Versículo do Momento

LEIA A BÍBLIA

quinta-feira, dezembro 11, 2008

O PODER DA GENTILEZA

HOMENAGEM AO CHAMADO PROFETA
"GENTILEZA" DAS RUAS DO RIO DE JANEIRO.

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A gentileza é um modo de agir muito mais sofisticado e profundo que meramente ser educado ou cumprir regras de etiqueta, porque embora devamos ser educados, a gentileza trata de uma característica relacionada com o caráter, valores e ética; prinpalmente tem a ver com o desejo de contribuir com um mundo mais humano e eficiente para todos. Para se tornar uma pessoa mais gentil, é preciso que cada um reflita sobre o modo como tem se relacionado consigo mesmo, com as pessoas e com o mundo. Ser gentil não pode depender do outro, ser uma moeda de troca, tem que ser uma escolha pessoal, um entendimento que podemos fazer a nossa parte e contribuir para um mundo melhor sim. Leonardo Boff diz: "Não serão nossos gritos a fazer a diferença e sim a força contida em nossas mais delicadas e íntegras ações".
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Ser gentil não é fazer tudo que o outro quer, ser feito de bobo, dizer sim à todos. Quanto mais gentil somos com as pessoas, mais gentil somos com a nossa verdade, com nossos valores. Assim dificilmente nos aviltaremos em nome de algo que não esteja de acordo com o que pensamos. Dizer sim à todos demonstra mais uma dificuldade em ser aceito a qualquer preço, em lidar com sua própria carência do que a força ou o poder contido na gentileza. Aprender a dizer não nem é tarefa simples (eu sei). A gente aprende que tem que responder às expectativas de quem amamos, desde pequenos, daí quando crescemos, difícil dizer não sem nos sentirmos culpados. Mas, acredite, dá para dizer não com gentileza, desde que sejamos honestos, coerentes, que nos permitamos respeitar nossos limites.
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Quando se entende que gentileza muda o rumo dos conflitos, transforma humores, melhora relações, contagia as pessoas, salva vidas, se descobre que ser gentil é extremamente benéfico (para todos os envolvidos). Gentileza gera gentileza; Amor, palavra que liberta; entre outras, são as frases que o Profeta Gentileza eternizou nas pilastras do Rio de Janeiro. Ele foi uma criança diferente, que aos sete anos "previu" que teria família e filhos, porém chegaria a hora de abandonar tudo e se entregar a sua verdadeira "missão". na terra: pregar a gentileza. E a vida passou.
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Pelos idos dos anos sessenta, houve um grande incêndio num circo no estado do Rio, o Profeta perdeu ali sua mulher e seus cinco filhos. Depois de uma semana retirado em sua casa, retornou ao local da tragédia, ali passou a morar, cultivou flores, um horta, consolava aos passantes, aos sofredores, aos que precisavam de uma palavra, ou qualquer outra coisa. Saiu dali e foi expandindo seu universo, nos cruzamentos, com mensagens que diziam: Por favor não! Por gentileza, para pedir, gentileza gera gentileza... Obrigado não! Ninguém é obrigado à nada, portanto: Muito agradecido quando quiser agradecer algum bem feito.. Pela sua boca só se ouvia palavras de paz, depois as palavras passaram para suas roupas, depois para um estandarte que carregava consigo e finalmente ficaram impressas nas pilastras dos viadutos do Rio de Janeiro.
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Hoje além de ser homenageado em música linda de Marisa Monte, tem seu museu "impressionista", à céu aberto, para quem quiser ver, de graça, como tudo que ele deu em sua vida.. Mas quem não conseguiu ainda chegar até aí com a gentileza, pode começar a exercitá-la com algumas ações:
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1. Tente se colocar no lugar do outro: isso ajuda a entender melhor as pessoas. como elas pensam e agem.
2. Aprenda a escutar: ouvir é o mais importante para solucionar qualquer problema.
3. Pratique a arte da paciência: evite julgamentos e ações precipitadas,
4. Pense positivo: procure valorizar o que a situação e o outro tem de bom, isso pode promover milagres.
5. Seja solidário: demostre interesse pelo outro, pelos seus sentimentos e pela sua realidade.
6. Respeite as pessoas: as diferenças são uma riqueza para todos.
7. Peça desculpas: nunca tenha vergonha de admitir um erro, de voltar atrás, isso pode salvar relacionamentos e prevenir a violência.
8. Analise a situação: descobrir a raiz do problema é primordial para encontrar soluções pacíficas.
9. Faça justiça: esforce-se para entender as diferenças e não ganhar, como se as desavenças fossem jogos ou guerras.
10. Mude sua maneira de ver os conflitos: a gentileza nos mostra que o conflito pode ter resultados positivos e ainda tornar a convivência mais íntima e confiável.
Portanto, agora e sempre, aja com muita, muita gentileza porque alguém já disse: " Só os fracos é que são cruéis, só Se pode esperar doçura dos fortes".


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quarta-feira, dezembro 10, 2008

EMMANUEL

EDIFICAÇÃO
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“Eis que a virgem conceberá e dará à luz a um Filho
e O chamarão com o nome *Immanuel”
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Nada é tão desumano quanto o abandono, nada pode ser mais cruel quanto o desprezo, tão covarde quanto a indiferença, triste quanto a solidão e a morte. Nada! Para nada nos serviria deus ausente, inerte, deus de barro, madeira ou de ouro, tão carente quanto a gente...
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Ah, quem dera caíssem dos olhos as vendas que impedem enxergar Jesus como Ele é! Ah, se todo humano pudesse, por um instante, breve que fosse, sentir a paz da Sua constante presença. saber que tê-Lo por perto é incomparável, doce e imensurável! Ninguém é capaz de, como Ele, acolher e reparar incondicionalmente os expurgos da nossa alma e caráter. Ele é a própria Renovação! Jesus não se importa em cuidar das nossas doenças e feridas - do corpo e da alma -, nem que cheire a exclusão toda nossa miserabilidade e pobreza. Ele é Aquele que reverte nossos desertos em oasis. É o Deus conosco, recolhendo para Si, com amor, os descartados humanos, entulhos errantes que somos; refendo-nos, um a um, perfeitos n´Ele! Que Maravilha!
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Por isso e por muito mais, Jesus, o *Immanuel, não pode ser comparado a um deus filosófico, ideológico, cria e serviçal das idéias humanas, ou um mero fruto da elucubração religiosa de "iluminados" - como explicam os entendidos. Ele é, por excelência, a própria presença divina! O Único capaz de estar além, e ao mesmo tempo perto, retendo-nos em Suas mãos...
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De Jesus, o Immanuel, há muitas coisas que não podem ser transmitidas por presépios arrumados, igrejas decoradas e coros afinados, como insistem e se dão por satisfeitos alguns . Ele é o Deus da prática! E por isso, embora tão festejado em algumas épocas, agregue tão poucos aliados no dia a dia, gente disposta para mostrá-Lo o “Immanuel” das cadeias, dos hospitais, dos sem-teto algum, sem-esperança. Mostrá-Lo o Deus dos “sem-porquês”, porque é o Deus de todas as respostas. É o Socorro oportuno quando ninguém mais nos nota, quando a fé falha, a religião falta, e na inquietude temos fome, fome de tudo... uma fome que só Ele faz passar, pois a fome que temos d´Ele!
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Jesus é o Immanuel quando, no extremo da desesperança, faz-nos acreditar em milagres, mesmo que espera dure toda uma vida. É o Immanuel, quando nosso grito de alerta não alerta, quando os amigos, e os irmãos, emudessem... e os homens de boa vontade carecem de vontades boas, tormam-se egoístas... quando sozinhos desistimos até de nós mesmos. Jesus é Deus que não abre mão de ser conosco, Immanuel... “Eis que estarei convosco todos os dias”
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Nada nos serve mais do que ter Deus presente.
Em Seu nome e em Sua companhia.

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domingo, dezembro 07, 2008

A PRÁTICA DO PERDÃO: UM DIGNO DEVER PERANTE CRISTO!

EDIFICAÇÃO
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Não te digo que até sete vezes, mas até setenta vezes sete.(Mat. 18.21).
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Colocamos como difícil à questão do perdão. Sendo pecadores, devemos reconhecer a prática do perdão, tratar meu semelhante com igualdade, é muito digno. Isto não acontece por motivo da dureza do coração, infelizmente. Sabemos que nosso Mestre Jesus Cristo se entristece, pois nos tornamos cruéis por demais, com duros comportamentos. Não temos sido verdadeiros em nossos relacionamentos, desta forma se estabelece à falta de amor e o perdoar. Lembramos que viver o perdão é lei para os nossos corações e, dignificamos nossa conduta frente a Cristo.
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O perdão tem se tornado coisa rara, está sumindo no “mercado da vida”, pioramos a cada momento a distância fica cada vez maior do nosso Senhor, temos esquecido do Mestre Jesus. O nosso coração balança incerto hora outra. A “dureza” do coração já sai conosco de nossos lares. Tem faltado a coragem, humildade em momentos de dizer: Perdão! Meditando, sentimos a situação do “meu coração”. O íntimo avisa, nos incomoda, percebemos e, permanecemos o mesmo. Hoje, perdoar tem sido uma tarefa quase impossível! Cadê o amor o meu amor? Precisamos refletir muito quanto ao “Eu”. Estou uma vergonha, sim! Estamos uma vergonha! Tenhamos a coragem de pensar e repensar, aceitar e praticar métodos novos com Cristo em nosso viver, não pode continuar assim “machucando” e, muito.
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Um momento de reflexão se torna necessário. O ensinamento de Cristo é pratico, rápido, sem fuga, isto é enfrentar de peito aberto o erro cometido. Digamos: ir direto ao problema e não procurar “rodeios e desculpas incompetentes”. Ah! Sermão do monte! Como eu gostaria de estar ali naqueles momentos em que o Mestre tão Amigo, ensina através de Pedro quando pergunta: até quantas vezes devo perdoar meu irmão? Jesus de forma amorosa e extensiva, como olhando para até o final da vida de Pedro diz: Não te digo que até sete vezes, mas até setenta vezes sete, (Mateus 18-21). Pedro quis ser generoso, pois as tradições dos rabinos falavam até três vezes. A resposta de Jesus, tomando-se em consideração o que Pedro disse, significa que o espírito de perdão vai muito além dos mesquinhos cálculos humanos.
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A parábola do credor sem compaixão, ensina a Pedro o motivo pelo qual deve-se perdoar sem limites. Nosso Pai celeste nos perdoou tanta coisa ao nos conceder o dom gratuito da Salvação em Cristo, que qualquer ofensa que outro ser humano possa praticar contra nós, é irrisória, em comparação a isto. Devemos reconhecer que o dever do perdão é o mínimo que podemos fazer, refletindo, assim, algo da bondade divina que tem sido derramada em nossas vidas. Pratiquemos com urgência e muita urgência, o dom de perdoar, assim, estará inclusos em dois momentos preciosos de nossa vida: primeiro teremos uma vida saudável e segundo estaremos sendo obedientes ao Pai Glorioso através do Filho. Pratiquemos o perdão.
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sábado, dezembro 06, 2008

JESUS, O HERÓI AFETUOSO

EDIFICAÇÃO
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"Tende cuidado, irmãos, jamais aconteça haver em qualquer de vós perverso coração de incredulidade que vos afaste do Deus vivo" Hb 3:12.
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Não temos a menor dúvida que nos dias de hoje, fabricamos nossos heróis. É indiscutível que todos nós precisamos de heróis. Isto é comum no ser humano. Entretanto, precisamos estar atentos para as propagandas sobre heróis enganosos. Há pessoas e personagens da “banda do mal”, homens e mulheres de moral dúbia ou até mesmo de moral declaradamente má que se mostram ou são apresentados como heróis, mas na verdade não são.
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Ao mesmo tempo somos invadidos por idéias, por filosofias propagandistas e por outros tipos de pensamentos e por outros tipos de pensamentos presentes em heróis fictícios que, inclusive nos tiram da realidade. Por exemplo, todos nós quando criança gostava muito de assistir filmes como Supermam, Batmam e Robim e quantos outros que não lembramos, elegemos nossos heróis e quantas vezes nos vimos na pele daqueles heróis, quantas vezes sonhamos ser iguais a eles, podendo voar em velocidade maior que a bala de um revolver, sendo invulnerável, tendo um batcar (carro do Batmam) e tantas outras coisas que nos tiravam da realidade neste tempo passado. Só que de repente, com o passar do tempo, caímos na realidade, vemos uma a vida cruel que está a nossa frente e em muitos momentos estamos impotentes diante das crueldades. Os heróis que sonhamos são impotentes e irreais, foi um tempo dos sonhos e que, em muitos causaram grandes danos.
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A verdade única é que na Igreja conhecemos nosso Herói verdadeiro. Na Igreja aprendi quando criança e vivia estes dois momentos “Igreja e Mundo”, aprendi lições básicas sobre Jesus, o qual se tornou meu Herói de verdade. Quando criança aprendi que Jesus trabalha dentro da realidade da história e não em um ambiente de ficção. Ele falou e fala sempre a verdade. Aprendi que Ele não era invulnerável, ao contrário podia ser tentado em tudo (H.4.15) e tinha a forma e a essência humana. Aprendi que Ele sofreu muito, que foi ferido devido aos meus pecados, que travou batalhas com o inimigo, e que em tudo saiu vencedor.
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Como tenho saudade do tempo de criança e dos heróis fictícios, não podemos dizer, que não faz parte da vida de uma criança, só precisamos conduzi-las ao verdadeiro Herói da Vida! Jesus Cristo o maior! Isto é imprescindível! Através da Igreja e seus preciosos ensinamentos, elegi Jesus Cristo meu Herói. Com o passar do tempo fui crescendo e aprendendo mais sobre Jesus afetuoso, sobre Sua maneira sempre gentil de tratar as pessoas, sobre o amor demonstrado e disponível, sobre o grande Herói que Ele é.
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Aprendi a ser seletivo, a olhar o caráter de quem se diz herói. Na verdade Jesus Cristo é nosso maior amigo, é o que merece nossa exclusividade, é nosso Herói afetuoso que ensina o verdadeiro sentido da vida.


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Rev. David Baêta - Pib - PM.
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