Versículo do Momento

LEIA A BÍBLIA

quarta-feira, março 17, 2010

CICLO PERVERSO

Notícias Pelo Mundo


O " ciclo perverso" sempre representa um padrão psíquico e repetitivo, geralmente reproduzido com pessoas difíceis e problemáticas que são íntimas do nosso convívio (cônjuges, filhos, pais e amigos entre outros) e que tem a pretensão de mudar aquilo que não está ao nosso alcance. O ciclo consiste em três papéis determinados, que se repetem num espaço de tempo que varia de pessoa para pessoa; são eles.
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1 - SALVADOR: neste papel, o indivíduo tenta resgatar o outro de um conflito ou de uma situação crítica a qualquer custo; durante o exercício deste papel ele pode ter as seguintes sensações: pena do outro, culpa por não ter não ter competência suficiente para aquela ação, santidade (compromisso "espiritual" com o outro), ansiedade por querer recuperar todo o bem perdido pelo infeliz, raiva por achar que talvez tenha sido forçado àquela situação, medo pela responsabilidade de resgatar alguém, frustração por não ter certeza entre o limite de ajudar e invadir o outro.
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2 - VÍTIMA: é o segundo papel, iniciam-se quando julgamos ter reabilitado a criatura a quem ajudamos, porém constatamos que ela não se comporta como orientamos e nem demonstra gratidão pela dedicação à sua causa. Sentimos a partir daí um misto de: impotência, arrependimento, abandono, cansaço, vergonha, depressão e humilhação.
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3 - ATORMENTADOR: no terceiro papel, reclamamos e exigimos o cumprimento dos nossos conselhos; perseguimos e cobramos de modo incessante, utilizando toda nossa indignação e raiva por não terem nos obedecidos. Aqui se encerram ao mesmo tempo iniciam-se o ciclo do "salvacionismo", o ciclo perverso. Neste texto, o autor deixa claro que, enquanto tentamos "ajudar ao próximo", nesse esquema mental de forçar a mudança do sentir, do pensar e do agir do outro, somos levados a descuidar da nossa própria existência, da nossa própria evolução. Além do que, na verdade "só podemos modificar a nós mesmos".





Holdings. Tel - Aviv - Jafra - Israel
Diác. Rilvan Stutz - Membro Shvoong
Alexandra Fernandes - Francisco E.S. Neto
Catedral Presbiteriana do Rio de Janeiro

sexta-feira, março 12, 2010

UM FUTURO MELHOR!

EDIFICAÇÃO



Há uma palavra que Deus concedeu à humanidade de maneira especial: esperança!
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A vida cristã está fundamentada na esperança. Sem ela, o que somos e fazemos perde a razão de ser. Desorientados, poderemos seguir por caminhos perigosos e repletos de desistência, amargura e dor. A única alternativa viável acontece quando a esperança habita nosso coração e nos enche de possibilidades e vislumbres, ainda que as últimas notícias estejam permeadas de pessimismo e derrota.
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No princípio do ano somos convidados a ouvir o que Deus quer nos dizer. Carinhosamente, Ele se aproxima e nos diz que há muitas lições sobre a palavra esperança.
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Em primeiro lugar, devemos aprender que a esperança é fruto da experiência decorrente da perseverança daqueles que enfrentaram a tribulação; ou seja, a esperança é uma atitude que marca homens e mulheres que, ao longo do tempo, foram forjados pela vida e pelas circunstâncias. Com o passar dos dias, eles e elas aprenderam que não devemos deixar a esperança de lado, pois é ela quem nos move para o futuro (Romanos 5.4).
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Em segundo lugar, aprendemos que a esperança é uma verdade clareadora que nos acompanha quando enfrentamos dificuldades (Romanos 5.5). Graça divina concedida aos seus filhos e suas filhas, a esperança não confunde, antes nos tranqüiliza e orienta, a fim de que estejamos preparados para o que vier.
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Finalmente, podemos dizer que nossa esperança está firmada em Cristo, razão de nossa vida e morte. Sua vida, sua palavra e suas atitudes nos remetem a crer que o futuro será melhor. Sem ufanismos, acreditamos amadurecidamente que nEle somos e seremos mais que vencedores.




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Diác. Rilvan Stutz - Membro Shvoong
Rev. Sergio Andrade - Catedral Anglicana
Catedral Presbiteriana do Rio de Janeiro

segunda-feira, março 08, 2010

ENTRE A CARREIRA E A FAMÍLIA

Notícias Pelo Mundo




Economista norte-americana explica as dificuldades que a mulher enfrenta para conciliar o trabalho e a família.
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Em nenhuma outra época da história a mulher teve de se questionar sobre as suas escolhas como hoje. A dúvida entre investir seu tempo e seus esforços em uma carreira profissional ou dedicar-se à construção de uma família angustia muitas mulheres. Para elas, a vontade natural de ter filhos pode se tornar um problema.
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Com o objetivo de entender esse dilema, a economista norte-americana Sylvia Ann Hewlett realizou uma pesquisa entre mulheres bem remuneradas e com alto nível de instrução. O resultado foi a publicação do livro Creating a life; Women and the Quest for Children. Em um artigo publicado pela revista Exame (29/05/02), a economista afirma que entre as mulheres norte-americanas que ganham mais de cem mil dólares, 49% não têm filhos, enquanto entre os homens esse percentual é de 19%.
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Por que é tão difícil para a mulher ter uma carreira bem-sucedida a ter filhos? Segundo Hewlett, não foram criadas políticas, tanto no local de trabalho como na sociedade, de apoio às mães que trabalham fora do lar: "Ironicamente, essa falta de política é, de certa forma, culpa do movimento feminista americano. Se retrocedermos ao século 19, veremos que as feministas dos Estados Unidos canalizaram grande parte de sua energia para a luta pela igualdade formal com os homens", diz a economista.
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Outro obstáculo comentado por Hewlett é o modo como as mulheres jovens encaram essa questão. Entre os 20 anos, a mulher pensa que pode se dedicar integralmente à carreira e quando estiver entre os 35 anos poderá pensar na maternidade. Hewlett diz que "a mídia sempre alardeia os avanços da ciência da reprodução, dando às mulheres a ilusão de que podem adiar a maternidade até que suas carreiras estejam consolidadas. As novas tecnologias de reprodução não têm ainda uma resposta para o problema da fertilidade no caso de mulheres mais velhas".
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A solução para a dúvida entre carreira e maternidade parece impossível. Entretanto, a economista dá algumas sugestões para as mulheres que pretendem conciliar o trabalho e a família:

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Imagine que tipo de vida você quer ter aos 45 anos. Se pretende ter filhos (cerca de 86% a 89% das mulheres com salários entre 55 mil e 65 mil dólares anuais querem ser mães) é essencial que você se comprometa com a idéia, e aja rapidamente. Tenha o seu primeiro filho antes dos 30. O milagre da maternidade tardia, pouco comum, traz muitos riscos e a sua possível não realização, muitas frustrações. Escolha uma carreira que lhe permita controlar seu tempo. Certas carreiras dão mais flexibilidade e não se ressentem tanto de interrupções. Escolha uma empresa que se comprometa a ajudá-la a atingir o ponto de equilíbrio entre o trabalho e a vida pessoal. Descubra se a empresa tem programas de jornada reduzida e se concede licença com garantia de retorno ao trabalho".
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Uma saída que as norte-americanas estão encontrado é dedicar-se somente à família. Susan De Ritis, fundadora do Family and Home Network, disse que "as mulheres querem ter filhos e criá-los, e estão encontrando caminhospara realizar a tarefa em tempo integral".
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A economista Sylvia Ann Hewlett aconselha às mulheres: "Não digo que joguem fora a sua carreira, mas para as mulheres em torno dos 30 anos, idade em que fundar uma família e ter filhos é relativamente fácil, esta deve ser a prioridade, e não o trabalho".
Entretanto, em muitos casos, o trabalho da mulher é uma necessidade para o sustento da família. Mas o que se vê atualmente é uma preferência pela carreira que, a longo prazo, não realiza a mulher tanto quanto a família.





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Diác. Rilvan Stutz - Membro Shvoong
Portal da Família - Eduardo Gama
Catedral Presbiteriana do Rio de Janeiro

sexta-feira, março 05, 2010

BRASILEIROS SÃO "MAIS RICOS" QUE OS AMERICANOS

NOTÍCIAS PELO MUNDO


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Pela ciência exata da matemática, provaremos que os brasileiros são muito mais ricos do que os americanos:
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MATEMATICAMENTE
Uma americana prova, pela ciência exata da matemática, que os brasileiros são muito mais ricos do que os americanos: Caros amigos brasileiros e "RICAÇOS!".
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Vocês brasileiros pagam o dobro do que os americanos pagam pela água que consomem. Embora tenham mais água doce disponível (aproximadamente 25% da reserva mundial de água doce está no Brasil). Vocês brasileiros pagam 60% a mais nas tarifas de telefone e eletricidade. Embora 95% da produção de energia em seu país seja hidroelétrica (mais barata e não poluente).
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Enquanto nós pobres americanos somente podemos pagar pela energia altamente poluente produzidas por termelétricas a base de carvão e petróleo e as perigosas usinas nucleares.Vocês brasileiros pagam o dobro pela gasolina, que ainda por cima é de má qualidade que acabam com os motores dos carros (cerca de 21% da gasolina é composta de álcool anedio e ainda querem aumentar este percentual para beneficiar os usineiros de álcool).
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Não dá para entender, seu País é quase auto-suficiente em produção de petróleo (75% é produzido aí) e ainda assim têm preços tão elevados. Aqui nos EUA nós defendemos com unhas e dentes o preço do combustível que está estabilizado há vários anos. (US$ 0,30 trinta centavos de Dólar). (R$ 0,80 - oitenta centavos de Real). Obs.: gasolina pura, sem mistura. Por falar em carro, vocês brasileiros pagam R$ 40 mil por um carro que nós nos Estados Unidos pagamos R$ 20 mil.
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Vocês dão de presente para seu governo R$ 20 mil para gastar não sabe com que e nem onde, já que os serviços públicos no Brasil são um lixo perto dos serviços prestados pelo setor público nos Estados Unidos.
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Na Flórida, caros brasileiros, nós somos muito pobres, o governo estadual cobra apenas 2% de imposto sobre o valor agregado (equivalente ao ICMs no Brasil), e mais 4% de imposto federal, o que dá um total de 6%.
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No Brasil, vocês são muito ricos, afinal concordam em pagar 18% só de ICMs. E já que falamos em impostos, eu não entendo porque vocês alegam ser pobres, afinal vocês não se importam em pagar além desse absurdo ICMs mais PIS, COFINS, CPMF, ISS, INSS, IPTU, IPVA, IR, ITR e outras dezenas de impostos, taxas e contribuições, em geral “com efeito” cascata, de imposto sobre imposto, e ainda fazem festa nos estádios de futebol e nas passarelas de carnaval.
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Sinal de que não se incomodam com esse confisco maligno que o governo promove lhes tirando 4 meses por ano de seu suado trabalho. De acordo com estudos realizados, um brasileiro trabalha 4 meses por ano somente para pagar a carga tributária de impostos diretos e indiretos. Nós americanos lembramos que somos extremamente pobres, tanto que o governo isenta de pagar imposto de renda todos que ganham menos de US$ 3 mil dólares por mês equivalente a R$ 9.300,00 Reais). Enquanto aí no Brasil os assalariados devem viver muito bem, pois pagam imposto de renda todos que ganham a partir de R$ 1.200,00. Além disso, vocês têm desconto retido na fonte, ainda antecipam o imposto para o governo, sem saber se vão ter renda até o final do ano, aqui nos Estados Unidos nós declaramos o imposto de renda apenas no final do ano, e caso tenhamos tido renda aí sim recolhemos o valor devido aos cofres públicos. Essa certeza nos bons resultados futuros torna o Brasil um país insuperável.
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Voltando a falar de serviços públicos caros amigos brasileiros, vocês são riquíssimos, afinal pagam sua própria segurança, os pobres americanos dependemos da segurança pública.Aí no Brasil vocês pagam escola e livros para seus filhos porque, afinal, devem nadar em dinheiro, aqui nos Estados Unidos, nós pobres pais americanos, como não temos toda essa fortuna, mandamos nossos filhos para as excelentes escolas públicas com livros gratuitos.Vocês, ricaços do Brasil, quando tomam no banco um empréstimo pessoal, se paga por mês o que nós pobres americanos pagamos por ANO.
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Quando você me disse que também paga R$ 500,00 de IPVA pelo seu carro, não tive mais dúvidas. Nós pagamos apenas US$ 15,00 de licenciamento anual não importando qual tipo de veículo seja.
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Afinal, quem é rico e quem é pobre?
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Aí no Brasil, 20% da população economicamente ativa não trabalha. Aqui, não podemos nos dar ao luxo de sustentar além de 4% da população que está desempregada!
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Não é mais rico quem pode sustentar mais gente que não trabalha? Precisam sair deste comodismo que estão vivendo ou o sonho do país do futuro será apenas um ideal na boca de demagogos que estão no poder.





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Diác. Rilvan Stutz - Membro Shvoong
Catedral Preabiteriana do Rio de Janeiro