E JESUS, vendo a multidão, subiu a um monte, e, assentando-se, aproximaram-se dele os seus discípulos; E, abrindo a sua boca, os ensinava, dizendo: Bem-aventurados os pobres de espírito, porque deles é o reino dos céus; Bem-aventurados os que choram, porque eles serão consolados; Bem-aventurados os mansos, porque eles herdarão a terra; Bem-aventurados os que têm fome e sede de justiça, porque eles serão fartos; Bem-aventurados os misericordiosos, porque eles alcançarão misericórdia; Bem-aventurados os limpos de coração; porque eles verão a Deus; Bem-aventurados os pacificadores, porque eles serão chamados filhos de Deus; Bem-aventurados os que sofrem perseguição por causa da justiça, porque deles é o reino dos céus; Bem-aventurados sois vós, quando vos injuriarem e perseguirem, e mentindo, disserem todo o mal contra vós por minha causa.” Mateus 5:1-11
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Esta passagem que você acabou de ler são as bem-aventuranças, nelas Jesus ousadamente afirma que bem-aventurados, ou seja, felizes, são os pobres, os que choram, os mansos, os pacificadores, os que têm fome e sede de justiça e os perseguidos. Em uma sociedade que hiper-valoriza a arrogância, a justiça feita à força, o poder a qualquer custo e o acúmulo de bens, tais valores pregados por Jesus são uma subversão chocante.
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Naquela época acreditava-se que a pobreza, a exclusão e a opressão ocorriam como castigo de Deus sobre pessoas infiéis, mas em seu discurso Jesus fala que Deus se volta justamente em favor desses oprimidos e excluídos.
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No evangelho de Lucas as bem-aventuranças são seguidas pelas lamentações sobre aqueles que a sociedade considera bem-aventurados. Para Jesus os valores do Reino Celestial são diametralmente opostos aos valores dos reinos humanos. Bem-Aventurados são os pobres, mas ai daqueles que são ricos; bem-aventurados são os famintos, mas ai dos que estão fartos; bem-aventurados os que choram, mas ai daqueles que agora riem; bem-aventurados os perseguidos, mas ai daqueles que são louvados por todos.
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Na cruz esta subversão de valores, paradigmas e expectativas humanas ganham a força do símbolo. Ali, o Filho de Deus, o Messias escolhido, o Cristo das Nações, torna-se um pária, crucificado de maneira humilhante entre dois ladrões. Não há nada que indique a glória da qual Jesus se diz detentor, não nenhuma evidência da majestade que ele diz possuir, não há nem sombra do poder que ele afirmava deter.
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Pelo contrário, em sua nudez, em sua sede, em seu sofrimento, em sua injusta pena, Jesus é mais um dos que são torturados pela vida e que, em suas dores, se sentem rejeitados até por Deus. “Deus meu, Deus meu, porque me abandonaste?”, clama Cristo sem respostas...
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Na cruz não há o rebuliço das multidões que se acotovelam apenas para tocar-lhe, vemos apenas um homem solitário em seu sofrimento. Há a dor do abandono, a violência da tortura e a humilhação do escárnio. Na cruz, aquilo que é teorizado nas bem-aventuranças, torna-se prática. É o próprio Jesus que está desprovido de tudo, é ele quem tem fome e sede, o que sofre e chora; o que é perseguido e injuriado. Ele é a encarnação do seu próprio sermão.
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Nada há de beleza, em um homem seminu e ensangüentado morrendo aos poucos pela tortura de uma cruz. Se existia alguém que poderia ser considerado como infeliz era aquele homem abandonado, que lamentava, passava fome, sede, calor e frio pendurado em uma cruz aguardando a morte.
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Mas é na cruz do calvário que as bem-aventuranças do sermão do monte ganham a sua plenitude e cumprem-se de maneira cabal. Jesus é o pobre que herda a terra; é o aflito que é consolado; é o humilhado e perseguido que herda o reino dos céus; é aquele que é farto em sua fome e sede de justiça, pois cumpre na cruz toda a justiça de Deus.

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Na cruz Jesus se identifica radicalmente com o sofrimento humano, com as dores da vida, com os excluídos da sociedade, com os explorados, com os que sofrem preconceitos.
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A cruz e o sermão do monte são, portanto, realidades complementares
. Uma fala da teoria, outra da prática; uma fala da lei do reino dos céus, a outra fal
a do cumprimento desta lei; uma fala do ideal humano, a outra fala do homem ideal. Só a cruz é capaz de legitimar o discurso das bem-aventuranças. É ali, no calvário, que Jesus nos mostra que mais do que serem exaltadas, admiradas e romantizadas como um ideal utópico e inatingível, as bem-aventuranças devem ser metas a serem incansavelmente perseguidas por todos nós que nos dizemos discípulos e que devemos ser a resposta de Deus para alimentar o faminto, saciar o sedento e consolar o aflito.










Igreja Presbiteriana do Brasil
O Blog - " Servindo ao Senhor" Diác.
Rilvan Stutz "O Servo com Cristo"

Pr. Denilson Torres- M.Fruto do Espírito