Versículo do Momento

LEIA A BÍBLIA

sábado, setembro 06, 2008

RELIGIÃO E A OBSERVÂNCIA AO DIREITO

EDIFICAÇÃO
OPINIÃO
“Não penseis que vim revogar a Lei ou os profetas” não vim revogar, vim para cumprir. (Mateus, v.17, 18).
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Encontramos nessa Lei o princípio dos deveres para com Deus e para com o próximo, que constitui a base da doutrina de Jesus Cristo. Os 10 mandamentos significam um resumo da moral divina, que Jesus Cristo Viveu e pregou, cumprindo assim a Lei dos profetas. Os ensinamentos religiosos buscam conduzir o ser humano através de uma conduta alicerçada em valores morais e éticos, sem deixar de pregar a fé a esperança, o perdão, a caridade e a fraternidade.
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O que aprendemos com o ensinamento religioso, não é imposto através de uma força coercitiva, usamos ou não, de acordo com o nosso livre arbítrio, e com o conhecimento de cada um sobre as “Leis Divinas que regem a evolução do ser humano na terra”. O Direito não é como a Religião, pois o Direito assegura, porém não ensina e não prega, e quando as pessoas não agem de acordo com suas normas e Leis, a punição é severa. A Lei escrita se faz necessária para manter a justiça, a ordem, o equilíbrio, assegurar a integridade do ser humano, bem como seus direitos e obrigações.
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A cada nova situação que possa surgir de acordo com a evolução do tempo e das pessoas, novas Leis também nascem, e com elas a necessidade do ser humano se aprimorar cada vez mais, buscando conhecimento e informação.
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O filme Rei Arthur nos mostra como antigamente algumas pessoas se denominavam porta vozes de Deus, e se apoiavam a essa prerrogativa para fazer com que as pessoas mais humildes fossem submissas e aceitassem todas as suas ordens, até a tortura e morte se assim julgassem necessário.
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Assim como na Religião, o Direito também deixa margens para que algumas pessoas façam uso indevido de suas atribuições, em benefício próprio ou de terceiros. A justiça é maravilhosa quando ela significa dar a cada um o que é seu, porém, é interpretada e aplicada por homens, que nem sempre são tão maravilhosos quanto ela.
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Jovacyr Bregonci
Canal Shvoong
Por Rilvan Stutz
Catedral Presbiteriana do Rio de Janeiro

sexta-feira, setembro 05, 2008

ALEGRE-SE!

EDIFICAÇÃO
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Enquanto conviveu entre nós como homem natural, Jesus Cristo, entre outras coisas, sentiu fome (Lucas 4:2), sentiu pena (Mateus 20:34), sentiu a dor da perda de um ente querido (João 11:35), sentiu ira (João 2:15-16), sentiu sono (Mateus 8:24), sentiu tristeza (Mateus 26:38), sentiu agonia (Lucas 22:44), sentiu dor física por graves ferimentos (João 19:1-3 e 18) e experimentou o gosto da ingratidão (Mateus 27:16-22), da solidão (Mateus 27:46) e da morte (Marcos 15:37).
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Podemos observar que, em nenhum momento, a Bíblia nos relata que Jesus sorriu ou que estava feliz, ou que alegrou-se com algo. Significa então que Jesus não sentiu alegria? A Bíblia nos ensina que Jesus morreu para que tenhamos vida e vida com abundância (João 10:10) e que por suas feridas fomos sarados (I Pedro 2:24). Assemelham-se essas atitudes com as de um pai zeloso, o qual prefere sofrer a ver o seu filho sofrer.
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Jesus viveu o mal da carne para que nós pudéssemos viver o bem da vida (Isaías 1:19). Ele sofreu aqui para que pudéssemos nos alegrar, mas não se engane: o nosso Deus não é um Deus triste. O livro de Neemias 8:10 em sua parte final diz: “a alegria do Senhor é a vossa força”. Quer o Senhor que estejamos sempre alegres (I Tessalonicenses 5:16) e que pela alegria estejamos fortemente alicerçados sobre a rocha, que é Jesus.
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Em João capítulo 15, Jesus nos ensina que, permanecendo no amor do Pai e em obediência aos seus mandamentos, desfrutaremos da alegria de Jesus em nós e essa alegria será completa. E mais: mediante a nossa obediência e amor, nossos pedidos serão atendidos.
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Gálatas 5:22 nos ensina que a alegria é um dos dons do Espírito. Conseqüentemente, se o Espírito de Deus habita em nós, nossa alegria será completa e o amor que sentimos transbordará e contagiará a quem estiver próximo de nós. A marca de Cristo estará em nossas vidas e celebraremos com Ele como está escrito em Mateus 26:29.
Alegre-se porque o sacrifício não foi só o de Jesus na cruz do calvário como homem natural, mas também o de Deus que deu o seu filho unigênito para morrer por nós. Alegre-se porque Deus é bom e suas misericórdias são infinitas. Alegre-se pela vida eterna. Alegre-se porque Jesus te ama, do jeito que você é. Aleluia!

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Luciene de Oliveira Maria
Primeira Igreja Batista em Moça Bonita
Por Rilvan Stutz
Catedral Presbiteriana do Rio de Janeiro

quinta-feira, setembro 04, 2008

PAI DE VERDADE MESMO!

OPINIÃO
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O Pai de verdade mesmo, não é aquele que providencia as melhores escolas para seus filhos, mas o que ensina o quanto é necessário a sabedoria, e o conhecimento para o mundo e o futuro do seu filho... O Pai de Verdade mesmo é aquele que nos primeiros passos da vida do filho, ele o ajuda a levantar quando cair, e o quanto é importe levantar-se... O Pai de Verdade mesmo, ensina seu filho no caminho em que deve andar e dá ensinamentos que seu filho aprenderá e nunca esquecerá...
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O Pai de verdade mesmo, não abandona seu filho no primeiro obstaculo que ocorrer, nunca esquecerá de seu filho em qualquer dificuldade da vida, O Pai de verdade mesmo, não esquecerá de seu filho mesmo quando separa-se da mãe de seu filho, O Pai de verdade mesmo, estará junto de seu filho em qualquer situação, de alegria ou de tristeza, por amor ao seu filho, O Pai de verdade mesmo, sabe que seu filho é um pedaço seu, e que o seu sangue corre nas suas veias, e jorra em seu coração, O Pai de Verdade mesmo, não só educa ou fica percebendo o que acontece de longe, O Pai de Verdade mesmo, Fica POR PERTO DO SEU FILHO E O PROTEGE; COMO UMA AVE,QUE ACOLHE SEUS FILHOS DEBAIXO DAS SUAS ASAS.
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O Pai de Verdade mesmo, não só ergue o filho do chão quando ele cai, mas o faz ele perceber que a cada queda é possivel levantar-se, e seguir em frente...O Pai de Verdade mesmo ensina o filho que a PERCEPÇÃO é a GEOGRAFIA melhor para aprender o MUNDO, e a CIÊNCIA entender a VIDA, O Pai de Verdade mesmo, sabe que a felicidade foi feita para compartilhar com quem merece... e amará seu filho sempre...sem lhe abandonar, despresar ou esquecer...
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O Pai de Verdade mesmo, sabe que só existe dois dias no ano que nada pode ser feito, um se chama ONTEM, e o outro se chama AMANHÃ, portanto, HOJE é o dia certo para AMAR, ACREDITAR, FAZER e principalmente VIVER...o tempo perdido que você PAI, que foi ausente, e que nunca compartilhou da alegria, e da felicidade de estar PERTO DO SEU FILHO.
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Fonte Shvoong
Por Rilvan Stutz
Catedral Presbiteriana do Rio de Janeiro

terça-feira, setembro 02, 2008

EM RESPEITO AOS TRISTES

EDIFICAÇÃO
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Confesso que sou introspectivo e, muitas vezes, melancólico. Quando ainda era criança, gostava de ficar debaixo de uma árvore, sozinho, para pensar na vida. Continuo assim. Prefiro o silêncio às festas, as refeições com poucas pessoas aos banquetes. E se não tomar cuidado, facilmente caio em depressão.
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Essa minha índole quieta não me importuna, mas eu percebo que ela causa alguns constrangimentos na comunidade evangélica. Poucas vezes escrevi textos cinzentos, mas logo fui docemente aconselhado a não repetir tal deslize. Avisaram-me que os crentes não estão preparados para lidar com a tristeza. E que as pessoas gostam de artigos otimistas. Realmente! O movimento evangélico se alastrou no final do século XIX, num tempo em que se respirava um clima de grande otimismo. Acreditava-se que em poucos anos, evangelistas, missionários e pastores converteriam o mundo, antecipando o iminente reino milenar de Cristo. Nosso berço foi embalado com a promessa de que seríamos a “última geração antes do arrebatamento”. Nascemos num clima de euforia. Portanto, não toleramos qualquer mensagem que revele um jeito menos bem-sucedido de encarar a vida.
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Sinto-me censurado quando exponho meus sentimentos contaminados de uma vaga e doce tristeza. Sentimentos que, a bem da verdade, me comprazem e me conduzem à meditação. Mas como explicar isso para minha geração? Fico sem saída, pois não quero só escrever textos sobre como me sinto campeão; recuso teatralizar minha solidez e não quero enganar sobre minha santidade.
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Em diversas ocasiões tenho a sensação de que estou só entre gigantes da fé. Haveria mais gente como eu? Sei que existem profetas, poetas e santos que também convivem com o desalento. Celebro a honestidade de todos os que, corajosamente, detectam sentimentos menos brilhosos e, iguais a mim, não se sentem culpados.
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Ditosos os que choram, pois reconhecem que a vida não é composta só de luzes. Quem busca apenas o riso, querendo perenizar o prazer, cairá no profundo abismo do desencanto. Só os tristes sabem os segredos das noites sem lua e que algumas dimensões nobilíssimas da nossa humanidade somente se expressam em corredores de morte. Grandes são todos os que permanecem em pé mesmo quando não há luz nenhuma.
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Ditosos os que entram em contato com suas angústias. Os que ocultam suas inquietações com frases e clichês religiosos se condenam à superficialidade. Não existe tese religiosa que consiga se impor com mais força que a própria vida. De nada vale repetir slogans que prometem um mundo cor-de-rosa. Mais cedo ou mais tarde virá a tempestade que assola a casa. Ventos contrários varrerão projetos cautelosos e, quem não edificar sua vida na verdade, ruirá implacavelmente.
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Ditosos os que não se consideram emocionalmente incólumes. Eles sabem que ninguém possui controle direto sobre suas emoções e reconhecem, inclusive, que serão traídos pelos incidentes do cotidiano. Eles vão até o fundo do poço e não se sentem fracassados, pois sabem que tanto alegrias como tristezas são passageiras.
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Ditosos os que admitem suas depressões. Eles não tentam sublimar as inquietações com ativismos. Sofrimento é a única dimensão da vida comum a todos os homens e mulheres. Quem tenta blindar-se das tristezas precisa também se proteger da alegria. Fugir do sofrimento significa amortecer a felicidade.
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Ditosos os que podem lamentar em público. Eles não precisam de sorrisos plásticos, de discursos demagógicos ou da arrogância religiosa, pois se sentem acolhidos em sua honestidade. Eles sabem que não serão apedrejados quando se mostram frágeis, porque vivem entre amigos verdadeiros.
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Ditosos os que se parecem com Jesus de Nazaré. Ele nunca mentiu sobre sua angústia ou solidão. No jardim, afirmou: “Minha alma está triste até a morte”. Na cruz bradou: “Pai, por que me desamparaste?”. Mesmo depois desses desabafos, Deus lhe deu um nome que está acima de todo nome. Se o Filho Unigênito pôde falar assim, ninguém deve temer revelar o tamanho de sua vulnerabilidade.
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Esses ditosos podem seguir tranqüilos pela vida, porque a tristeza, segundo Deus, não é para a morte. Aleluia.
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Soli Deo Gloria


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Pr. Ricardo Gondim
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Por Rilvan Stutz
Catedral Presbiteriana do Rio de Janeiro