Versículo do Momento

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terça-feira, janeiro 04, 2011

CORREÇÃO DE TEXTO

COMUNICADO!

Queridos amigos do Blog "Rei dos Reis", informamos que na postagem de ontem dia 03/01/2011, trocamos o "Titulo" da mensagem. Solicitamos desculpas. Hoje acertamos o texto, com o titulo correto que permanece."CORRIGIR PERDOANDO". Postamos assim, a mensagem correta para o titulo. Agradecemos sua compreensão.












Igreja Presbiteriana do Brasil
Diácono Rilvan Stutz - Membro Catedral

Catedral Presbiteriana do Rio de Janeiro

domingo, janeiro 02, 2011

CORRIGIR PERDOANDO

EDIFICAÇÃO


”Nem eu tampouco te condeno; vai e não peques mais.” João. 8,11 b

Devemos lembrar a passagem de Jesus Cristo pela terra em todos os seus feitos. Meditar com bastante sabedoria sobre tudo o que nos ensinou. Lembrar do seu sacrifício final pela humanidade. Seus ensinamentos foram revestidos de uma humildade jamais vista em tempo algum, são atitudes claras, diretas, simples, amorosas e corretivas. Tudo isto para o bem daqueles que ouvem e O aceita. Sentimos no ministério de Jesus, uma grande preocupação no “perdoar recuperando” Jesus ensinou amar, unir, perdoar, recuperar. Nunca matar, jogar fora, dividir ou isolar ou faltar a Palavra amorosa.

Anunciar a Salvação é a nossa principal missão, não esquecendo nunca o perdão em primeiro lugar. É isto que vai nos proporcionar melhores condições para apresentar o bom trabalho que complementa o desejo do Senhor: Recuperar.

Não podemos omitir de forma alguma, que temos vivido tempos difíceis que nos levam a ver muitas injustiças, falta o amor, dedicação e perdão. Hoje isolamos ou jogamos fora facilmente um irmão sem praticarmos ardentemente o perdão, que é a correção real, restauradora, pregada por Jesus Cristo.

É fato, que bem lá dentro de nossas igrejas, encontramos multidões de problemas, dos mais simples aos mais complexos. Não poderíamos deixar de meditar sobre este assunto, pois os tempos em que vivemos nos faz sentir todas estas situações. Percebe-se muita falta do preparo, da bondade e até mesmo da honestidade. Devemos meditar muito sobre nosso dever perante nosso senhor Jesus cristo, perante a Igreja. Neste momento, deixar um texto sobre este tema acredita-se saudável, pois sabemos, temos falhado muito em nossos deveres, nossos relacionamentos, principalmente quando faltamos boas atitudes para com o nosso próximo, nosso irmão.

Temos grande número de ministros, pastores, separados do seu rebanho, isolados por algo acontecido. Sabemos que muitos choram sem condições de se colocar apto a lutar pela justa recuperação, falar assim não é uma critica e sim lembrar que temos mais um fora da batalha. Vivemos dentro de um sistema em que temos visto e sido testemunhas que nem sempre Jesus está á frente no comandando, pois não nos entregamos em condições para a obra. Grandes tribunais eclesiásticos são organizados movidos por este sistema que nos dirige, não fazemos uma apologia contra tribunais e sim a preocupação com a falta de amor que atinge a muitos.

Desta forma chegamos a uma preocupada pergunta: “Jesus Cristo tem sido o presidente de tribunais”. Em toda sua missão na terra Jesus Cristo nunca precisou organizar qualquer tribunal, sabiamente com os lábios banhados de amor e beleza dizia, como no evangelho de João cap. 8,11: nem eu tampouco te condeno; vai e não peques mais. Seria muito importante enfatizar “quem não tiver pecado atire a primeira pedra”, quantos tribunais poderão atirar a primeira pedra? Falamos em tribunal, pois o mesmo implica na correção dos fieis.

Não podemos abafar a Voz de Cristo a verdade. Temos inúmeras situações que não podem continuar com problemas mal resolvidos, assim desarticulamos cada vez mais nossas igrejas, afetando a vida de pastores, irmãos, oficiais e muitos líderes tão necessários para o trabalho do Reino de Cristo.
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Jesus Cristo veio como nosso salvador, nosso pastor de ovelhas, veio amá-las, curar suas feridas tirara-las do abismo a que caiu, traze-la para o rebanho. Dar a vida verdadeira que foi proposta para ela e, que homem nenhum pode mudar seu destino.

A grande preocupação neste momento é a falta de correção na aplicação dos ensinamentos de Cristo. O amor, a dedicação no tratar do perdão. Cristo nos ensina a perdoar sempre, recuperando o ser humano, não existe um sequer diferente, todos são iguais. A hora para desfazermos injustiças, é hoje! Nunca deixar para o amanhã.

O exemplo deixado por Jesus nos leva a ter a obrigação e coragem de labutar ao lado da verdade, do sábio amor, que constrói vida em abundância. Jesus nos prepara para enfrentar com grande coragem, tantos problemas, exercitando o amor, praticando a justiça, o perdão, a misericórdia, sendo verdadeiro. Assim precisamos estar ajustados aos ensinamentos de Cristo. Jamais em tempo algum qualquer tribunal, qualquer sentença, qualquer procedimento que não reflita honestidade, correção, jamais superará o amor de Cristo.

Que nosso Deus todo poderoso sempre nos conceda sabedoria











Blog. "Rei dos Reis"
rilvantz@gmail.com






Igreja Presbiteriana do Brasil
Por Diác. Rilvan Stutz - Membro
Catedral
Catedral Presbiteriana do Rio de Janeiro

quinta-feira, dezembro 30, 2010

FELIZ ANOVO! VIVA 2011!

O BLOG "REI DOS REIS"
DESEJA UM FELIZ ANO NOVO! VIVA O ANO DE 2011!!




















É O QUE DESEJA O BLOG "REI DOS REIS" PARA TODOS OS NOSSOS AMIGOS, VISITANTES, AUTORIDADES AMIGAS E INSTITUIÇÕES. QUE NOSSO DEUS ALTÍSSÍSSIMO ESTEJA ABENÇOANDO GRANDEMENTE A TODO POVO EVANGÉLICO NESTE IMENSO BRASIL!








rilvantz@gmail.com

www.reierei.blogspot.com







Igreja Presbiteriana do Brasil
Diác. Rilvan Stutz - Membro Catedral
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terça-feira, dezembro 28, 2010

ÚLTIMO ESTÁGIO DO SONO PERMITE A CONSOLIDAÇÃO DA MEMÓRIA

CUIDANDO DA SAÚDE






O último estágio do sono, o chamado REM, facilita o aprendizado ao priorizar a ativação de redes neurais - um conjunto de neurônios conectados funcionalmente - relacionadas à memória. “Durante o sono REM, você tem aumento na atividade de redes que são importantes para codificar informação útil, e as redes que não são importantes tem atividade diminuída”, explica Julien Braga Calais, pesquisador que desenvolveu o trabalho em sua dissertação de mestrado pelo Instituto de Psiquiatria (Ipq) da Faculdade de Medicina da USP (FMUSP) pelo Instituto de Psicologia (IP), também da USP.

A sigla REM vem do inglês, e significa movimento rápido dos olhos, pois neste estágio do sono os olhos da pessoa se mexem. Além disso, no REM, que dura um curto período comparado aos outros estágios, há bastante atividade cerebral, similar ao estágio de vigília, estado em que se está acordado.

Esse estágio foi abordado na pesquisa de Calais, que fez experimentos com ratos em laboratório, para compreender o mecanismo de formação de memórias durante o sono. O pesquisador analisou a expressão de genes relacionados à consolidação da memória. Ele descobriu que, entre os genes ativados durante o REM, estão os chamados Ppp2r2d, Egr1 e Foz que potencializam a atividade celular e acionam proteínas que permitirão a memorização de uma informação por um longo período. Ao mesmo tempo, esses genes também diminuem a atuação de outras redes neurais, dando prioridade àquelas que operam no mecanismo de memorização.

Segundo Calais, uma das funções do sono é transmitir essas informações do hipocampo — região profunda do cérebro fundamental na memória — para o córtex, que é a camada mais externa do cérebro, responsável pelos movimentos do corpo e a realização de atividades intelectuais. “O que acontece é que, durante as primeiras fases da consolidação de memória, você tem uma estrutura principal relacionada, que no caso é o hipocampo. Mas, depois, o hipocampo passa a ser menos importante para o armazenamento daquelas informações e o córtex passa a ser fundamental para a memória de longa duração”, diz o pesquisador.

Experimento Para chegar às conclusões da pesquisa, Calais fez algumas séries de testes com vários ratos. O pesquisador selecionou ratos jovens criados em laboratório e os separou em dois principais grupos. Em um deles, os ratos eram colocados numa caixa convencional, onde eram mantidos por cinco dias sem alterações no ambiente.

No dia do experimento, eram colocados quatro objetos: um “ouriço” (cano de PVC com taxinhas), um “João-bobo” (bola grudada numa mola), um cano de PVC que dentro continha comida e uma escova de sapato que era dobrada para que as cerdas ficassem mais tempo em contato com o animal. “Pode-se ver que são quatro objetos diferentes, que nunca haviam sido expostos ao animal. Cada um desses objetos apresenta características facilmente distinguíveis pelo tato: uma mais pontuda e afiada, outra mais macia, uma bola que se movimentava dependendo do animal e o último que era a comida, um reforçador positivo muito importante para qualquer animal”, detalha o pesquisador.

Enquanto estava dormindo, a atividade cerebral do rato era analisada por meio de um eletrodo que fora anteriormente implantado no animal. Depois, o rato era sacrificado durante o sono para se retirar parte do seu tecido cerebral, com o qual Calais estudou os genes e a expressão deles no hipocampo e no córtex. Considerando que foram estudados três estágios, vigília, sono de ondas lentas — conhecidas como sono profundo — e sono REM, foram sacrificados ratos desse grupo para cada um dos estágios.

No outro grupo, os ratos também eram sacrificados em diferentes estágios, mas não eram expostos aos objetos. Esse grupo serviu de comparação ao outro para diferenciar a atividade cerebral de um animal durante o sono que passou por um ambiente enriquecido de informação de outro que não passou.

Os experimentos com os ratos foram realizados no Hospital Sírio-Libanês, em parceria com a Associação Alberto Santos Dummont para Apoio à Pesquisa. A pesquisa como um todo foi financiado pela Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo (FAPESP) e a Financiadora de Estudos e Projetos (Finep).














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Felipe M. Camargo - Fapesp.
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