Versículo do Momento

LEIA A BÍBLIA

sexta-feira, agosto 29, 2008

"FICAR" OU PERMANECER?

EDIFICAÇÃO
"Eu sou a videira; vocês são os ramos. Se alguém permanecer
em mim e eu nele, esse dará muito fruto; pois sem mim
vocês não podem fazer coisa alguma”. (João 15:5)
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Quem já não se sentiu atropelado pela mudança de costumes, princípios e paradigmas? O que era parâmetro inegociável de valor absoluto, há poucos anos, virou relativo. "Agora é assim que se faz", porque é "normal" e "aceitável", dizem.
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Vivemos dias caracterizados pela perda da individualidade. Somos "galera", "povão", massa informe, sem vontade e conduzida ao prazer com princípios pagãos, nefastos ao caráter, à moral, à existência, e principalmente à vida espiritual integral e eterna. Neste caudal nefasto surge o sincretismo, mistura e fusão do pagão com o sacro, do temporal com o eterno, onde se tenta substituir, justificar e aceitar fatos e circunstâncias. Come-se "com casca e tudo", e o homem se tornou presa fácil da moda, do consumo, da vaidade, do sexo, da prosperidade, da fé retributiva, que diz: "onde não houver resposta à provisão do que preciso ou pedi ao Pai", configura-se o puro abandono de Deus.
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Nunca o homem teve necessidade de tantas coisas, que na verdade jamais foram ou serão essenciais à sua existência. Muitos declaram precisar de um milagre. Precisa-se de roupa, emprego, carro, saúde, esposa, esposo, viagens, precisa-se do Deus “Bom Bril”, de "mil e uma utilidades". Chegamos ao absurdo de mensurar a fé pelo grau de bens e facilidades que possua um indivíduo.
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Hoje os jovens, tomados pelo verbo “ficar”, perguntam: "Você já ficou?", "Você fica?", "Se não fica, fique, porque ficando será mais autêntico, moderno, atual, livre, suas experiências serão condutoras do equilíbrio e do sucesso prazeroso". Jesus usa o mesmo sentido do verbo declarando: “se permanecer n´Ele haverá frutos”. O “ficar” de nossos jovens e adultos não tem garantia dos frutos, a árvore é outra, a raiz tem seiva amarga e não serve para frutos doces e nutritivos perenes e eternos. Acaba-se com a moral, perde-se a dignidade e a vida espiritual em nome da modernidade. Os meios de comunicação comemoram a vitória da ação sem responsabilidade. Declaram que o homem é livre para “ficar”, mesmo que seja para praticar libertinagem consensual. Disto, todavia, resultam: depressão, enfermidade, doenças, angústia, separação, tristezas, dor, confusão, desequilíbrio, ausência de paz, e pecado.
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O problema é que: querem “ficar” apenas para serem felizes, sem a interdependência que gera o relacionamento contínuo e responsável. Este fenômeno tem a mesma raiz que produz complicados relacionamentos na família, entre amigos, no emprego, na escola e na igreja.
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Falta na verdade coragem para “permanecer” em Cristo como ramo ligado à videira e saber que a grande crise que se abateu sobre o povo de Deus é não se ter compreendido as palavras do Mestre “... sem mim nada podeis fazer”. Pense nisto.
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Ariovaldo Ferraz Arruda
Primeira Igreja Presbiteriana Independente de Londrina - PR
Ministério pão Quente
Por Rilvan Stutz

quinta-feira, agosto 28, 2008

CONSELHO DE UM AMIGO

REFLEXÃO





Todo o dia Deus nos dá um momento em que é possível mudar tudo em nossa vida. O instante mágico é o momento em que um "sim" ou um "não"pode mudar toda a nossa existência, por isso pra você, digo sim! seja bem vindo em Nome de Jesus que Deus te abençoe sempre todos os dia de sua vida.
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Pr. Abinadabe Coelho da Silva


É TEMPO DE MERGULHAR

EDIFICAÇÃO
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Era uma vez um homem muito poderoso, que estava muito doente. Sofria de lepra, numa época em que tal doença não tinha cura. Estava muito triste e a morte rondava-lhe sem piedade. Mas, como pessoa próxima do rei, ele tinha dinheiro e influência para procurar a cura em outras terras, e assim o fez.
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Ouviu dizer que em Israel havia um homem que certamente poderia curá-lo. Sem pensar duas vezes, o doente foi em busca do tal homem. Creu no poder da cura que havia nele e imaginou-o como sendo também um rei, que empenharia-se em curá-lo e que seu tratamento iria requerer cuidados especiais e que, em troca, pagaria ao rei o valor que ele cobrasse. Afinal de contas, alguém com tamanho poder de cura só poderia ser um rei sobre uma grande nação.
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Estamos falando de Naamã, chefe do exército do rei da Síria, que pensou que o rei de Israel poderia curá-lo, e do profeta Eliseu (II Reis 5).
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Esclarecido o mal entendido, Naamã apressou-se em procurar Eliseu e parou na porta de sua casa com toda a sua comitiva. Para surpresa de Naamã, Eliseu mandou, através de um mensageiro, que Naamã mergulhasse sete vezes no Rio Jordão, para ser curado. Apenas isso, e nada mais. Indignado, Naamã somente alcançou a cura porque persuadiram-no a mergulhar como o profeta dissera.
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Não somos muito diferentes de Naamã. A aparência das coisas ainda nos engana e algumas vezes queremos tratamento especial. Foi assim com Jesus (“Bem aventurados os que não viram e creram”). Queremos atenção especial, mas muitas vezes não queremos mergulhar nas águas do Jordão. Mas só alcançaremos a cura e a purificação, seguindo a ordem de mergulhar na água viva, a água da qual beberemos e que jamais nos deixará sentir sede novamente.
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O Salmo 1 diz que o varão que não anda segundo o conselho dos ímpios, será como a árvore plantada junto a ribeiros de águas, a qual dá o seu fruto na estação própria, e cujas folhas não caem; e tudo quanto fizer prosperará. Você é como essa árvore plantada, e a sua fonte de água é Jesus. Mergulhe. Aprofunde-se. Conheça a Jesus, porque hoje ainda podemos achá-Lo. Mergulhe em Cristo enquanto ainda há tempo, pois chegará o dia em que teremos sede, mas não será de água, mas sim de ouvir a Palavra do Senhor (Amós 8:11)
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Amado(a), o livro de Apocalipse 1:15 nos revela que a voz de Deus é como o som de muitas águas. Deleite-se nesse manancial e renda-se a Jesus. Ele segurará na sua mão, te conduzirá, e jamais te abandonará.
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Luciene de Oliveira Maria
Primeira Batista de Moça Bonita
Por Rilvan Stutz
Catedral Presbiteriana do Rio de Janeiro

quarta-feira, agosto 27, 2008

A LUTA CONTRA A DEPRESSÃO E A TRISTEZA

CUIDANDO DA SAÚDE
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Fechar os olhos para a realidade e aceitar a ficção que criamos ou que nos é imposta constitui a verdadeira cegueira espiritual. Saber significa ver a realidade, penetrar em sua superfície e aproximar-se da verdade. Liberar-se da cegueira da ilusão implica afastar-se da crença que é oposta à realidade, à verdade. Assim, não pode haver outra fé que não seja em si mesmo; nenhum ídolo haverá de resolver os nossos problemas. A fé no que se ignora significa submissão.
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Por este motivo os tiranos esmeram-se por fabricar ídolos de mentira que os ajudem a submeter as pessoas humildes e simples e tristemente adjetivadas como de boa fé. O autoconhecimento implica o afastamento das ilusões para que se possa chegar a ser consciente e aproximar-se da realidade. A salvação humana encontra-se neste caminho de afastamento da ilusão, e ninguém poderá realizá-la por nós. As ilusões que se avolumam levam às desilusões que muito tem a ver com depressão e a tristeza.Aprender a viver próximo da realidade é uma forma de estar próximo da felicidade.
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A vida se amplia quando nela colocamos muitas atividades, muitas possibilidades de realização. E se algum fracasso sobrevier, coisa que invariavelmente acontece, ele pode transformar-se na base de um futuro acerto. O essencial é procurar estar sempre próximo da realidade. Muitos problemas que enfrentamos são criados por nós mesmos, por nossas imprevisões, por nossas ilusões, por nossa ignorância.
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A felicidade pode estar muito perto de nós e não a vermos por causa da cegueira intelectual que nos impede contemplar a vida, as pessoas e o mundo com outros olhos, novos olhos que reconheçam em seus detalhes os verdadeiros momentos de alegria e felicidade: um amanhecer, uma amizade, um pequeno aprendizado, pois viver é, ou deveria ser para nós, um grande motivo de alegria e felicidade. Assim, a fé no futuro deveria significar a fé em nós mesmos pelo que formos capazes de fazer por nossas vidas.

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Especial Dr. Nagib Anderaos Neto
Por Rilvan Stutz
Catedral Presbiteria do Rio de Janeiro