Versículo do Momento

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segunda-feira, janeiro 24, 2011

PERDOAR E ESQUECER

EDIFICAÇÃO





Freqüentemente, ouvimos falar: “Perdôo, mas não esqueço”. Na verdade, quem diz isto não perdoa, porque guarda rancor. Por isso é dito que não se perdoa de verdade quando, no fundo, não se está disposto a esquecer. Perdoar é esquecer? Ambos produzem o mesmo efeito? Trata-se de uma questão de grande importância, já que o perdão é essencial para uma vida feliz e equilibrada: “Aquele que é incapaz de perdoar é incapaz de amar” (Martin Luther King).
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Parece-me que é preciso diferenciar “esquecer”, quando significa ressentimento, e esquecer como “desaparecer da memória”. Vou me referir ao primeiro sentido: é preciso esquecer, “não regateie o perdão: é impossível caminhar com tantas feridas abertas... perdoe todas as velhas feridas e as cicatrize com resinas de amor”. É não querer mal, não há outro caminho. “Perdão é uma palavra que não é nada, mas que carrega sementes de milagres, sementes semeadas em nossos corações pelo próprio Jesus, que se alimentam até mesmo das ofensas: cada ofensa recebida é uma oportunidade de melhorar nossa capacidade de perdoar, pois, em vez de causar ressentimentos, é estímulo para essa coisa divina chamada perdão.
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O paraíso está do outro lado da porta, mas muitos perderam a chave que se chama misericórdia... Todos nós precisamos de amor, de atenção, assim como de poder dar nosso amor aos outros. Por isso, sempre se deve pedir perdão: pelas ocasiões perdidas, pela plenitude não vivida no convívio, pelas palavras não ditas.
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Diz uma lenda árabe que dois amigos viajavam pelo deserto. Num determinado ponto da viagem discutiram e um deu uma bofetada no noutro. Este, profundamente ofendido, sem dizer nada, escreveu na areia: “Hoje o meu melhor amigo me deu uma bofetada no rosto”.
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Continuaram o trajeto e entreviram um oásis. Mortos de sede, ambos correram e o primeiro que chegou se atirou na água sem pensar e, em seguida, começou a se afogar. O outro amigo se atirou na água para salvá-lo. Assim que melhorou, pegou uma faca e escreveu em uma pedra: “Hoje o meu melhor amigo salvou a minha vida.” Intrigado, o amigo perguntou: “Por que, depois de eu ter te feito mal, escrevestes na areia e agora escreves em uma pedra?” Sorrindo, o outro respondeu a ele: “Quando um grande amigo nos ofende, devemos escrever a ofensa na areia, porque o vento do esquecimento a leva; por outro lado, quando nos faz algo notável, devemos gravá-lo na pedra da memória do coração, onde nenhum vento do mundo poderá apagá-lo”.
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O erro de muitos é pensar que o perdão deve surgir de seus corações, que é algo que devemos sentir, que deve, de certa forma, “nascer em nós”. Mas o perdão é uma decisão, não um sentimento, porque quando perdoamos não sentimos mais a ofensa, não sentimos mais o rancor.
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O perdão é o melhor, não apenas individualmente, mas também para cada sociedade e para o mundo em geral: “À espiral da violência somente arrefece o milagre do perdão” (João Paulo II). De certa forma, todos somos corresponsáveis pelas ações e omissões de cada um, e é a gotinha de cada dia que cria a revolução do amor: “O melhor que podes dar ao teu inimigo é o perdão; a um adversário, tolerância; a um filho, bom exemplo; ao teu pai, deferência; a tua mãe, uma conduta da qual ela sinta orgulho; a ti mesmo, respeito; a todos os homens, caridade”.
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Quando alguém é perdoado transforma-se em uma pessoa diferente, ainda que demore a reagir: “Nada encoraja tanto o pecador como o perdão” (William Shakespeare). Isso ocorre porque se sente querido, e muito valorizado, porque as pessoas sempre estão acima dos seus erros. E, quando cresce a consciência do seu valor, comporta-se melhor. Por outro lado, cresce também quem perdoa, pois “nada nos assemelha tanto a Deus como estarmos sempre dispostos a perdoar”.










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quarta-feira, janeiro 19, 2011

O RETORNO AO PARTO NORMAL

CUIDANDO DA SAÚDE

Organizações de saúde e o governo estão promovendo campanhas para que as gestantes optem pelo parto normal.

A primeira cesariana em que mãe e filho sobreviveram só foi realizada em 1794, nos Estados Unidos. Na década de 40, a cesariana tornou-se uma cirurgia utilizada com sucesso em partos de alto risco. Atualmente ela é tão comum que médicos e organizações de saúde estão preocupados com a substituição do parto normal pela operação cirúrgica.

Nos Estados Unidos, 25% dos partos são realizados por cesariana. Segundo Ashley Hill, médico do departamento de obstetrícia e ginecologia do Florida Hospital, a chance da mãe morrer durante uma cesariana é de 20 para cada 100 mil. "Embora este não seja um número especialmente alto, é bem superior ao do parto normal", afirma. No Japão, a porcentagem de cesarianas é de 8% do total de partos, e no Reino Unido, 10%. Por que a diferença entre os países é tão grande? Segundo pesquisa realizada pela Universidade Brown, nos Estados Unidos, os médicos e gestantes optam pela operação porque o parto normal pode demorar mais.

No Brasil, um levantamento feito em 1997 pelo Sistema Único de Saúde (SUS) revelou que 36% dos bebês nasciam por cesariana. O elevado índice de cirurgias preocupou o Ministério da Saúde, que tem realizado, por meio do SUS, a campanha "Parto Normal é Natural". Essa ação está incentivando médicos e gestantes a ver o parto normal como primeira opção para os nascimentos. O Ministério da Saúde limitou em 35 os partos cirúrgicos reembolsados pelo Governo. Caso a maternidade supere esse número terá de arcar com as despesas. Para incentivar o parto normal, o Governo passou a reembolsar os analgésicos utilizados e o valor pago nesse procedimento. Em um ano, o número de cesariana caiu 4,1%.

Com a campanha em andamento, já é possível verificar alguns resultados. Na região norte de Minas Gerais, a Maternidade Caldas Barbosa iniciou um programa de qualidade em assistência à gestante. Com a implementação da iniciativa, a porcentagem de cesarianas caiu de 41% para 25% em três anos. Esse índice, apesar de alto, é considerado aceitável, pois a Maternidade Caldas Barbosa presta assistência à mulheres que apresentam gravidez de alto risco.

A cesariana só se torna um bom procedimento quando há riscos para mãe ou filho. Em relação ao parto normal, apresenta de 7 a 20 vezes mais chance de infecções e complicações para a mãe. Em cirurgias marcadas com antecedência, a chance da a mãe ter alguma hemorragia é 8 vezes maior, pois o útero não segue o curso natural dos acontecimentos.

Por que a cirurgia é tão usada por médicos? O motivo mais alegado é o tempo de espera até o nascimento do bebê. O parto normal pode durar até 10 horas, enquanto a cesariana leva em média 40 minutos. Entre os médicos, a cesariana é chamada "Parto-Guarujá", já que permite a "previsão" do nascimento do bebê, principalmente às quintas-feiras. Outro fator é a falta de informação das gestantes, que acham a cesariana um processo indolor. Entretanto, a recuperação é mais lenta que no caso do parto normal.

O Amparo Maternal, hospital de São Paulo que atende gestantes sem condições financeiras, realiza certa de 35 partos por dia. O diretor, Emílio Ferrando, diz que não se pode desprezar o parto cirúrgico quando há risco para a mãe. "Mas aqui esperamos para analisar qual é a melhor solução para cada caso, porque nós não trabalhamos com pressa". O Governo Federal acaba de indicar o Amparo Maternal como centro de formação de mão-de-obra especializada para o parto normal.











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domingo, janeiro 16, 2011

TEMPO: É HORA DE PARAR PARA PENSAR NELE.

EDIFICAÇÃO

Sei que tudo quanto Deus faz durará eternamente; nada se lhe pode acrescentar e nada lhe tirar; e isto e isto faz Deus para que os homens temam diante dele. Ec. Cap. 3, 14.

Corremos muito! Sabemos o mundo não para, o modernismo nos empurra e tudo caminha dentro de uma aparente normalidade. Tudo circula rápido, as pessoas andam e andam muito, correm e o mundo não para, pois é preciso ser assim. Em Eclesiastes Cap. 1º. 4 e 5, diz: Geração vai e geração vem; mas a terra permanece para sempre. Levanta-se o sol, e põe-se o sol, e volta ao seu lugar, onde nasce de novo.

Para o ser humano, só a morte pode interromper o processo da vida, é bom que se fale quando isto acontece, mais estão de acordo com a vontade do Criador. A morte é uma pausa igual para todos. Não podemos esquecer tudo está dentro do tempo de Deus. Tudo é formoso, tudo planejado pelo Senhor no seu devido tempo; também pôs a eternidade no coração do homem, sem que este possa descobrir as obras que Deus fez desde o princípio até o fim [Cap: 3,11]. Deus é o comando de nossas vidas, o relógio celestial, funciona maravilhosamente, não se descontrola nunca, assim, está dentro do perfeito plano de Deus para cada um de nós.

Entramos neste momento um pouquinho na vida das pessoas, com um texto como este. Diríamos: envolvendo um pouco o “particular” de cada pessoa. Todos nós com os nossos costumes, hábitos, forma de viver, enfim, foi uma maneira encontrada, escrever este texto e esperamos o crescimento em sabedoria de cada um. Quem sabe soe como um alerta, para nos ajudar, pausar um pouco esta corrida desenfreada, acreditamos ser necessário. Refletirmos bastante na Palavra de Deus, assim, “diminuir o passo”, meditar um pouco, é bom! Todo homem que se especializa na corrida profissional, corre muito, se prepara e tem o seu merecido descanso.

Por outro lado, aquele que corre pela sobrevivência da vida, trabalhando cansativamente, há necessidade de cuidados, pois surpresas poderão aparecer e quando você precisar parar poderá ser tarde. As conseqüências chegam “repentinamente” e geralmente são “graves”. Precisamos entender o ”momento saúde”, com sabedoria e entender o que Deus quer para cada um. Lembremos: o relógio de Deus é perfeito funciona de “segundo a segundo”. Não poderemos fugir do dia e da hora final.

O mundo vai girando, o sol brilha dando vida a tudo, a lua mostrando sua beleza durante a noite, é alegria para todos, muitos ainda admiram este momento espetacular, é lindo! A lua passando por sobre cada um de nós, sabemos tudo é preciso continuar como está. Será que alguma coisa teria que ser diferente? Como alguns dizem! Não! O mundo está dentro da vontade do Senhor. O mundo gira em perfeita sintonia. Participamos desta maquina, mas preciso olhar o “eu”, como estou? Preciso dar um tempo? Estou fora de sintonia? Correndo muito? Sim! Com certeza, é o motivo de sempre, o trabalho e outros acontecimentos se acumulam e ficamos em situação delicada.

Mais também é preciso entender que o texto não nos leva para uma apologia, “preguiçosa”, não! Muitas das vezes precisamos ser velozes, nem sempre é preciso diminuir o passo, são situações para se estudar e ter o devido cuidado. Precisamos saber com cautela, separar tudo aquilo que é necessário para harmonizar nossas vidas, “entre a calma e a velocidade!”

Correr muito! Ainda em Eclesiastes Cap.2. Versículo 23 nos fala: Porque todos os seus dias são dores, e o seu trabalho, desgosto; até de noite não descansa o seu coração; também isto é vaidade. Salomão fala com grande sabedoria: Vi ainda debaixo do sol que não é dos ligeiros o prêmio. Eclesiastes, cap. 9. 11 [parte a]. Embora saiba o escritor da grande ênfase a “vaidade” da vida.

Porque corremos tanto! Contrariamente à opinião popularizada em nosso meio, o trabalho, longe de ser uma necessidade vergonhosa, é o único meio humano de obter além do sustento necessário, o verdadeiro senso de satisfação [24]. O desfrutar de privilégios depende da contribuição de cada um. A felicidade original de Adão e Eva no Éden estava vinculada ao trabalho [Gn 2:15].

Até o privilégio de trabalhar [ter um papel na vida e comprazer-se nisto] é uma graça concedida por Deus [24].

Pelos quatro cantos do mundo [como falam], lá em qualquer longínquo lugar, tudo corre e corre muito, são os sérios problemas acontecem, não medimos mais o que devemos e podemos alcançar. Mediante a grande vontade do Senhor para nossas vidas, tem faltado o procedimento prudente ao homem. Poderíamos estar em qualquer lugar, correndo, voando para resolver e mudar, melhorar, isto é desejoso. Estamos correndo muito.

Esquecem que o trabalho, projetos, grandes sonhos; Deus está á frente de tudo, Ele quem dá a quem reparte seu pão com o faminto. Então não “corra tanto”, “diminua o passo”, Deus é o Dono da Vida. Não corra! Deixe Deus correr por você com seus planos. “Não corra na vida, corra para a vida!”, Diminua o “passo”, a moderação em tudo é boa, fortaleça a sabedoria e, deixe Deus dar a medida certa para uma vida tranqüila. Amém.







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sábado, janeiro 15, 2011

ESPINAFRES E ALFACE PODEM SER PERIGOS ATÉ AOS 3 ANOS

CUIDANDO DA SAÚDE



Autoridade Européia para a Segurança dos Alimentos diz que 200 gramas diários podem gerar alterações na hemoglobina.

Afinal, os espinafres e a alface em grandes quantidades podem ser perigosos para as crianças até aos três anos. O alerta é deixado pela Autoridade Européia para a Segurança dos Alimentos (EFSA), que sublinha os efeitos agudos da ingestão de elevados níveis de nitrato, nomeadamente no fornecimento de oxigênio ao corpo. Os especialistas ouvidos pelo DN desconhecem estes alertas, mas lembram que as doses estudadas são superiores às que uma criança come.

A presença perigosa de nitratos nos chamados vegetais de folha só se verifica quando há a ingestão de elevadas quantidades, ou seja, mais de 200 gramas por dia. E acontece porque, no corpo humano, o nitrato é convertido em nitrito que, também em quantidades elevadas, pode conduzir a uma metahemoglobinémia. Ou seja, a uma alteração da hemoglobina, a proteína que transporta o oxigênio no sangue.

O Painel dos Contaminantes da Autoridade Européia analisou o consumo destes alimentos pelas crianças e concluiu que os níveis de nitrato em alface não são preocupantes. Contudo, a possibilidade de risco de metahemoglobinémia não pode ser excluída em bebês e jovens crianças de um aos três anos, alerta.

A entidade européia recomenda ainda que as crianças que sofrem de infecções gastro-intestinais de origem bacteriana não comam espinafres, porque estas infecções resultam precisamente na elevada conversão de nitrato em nitrito, aumentando, desta forma, o risco de alteração da hemoglobina.

Há ainda duas situações que podem acelerar a conversão do nitrato em nitrito: o armazenamento de vegetais de folha já cozinhados à temperatura ambiente e por longos períodos. E ainda a sua trituração e transformação em purê.

A legislação européia já estabelece níveis máximos de nitratos em alimentos como o espinafre e a alface. E já em 2008 a questão tinha sido levantada por um parecer da EFSA, o que levou a Comissão Européia a solicitar a recolha de mais informações.
A alerta publicada no site da Autoridade de Segurança Alimentar e Econômica (ASAE). Mas os especialistas ouvidos pelo DN desconhecem as indicações.

Libério Ribeiro, pediatra e imunoalergologista, sublinharam que além de estes legumes já conterem em si nitratos, a forma como são cultivados também pode potenciar a concentração. Contudo, afasta grandes riscos, até porque, acrescenta, "não é nada comum uma criança ingerir 200 gramas destes legumes por dia". E aconselha: "nas sopas devem ser misturados vários ingredientes".

Alexandra Bento, da Associação Portuguesa de Nutricionistas, também ressalva a necessidade de reforçar a idéia de uma alimentação diversificada. "Se se variar, nunca se corre este risco", afirma. "E comer 200 gramas de legumes é um exagero."











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